<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669</id><updated>2012-02-10T05:17:09.973-08:00</updated><title type='text'>arquitecturavillavisencio</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>170</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-7196875716163206208</id><published>2012-02-10T05:07:00.001-08:00</published><updated>2012-02-10T05:17:10.006-08:00</updated><title type='text'>Glusberg: idealizando um constructo.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Glusberg: idealizando um constructo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O arquiteto argentino Jorge Glusberg (1932-2012), publica no Brasil no ano de 1986 seu livro nomeado “para uma crítica da arquitetura”, como sabemos é da versão original idioma em espanhol com o mesmo nome. Na versão em português Armando Sercovich realiza o prólogo, alem dos desenhos de Clorindo Testa e Luis Benedit, a tradução ao português fica por Anita Regina Di Marco.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cqHoDzqitgc/TzUW4Hin6qI/AAAAAAAABLU/w4UlbC4xIzc/s1600/Livro%2BGlusberg.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 361px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5707493256114727586" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-cqHoDzqitgc/TzUW4Hin6qI/AAAAAAAABLU/w4UlbC4xIzc/s400/Livro%2BGlusberg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Livro de Glusberg (versão em português)&lt;br /&gt;GLUSBERG, Jorge; para uma crítica da arquitetura, Projeto Editores Associados, São Paulo, 1986.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sobre este livro trataremos alguns temas relacionados sobre a “semiótica”, como assunto central, mais também alguns outros assuntos relacionados com o pensamento contemporâneo.&lt;br /&gt;Como sabemos no dia 2 de Fevereiro de 2012, morre este arquiteto preocupado pela condução de uma arquitetura, que procura algumas novas visões e percepções sobre o processo arquitetural. Talvez possa ser em mim que a crítica deste texto tenha influído o fato de não estar neste mundo terráqueo, mais sem duvida deixara muitos ensinamento e lembranças para a arquitetura e a vida dos arquitetos, em especial em America do Sul.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Entre o dinamismo de Jorge Glusberg, este em ser um conspícuo promotor da cultura em seu pais, inclusive fundador da Bienal de Arte, lembremos que umas das formas de levar cultura é através da arte, inclusive em seus aspectos de “vanguarda”, por isso que no momento contemporâneo onde se produz determinada situação relacionada com a “arte”, poucas vezes e entendida de forma correta, penso que e um utopismo que faz parte da essências espaciais, claro como o explica Zevi sobre a historia da arquitetura. Mais si vemos no seu lado mais profundo o vanguardismo tem servido e servira para pensar em “prospecção”, esse olhar para frente nos permite criar certo debate entre a sociedade, mais ainda com toda esta parafernália da comunicação digital nas redes sociais, blogs, etc. Está me faz lembrar na época do “Iluminismo” do século XVIII onde nos Salões especialmente na Francia, se criavam os debates sobre as diferentes tipologias das artes que se apresentavam no momento, sem duvida também era uma forma de criar certas criticas ou valorações dos aspectos que se apresentavam no momento, similar a o que é hoje, mais sem a mobilidade e velocidade que se produz hoje. Penso que Glusberg ao ser Diretor do Museu de Belas Artes na cidade de Buenos Aires, teve este fundamento criar debates para que população possa chegar mais de perto nas questões das artes em conseqüências das necessidades culturais, que na minha maneira de ver é o que alavanca o pensamento do povo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E muito coerente quando Sercovich diz “o autor é sensível a um principio epistemológico subjacente em todo seu desenvolvimento teórico: não existe importação conceitual sem transformação dos modelos originais” (p.8)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Porque entendamos ao falar de questões epistêmicas, este nos leva aos pensamentos circunstâncias sociológica, psicológica, social, cultural, etc. Sem duvida como si fosse uma questão sem limites e atemporais como expressa Mario Bunge. Ao ter modelos originais, teríamos que pensar em quebra de paradigmas, que dessa forma nos imbui a novas percepções.&lt;br /&gt;Nas questões da semiótica, que na realidade são os “signos” que nos levam a pensamentos com ideologias abstratas ou não, “estes desenvolvimentos semióticos re-situa e recompõe um espaço complementar do espaço arquitetônico: o da reflexão acerca do objeto e do lugar de sua teoria”. (p.9)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Glusberg na sua primeira hipótese (nos referimos a seu livro) diz: ao fato e condições de produção similares, aos produtos que tendem a assemelhar-se entre si. Esta afirmação – que, o sabemos, não é copernicano (refere na Revolução cientifica na era do Renascimento do século XVI) – implica em mudanças de perspectiva naquilo que ate agora foi considerado uma semiologia da arquitetura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--PAlXIYe9kk/TzUWtcF1hkI/AAAAAAAABLI/CNrFpoW4AFQ/s1600/Glusberg%2Besquema%2B1986.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 296px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5707493072652568130" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/--PAlXIYe9kk/TzUWtcF1hkI/AAAAAAAABLI/CNrFpoW4AFQ/s400/Glusberg%2Besquema%2B1986.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Glusberg (esquema) – 1986&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;a. As condições de produção do fato arquitetônico, ou as condições extra-semióticas;&lt;br /&gt;b. Os efeitos concretos, ou seja, a matéria prima, de toda a reflexão sobre o arquitetônico, o construído, a base material, ou conjunto de constructos arquitetônicos;&lt;br /&gt;c. Um elemento particular desses constructos: seu estilo;&lt;br /&gt;d. Os efeitos sociais da pratica arquitetônica sobre o usuário, incluindo os próprios realizadores e operadores arquitetônicos;&lt;br /&gt;e. As mudanças que, a partir do construído ocorram na sociedade global motivada pela influência que a arquitetura de um determinado período exerce sobre as institucoes da sociedade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vemos, em Glusberg uma preocupação pela sociedade, deixando mais claro com o “povo” que de maneira geral percebe-se que a arquitetura como “elemento/objeto de cultura” cria expectativas, inclusive dentro da nossa linguagem sobre a arquitetura ditas como ele propõe através de construtos, como exemplo, dizer de uma arquitetura “miesiana”, estão nos estamos referindo obviamente na arquitetura de Ludwig Mies van der Rohe (1886-1969), e como um de seus construtos seria ao ele dizer que “Deus esta nos detalhes”, então seria a síntese de todo um pensamento realizado pelo grande mestre da arquitetura moderna do que Mies van der Rohe no fazer da na sua vida. Mais isso é um constructo. Mais se o pensamento iria alem de esse construto poderíamos referimos a uma “arquitetura racionalista” que obviamente vá alem.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Finalizando Jorge Glusberg foi um batalhador em querer entender os processos da arquitetura e de forma ampla, em fim de todo o processo da projeção arquitetural, como nos sabemos e tão complexa que em alguns casos é necessário criar “constructos”, penso que esse o grande aporte do Glusberg em querer ver como meta pensamentos, através do estúdio da semiótica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 10 de Fevereiro de 2012.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;GLUSBERG,&lt;/strong&gt; Jorge; &lt;em&gt;para uma crítica da arquitetura&lt;/em&gt;, Projeto Editores Associados, São Paulo, 1986.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BUNGE&lt;/strong&gt;, Mario; &lt;em&gt;Epistemologia,&lt;/em&gt; Siglo veintiuno editora, Barcelona, 2004.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver arquitetura&lt;/em&gt;, Martins Fontes Editora, São Paulo, 2009.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-7196875716163206208?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/7196875716163206208/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/02/glusberg-idealizando-um-constructo.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7196875716163206208'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7196875716163206208'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/02/glusberg-idealizando-um-constructo.html' title='Glusberg: idealizando um constructo.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-cqHoDzqitgc/TzUW4Hin6qI/AAAAAAAABLU/w4UlbC4xIzc/s72-c/Livro%2BGlusberg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-9086251771849471173</id><published>2012-01-27T06:46:00.001-08:00</published><updated>2012-01-27T07:05:16.663-08:00</updated><title type='text'>Legorreta: uma arquitetura contemporânea com entusiasmo regionalista.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Legorreta: uma arquitetura contemporânea com entusiasmo regionalista.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No final do ano de 2011 (30/12) morre o arquiteto mexicano Ricardo Legorreta (1931-2011), penso, que a arquitetura do México perde um dos mais importantes representantes da arquitetura contemporânea, poderia dizer que um dos importantes expoentes da arquitetura de América Latina, para alguns considerado como seu mentor o importante arquiteto mexicano Luis Barragan (1902-1988). Legorreta e aquele da frase celebre onde diz: “que a função principal da arquitetura – é fazer a gente feliz” (Ricardo Legorreta), sem duvida, com essa frase atua dentro da simplicidade de sua forma de ser. Há pouco tempo esteve com o franco-peruano arquiteto Enrique Ciriani, e também comento da necessidade no querer ter viabilidade da boa arquitetura, e que de alguma forma a gente se sinta felicidade, cabe ressaltar que tudo isso “é muito complexo” porque a arquitetura e o estudo da cidade nos levam as possíveis soluções a determinadas problemáticas, que nem sempre dão resultado esperado. Sempre haverá melhores alternativas inclusive nos projetos de Legorreta são passiveis a bons resultados, talvez uma de suas obras emblemáticas com bons resultados seja a tão citada obra do Hotel Camino Real de 1968 (ver imagem F.01) na cidade de México. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mgCln_Yh69o/TyK49gHUlQI/AAAAAAAABKM/rOHkVagdYoQ/s1600/Hotel%2BCamino%2BReal%2B-%2BMexico%2B-%2B1968.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 336px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702323444936643842" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mgCln_Yh69o/TyK49gHUlQI/AAAAAAAABKM/rOHkVagdYoQ/s400/Hotel%2BCamino%2BReal%2B-%2BMexico%2B-%2B1968.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#990000;"&gt;F.01 – Hotel Camino Real (1968) – Legorreta&lt;br /&gt;Fonte: site oficial de Legorreta Ass.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Talvez Legorreta tenha como base não só a questão formal, mais sim os elementos estruturais que faz da convivência de uma parceria entre a questão espacial e a própria sustentação estrutural da obra. Mais acho que também este imbuído nas aplicações no seu entorno, vale a pena ressaltar que existe uma ligação intima na produção imperiosa do local/regional, atitudes como essa familiariza com os edifícios dentro dos padrões reconhecidos da própria cultura, que são assuntos tão importantes (assim penso) para o bom desenvolvimento e regate da paisagem. Um projeto que não se vincula com as necessidades culturais, tem muita probabilidade de ter baixos resultados dentro do entorno urbano, um projeto às vezes tem como aderir aspectos com relevâncias “monumentais” que é uma das características de Legorreta, atrelar edifícios com a vida cultural da cidade facilita um maior entendimento entre as partes, o dialogo fundamenta a boa arquitetura, alem que considero que seja mais expressivo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais devo deixar claro que não devemos concordar com todo o dito (ou expressado neste texto), considero importante e necessário discordar em diversas colocações que possa ter em relação com a arquitetura de Legorreta, talvez não concordando (já que trata de uma critica) possa encontrar “novas fontes que inspirem novas considerações”, sejam estas tecnológicas, funcionais e inclusive ate estética, a importância da arquitetura é que convive com esta realidade, e não como ocultar situações que fazem parte da vida e da produção de um arquiteto, a arquitetura e tão complexa que temos por obrigação utilizar pensamentos ornados na disciplina da filosofia, que nem sempre dão resultados, mais como diz a jovem filosofa brasileira Márcia Tiburi – a filosofia não resolve nada, mais abre novos horizontes ou alternativas onde possam encontrar outras formas de entender e simplificar nossas vidas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Losh9rOgJbM/TyK5HblcvTI/AAAAAAAABKY/mn7pe5XF_IY/s1600/Edificio%2BTerracota%2B-%2BMexico%2B-%2B2011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 336px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702323615519522098" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Losh9rOgJbM/TyK5HblcvTI/AAAAAAAABKY/mn7pe5XF_IY/s400/Edificio%2BTerracota%2B-%2BMexico%2B-%2B2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#990000;"&gt;F.02 – Edifício Terracota (2011) – Legorreta&lt;br /&gt;Fonte: site oficial de Legorreta Ass.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para Legorreta suas obras tinham uma relação e paixão pela cultura mexicana, tanto assim que ele declara nas varias entrevistas que forem feito na sua vida, e claro da rica cultura mexicana tem muita amplitude, estou me referendo ao passado préhispânico, penso que também influencio a Barragan e Villagrán, como tinhas explicado anteriormente ambos arquitetos influenciam a Legorreta. Talvez por seu trabalhado, e das boas relações em outros países inclusive no Brasil (ver imagem F.03) teve nele um renome internacional, e claro por apresentar obras que tenham repercussão internacional, mais nem sempre com o caráter “monumental” ou de “poder” como é qualificado a Legorreta. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-XvthqTlTSL0/TyK5Qjd2kII/AAAAAAAABKk/AFtwHx72K1c/s1600/Casa%2Ben%2BItacar%25C3%25A9%2B-%2BBahia%2B-%2B2010.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 336px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702323772253966466" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-XvthqTlTSL0/TyK5Qjd2kII/AAAAAAAABKk/AFtwHx72K1c/s400/Casa%2Ben%2BItacar%25C3%25A9%2B-%2BBahia%2B-%2B2010.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#990000;"&gt;F.03 – Residência em Itacaré – Bahia (2010) – Legorreta&lt;br /&gt;Fonte: site oficial de Legorreta Ass.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Podemos interpretar que seus trabalhos têm características natas de uma arquitetura moderna com alcances internacionais, aproveita bem a paisagem local e a translada para como uma arquitetura de “poder”, que era parte da historia dos CIAM. O uso do concreto armado nos entrega esta característica – centro de seus trabalhos – uma boa consonância da estrutura com a estética da edificação, alem da boa proposta de cores nas suas edificações, cores cálidas e claras nos dão pinceladas de sua personalidade de vivencia e da paisagem. Considero que sua percepção com sua integridade vivida têm uma relação com sua arquitetura.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Legorreta, possuído e identificado com uma arquitetura que procura lugar – pertencia – nem sempre todos seus projetos tem essa virtude, o ambiente e o edifício têm que realizar condutas amigáveis, isso é: que o edifício além que faz parte da cidade tem considerações “harmônicas”, a poesia se faz presente, numa articulação espacial, formal, às vezes os recursos utilizados nas questões funcionais, participam da estética do edifício, este e o caso do Edifício do Interbank de Lima (2000-2001) de Hans Hollein, onde existe um volume em suspenso, neste setor funcional restringido não participam outras áreas, como separar um campo de trabalhos especifica, mais este quando e visto por fora o balanço, cria peculiaridades espaciais, a “utilidade da função na questão formal, isso é consonância da arquitetura de uma edificação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As mega formas concebidas como cidades em miniatura também podem ser usadas para enfatizar a estrutura da topografia existente e estabelecer lugares identificáveis. O arquiteto mexicano Legorreta demonstrou essa abordagem em diversas ocasiones, desde a formação escalonada de seu Hotel Camino Real em Ixtapa, com vista a praia (1981), ate a montadora Renault que ele construiria em 1985.” (Frampton, 2008:427-428)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V2LYA4wpU70/TyK5idz3yEI/AAAAAAAABK8/_4bQcKGQKlA/s1600/Hotel%2BMONTERREY%2B-%2BMexico%2B-%2B2007.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 336px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5702324079973353538" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-V2LYA4wpU70/TyK5idz3yEI/AAAAAAAABK8/_4bQcKGQKlA/s400/Hotel%2BMONTERREY%2B-%2BMexico%2B-%2B2007.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.04 – Hotel Monterrey – México (2007) – Legorreta&lt;br /&gt;Fonte: site oficial de Legorreta Ass.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;“Como em muitas outras coisas, o regionalismo em Latinoamerica expressa diversos “regionalismo”, mais sempre tem vigente o componente do ambiente, a paisagem, e a história, os materiais e o modo de vida local, estes como dados básicos de seu desenho.” (Gutierrez, 1998:112)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem duvida o carisma de Legorreta afirma uma conduta extrovertida - com princípios de fazer, não só arquitetura, penso que sua arquitetura foi seu “meio de expressão”, mais seu dizer, considero que é mais importante – a vida comum e feliz. Talvez a escola do México e de Latinoamerica possa entender a proposta de Legorreta, penso que nos deixa esse recado, simplicidade das formas, integração da paisagem como o edifícios, percepção aguda de uma arquitetura do passado que pode transformar-se numa arquitetura do presente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 27 de Janeiro de 2012.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;FRAMPTON&lt;/strong&gt;, Kenneth; &lt;em&gt;Historia crítica da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Ed. Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GUTIERREZ&lt;/strong&gt;, Ramón (org), &lt;em&gt;Arquitectura Latinoamericana en el siglo XX&lt;/em&gt;, Epígrafe S. A. Editores, UPRP-Lima, 1998.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Outras informações:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://legorretalegorreta.com/"&gt;http://legorretalegorreta.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.archdaily.com.br/18732/ricardo-legorreta-1931-2011/"&gt;http://www.archdaily.com.br/18732/ricardo-legorreta-1931-2011/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-9086251771849471173?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/9086251771849471173/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/01/legorreta-uma-arquitetura-contemporanea.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9086251771849471173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9086251771849471173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/01/legorreta-uma-arquitetura-contemporanea.html' title='Legorreta: uma arquitetura contemporânea com entusiasmo regionalista.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mgCln_Yh69o/TyK49gHUlQI/AAAAAAAABKM/rOHkVagdYoQ/s72-c/Hotel%2BCamino%2BReal%2B-%2BMexico%2B-%2B1968.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-2169088648111151213</id><published>2012-01-11T05:57:00.000-08:00</published><updated>2012-01-11T06:23:25.741-08:00</updated><title type='text'>Souto de Moura e seu Pritzker 2011</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Souto de Moura e seu Pritzker 2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O arquiteto português Eduardo Souto de Moura (1952-) foi laureado no ano de 2011 com o Premio Pritzker, quem outorga o prêmio e a Fundação Hyatt, nos Estados Unidos de Norte América. Sem duvida a arquitetura de Souto de Moura e merecedora de tal prêmio. Mais o motivo desta critica e de encontrar alguns aspectos que sejam relevantes dentro de sua arquitetura que poderá de alguma forma nos levar as conotações que poderiam ser importantes nos aspectos tecnológicos, funcionais ou formais. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4lLR2eNbw1g/Tw2VsZ2_tyI/AAAAAAAABJQ/L4lhdeLbAiA/s1600/F.1%2BSouto%2BBurgo%2BTower%2B%25281991-2007%2529%2BPorto%2BPortugal.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 325px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696373693781882658" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-4lLR2eNbw1g/Tw2VsZ2_tyI/AAAAAAAABJQ/L4lhdeLbAiA/s400/F.1%2BSouto%2BBurgo%2BTower%2B%25281991-2007%2529%2BPorto%2BPortugal.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F1 – Burgo Tower (1991-2007) Porto – Souto de Moura&lt;br /&gt;Fonte: site oficial.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos aspectos que chama a atenção e que a Universidade do Porto e segunda vez que é galardoada com o Pritzker, o primeiro foi o Alvaro Siza Vieira no ano de 1992, e agora Eduardo Souto de Moura no 2011, penso que deve ser destacado, como nos sabemos não é comum que sejam premiados pela mesma academia FAU., e claro sabemos da importância do premio no cenário internacional. Só para lembrar que Brasil tem a Oscar Niemeyer (1988) e Paulo Mendes da Rocha (2006).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso das torres de Burgo, Souto de Moura tenta ter um dialogo não só entre ambos dos dois edifícios um mais no sentido vertical e outro no horizontal de formas puras, mais encontram uma relação com a cidade, “... a glacialidade abstrata do dicionário da critica arquitetônica e haver criado uma familiaridade, uma sensação de intercambio, uma relação humana entre a arquitetura e o homem.” (Zevi, 2009:163-164). Mais consideramos o obvio, onde seu referencial seja em Mies van der Rohe onde pensamos que este presente no seu comportamento projetual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696373997162270818" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0tkORLEQU1I/Tw2V-EChEGI/AAAAAAAABJc/nM_J83nYYb4/s400/F.2%2B%2BSouto%2BMuseu%2BPaula%2BRego%2B%25282000-2003%2529%2BCascais%2BPortugal.png" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F2 – Museu de Historia Paula Rego (2000-2003) Porto – Souto de Moura&lt;br /&gt;Fonte: site oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A obra do Museu Paula Rego, penso que alem dos aspectos formais, claro de foram ostensiva piramidal, tem uma relação com a proposta na paisagem, às vezes a liberdade de expressão, alem é claro como fruto de um projeto que queira levar antecedentes do passado, como proposta da historia imbuída dentro do edifício.&lt;br /&gt;Também os espaços vazios que se dão dentro dos edifícios valorizam os espaços vazios, devo esclarecer que é importante para arquitetura dar “prioridade” aos espaços vazios desta forma alem que valoriza os aspectos estéticos formais, entrega “respiro” entre as edificações. Penso que Souto de Moura valoriza este fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/--cL07Kyh_bs/Tw2WH0A4-rI/AAAAAAAABJo/n9sQ1joMRBY/s1600/F.3%2BSouto%2BMuseu%2BPaula%2BRego%2B%25282000.2003%2529%2BCascais%2BPortugal.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 139px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696374164659174066" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/--cL07Kyh_bs/Tw2WH0A4-rI/AAAAAAAABJo/n9sQ1joMRBY/s400/F.3%2BSouto%2BMuseu%2BPaula%2BRego%2B%25282000.2003%2529%2BCascais%2BPortugal.png" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F3 – Museu Paula Rego (2000-2003) Porto – Souto de Moura&lt;br /&gt;Fonte: (GTNo.3-4°P-FAU:2011A)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Penso que as cores apresentadas no museu estão atreladas na questão da terra, talvez uma concordância com o meio ambiente onde esta locada a obra, alem claro do contraste entre os cheios e vazios da obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a obra do Estádio de Braga, “É uma obra, por um lado, de grande originalidade e, por outro, de grande sabedoria, no sentido em que é uma obra em que transparece o conhecimento da história da arquitetura.” (Souto de Moura – no GTNo.3-4°P-FAU:2011A) Sobre isso queria colocar o seguinte no cabe duvida que a historia da arquitetura nos entrega “referentes” que nos permitem enxergar atitudes conotativas tanto funcionais como estéticas, em resumo questões espaciais, sempre foi assim, quando a gente analisa ou critica uma determinada obra a tendência e procurar atitudes de comportamento espaciais ou culturais que possam ser aproveitadas no futuro, as vezes com formato historicista ou não. Também pode agregar o fato das questões das “tecnologias” que forem utilizadas no tempo-espaço a evolução das mesmas tem ingerido nos processos de projetação, claro desta forma a arquitetura tem mudado com mais possibilidades tectônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5X32-wOiW_0/Tw2WYMHvEGI/AAAAAAAABJ0/6YkzPU9wSw0/s1600/F.4%2BSouto%2BEstadio%2Bde%2BBraga%2B%25282000-2003%2529%2BPortugal.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696374446008242274" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-5X32-wOiW_0/Tw2WYMHvEGI/AAAAAAAABJ0/6YkzPU9wSw0/s400/F.4%2BSouto%2BEstadio%2Bde%2BBraga%2B%25282000-2003%2529%2BPortugal.png" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F4 – Estádio de Braga (2000-2003) Portugal – Souto de Moura&lt;br /&gt;Fonte: site oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;“Uma obra que possuí beleza própria, que preenche todo um lugar, com linhas definidas, composições puras, como na lateral da arquibancada que tem como forma um triângulo” (GTNo.3-4°P-FAU:2011A). Considero que as formas puras são importantes para a arquitetura, o filósofo Platão já tinhas dito para nos que tais formas (neste caso o triangulo) são reconhecidas pelas nossas mentes – as formas platônicas já fazem parte da nossa convivência da análise formal espacial, mais também considero que a forma triangular tem considerações estruturais no Estádio de Braga, desta forma mantenham um equilíbrio entre os esforços dos momentos vetores, penso que no caso deste projeto alivia de alguma forma a massa construtiva – aliviar o peso através dos aspectos formais tem essa virtude que nem sempre e possível. Também nesta obra tem uma sedução na reinterpretação de uma lógica construtiva alem e claro do contexto do lugar que faz parte do ato projetual de Souto de Moura. As pesquisas realizadas por ele têm essa virtude de poder visualizar diferentes aspectos em especial nos materiais que deverão ser aplicadas nas suas obras, não e a toa como tínhamos falado no inicio que suas raízes de Mies van der Rohe onde diz: “que deus esta nos detalhes” – sem duvida isso se aplica aos pensamentos de Souto de Moura, como tínhamos dito no inicio na obra da Burgo Tower.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ieoPP1GhEts/Tw2WmQutpxI/AAAAAAAABKA/zJSF2BSWnTU/s1600/F.5%2BSouto%2BCasa%2Bde%2BCinema%2B%25281998-2003%2529%2BPorto%2BPortugal.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 260px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5696374687763638034" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ieoPP1GhEts/Tw2WmQutpxI/AAAAAAAABKA/zJSF2BSWnTU/s400/F.5%2BSouto%2BCasa%2Bde%2BCinema%2B%25281998-2003%2529%2BPorto%2BPortugal.png" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F5 – Casa de Cinema (1998-2003) Porto – Souto de Moura&lt;br /&gt;Fonte: site oficial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Também existe em Souto de Moura uma poesia que tem consonância com o lugar, o entrelaçado com o espaço construído sugere ate certo ponto certas dicotomias que nem sempre se entendem, mais surgem brechas entre a paisagem e o edifício como foi sugerido no Estádio de Braga e a pedreira existente que é a realidade, mais como o “homem” como centro das atenções para quem foi erigido o edifício tem uma relação direta como a paisagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da obra da Casa de Cinema do Porto penso que existe uma relação com a necessidade e visão de cidade esta atrelado ao sucesso da obra, “O prédio abrigara uma pratica adequada a uma idéia, e é fundamental que ela seja a coletividade e exista em forma precisa.” (Milanesi, 2003:201)&lt;br /&gt;Penso que obras que levam imbuído questões culturais – com valores agregados – às vezes nem sempre bem entendidos, porque a “ação cultural se faz parte de um grupo e de jeito maneira pode ser solitária”, referentes culturais assim como o movimento de Stilj da arquitetura moderna trouxe comportamentos arquiteturais com atitudes imaginais, os neoplasticistas derem fundamento na importante Escola da Bauhaus alemã, às vezes instrumentação cultural leva a sociedade ate certa forma a questões que vão alem, e também um certo ar de “hedonista” que claro a busca constante do ser humano e busca de isso, “Embora busca de prazer possam parecer um conjunto arbitrário de indulgencias sugeridas, existe, é claro, um método e um significado mais amplo...” (Flocker, 2007:83) Podemos entender que a cultura ou neste caso o edifício dedicado para a cultura possa nos entregar esse prazer, as vezes mascarado, as vezes de forma direta. Talvez a obra da Casa do Cinema de Souto de Moura tenha despertado certa integração de pessoas, penso que é importante para o processo arquitetural, como também a para a vida útil do arquiteto que de forma consciente tem aderência com a vida pluralizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 11 de Janeiro de 2012.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografía&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;MONTANER&lt;/strong&gt;, Josep; &lt;em&gt;Después del movimiento moderno: Arquitectura de la segunda mitad del siglo XX&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 1999.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MILANESI&lt;/strong&gt;, Luís; &lt;em&gt;A Casa da Invenção,&lt;/em&gt; Ateliê Editorial, Cotia – São Paulo, 2003.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FLOCKER&lt;/strong&gt;, Michael; &lt;em&gt;Manual do Hedonista: dominando a esquecida arte do prazer&lt;/em&gt;, Editora Rocco, Rio de Janeiro, 2004.&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;GTNo.3-4°P-FAU:2011A);&lt;/strong&gt; Grupo de Trabalho sobre o &lt;em&gt;Tema: Eduardo Souto de Moura&lt;/em&gt;; membros do GT No.3: Andréia Vendrusculo, Carolina Guimarães, Cintya Cristina, Bruna Marra, Janira Espíndola, Jairo Barbosa, Raisa Moreira; sobre orientação do Prof. Jorge Villavisencio da disciplina Historia, Teoria, Critica da Arquitetura IV, da Escola do Ambiente (4 período-2011A) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UNIEvángelica, Anápolis, 2011.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Outras informações:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://porto24.pt/vida/28032011/souto-de-moura-faup-celebra-o-seu-segundo-pritzker-uma-coisa-extraordinaria/"&gt;http://porto24.pt/vida/28032011/souto-de-moura-faup-celebra-o-seu-segundo-pritzker-uma-coisa-extraordinaria/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Jorge Villavisencio – 28/Março/2011 – Porto, Portugal)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.iabgoias.com.br/list_noticias.asp?id=86"&gt;http://www.iabgoias.com.br/list_noticias.asp?id=86&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(Jorge Villavisencio – 30/Março/2011 – Goiânia, Brasil)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-2169088648111151213?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/2169088648111151213/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/01/souto-de-moura-e-seu-pritzker-2011.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2169088648111151213'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2169088648111151213'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2012/01/souto-de-moura-e-seu-pritzker-2011.html' title='Souto de Moura e seu Pritzker 2011'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-4lLR2eNbw1g/Tw2VsZ2_tyI/AAAAAAAABJQ/L4lhdeLbAiA/s72-c/F.1%2BSouto%2BBurgo%2BTower%2B%25281991-2007%2529%2BPorto%2BPortugal.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-8037193301757768946</id><published>2011-12-27T04:16:00.006-08:00</published><updated>2011-12-27T04:41:45.848-08:00</updated><title type='text'>Arquitetura: redes, imagens e o imaginário</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Arquitetura: redes, imagens e o imaginário&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Neste ultimo escrito do ano de 2011, tenho preparado o presente texto sobre os conceitos sobre as imagens e redes web estas relacionados com a arquitetura, mais quero esclarecer que o estudo da arquitetura e o estudo das cidades não só são analisadas através de imagens tem muitos mais assuntos que vem com uma alta complexidade como é a arquitetura, então queda como premissa o que se pode orientar/entender através das imagens (fotografias) que de fato nos tem ajudado a reconstruir a historia da arquitetura e urbanismo (as vezes com fatos iconográficos ver imagem do MUSAC embaixo), mais ao mesmo tempo agrega conotações importantes, que em certos casos podem-nos levar a entender a questão do imaginário que nos imbui a percepções arquitetais. Sem duvida a “redes” nos ajudam a criar uma mobilidade (principio da modernidade) contida nas novas tecnologias de informação e comunicação – NTIC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FFKPDOr5XVQ/Tvm3yAo40QI/AAAAAAAABIU/UkeTBEoNGaw/s1600/MUSAC%2B-%2BMansilla%2B%2526%2BTu%25C3%25B1on%2B-%2BLe%25C3%25B3n.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690781673952170242" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-FFKPDOr5XVQ/Tvm3yAo40QI/AAAAAAAABIU/UkeTBEoNGaw/s400/MUSAC%2B-%2BMansilla%2B%2526%2BTu%25C3%25B1on%2B-%2BLe%25C3%25B3n.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;“... no resgate da memória da iconografia na arquitetura.” (J. Villavisencio)&lt;br /&gt;MUSAC – Museu de Arte Contemporâneo de León – arquitetos Mansilla &amp;amp; Tuñon&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Hoje em dias as redes sociais têm ocupado grande espaço no convívio das pessoas, inclusive não só como comunicação, mais penso que pode ir alem, talvez (em poucos casos) possam gerar certas “opiniões de massa” desta forma podem criar novos comportamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-l9lb1uEtIKo/Tvm4HhPKd-I/AAAAAAAABIg/-CY2OdJxjr8/s1600/Oficinas%2BGalilee%2B-%2BToulouse-Fr%2B-%2BStudio%2BBellencour%2BArqs%2B%2B.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 266px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690782043479898082" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-l9lb1uEtIKo/Tvm4HhPKd-I/AAAAAAAABIg/-CY2OdJxjr8/s400/Oficinas%2BGalilee%2B-%2BToulouse-Fr%2B-%2BStudio%2BBellencour%2BArqs%2B%2B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;“... as formas puras platônicas com continuidade.” (J. Villavisencio)&lt;br /&gt;Escritórios Galieé – Ateliê Bellencourt arquitetos – Toulouse, Fr.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Como sabemos a oposição e dialogo entre o irracional e o racional tem acompanhado nossas formas de pensar desde suas raízes mais antigas entre o ocidente e o oriente. Mais a razão de pensamento ocidental, e ideograma chinês “ku” cujo significado e a mesma “racionalidade”, como e óbvio a razão constitui um processo “comunitário”, em poças palavras estamos de acordo de determinadas condições com pluralidade de pensamento – o seja “acordo comum”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si ao ter racionalidade é tecer um emaranhado de idéias que podem convertesse em ideais comuns, (novamente acordo comum) que podem ser percursos, alternativas, entradas, saídas, árvores, conexões, comutações, sincronizações. O homem contemporâneo intercambia lugares, sensações, costumes e aprende a acionar e re-acionar de acordo com seu movimento. E não tem como não entrar na esfera da WEB – Word Wide Web, que na realidade se apegam varias “redes sociais” (neste caso utilize o Facebook) donde se emite opinião/critica de determinado assunto (devo dizer que nosso foco esta na arquitetura e na construção de cidades – urbanismo) e desempenhe algumas visões como resultado em sinergias de relação das imagens apresentadas, muitas delas (algumas estão neste texto) possibilitou ter feedback de determinadas imagens de alguns edifícios contemporâneos. Mais para que o estudo tivesse solides a “resposta” teve que ser contundente, e quase se apresenta (realimentação) no maximo dentro das 24 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1wj55VAym9o/Tvm4kVQs9KI/AAAAAAAABIs/cxKo63MhIJY/s1600/7.%2BLondon%2BAquatic%2BCenter%2B2011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690782538481333410" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-1wj55VAym9o/Tvm4kVQs9KI/AAAAAAAABIs/cxKo63MhIJY/s400/7.%2BLondon%2BAquatic%2BCenter%2B2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;“... lugar dedicado a experimentação e criação artística.” (Montaner, 1999:59)&lt;br /&gt;“Neste projeto do Centro Aquático de Londres (2011) da importante arquiteta iraniana Zaha Hadid (1950-), faz lembrar-se da obra do Terminal da TWA do aeroporto John Kennedy (1956-1962) de New York do arquiteto Eero Saarinen.” (J. Villavisencio) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O alucinante da rede – web no seu momento e que tenta mostrar nossa orientação ou nossa desorientação detrás de oposições de racionalidade ou irracionalidade – claro estes se configuram dentro do espaço-tempo contemporâneo, então de jeito maneira são atemporais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Determinada ação de segmentação pode ter verificado no seu retumbo e interação, nem sempre utiliza determinada lógica – a pesar que a “Lógica” se haja convertido num fato no mundo contemporâneo, que de forma múltipla e de meticulosa metodologia é utilizada. Mais este depende de nosso razoamento lógico de terminada situação do qual no podemos abocar em expressar, às vezes com impulsos do momento, como nos sabemos depois da “reflexão” de determinada opinião/critica pode acontecer reverberação do dito, muitas vezes de forma acertada, mais outras de forma desacertada, penso que no uso da WEB (em alguns casos poucos instantes/segundo) não nos da o tempo para emitir determinado “dito” a necessidade de que seja mais reflexiva e aprimorada e menos apresada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9b5zCbqRqQo/Tvm4-0beOQI/AAAAAAAABI4/50muA984C8c/s1600/MAC%2B-%2BNITEROI-%2BRJ.%2Bde%2BO.%2BNiemeyer.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 236px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690782993524603138" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-9b5zCbqRqQo/Tvm4-0beOQI/AAAAAAAABI4/50muA984C8c/s400/MAC%2B-%2BNITEROI-%2BRJ.%2Bde%2BO.%2BNiemeyer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;“... não tem duvida que o MAC de Niterói seja privilegiado pela sua paisagem natural...” (J. Villavisencio)&lt;br /&gt;Museu de Arte Contemporâneo – MAC de Niteroi – RJ. de Oscar Nimeyer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;No movimento “construtivista” (sem duvida que tem influído ate hoje) que se inicia no ano 1921, que na realidade concreta a agilidade e a dinâmica da “revolução” – tensão, energia, flexibilidade, como e no caso da arquitetura: o ótimo uso dos materiais, a ausência do todo elemento supérfluo, que no resumo é o esquema de uma construção e da combinação de linhas de planos de formas estas claro definidas por um esquema de forças. Organização, esquemas, combinação, sistemas, claro todas estas de forma explicita, o construtivismo se auto-define dentro da linguagem arquitetônico, que se entronca dentro das redes com “redes universais”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7VWSTvTkJSw/Tvm5hLnR_2I/AAAAAAAABJE/cjsxR29ctvM/s1600/Museu%2BDali%2B-%2BFlorida%252C%2BUSA%2B-%2BHok%2B%252B%2BBek%2Bgroup.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 311px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5690783583863701346" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7VWSTvTkJSw/Tvm5hLnR_2I/AAAAAAAABJE/cjsxR29ctvM/s400/Museu%2BDali%2B-%2BFlorida%252C%2BUSA%2B-%2BHok%2B%252B%2BBek%2Bgroup.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;... adições formais de uma arquitetura contemporânea” (J. Villavisencio)&lt;br /&gt;Museu Salvador Dali – Florida, USA – arquitetos Hok + Bek&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Mais vivemos profundamente incrustados em meio de uma quantidade enorme de informação, já descrevia B. Skinner ao dizer que a gente tem uma quantidade de informação, e só depois da “reflexão” esta se tornaria conhecimento: Mais sem duvida chegamos a ter reação de determinada situação arquitetônica estas claro através de enormes redes múltiplas associadas as novas tecnologias – NTIC.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O anedótico e também o descritivo (nas imagens) que puramente e local ate folclórico, mais é uma forças maiores no final do século XX e nos inícios do século XXI, o qual está imbuído nos processos de “abstração” – distanciamento e re-localização dos particulares, reconfiguração dos detalhes e redistribuição das formas – liberam criatividade. Ate o imaginário faz parte do pensamento contemporâneo, mais considero que deve “anunciasse” com sutileza, forca de expressão já seja na própria imagem apresentada – mais sem duvida acompanhada de alguma “teoria” que leve a uma reflexão mais esmerada.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 27 de Dezembro de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;JOHNSON&lt;/strong&gt;, Steven; &lt;em&gt;Sistemas emergentes: O qué tienen en común hormigas, neuronas, ciudades y software&lt;/em&gt;, Fondo de Cultura Económica, México D. F., 2003.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VELARDE&lt;/strong&gt;, Héctor; &lt;em&gt;Historia de la Arquitectura&lt;/em&gt;, Fondo de Cultura Económica, México D. F. {1949}, 2004.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZALAMEA&lt;/strong&gt;, Fernando; &lt;em&gt;Ariadna y Penélope: Redes y Mixturas en el Mundo Contemporáneo&lt;/em&gt;, Ediciones Nobel, Oviedo, 2004 (Capítulo IV – Redes pág. 119-149)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-8037193301757768946?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/8037193301757768946/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/12/arquitetura-redes-imagens-e-o.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8037193301757768946'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8037193301757768946'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/12/arquitetura-redes-imagens-e-o.html' title='Arquitetura: redes, imagens e o imaginário'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-FFKPDOr5XVQ/Tvm3yAo40QI/AAAAAAAABIU/UkeTBEoNGaw/s72-c/MUSAC%2B-%2BMansilla%2B%2526%2BTu%25C3%25B1on%2B-%2BLe%25C3%25B3n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-4099141659017967713</id><published>2011-12-01T14:31:00.001-08:00</published><updated>2011-12-01T15:01:00.541-08:00</updated><title type='text'>Zaha Hadid e sua inquietude sobre a arquitetura</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Zaha Hadid e sua inquietude sobre a arquitetura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A arquiteta iraquiana Zaha Hadid (1950-) tem muitas peculiaridades, mais de fato falar de sua arquitetura gera certa “inquietude”, penso que faz parte da maneira que ela projeta, na presente critica veremos algumas de suas obras que sem duvidas já faz parte do pensamento contemporâneo de fazer arquitetura, e claro de suas influencias nas condiciones presentes.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ii0oAuWscxU/TtgAc19V2EI/AAAAAAAABGo/3e-YNXgOuO4/s1600/1%2Bhadid%2Bfire%2Bstation%2Bgermany%2B1993%2B-%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 275px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681291425448581186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-ii0oAuWscxU/TtgAc19V2EI/AAAAAAAABGo/3e-YNXgOuO4/s400/1%2Bhadid%2Bfire%2Bstation%2Bgermany%2B1993%2B-%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F001 – Fire Station (1993) Alemanha – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: H. Binet&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como todos sabem Zaha Hadid e a única arquiteta em ter recebido (2004) o importante premio da arquitetura o Pritzker, mais também foi laureada por outros Prêmios como: 1982 vencedora do Concurso para "The Peak", Hong Kong, 1994 Vencedora do Concurso, Cardiff Bay Opera House, Cardiff, País de Gales, 1997 Vencedora do Concurso, MAXXI: Museu Nacional de Arte XXI Century, Roma, 2000 Pavilhão Serpentine Gallery, em Londres e Membro honorário da Academia Americana de Artes e Letras. Membro honorário do Instituto Americano de Arquitetura, 2003 Prêmio Mies van der Rohe para Honheim-Nord Terminus, 2005 Designer do Ano, Design Miami. RIBA Stirling Prize Finalista, pelo BMW Edifício Central, 2006 RIBA Prêmio Jencks. Prêmio American Institute of Architects (UK). Finalista do Prêmio Stirling RIBA, Phaeno Science Center. (GTa4P-FAU:2011B)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Minha primeira reflexão vai dirigida ao fato de ser a única mulher ao ter o Pritzker, si bem e certo que não tem muitas mulheres que forem candidatas ao premio- sim queda a duvida não é?&lt;br /&gt;Mais a incursiones da arquiteta Hadid não só na arquitetura tem uma capacidade para as artes plásticas como da escultura, que de fato se entrega a uma plasticidade, inquietude e risco e o que faz parte de sua arquitetura.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Claro estas são alguns menções. Sem duvida e uma artista de ações pluralistas – sua arte não se limita na arquitetura, uma arquiteta que este imbuída nas artes plásticas, considero que seu intuição sobre as diversas artes tenha como base a escultura. Como podemos apreciar na (imagem F001) podemos ter referencias da obra do mestre Niemeyer na obra do Cassino (1942) na Pampulha, inclusive em algumas referencias foi dito que &lt;em&gt;“Hadid tem referentes de Niemeyer”&lt;/em&gt; (Frampton, 2008), mais devo esclarecer não da arquitetura brasileira – só na arquitetura individualista e da plasticidade que faz parte das extensas obras do mestre Oscar Niemeyer. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-s2c1wnjgekA/TtgAojAW8lI/AAAAAAAABG0/K0Xr9Q-AqRc/s1600/2%2Bhadid%2BLfone%2Bgermany%2B1999%2B-%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 343px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681291626519392850" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-s2c1wnjgekA/TtgAojAW8lI/AAAAAAAABG0/K0Xr9Q-AqRc/s400/2%2Bhadid%2BLfone%2Bgermany%2B1999%2B-%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F002 – LFone (1999) Alemanha – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: H. Binet&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na (imagem F002) vemos o extenso caminho de acesso – na arquitetura e chamada de “promenade” suas formas estilizadas que faz parte dos projetos de Hadid, mais devemos esclarecer que este recurso bastante utilizado na arquitetura moderna, é uma das formas de encontrar de a maneira lúdica em análise espacial e contexto na arquitetura. Como também de esta visão “suprematista” talvez como uma visão do “neo” mais como referente muito firme do cubismo e do movimento Dada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-O6Um7OC7L4M/TtgAxXldfDI/AAAAAAAABHA/zBYmF4LcHPg/s1600/3%2Bhadid%2Bsky%2Bjump%2Baustria%2B2002%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681291778072607794" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-O6Um7OC7L4M/TtgAxXldfDI/AAAAAAAABHA/zBYmF4LcHPg/s400/3%2Bhadid%2Bsky%2Bjump%2Baustria%2B2002%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F003 – Sky Jump (2002) Austria – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: H. Binet&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O aspecto &lt;em&gt;“escultural de Hadid”&lt;/em&gt; (Frampton, 2008:435) e de suas primeiras pratica no OMA especificamente da arquitetura de Rem Kolhaas esta na suas obras, e claro influenciam na sua arquitetura, mais penso que existe uma precisão muito matemática e fazer seus objetos, talvez pelos seus estudos iniciais na Universidade Americana de Beirute, de fato e importante já que o fruto da própria mesma geometria tem base nas matemáticas, só como exemplo na obra (ver imagem F003) do Sky Jump, porque definitivamente alem do equilíbrio, precisão, estética da obra, podemos também analisar seu uso/função, claro entendamos que a força da gravidade o estudo mesmo faz que seja uma especialidade – claro que é atendida com amplitude por Zaha Hadid.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-rTnsIcjWhSY/TtgBJEzTY9I/AAAAAAAABHM/rL5jeLO_RQs/s1600/4%2Bhadid%2BPhaeno%2BScience%2BCenter%2BAlemanha%2B2005%2B.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 255px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681292185347253202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-rTnsIcjWhSY/TtgBJEzTY9I/AAAAAAAABHM/rL5jeLO_RQs/s400/4%2Bhadid%2BPhaeno%2BScience%2BCenter%2BAlemanha%2B2005%2B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F004 – Phaeno Science Center (2005) Alemanha – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Zaha Hadid&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;São varias características atribuídas a Hadid, mais sua essência espacial este no suprematista imbuída no russo Malevich que sintetiza dizendo “no puro sentimento” em uma sociedade de artistas que tentam de alguma forma de ser “vanguardistas” e talvez com intuição utopistas que hás vezes incompreendidas ou pouco entendidas hoje, mais no raciocínio de Sir Tomas More (sec. XVI) é possível. Para Hadid a idéia de “desmaterializar” este presente em quase todas suas obras, apresentarem uma arquitetura hibrida (baseadas nas teorias do caos) – penso, que esta no seu conceitos proeminentes da arte (devo esclarecer que a arquitetura é arte), mais como tinha dito no inicio Hadid a “inquietude” , formalista recreia nossa mentes, e claro nos influencia nas nossas forma de pensar e atuar principalmente para o homem comum, imaginem para os que tentamos em teorizar sobre a arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-t_gtymvXXEg/TtgBUs6tKhI/AAAAAAAABHY/qfJIAB7IrBA/s1600/5%2Bhadid%2BEdificio%2BBWM%2BStation%2BAlemanha%2B2005%2B%2B%2B.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 86px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681292385094281746" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-t_gtymvXXEg/TtgBUs6tKhI/AAAAAAAABHY/qfJIAB7IrBA/s400/5%2Bhadid%2BEdificio%2BBWM%2BStation%2BAlemanha%2B2005%2B%2B%2B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F005 – Edifício BMW (2005) Alemanha – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: (GTa4P-FAU:2011B)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Nas “Teorias do Caos” (estética relativa, geometria factual não euclidiana, domínios múltiplos, etc.) geram novas tendências de fazer arquitetura a visão do “ciberespaço”, assim como das novas tecnologias como da “computação gráfica”, penso que influenciam a Zaha Hadid, um domínio que é feito pela sua equipe, claro como diz atribuídos nos inícios no escritório do OMA, mais ao se desligar no ano de 1980 acha seu visão formalista e funcionalista, mais nem sempre chega ao desejado porque penso que existe uma “experimentação” que esta presente na sua arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_rJ3rYm6wpM/TtgBdkQZmeI/AAAAAAAABHk/pvoxw00cjDk/s1600/6%2Bhadid%2Bescultura.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681292537388177890" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-_rJ3rYm6wpM/TtgBdkQZmeI/AAAAAAAABHk/pvoxw00cjDk/s400/6%2Bhadid%2Bescultura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F006 – Escultura – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: (GTa4P-FAU:2011B)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A plasticidade (ver F006) vê que apresenta essa experimentação – formas amorfas que ao mesmo tempo geram visões lúdicas de entretenimento visual - comentava com alguns colegas si seria apropriado utilizar a palavra (mais vai aí) “puxenta” – algo assim como uma elasticidade que pode ter varias formas ao mesmo tempo, claro sem uma questão definida, mais assume riscos nas questões espaciais, tenho percebido que as teorias conceituais de outros arquitetos com Mais van der Rohe, Le Corbusier, Kolhaas inclusive ate mesmo Niemeyer &lt;em&gt;“Zaha se aproxima de Oscar Niemeyer na medida em que ambos compartilham um certo destemor no seu trabalho e ambos não têm medo do risco que vem, inevitavelmente, com seus respectivos vocabulários de formas visionárias” &lt;/em&gt;(GTa4P-FAU:2011B)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D1o_nkzgXWU/TtgBu9AzYcI/AAAAAAAABHw/VJPd2a8AdvI/s1600/7.%2BLondon%2BAquatic%2BCenter%2B2011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 241px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681292836091421122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-D1o_nkzgXWU/TtgBu9AzYcI/AAAAAAAABHw/VJPd2a8AdvI/s400/7.%2BLondon%2BAquatic%2BCenter%2B2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F007 – Centro Aquático, Londres (2011) – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Zaha Hadid&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Neste projeto do Centro Aquático de Londres (2011) da arquiteta iraniana Zaha Hadid (1950-), faz lembrar-se da obra do Terminal da TWA do aeroporto John Kennedy (1956-1962) de New York do arquiteto Eero Saarinen, &lt;em&gt;“... lugar dedicado a experimentação e criação artística.” &lt;/em&gt;(Montaner, 1999:59)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si bem e certo que Hadid se aproveita dos pensamentos da arquitetura moderna, quer dizer como “inicio e não finalidade”, já que deixa um certo racionalismo aproveitada de sua usual criatividade de própria “inquietude” que esta presente em quase todas suas obras. Mais sair de inteiro do racionalismo sabe muito bem que não é possível, só para lembra da obra do Centro de Artes Contemporâneo de Cincinnati em Ohio (2003), uma obra atrelada aos conceitos ate certo ponto dogmáticos de Le Corbusier, claro em referencias a seus cinco princípios lecorbusianas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1LaNUsGJ7aw/TtgB7TDcplI/AAAAAAAABH8/rrj12YxmFL0/s1600/8%2Bhadid%2BJesolo%2BMagic%2BItalia%2B2010-2014.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 211px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681293048166524498" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-1LaNUsGJ7aw/TtgB7TDcplI/AAAAAAAABH8/rrj12YxmFL0/s400/8%2Bhadid%2BJesolo%2BMagic%2BItalia%2B2010-2014.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F008 – Centro Jesolo,Itália (2010-2014) – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Zaha Hadid&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que apesar de tentar de desvincular-se do pensamento moderno, e entrar de cheio no pensamento contemporâneo, mais antes devo esclarecer que o pensamento moderno “tinha um projeto” e se ser contemporâneo e a “busca de algum projeto”, que é um assunto muito diferente, mais &lt;em&gt;“Quer se queira, quer não, assistimos a uma profunda alteração na consideração na arte relativamente à vida. Aristóteles podia afirmar que não é possível escrever um drama sobre homens comuns, e que é necessário criar personagens de escala...”&lt;/em&gt; (Zevi, 2009:199)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vcq-2tpFUE8/TtgCGfvGKGI/AAAAAAAABII/Q8sEDYSgSQU/s1600/9%2Bhadid%2BThyseenkurpp%2BAlemanha%2B2006%2B%2B.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 229px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5681293240549386338" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-vcq-2tpFUE8/TtgCGfvGKGI/AAAAAAAABII/Q8sEDYSgSQU/s400/9%2Bhadid%2BThyseenkurpp%2BAlemanha%2B2006%2B%2B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;F009 – Thyseenkurpp, Alemanha (2006) – Zaha Hadid&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Zaha Hadid&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como podemos apreciar acima na obra do Thyseenkurpp (ver imagem F009) os aspectos tecnológicos estão presentes e inclusive nas suas decisões formais, uma estética que em minha opinião gera progresso tecnológico, mais pouco humanizante, pareceria que esta um pouco distante do próprio “ser”, mais ser contemporâneo e pensar na tecnologia &lt;em&gt;“Estamos sem duvida embrulhados numa grande revolução tecnologia, ...foi uma serie de avances tecnológicos que combinarem para produzir o cambio decisivo na capacidade humana de dominar os fluxos de energia.”&lt;/em&gt; (Johnson, 2003:100-101)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E desta forma que podemos interiorizar nossos pensamentos contemporâneos, uma fluidez de energia dita por Johnson - “o domínio da tecnologia”, não é uma tarefa fácil mais sem duvida treinar, capacitar e, sobretudo “criar outras formas” é novos manifestos muito atuais, muito contemporâneos, de ajustar nossa forma de pensar e atuar, uma rebeldia que este presente nas teorias do caos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como tínhamos dito anteriormente ser contemporâneo é a busca incessante de um projeto especifico, como foi o pensamento moderno: razão, calculo, avance, limpeza, liberdade...etc., são elementos que norteiam nossas forma de pensar, talvez pensar e atuar contemporaneamente seja pensar com sustentabilidade, seja esta de forma pluralista, o uso da tecnologia no sentido amplo da palavras “ser tecnológico” seja em si nosso modus vivendi, penso que a arquiteta Zaha Hadid nos leva a uma reflexão de profundidade esmerada, que é expressada na sua arquitetura, arriscar e inquietar nas suas formas são fatos percebidos na tecnologia e nos aspectos formais.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 01 de Dezembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MONTANER&lt;/strong&gt;, Josep; &lt;em&gt;Después del movimiento moderno: Arquitectura de la segunda mitad del siglo XX&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 1999.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FRAMPTON&lt;/strong&gt;, Kenneth; &lt;em&gt;Historia da critica da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TIETZ&lt;/strong&gt;, Jürgen; &lt;em&gt;Historia da arquitetura contemporânea&lt;/em&gt;, Editora h.f.hullmann, Colônia, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JOHNSON&lt;/strong&gt;, Steven; &lt;em&gt;Sistemas emergentes: O qué tiene en común hormigas, neuronas, ciudades y software,&lt;/em&gt; Fondo de Cultura Económica, México D. F., 2003.&lt;br /&gt;(&lt;strong&gt;GTa4P-FAU:2011B);&lt;/strong&gt; Grupo de Trabalho sobre o Tema: &lt;em&gt;Zaha Hadid&lt;/em&gt;; membros do GT: Ana Júlia Rodrigues; Ângela Nagamori; Daniel Morais; Gabriela Duarte; Juliano Victor; sobre orientação do Prof. Jorge Villavisencio da disciplina Historia, Teoria, Critica da Arquitetura IV, da Escola do Ambiente (4 período-2011B) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UNIEvángelica, Anápolis, 2011.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-4099141659017967713?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/4099141659017967713/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/12/zaha-hadid-e-sua-inquietude-sobre.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4099141659017967713'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4099141659017967713'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/12/zaha-hadid-e-sua-inquietude-sobre.html' title='Zaha Hadid e sua inquietude sobre a arquitetura'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ii0oAuWscxU/TtgAc19V2EI/AAAAAAAABGo/3e-YNXgOuO4/s72-c/1%2Bhadid%2Bfire%2Bstation%2Bgermany%2B1993%2B-%2BFonte%2BH.%2BBinet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-6275374559008407451</id><published>2011-11-24T15:30:00.001-08:00</published><updated>2011-11-24T16:09:57.164-08:00</updated><title type='text'>Paraná na Exposição Brasileira em Barcelona 2011</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Neste ano foi solicitado pela Presidência do Instituto de Arquitetos do Brasil arquiteto Gilson Paranhos para indicar algumas obras “representativas” de diversos Estados brasileiros. O arquiteto e historiador Prof. Irã Taborda Dudeque apresenta estas cinco obras de seu Estado Paraná. Como e obvio muitas obras podem ser representativas, mais muito depende da escolha da percepção que possa ter o expositor de determinada obra, tarefa que não considero que seja fácil, mais sem duvidas penso que Dudeque tem uma intuição esmerada em relação à arquitetura e o urbanismo paranaense, vejamos que tem a dizer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 24 de Novembro de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Paraná na Exposição Brasileira em Barcelona 2011&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Por Arq. Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Seguem as cinco obras representativas de Curitiba, para a Exposição Brasileira em Barcelona 2011. Vou na linha do Villavisencio: "apesar de que existem outras obras importantes, penso que na escolha sintetiza o “espírito evolutivo” arquitetônico e urbano".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Residência Frederico Kirchgässner (1930&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-e87lKnhLBYY/Ts7Tt_deiKI/AAAAAAAABEw/NBw5Jlv9ECc/s1600/1.%2B1930%2Bkirchgassner.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678708967243417762" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-e87lKnhLBYY/Ts7Tt_deiKI/AAAAAAAABEw/NBw5Jlv9ECc/s400/1.%2B1930%2Bkirchgassner.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.001 – Residência Frederico Kirchgässner (1930) – Curitiba&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;1930: Residência Frederico Kirchgässner: a atualização da cidade em relação ao que acontecia na Europa, um curioso exemplo do expressionismo alemão e, ao mesmo tempo, um repúdio às teses nazistas de que o telhado plano era uma invenção de judeus comunistas. E havia muitos nazistas em Curitiba... Aliás, a casa do Kirchgassner é contemporânea da produção do Warchavchik, mas não tem nenhuma relação com ela. Toda a bibliografia e as referências de Kirchgässner eram alemãs, Berlim-Curitiba, sem escalas no Rio de Janeiro ou em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(versão em espanhol)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1930: Residencia Frederick Kirchgässner: la actualización de la ciudad en relación a lo que sucedió en Europa, un curioso ejemplo de expresionismo alemán y al mismo tiempo, un rechazo de la tesis nazi de que el techo era un invento de los judíos comunistas. Y había muchos nazis en Curitiba... De hecho, la casa Kirchgassner es contemporánea de producción Warchavchik, pero no tiene nada que ver con eso. Toda la bibliografía y referencias Kirchgässner eran alemanes, Berlín-Curitiba, sin pasar por Río de Janeiro o São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Edifício da Petrobrás (1968)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-K2q0P1gSqpg/Ts7TzpmAd3I/AAAAAAAABE8/NgqsNisybt8/s1600/2.%2B1968%2Bpetrobras.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 286px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678709064452831090" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-K2q0P1gSqpg/Ts7TzpmAd3I/AAAAAAAABE8/NgqsNisybt8/s400/2.%2B1968%2Bpetrobras.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.002 – Edifício da Petrobrás (1968) Rio de Janeiro dos arquitetos José Sanchotene, Luiz Forte Netto, Roberto Luís Gandolfi, Abrão Assad, José Maria Gandolfi e Vicente de Castro.&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;1968: Petrobrás. O edifício está no centro do Rio de Janeiro. Mas foi criado por uma equipe de arquitetos atuantes em Curitiba: José Sanchotene (nosso caríssimo colega de COSU), Luiz Forte Netto, Roberto Luís Gandolfi, Abrão Assad, José Maria Gandolfi e Vicente de Castro. Como professores do curso de arquitetura da UFPR, eles determinaram grande parte do debate arquitetônico na cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kGC4pW2Z0nI/Ts7UHNintMI/AAAAAAAABFI/MxSd8KTKJ_s/s1600/3.%2BEdf.%2BPetrobras%2B-%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678709400519816386" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-kGC4pW2Z0nI/Ts7UHNintMI/AAAAAAAABFI/MxSd8KTKJ_s/s400/3.%2BEdf.%2BPetrobras%2B-%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.003 – Edifício da Petrobrás (1968) Rio de Janeiro dos arquitetos José Sanchotene, Luiz Forte Netto, Roberto Luís Gandolfi, Abrão Assad, José Maria Gandolfi e Vicente de Castro.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(versão em espanhol)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;1968: Petrobras. El edificio está en el centro de Río de Janeiro. Sin embargo, fue creado por un equipo de arquitectos que trabajan en Curitiba: José Sanchotene (nuestro querido colega COSU), Fort Luiz Netto, Luis Roberto Gandolfi, Assad Abram, Gandolfi y José María Vicente de Castro. Como profesores de arquitectura UFPR, determinaron la mayor parte del debate arquitectónico en la ciudad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Teatro Paiol (1971)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oJdJPNNII48/Ts7UbNfLJmI/AAAAAAAABFU/R82o4l9kyqA/s1600/4.%2B1971vTEATRO%2BPAIOL%2B%25283%2529caul.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678709744102745698" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-oJdJPNNII48/Ts7UbNfLJmI/AAAAAAAABFU/R82o4l9kyqA/s400/4.%2B1971vTEATRO%2BPAIOL%2B%25283%2529caul.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.004 – Teatro Paiol (1971) – Curitiba&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(versão em espanhol)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;1971: Teatro Paiol. O edificio original é da primeira década do século XX. Estava afastado da cidade porque era um armazém de pólvora. Jaime Lerner, em sua primeira gestão, transformou-o num teatro. Um espaço tipo César Dorfman, para jazzistas e mpbzistas. Vinicius de Moraes inaugurou o teatro. A história abre o meu livro "Nenhum dia sem uma linha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-srtIovJovqE/Ts7UjgoCv3I/AAAAAAAABFg/orJtY8GPKSw/s1600/5.%2B1971vTEATRO%2BPAIOL%2B%25284%2529caul.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678709886679170930" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-srtIovJovqE/Ts7UjgoCv3I/AAAAAAAABFg/orJtY8GPKSw/s400/5.%2B1971vTEATRO%2BPAIOL%2B%25284%2529caul.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.005 – Teatro Paiol (1971) – Curitiba&lt;br /&gt;Fonte: desconhecida&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;1971: Teatro Paiol. El edificio originalmente es la primera década del siglo XX. Estaba fuera de la ciudad, ya que era un almacén de pólvora. Jaime Lerner, en su primer mandato, lo convirtió en un teatro. Un lugar tipo César Dorfman, el jazz y mpbzistas. Vinicius de Moraes inauguró el teatro. Su historia abre mi libro "Nenhum dia sem uma linha".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pavilhão Jacques Cousteau (1992)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VPKufNc77qE/Ts7Up3SDcII/AAAAAAAABFs/z1IMnhsdL90/s1600/6.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678709995840172162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-VPKufNc77qE/Ts7Up3SDcII/AAAAAAAABFs/z1IMnhsdL90/s400/6.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.006 – Pavilhão Jacques Cousteau (1992) – Curitiba de Domingos Bongestabs&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;1992: Pavilhão Jacques Cousteau, de Domingos Bongestabs. A tentativa de dar um uso social para pedreiras desativadas. E houve gente que queria transformar aquele sítio em depósito de lixo hospitalar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-V7CWblldjX4/Ts7UzJkke8I/AAAAAAAABF4/MWe9ZD16yGM/s1600/7.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678710155368496066" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-V7CWblldjX4/Ts7UzJkke8I/AAAAAAAABF4/MWe9ZD16yGM/s400/7.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25282%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.007 – Pavilhão Jacques Cousteau (1992) – Curitiba de Domingos Bongestabs&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;(versão em espanhol)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; 1992: Pabellón Jacques Cousteau de Domingos Bongestabs. El intento de dar un uso social de los canteros de piedras. Había gente que quería convertir ese sitio vertedero de basural de detritos hospitalario... &lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WcWtqcH4DpM/Ts7U8Uzx9HI/AAAAAAAABGE/auqFmx5JfDg/s1600/8.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25283%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678710313003906162" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-WcWtqcH4DpM/Ts7U8Uzx9HI/AAAAAAAABGE/auqFmx5JfDg/s400/8.%2B1992%2Bunilivre%2Bpavilhao%2Bjacques%2Bcousteau%2B%25283%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.008 – Pavilhão Jacques Cousteau (1992) – Curitiba de Domingos Bongestabs&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Museu Oscar Niemeyer (2002)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-X6StRl0ffjY/Ts7VFaRKB4I/AAAAAAAABGQ/7njQbyBxrkI/s1600/9.%2B2002%2Bmuseu%2Boscar%2Bniemeyer%2B%25281%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678710469088118658" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-X6StRl0ffjY/Ts7VFaRKB4I/AAAAAAAABGQ/7njQbyBxrkI/s400/9.%2B2002%2Bmuseu%2Boscar%2Bniemeyer%2B%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.009 – Museu Oscar Niemeyer (1992) – Curitiba&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-93G-sLY7Ig0/Ts7VSR3-0BI/AAAAAAAABGc/9rHBNlC8HXQ/s1600/10.%2B2002%2Bmuseu%2Boscar%2Bniemeyer%2B%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5678710690173341714" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-93G-sLY7Ig0/Ts7VSR3-0BI/AAAAAAAABGc/9rHBNlC8HXQ/s400/10.%2B2002%2Bmuseu%2Boscar%2Bniemeyer%2B%25282%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.010 – Museu Oscar Niemeyer (1992) – Curitiba&lt;br /&gt;Fonte: Irã Taborda Dudeque&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Nota:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Informação sobre a Goiânia na Exposição Brasileira em Barcelona (2011)&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/goiania-e-sua-representacao-da-historia.html"&gt;http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/goiania-e-sua-representacao-da-historia.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-6275374559008407451?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/6275374559008407451/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/parana-na-exposicao-brasileira-em.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6275374559008407451'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6275374559008407451'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/parana-na-exposicao-brasileira-em.html' title='Paraná na Exposição Brasileira em Barcelona 2011'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-e87lKnhLBYY/Ts7Tt_deiKI/AAAAAAAABEw/NBw5Jlv9ECc/s72-c/1.%2B1930%2Bkirchgassner.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-939139550373858912</id><published>2011-11-13T07:09:00.000-08:00</published><updated>2011-11-13T07:50:40.338-08:00</updated><title type='text'>Seoane Ros e seu edifício da Diagonal: na procura da gentileza urbana</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Seoane Ros e seu edifício da Diagonal: na procura da gentileza urbana&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Às vezes a gente apresenta certas obras que podem ser interessantes, mais na critica da arquitetura onde um dos paradigmas esta na “escolha” dos objetos neste caso o edifício da Diagonal, como e obvio ao fazer a escolha de determinada edificação estamos criando determinado interesse pessoal ou comunitário dependendo da percepção que possas ter.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FOQibR2jABo/Tr_eErORsRI/AAAAAAAABDQ/_9aU5dnhU6A/s1600/F.001%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674498227413561618" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-FOQibR2jABo/Tr_eErORsRI/AAAAAAAABDQ/_9aU5dnhU6A/s400/F.001%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F. 001 – Edifício Diagonal – vista&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que muito depende da sensibilidade perceptiva de como cada um vai se educando num lapso de tempo bastante longo, a percepção pela arquitetura definitivamente cria sensações que pode mudar ate comportamentos não só da maneira projetual ou construtiva, vai mais alem, nas configurações de comportamento do ser humano. Talvez um dos assuntos que mais me fascinam na arquitetura e a questão da “gentileza urbana” onde determinada edificação possam criar no seu entorno urbano.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-W5uIn7gLqWM/Tr_eP0DfCDI/AAAAAAAABDc/dIXhhMMEi2Y/s1600/F.002%2B-%2BGoogle%2BEarth%2B-%2B2011.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 279px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674498418762778674" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-W5uIn7gLqWM/Tr_eP0DfCDI/AAAAAAAABDc/dIXhhMMEi2Y/s400/F.002%2B-%2BGoogle%2BEarth%2B-%2B2011.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F. 002 – Edifício Diagonal – localização Distrito de Miraflores&lt;br /&gt;Fonte: Google Earth (2011&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O arquiteto peruano Enrique Seoane Ros (1915-1980) profissional prolífico pela qualidade e quantidade de projetos – este classificado pela sua arquitetura modernista de concepto racionalista, Seoane realizo vários projetos importantes, como o Ministério de Educação (1951-56) na cidade de Lima, como todos sabem são determinados projetos públicos que geram representatividade arquitetônica principalmente pela qualidade – quase de forma indiscutível, e inclusive dentro da propostas teóricas de Le Corbusier. Foi assim o que sucedido no Brasil na construção do Ministério de Educação e Saúde (1935-1943) na cidade de Rio de Janeiro pelos arquitetos Costa, Niemeyer, Vasconcelos, Leão, Reidy, Moreira, claro baixo a batuta (assessoria) do mestre Le Corbusier. E desta forma que estes edifícios são percebidos por outros profissionais da arquitetura, mais principalmente pela população que faz parte de seu convívio diário. Lembremos que a arquitetura é a arte que mais se vê.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tvEt8X23P1Y/Tr_eWZxWXSI/AAAAAAAABDo/LBOtxcMQ_IA/s1600/F.003%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674498531966475554" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-tvEt8X23P1Y/Tr_eWZxWXSI/AAAAAAAABDo/LBOtxcMQ_IA/s400/F.003%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F. 003 – Edifício Diagonal – vista lateral&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A localização deste edifício esta atrelada ao modus vivendi deste bairro principalmente por estar frente ao parque central. Como percebemos Seoane tinha visto isso (assim penso) ao determinar que esta edificação pudesse provar ou comprovar uma diferenciada arquitetura de fino trato tanto no seu lado formal como na rica forma construtiva, penso dos conceitos da Escola de Chicago, que são revelados pelo arquiteto Loiuse Sullivan (1856-1924) em especial na aplicação dos materiais que forem utilizados. Como exemplo nas suas esquadrias como representação “industrializada” lembremos que em nossos países da America do Sul a modernidade chega tardiamente no primeiro tercio do século XX, inclusive muitos dos materiais aplicados vinha vinham da Europa ou da America do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RIA0ibeTnl8/Tr_emqbvFEI/AAAAAAAABD0/Yctr78ywJ8Y/s1600/F.004%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674498811317130306" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-RIA0ibeTnl8/Tr_emqbvFEI/AAAAAAAABD0/Yctr78ywJ8Y/s400/F.004%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F. 004 – Edifício Diagonal – gentileza urbana&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O terreno escolhido para esta edificação tem forma triangular, tem uma área de 3.420 m2. Sua obra é entre os anos de 1952 a 1954 (Bentín, 1989:230) o uso desta edificação e comercial nos primeiros 3 níveis e nos outros 5 níveis são apartamentos para habitação, com uma totalidade de 8 andares.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como tinha dito anteriormente (ver imagem F.004) Seoane poderia ter utilizado a totalidade do terreno mais não foi assim, ele deixa uma faixa (passagem aberta) entre as duas ruas dando passe ao pedestre, só para lembra a gente faz arquitetura para os homens, e eles que tem que ser a prioridade – além claro que a cidade agradece porque integra bem com seu entorno urbano, e passa a ser que o edifício participa ativamente da cidade é desta forma que agrada sua “gentileza urbana”, hoje esta faixa deixada para a cidade cumpre um papel importante no comportamento das pessoas que transitam, não só pela circulação (que faz parte da vida moderna – o movimento – na arquitetura a promenade), e pelo uso como área de lazer que é utilizado pelas pessoas. Esta característica também e conseguida na obra do MASP (1947) de São Paulo, projeto da arquiteta italiana Lina Bo Bardi (1914-1992), com seu enorme vão de 74 metros de comprimento, claro, este dentro das escalas urbanas permissíveis.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também se fala que nas quinas forem adições que forem feitas posteriormente, sinceramente considero muito apresada esta idéia, porque tenho feitas pesquisas profundas sobre as obras deste arquiteto e seu grau de rigor e bastante elevado. Mais isto ficara na duvida ate que as investigações sejam apresadas de forma clara e mais convincentes.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TYiQRTqBiMM/Tr_mZH2UpkI/AAAAAAAABEk/ff5HLddmP3A/s1600/F.005%2B-%2BPlanta%2BBaixa%2BEdif.%2BDiagonal%2B-%2BFonte%2BBent%25C3%25ADn%2B1989.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 266px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674507374788126274" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-TYiQRTqBiMM/Tr_mZH2UpkI/AAAAAAAABEk/ff5HLddmP3A/s320/F.005%2B-%2BPlanta%2BBaixa%2BEdif.%2BDiagonal%2B-%2BFonte%2BBent%25C3%25ADn%2B1989.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F. 005 – Edifício Diagonal – Planta baixa&lt;br /&gt;Fonte: Bentín (1989)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais muitos dos projetos de Enrique Seoane Ros resgatam sua arquitetura com algumas indicações que possam lembra nas origens ancestrais do pré hispânico, estas indicações da “identidade local” teve uma forte essência projetual – mais devemos deixar claro que forem muitas pessoas como Mariategui, Vinateia, Camino Brent entre outros, que tiveram presença nos conceitos culturais do Neoperuano, considero que apesar de não ter levado este ideal para frente, queda marcado como pensamentos históricos da arquitetura de America do Sul, talvez possa ser regatado este ideal, penso que cada vez sento mais perto do resgate na nossa historia cultural (porque definitivamente a arquitetura é fato cultural), mais como nos sabemos isso depende das pesquisas dos governos possam financiar para cuidar como bem diz José Bentím – “a busca das nossas raízes”, e mais quando um sabe de donde bem suas raízes culturais são mais fáceis de visualizar o prever qual e o rumo a seguir – é claro sem perder nossa “identidade”, talvez para alguns não seja importante porque hoje nesta vida contemporânea deve ser olhada para frente – tudo bem – mais também diria sem esquecer nosso rico passado histórico, que faz parte, queira o não – porque esta dentro dos genes de comportamento cultural do ser humano, não tem como não ser assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-D21TD2ZQibY/Tr_e6x0hwMI/AAAAAAAABEM/LpnYAkNo3xc/s1600/F.006%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674499156897546434" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-D21TD2ZQibY/Tr_e6x0hwMI/AAAAAAAABEM/LpnYAkNo3xc/s400/F.006%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.006 - Edificio Diagonal - detalhe da fachada&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No conceito da estética do edifício da Diagonal vemos claramente imbuído o “estilo buque” (ver imagem F.001) “Também sugerem exemplos do racionalismo europeu, precursores da arquitetura moderna com alguns motivos que lembram navios e que da o nome de estilo buque...” (Bentín, 1989:43), no tem como não lembrar o famoso livro de Le Corbusier Ver une Arquitecture de 1923, quando faz referencia aos “transatlânticos” e diz – O Lamoriciere. CIA. Transatlântica. Aos arquitetos: Uma beleza mais técnica. A estação de Orsay! Uma estética mais perto das causas verdadeiras! ...mas os construtores de transatlânticos, ousados e sábios, realizam palácios juntos dos quais as catedrais são bem pequenas: e eles os atiram na água. (Le Corbusier, 2009:60-61)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0cMHAL-JRlA/Tr_fChFF-nI/AAAAAAAABEY/oVtouJ4_57g/s1600/F.007%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5674499289842580082" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0cMHAL-JRlA/Tr_fChFF-nI/AAAAAAAABEY/oVtouJ4_57g/s400/F.007%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;F. 007 – Edifício Diagonal – vista da esquina: Rua Porta com Av. Diagonal&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também concordo quando o arquiteto Elio Martucelli diz: “Um projeto que alem inventa uma passagem para a cidade...” (Bonilla, 2009:351) este reafirma minha hipótese do conceito da “gentileza urbana”. Penso que este magnífico edifício tem muito mais dizer alem de seu lado formal que também são ligeiramente convexas (ver imagem F.006), ou que seu volume de forma triangular, mantém as três frentes.&lt;br /&gt;Sem duvida muitos dos projetos Seoane Ros tem esta qualidade que não só busca suas raízes locais, mais também uma arquitetura racionalista espelhada nos conceitos de Le Corbusier e de Walter Gropius, digno de uma arquitetura moderna.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiania, 12 de Novembro de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;BENTÍN&lt;/strong&gt;, Diez Canseco José; &lt;em&gt;Enrique Seoane Ros: Una búsqueda de raíces peruanas&lt;/em&gt;, Editorial Imprenta Desa S.A, Instituto de Investigación de la Facultad de Arquitectura, Urbanismo y Artes de la Universidad Nacional de Ingeniería – FAUA/UNI, Lima, 1989.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LE CORBUSIER&lt;/strong&gt;; &lt;em&gt;Por uma arquitetura&lt;/em&gt;, {Titulo original: Vers une Architecture, 1923} Editora Perspectiva, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BONILLA&lt;/strong&gt;, Di Tolla Enrique (org.); &lt;em&gt;Guía de Arquitectura y Paisaje: Lima y Callao&lt;/em&gt;, Ed. Junta de Andalucía e Universidad Ricardo Palma, Lima, 2009.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-939139550373858912?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/939139550373858912/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/seoane-ros-e-seu-edificio-da-diagonal.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/939139550373858912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/939139550373858912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/seoane-ros-e-seu-edificio-da-diagonal.html' title='Seoane Ros e seu edifício da Diagonal: na procura da gentileza urbana'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FOQibR2jABo/Tr_eErORsRI/AAAAAAAABDQ/_9aU5dnhU6A/s72-c/F.001%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-1787863639436176876</id><published>2011-11-02T18:43:00.000-07:00</published><updated>2011-11-02T18:59:24.304-07:00</updated><title type='text'>Trianon Paulista: a área verde cosmopolita que preserva o futuro</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;Trianon Paulista: a área verde cosmopolita que preserva o futuro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando se observa a imagem de embaixo às vezes um possa pensar que esta numa floreta, claro tropical, a gente jamais se imaginaria que esta no maior centro financeiro da America Latina em efeito a imagem é em plena Avenida Paulista – na cidade de São Paulo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-O8EFUGxzQfQ/TrHyHmcck6I/AAAAAAAABCU/NvehQ3UOe4Y/s1600/Trianon%2B01-J.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670579618229031842" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-O8EFUGxzQfQ/TrHyHmcck6I/AAAAAAAABCU/NvehQ3UOe4Y/s400/Trianon%2B01-J.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Foto. 01 – Parque Trianon – acesso principal – Av. Paulista&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nestes últimos dias tenho feito algumas visitas importantes (assim penso) sobre algumas obras na cidade de São Paulo, para os trabalhos de pesquisa de ordem acadêmica, mais também servem para nossas publicações neste blog, alias ajuízo que muitos dos escritos (textos, ensaios, criticas, noticias, etc.) possam servir para outros trabalhos que Vocês possam realizar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como tínhamos dito o Parque Trianon esta localizada em pleno coração da Av. Paulista, enfrente ao Museu de Arte de São Paulo – MASP, projeto da arquiteta Lina Bo Bardi (1914-1992) outra obra emblemática desta cosmopolita cidade. Podemos perceber desde a vista do MASP para o Parque Trianon sugere uma moldura entre o edifício e esta área verde. Sem duvida apresenta questões conotativas que se vão percebendo através do espaço criado.&lt;br /&gt;O Parque Trianon data do ano de 1892 e foi realizado pelo paisagista Frances Paul Villon, sugestivamente no ano que vem deve cumprir seu 120 anos de vida.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-j8qXqNyoslM/TrHyTLmpBnI/AAAAAAAABCg/2XwXFos4dlM/s1600/Trianon%2B02-J.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670579817182463602" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-j8qXqNyoslM/TrHyTLmpBnI/AAAAAAAABCg/2XwXFos4dlM/s320/Trianon%2B02-J.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Foto. 02 – Parque Trianon – Offdor&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como todos sabem a arquitetura e a cidade é insolúvel, com isso quero dizer que uma esta ligada na outra, mais no caso do Trianon tem questões que seus alcances são maiores que no caso de uma simples edificação, porque esta área verde favorece a toda a cidade, sem duvida este espaço foi considerado como uma área de preservação de ordem ecológico, com iminências sociais, lembremos que a “gentileza urbana” tem estas questões de meta-pensamento que vão alem da nossa capacidades funcionais ou estéticas, elas influem em nosso comportamento do dia a dia, a participação para algumas pessoas são indispensáveis para o viver e conviver, repare que muitas pessoas que freqüentam o parque não só são turistas, mais bem são pessoas que trabalham entorno ao agito da cidade. Lembremos que a Av. Paulista e o centro financeiro do Brasil, e não só de São Paulo então cumpre um papel que incita ao movimento econômico de Latino America.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oXE0ZBuKXrc/TrHyfO0cKgI/AAAAAAAABCw/lUAb_D1HZxk/s1600/Trianon%2B03-J.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670580024204077570" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-oXE0ZBuKXrc/TrHyfO0cKgI/AAAAAAAABCw/lUAb_D1HZxk/s400/Trianon%2B03-J.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Foto. 03 – Avenida Paulista&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A capacidade do Parque Trianon tem essa virtude do ínsito ao descanso e o lazer, uma contradição que “hoje é assim”, mais si analisamos outras áreas como estas podemos relacionar com o Central Park de New York que também cumpre um importantíssimo espaço verde para a cidade. Mais claro dentro das dimensões o Central Park e sua 5 Avenue é símbolo dos Estados Unidos, mais si nos situamos em America Latina podemos referirmos ao Distrito de Miraflores na cidade de Lima, área verde conhecida como o Parque de Miraflores e sua Avenida Larco. Mais em minha opinião o Trianon também cumpre uma função não só de ordem ecológico/lazer mais sim de contemplação, que leva de alguma maneira a uma recreação do nosso estado de “espírito” que na qual opino que se traduz em considerações muito mais amplas, o ser (homem) contemporâneo de pensamento correto trata de alguma forma em participar da natureza e claro estas áreas verdes cumpre esta função, são as novas formas de comportamento que fazem que de alguma forma possamo-nos relacionar melhor com a construção de nosso pensar.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7Odj5hEaZYQ/TrHyrZbcGXI/AAAAAAAABC4/Jr9ZfiUnkbI/s1600/Trianon%2B04-J.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670580233210435954" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7Odj5hEaZYQ/TrHyrZbcGXI/AAAAAAAABC4/Jr9ZfiUnkbI/s400/Trianon%2B04-J.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Foto. 04 – Parque Trianon – vista interior&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O Parque Trianon é a única área verde dentro da área urbana que preserva os remanescentes da mata atlântica, pode ser considerado uma ilha dentro da cidade de São Paulo, nem pensar que possa ser comparado ao Parque Ibirapuera como tenho lido em alguns textos, porque o Ibirapuera alem de ser um parque de lazer, pode ser considerado como parque cultural, e claro em uma escala de dimensões maiores. Mas no caso do Trianon como “ilha” tem esse preponderante de descanso/lazer e principalmente de contemplação. A quietude que reina nos seus espaços interno faz que um senta-se em comunhão com a paisagem natural, é evidente que nos fins de semana muitas famílias vão a esta área como papel social que foi projetada (ver Foto 02) onde imagem é sugestiva vê desde o passado a “família” como centro do ser humano, elem claro como pulmão da cidade. Talvez hoje seja diferente porque o homem executivo/trabalhador que esta nas redondezas possa utilizar o Trianon para tirar pelo menos alguns minutos o seu estresse que faz parte da vida contemporânea.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PTcF9SPf5CY/TrHy1bOwxYI/AAAAAAAABDE/JrZDUoYd8eU/s1600/Trianon%2B05-J.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5670580405492827522" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PTcF9SPf5CY/TrHy1bOwxYI/AAAAAAAABDE/JrZDUoYd8eU/s400/Trianon%2B05-J.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;Foto. 05 – Parque Trianon – vegetação: Pau Brasil&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para terminar este breve texto, mais nem por isso menos importante sobre as áreas verdes, mais bem as “pouquíssimas” áreas verdes que cumprem não só como papel ecológico ambiental, mais também como ação social, faz que hoje em dia sejam preservados “merecidamente” todos estes espaços, desta forma possam ver em “preservar o futuro”, desta forma somos mais coerentes em nossa forma de pensar e de atuar, somos contemporâneos porque pensamos em forma sustentável que é em “cuidar e preservar” que são as palavras de ordem, desta forma nos sentimos melhor não só com nos, mais também com os outros, e isso e viver corretamente em comunidade, socializar pensamentos não é uma tarefa fácil, mais sem duvida o Parque Trianon nos leva de alguma maneira a sentirmos melhor com nossa forma de pensar ou re-pensar. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 2 de Novembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-1787863639436176876?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/1787863639436176876/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/trianon-paulista-area-verde-cosmopolita.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1787863639436176876'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1787863639436176876'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/11/trianon-paulista-area-verde-cosmopolita.html' title='Trianon Paulista: a área verde cosmopolita que preserva o futuro'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-O8EFUGxzQfQ/TrHyHmcck6I/AAAAAAAABCU/NvehQ3UOe4Y/s72-c/Trianon%2B01-J.%2BVillavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-7271643973395999100</id><published>2011-10-09T07:18:00.000-07:00</published><updated>2011-10-28T20:47:28.945-07:00</updated><title type='text'>Unidade na Diversidade: Candidatura para o Conselho de Arquitetos e Urbanistas do Brasil – Departamento de Goiás.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Unidade na Diversidade: Candidatura para o Conselho de Arquitetos e Urbanistas do Brasil – Departamento de Goiás.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#ff0000;"&gt;Hoje 28/Outubro/2011.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Parabéns aos arquitetos do Brasil, Parabéns a todos os arquitetos de Goiás!!! Sem duvida a disputa para as primeiras eleições para o CAU-GO. ficara marcado pelas disputas feitas em forma democrática. Para os ganharem as eleições têm a “responsabilidade” de levar nossa representação com muito trabalho e a ética que os arquitetos de Goiás têm depositado em Vocês. Agradecemos aos arquitetos de todo coração na confiança colocada em nos da Chapa 1 – Unidade na Diversidade por ter-nos outorgado mais do 1/3 dos votos válidos, agradecemos aos arquitetos a nível nacional por ter nos apoiado na nossa chapa. Viva os Arquitetos de Goiás, Viva os Arquitetos do Brasil.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;O Texto:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem duvida a Arquitetura e os Arquitetos Brasileiros estão no momento mais importante da historia da arquitetura brasileira, varias décadas de lutas tem acontecido para a criação deste Conselho, ate que por fim no dia 30 de Dezembro de 2010 o Governo aprova a LEI 12.378/2010.&lt;br /&gt;Como prevê a LEI, todos os Estados do Brasil inclusive no Distrito Federal, terá que funcionar no dia 1 de janeiro de 2012 o Conselho de Arquitetos e Urbanistas no seu Estado. As eleições serão no dia 26 de Outubro de 2011.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No Estado de Goiás se apresentam três chapas que concorrem para Conselho – CAU/Goiás, sobre isto gostaria de fazer algumas reflexões. Neste ano o destacado Arquiteto Haroldo Pinheiro, fez uma palestra para “todos” os arquitetos de Goiás explicando da importância deste Conselho, mais convicto de minhas visões e percepções de como os arquitetos goianos vem este processo, disse para Pinheiro “Aqui em Goiás somos muito complicados e vai ser muito difícil fazer uma única Chapa” (um ideal como já aconteceu em MG, DF, RJ, etc.), gostemos ou não gostemos é nossa realidade, e queda como ensinamento os diversos pontos de vista que temos sobre a arquitetura goiana, penso que temos que aprender a respeitar essa “diversidade” – lembrava das palavras do mestre o arquiteto Miguel Pereira sobre os arquitetos brasileiros “ ...a gente não é inimigo, somos adversários políticos”. Sem duvida Pereira nos leva a essa reflexão da maneira “aturada” que devemo-nos comportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Minha historia na participação neste processo e recente, se da inicio no 2006 – no Congresso Brasileiro de Arquitetos, realizada na cidade de Goiânia, era a primeira vez que participava como Conselheiro Superior do Instituto de Arquitetos de Brasil – IAB/GO. Fique muito sensibilizado que por primeira vez se realiza-se um evento de porte nacional e claro das palavras do Presidente do IAB/DN o arquiteto Gilberto Beleza ao dizer da importância da criação do CAU e claro no bom sentido de que se concretize na sua gestão – mais somos modernos porque geramos avance – e foi depois o atual Presidente do IAB/DN o arquiteto Gilson Paranhos que concretizamos o CAU.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais sem duvida no Congresso de Goiânia teve a grande chance de ouvir dentro do CBA e no COSU, as palavras que se concretizariam 5 anos depois, escutar personalidades da arquitetura brasileira como: Miguel Pereira, Lelé, Paulo Ormindo, Renato Rocha, Gilberto Beleza, Paulo Mendes da Rocha, João Suplicy, Demetre Anastassakis, Haroldo Pinheiro, Irã Taborda Dudeque, Cesar Dorfman, Luciano Caixeta, Gilson Paranhos, Napoleão Ferreira, Walfredo Antunes, Ruy Othake e tantos outros notáveis arquitetos que participarem no CBA/GO. Onde deixavam transparecer de forma límpida e contundente a importância da criação do CAU, sobre todo isso fique ávido por querer participar ainda mais de todo este processo do CAU. Mais fique muito incomodado pela baixa participação (em quantidade e não em qualidade) dos colegas arquitetos de Goiás neste importante evento (que agora aparecem – talvez por oportunismo), a final de contas tenho certeza que passarão muitas décadas para que outra vez em Goiania ocorra um novo CBA.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Então achei oportuno participar na Chapa No.1 – Unidade na Diversidade, talvez com o intuito de dar continuidade aos pensamentos que vinham do CBA de Goiânia. Os que participam da nossa chapa são:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A Equipe:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ANAMARIA DINIZ, ANTONIO LUCIO PINHEIRO, ATHOS RIOS, CARLA HERMANN, CARLOS BARBOSA, DANIEL FORTES, EDSON GOMES, HELVÉCIO GOULART, IVAN MACDOWELL, JANAÍNA FERNANDES, JOHN MIVALDO, JORGE VILLAVISENCIO, JULIANO FERREIRA, KÁTIA DO CARMO, LEÔNIDAS ALBANO, LUCÍDIO GOMES, MARCOS ARIMATÉA, NADIA DAHER, RENATO ROCHA, RONALDO PIRES, SHEILA DE PODESTÁ, WALTER GARCIA, TODOS OS ARQUITETOS NO ESTADO DE GOIÁS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DDj3N6FWC2c/TpGt_d1jF1I/AAAAAAAABB8/xl265Adqw4c/s1600/Nova%2BImagem.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 375px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5661497512434014034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-DDj3N6FWC2c/TpGt_d1jF1I/AAAAAAAABB8/xl265Adqw4c/s400/Nova%2BImagem.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;As Propostas:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;CHAPA Nº 01 - UNIDADE NA DIVERSIDADE PARA O CAU GO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em 30 de dezembro de 2011, a LEI que CRIA o Conselho de Arquitetura e Urbanismo – CAU é sancionada (Lei 12.378/10). Este, certamente, foi o dia mais importante na história dos Arquitetos e Urbanistas brasileiros, até então atrelados a velhas estruturas burocráticas e autoritárias do Sistema CONFEA/CREAs. Um marco histórico na profissão, possibilitando as transformações que nós arquitetos sempre desejamos junto à sociedade: cidades com qualidade, habitações dignas, meio ambiente protegido, e defensa do nosso pleno exercício profissional com competência, ética e liberdade. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Goiás criamos o FOCAU - Fórum livre de discussão sobre o CAU- onde ocorreram palestras, discussões e reflexões de forma democrática. Neste momento único, os esforços e ideais pessoais, aliados a cooperação mútua proporcionaram o ambiente para a criação de uma Chapa que pudesse unir as diversidades existentes no exercício profissional, locais de trabalho, pensamentos e ideologias diferentes. Sempre com o foco no CAU e suas dificuldades iniciais de implantação. Assim, nasceu a CHAPA Nº 01, com a UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A CHAPA Nº 01 propõe uma gestão que não represente um grupo específico, ou mesmo os “velhos chavões políticos partidários” de mudanças ou do novo. Assim, Goiás poderá servir de exemplo para o Brasil, na construção de um Conselho forte e participativo, focado na melhoria da qualidade de nossa profissão, com a participação de todos os arquitetos e urbanistas e não somente uma diretoria eleita. Propomos uma gestão representativa, composta por participações e lideranças em décadas de luta por um Conselho Autônomo, finalizado com a criação do CAU.&lt;br /&gt;O nosso compromisso será o de defender a participação de cada um dos Arquitetos e Urbanistas neste projeto de nação - o CAU BR. Comprometemo-nos a honrar a luta gloriosa pela implantação do CAU, justificando a dedicação de inúmeros colegas que desde 1958 estão construindo um projeto que deve representar a UNIDADE NA DIVERSIDADE. Propomos um conselho democrático, contemporâneo, eficiente, justo e digno da história da arquitetura brasileira. As propostas de lutas da CHAPA Nº 1 são muitas e devem ter a participação de todos na:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;UNIDADE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - na luta histórica do processo de criação do CAU, passando por todas as instâncias de superação e de lutas no Congresso Nacional, no Sistema CONFEA/CREAs. Propomos a união na implantação do CAU GO, com a participação democrática de cada arquiteto e urbanista goiano no processo de gestão;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;DIVERSIDADE&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - na representatividade regional de Goiás, em todas áreas de atuação profissional, das entidades profissionais as de ensino superior, sem restrições ou preconceitos de grupos, criando espaço de discussão, produção e encaminhamento, através de instâncias institucionalizadas, por temas específicos e por regiões geográficas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;EXERCÍCIO PROFISSIONAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; - com qualidade e ética para atender as necessidades da sociedade em todas as instâncias, favorecendo assim a ampliação do mercado profissional pela sua competência, divulgando os atributos positivos do profissional, fiscalizando e defendendo as atribuições profissionais mediante as práticas irregulares;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;FORMAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - na participação da abertura de novos cursos e na reformulação do ensino, com foco na construção e proatividade em oficinas, pesquisas em obras, materiais, sistemas estruturais e construtivos, sempre com base nos conceitos da sustentabilidade; Ainda, a ampliação da carga horária dos cursos, estágio obrigatório e residência;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;INOVAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - na promoção da arquitetura e urbanismo junto à sociedade, com responsabilidade social e ambiental; na agilidade da gestão e dos procedimentos de rotina do CAU; no incentivo aos concursos públicos e no envolvimento propositivo com a sociedade organizada, junto aos desafios do desenvolvimento econômico atual. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;em&gt;Contamos com a sua participação neste PROJETO e na sua CONSTRUÇÃO, pela UNIDADE NA DIVERSIDADE! VOTE CHAPA Nº 01&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Vejam alguns os que apóiam nossa chapa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 00 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE:&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto MIGUEL PEREIRA (SP)&lt;br /&gt;Prezado companheiro Renato Rocha&lt;br /&gt;Tenho acompanhado com muita atenção o desenrolar da Campanha pela Implantação do Conslho de Arquitetura e Urbanismo , nos 27 Estados do País , e no Distrito Federal . Alegra-me saber que você , Renato Rocha , e Jorge Villavisencio , protagonizam a chapa que cativa a minha simpatia e a minha confiança . O IAB-GO tem sua história plantada no caminho da luta pelo CAU e saberá , muito bem , alimentar o espírito da cidadania e os limites do respeito , nessa prazerosa refrega eleitoral dos arquitetos brasileiros . Os companheiros das outras chapas não são nossos inimigos , mas sim , adversários que , como nós , saberão transformar o campo de batalha em um campo santo , campo de paz , onde as bandeiras desfraldadas serão aquelas da Profissão e da Arquitetura , comprometidas com um projeto de Nação , cujo futuro já começou .&lt;br /&gt;Eu , meus caros Renato Rocha e Jorge Villavisncio ,&lt;br /&gt;" Eu venho do fundo das eras ........quando o mundo mal nascia .&lt;br /&gt;Sou tão velho e tão moço ............Como a luz de cada dia ".&lt;br /&gt;Valho-me da genialidade de meu conterrâneo Mário Quintana para entender que a beleza dessa mensagem significa uma celebração ao sol , ao fogo ,&lt;br /&gt;ao calor que não nos deixa envelhecer , inspirados nessa certeza imorredoura : o sol nascerá amanhã de manhã .&lt;br /&gt;A chapa de vocês tem essa índole , esse calor que inspira o aconchêgo e a convivência solidária . Vocês vivem no coração do Brasil , no Planalto&lt;br /&gt;Central , acostumados com o sentir cotidiano do pulsar da Nação .&lt;br /&gt;Este é o meu 52º ano de acompanhamento dessa gloriosa luta pela implantação do CAU . Não sairei da trincheira .&lt;br /&gt;Um grande abraço .&lt;br /&gt;Miguel Pereira&lt;br /&gt;PS. Miguel Pereira - Arquiteto, Preofessor FAU-SP, ex-Diretor da FUA-UnB, Representante Brasileiro na União Internacional de Arquitetos - UIACandidato à conselheiro Federal pela Chapa Paulista do CAU, ex- Presidente do IAB Nacional, e Pensamento Vivo dos Arquitetos Brasileiros na Criação do CAU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 1.000 - CHAPA nº1 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto LELÉ (BR): O Arquiteto&lt;br /&gt;Prezado Companheiro Renato,&lt;br /&gt;Finalmente, estamos realizando o sonho de tantas gerações de arquitetos que, como eu, lutaram pela criação do CAU.&lt;br /&gt;Estou convicto de que os colegas da chapa Unidade na Diversidade liderada por você em Goiás, junto com o companheiro Haroldo Pinheiro no CAU/Br, saberão honrar os compromissos éticos e democráticos que devem inspirar a atuação do conselho digno e competente que desejamos.&lt;br /&gt;O abraço do amigo,&lt;br /&gt;João Filgueiras Lima - Lelé&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 02 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente:ARQ ROSANA FERRARI Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil de São Paulo -IAB SP&lt;br /&gt;Prezado colega Renato Rocha&lt;br /&gt;Parabéns pela composição da Chapa nº 1 – UNIDADE NA DIVERSIDADE, em Goiás!&lt;br /&gt;Sabemos da luta dos amigos que a compõe, batalhando pela aprovação da Lei do CAU.&lt;br /&gt;Tem nosso total apoio e votos de sucesso!!&lt;br /&gt;Vamos para a implantação do CAU!&lt;br /&gt;Abraços&lt;br /&gt;Rosana Ferrari&lt;br /&gt;Presidente do IAB SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 04 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto HAROLDO PINHEIRO (DF)&lt;br /&gt;Recebam meu abraço, extensivo aos demais colegas que os acompanham no entusiasmo de fundar o CAU em Goiás e no Brasil.&lt;br /&gt;Como vocês, continuo participando desta causa e espero que estejamos juntos no momento que já se avizinha: tornar real o projeto de Conselho de Arquitetura e Urbanismo pelo qual tanto nos dedicamos, ao lado de tantos colegas - ilustres e anônimos - que nos inspiraram e nos acompanham.&lt;br /&gt;E como sua Chapa convoca, saberemos construir Unidade na Diversidade: um Conselho democrático, contemporâneo, eficiente, justo e digno da história da arquitetura brasileira.&lt;br /&gt;Sucesso!&lt;br /&gt;Cordialmente,&lt;br /&gt;Haroldo Pinheiro.&lt;br /&gt;PS. HAROLDO PINHEIRO é arquiteto do Instituto Habitat com o Mestre LELÉ, foi 2 vezes Presidente Nacional do IAB, uma das pessoas mais importantes na Criação do CAU e candidato à Conselheiro Federal da Chapa Única do CAU DF&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 05 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto GILBERTO BELLEZA (SP)&lt;br /&gt;Prezado Renato, quero expressar meu apoio a voce e aos colegas da chapa Unidade na diversidade, que tanto lutaram pela aprovação do CAU. Sou testemunha de seu empenho e luta por nosso Conselho próprio.&lt;br /&gt;Gilberto Belleza&lt;br /&gt;PS. GILBERTO BELLEZA é arquiteto paulista, professor da FAU Mackenzie SP, 2 vezes Presidente do IAB SP, Ex-Presidente Nacional do IAB, pessoa fundamental no processode criação do CAU e candidato a conselhieor na chapa paulista estadual&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 06 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto MARCUS LIMA (CE) - Presidente IAB CE&lt;br /&gt;Caro Renato Rocha e colegas do IAB-GO,&lt;br /&gt;desejo sucesso nas eleições que se aproximam. Todo o reconhecimento ao esforço, ao empenho e ao conteúdo que você imprime ao processo de independência dos arquitetos do Brasil. Viva o CAU!&lt;br /&gt;Marcus Lima&lt;br /&gt;IAB-CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 07 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto DEMETRE ANASTASSAKIS (RJ) - Arquiteto referência em Arquitetura de Interesse Social e Ex-Presidente do IAB RJ e do IAB Nacional&lt;br /&gt;Arquitetos &amp;amp; Urbanistas de Goiás!&lt;br /&gt;Chegou a hora de elegermos os primeiros conselheiros estaduais e federais, que irão, historicamente, dirigir a instalação do nosso Conselho de Arquitetura e Urbanismo.&lt;br /&gt;Conhecendo e privando da convivência e amizade de colegas de mais de uma chapa, tenho a convicção que a Chapa 01 UNIDADE NA DIVERSIDADE, é a que mais reúne condições para dar conta desta tarefa, exatamente pela amplitude de representação que conseguiu arregimentar, com lideranças de participações insofismáveis nas décadas de luta pelo Conselho próprio da Arquitetura e Urbanismo;&lt;br /&gt;A Democracia será preservada, sempre, pela sábia regra da garantia da representação das chapas com voto suficiente para se incluir.&lt;br /&gt;Colegas em Goiás, ao voto, na Chapa 01 UNIDADE NA DIVERSIDADE, e que as lideranças reais se expressem na proporcionalidade dos votos!&lt;br /&gt;Arq. Demetre Anastassakis&lt;br /&gt;Ex-Presidente do IAB RJ e da Direção Nacional do IAB&lt;br /&gt;Vice-Presidente de Arquitetura do SINAENCO RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 08 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteta ELISABETH FRANÇA (SP) Formada em 1980 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), a curitibana Elisabete França é Superintendente de Habitação Popular da Secretaria de Habitação da cidade de São Paulo SP. Recebeu o Título de Cidadã Paulistana&lt;br /&gt;Em Go a Chapa é 1. Todo apoio.&lt;br /&gt;Em São Paulo o voto é na Chapa 2.&lt;br /&gt;Todos os bravos lutadores de décadas para a construção da entidade dos arquitetos estão se encontrando pelo Brasil afora. É um momento de muita alegria!&lt;br /&gt;Elisabeth França&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 09 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteta JOSÉ EDUARDO TIBIRIÇA (SP) - FAU-SP.&lt;br /&gt;Presidente e Ex-Presidente da Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura - ASBEA; Diretor do Departamento de Projetos da Herman Miller; Arquiteto de Henrique Mindlin Arquitetos Associados.Participa de comissões de São Paulo e no Brasil: CNLU, Colegiado SEHAB, Câmara de Arquitetura e Urbanismo da FCESP, código de obras e edificações da cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Querido amigo e companheiro de jornada Renato Rocha&lt;br /&gt;Goiás certamente saberá escolher e colocar no nosso CAU aqueles que sempre viram nesse novo Conselho um novo e inovador caminho para solução dos problemas e necessidades da Arquitetura e Urbanismo no Brasil e você, Renato, é um deles.&lt;br /&gt;Os arquitetos e urbanistas goianos serão privilegiados se conseguirem ter você como conselheiro no novo Conselho de Arquitetura e Urbanismo, o nosso CAU.&lt;br /&gt;Grande abraço&lt;br /&gt;José Eduardo Tibiriçá (SP)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 10 PARA A CHAPA 01 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto GREGÓRIO REPSOLD (ES) - Formado na UFMG, Arquiteto em Vitória e Vila Velha (ES), Presidente do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB Direção Nacional) entre 1996 e 1998, fez conferências sobre arquitetura em 14 países e com obras no Brasil e no exterior. Caro Renato e toda Chapa nº 01 do CAU GO,&lt;br /&gt;Quero estender meu apoio a chapa de vocês , afinal são mais de 50 anos de luta pela criação do CAU , que começou com os mestres da arquitetura como Oscar Niemeyer , Lucio Costa , Vilanova Artigas , Lelé e tantos outros.&lt;br /&gt;Você que pertence a uma nova geração ,que ingressou nesta luta no início da década de 90, lá se foram 18 anos até a vitória em 2010. Neste período todo ,você foi um dos que mais lutou e acompanhou em Brasília , viajando por todo o Brasil e levando esta nossa luta. Participou das grandes discussões em vários Estados e também em reuniões no Senado e na Câmara em Brasília.&lt;br /&gt;Tenho a certeza que você Renato Rocha é um dos brasileiros mais bem preparados para representar os nossos colegas de Goiás, afinal sua trajetória política no IAB nestes anos todos comprovam seu preparo e o credenciam para este novo desafio , num momento tão importante para os arquitetos goianos e brasileiros . Conte com o nosso apoio neste novo desafio , temos a certeza que vocês irão nos orgulhar e também irão representar o Estado de Goiás muito bem.&lt;br /&gt;Sucesso nesta nova caminhada, os arquitetos de Goiás saberão reconhecer todos os anos dedicados a causa do CAU. Você Renato e os membros de sua chapa trabalharão muito para que este sonho se torne uma realidade.&lt;br /&gt;Agora é nossa vez , os arquitetos fazendo a diferença e construindo um futuro melhor para os profissionais , em sintonia com a comunidade. Tenho a certeza que conseguirão tornar isto uma realidade em Goiás. Saudações de um companheiro de luta.&lt;br /&gt;Arq. Gregorio Repsold&lt;br /&gt;Ex- presidente Nacional do IA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 12 - CHAPA nº1 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteta Drª NÁDIA SOMEKH (SP)&lt;br /&gt;Professora e Ex-Diretora da FAU Mackenzie São Paulo SP, Doutorado pela USP; Professora convidada no IUP Instututo de Urbanismo de Paris; Ex-Presidente da EMURB da PMSP(2002 a 2004),Secretária de Desenvolvimento Econômico da PMSA; Pesquisadora da Verticalização das cidades brasileiras e de Projetos Urbanos na Cidade Contemporânea; e Conselheira da UIA(2008/2011)- União Internacional de Arquitetos e do CONPRESP-Conselho Municipal de preservação do Patrimônio Histórico da Cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Conheci Renato Rocha quando ele coordenou a organização do Congresso Nacional de Arquitetos em 2006, que foi um sucesso! Alem de seu compromisso com a questão Ambiental Renato é seriamente comprometido com o resgate do papel histórico dos Arquitetos no Desenvolvimento do Brasil. Isto não poderá ocorrer se continuarmos atrelados a velhas estruturas burocráticas e autoritárias. O CAU terá o papel de devolver aos arquitetos o protagonismo para construirmos cidades mais justas , belas e ecologicamente equilibradas e Renato está comprometido com esta luta.&lt;br /&gt;Nadia Somekh&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 03 - CHAPA nº1 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteta STELA MARIS RUPPENTHAL (SC) Arquiteta, formada em Universidade do Vale do Rio dos Sinos (RS), residente em Criciúma, onde possui hoje um escritório de Arquitetura.Pós-graduada em Engenharia Econômica e de Produção pela Fundação Educacional de Criciúma, diretora da Associação Sul Catarinense de Engenheiros e Arquitetos de Criciúma, Inspetora da Regional do CREA-SC em Criciúma (SC).&lt;br /&gt;Parabens a todos profissionais de Goiás por terem um candidadto tão comprometido e preocupado em esclarecer aos arquitetos sobre o processo de implantação do CAU!!!A informação se faz necessária e o engajamento de todos é fundamental, oxalá tivessemos em todos os estados iniciativas positivas como esta!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APOIO NACIONAL Nº 13 - CHAPA nº1 DO CAU GO UNIDADE NA DIVERSIDADE&lt;br /&gt;Remetente: Arquiteto BRUNO FERRAZ (PE): Arquiteto - Universidade Federal de Pernambuco, Sócio da B´Ferraz Arquitetura Ltda, na cidade de Recife; Comitê Científico dos Congressos Brasileiros de Arquitetos: Rio (2003), Goiânia (2006), Recife (2010); Ganhador da Medalha do Mérito do Sistema CONFEA/CREA 2011.&lt;br /&gt;Amigo Renato, segue abaixo:&lt;br /&gt;“Podemos afirmar que o envolvimento e dedicação do colega Renato Rocha a favor do CAU, remonta uma década de processo intenso e contínuo, no debate, no planejamento, no convencimento, e principalmente na ação decisiva da criação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Não podemos deixar de reconhecer que um projeto tão sonhado como este é fruto de um trabalho de muitos, mas neste momento, também não podemos esquecer daqueles que de fato fizeram parte deste coletivo.”&lt;br /&gt;Bruno Ferraz&lt;br /&gt;Arquiteto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Vote conciente, escolha bem seus candidatos: a arquitetura brasileira agradece”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Site e Informações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.cau.org.br/"&gt;http://www.cau.org.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://unidade-diversidade.blogspot.com/"&gt;http://unidade-diversidade.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-7271643973395999100?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/7271643973395999100/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/10/unidade-na-diversidade-candidatura-para.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7271643973395999100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7271643973395999100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/10/unidade-na-diversidade-candidatura-para.html' title='Unidade na Diversidade: Candidatura para o Conselho de Arquitetos e Urbanistas do Brasil – Departamento de Goiás.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-DDj3N6FWC2c/TpGt_d1jF1I/AAAAAAAABB8/xl265Adqw4c/s72-c/Nova%2BImagem.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-3754750285569717508</id><published>2011-10-02T14:20:00.000-07:00</published><updated>2011-10-02T14:42:32.593-07:00</updated><title type='text'>Peter Behrens: o impulso lírico sobre a semiótica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Peter Behrens: o impulso lírico sobre a semiótica&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O arquiteto alemão Peter Behrens (1868-1940), talvez um dos arquitetos mais influentes da arquitetura moderna, penso que influencio diretamente aos grandes arquitetos mais jovens como Le Corbusier, Walter Gropius e Mies van der Rohe, entre outros, sem duvida teve uma “... evolução na concepção historicista, passando pela Arte Nova até a forma mais pragmática de Behrens. O arquiteto também concebeu tipos de letras para a AEG” (Tietz, 2008:23)&lt;br /&gt;Talvez como primeiro questionamento matéria base deste ensaio poderia perguntar, Qual foi o pensamento de Peter Behrens na historia da arquitetura de pensamento moderno?, Qual foram sua participação e seus aportes na nos questionamento de pensamento vanguardista?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ivkoSuIbjPQ/TojV-vAB5fI/AAAAAAAABBM/xFxr84B2SGQ/s1600/F1.%2BBehrens.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659008205536224754" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ivkoSuIbjPQ/TojV-vAB5fI/AAAAAAAABBM/xFxr84B2SGQ/s320/F1.%2BBehrens.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;F.1 Peter Behrens – Fabrica de turbinas da AEG (1909) em Berlim – uma época banhada pela luz.&lt;br /&gt;Fonte: Tietz (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Talvez encontre em Behrens este conceito sobre um assunto tão importante para a arquitetura como é a semiótica, e inclusive pelo exposto por Tietz na referencia anterior ao querer impulsionar na AEG (Allgemeine Elektricitäts Gesellschafft) como uma espécie de marca nas suas tipologias de suas letras como “signo”, onde penso que poderia dar um verdadeiro rumo sobre o estudo da semiótica, tema deste ensaio. Como todos sabem a semiótica tenta encontrar os significado e o significante sobre os “signos”, esta ótica nos permite achar a “forma” como significante, e “conteúdo” como significado, talvez nos tenhamos aproveitado da própria semântica da palavra “semiótica” com o objeto de querer encontrar novas formas inspiradoras de argüições pré ou pôs meditadas que tenha como premissa vislumbrar aspectos que sejam inerentes para a arquitetura e o estudo da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais Behrens nos seus inícios já era considerado um artista plástico, mais pouco conhecido na arquitetura suas incursiones, seus trabalhos como designer teve também fundamentos importantes “Behrens estabeleceu de modo exemplar, a ligação entre a arte ou as artes aplicadas e a produção industrial – um dos objetivos da Deutscher Werkbund” (Tietz, 2008:23), como se sabe a escola de arquitetura que aprimoro esta grande idéia foi à escola alemã da Bauhaus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Algumas definições feitas a Behrens forem feitas sobre sua arquitetura: “… a arquitetura de Beherns é leve e festiva, e utiliza a bicromia wagneriana para desmaterializar completamente as superfícies das paredes, tal como é o caso do Crematório de Delstern e no Pavilhão de honra da Exposição Werkbund em Colonia”. (Benevolo, 2009:376)&lt;br /&gt;Desta forma que poderíamos entender a Behrens por sua lucidez sobre os seus conceitos de fazer e teorizar sobre a arquitetura, talvez o momento de transição dos estilos arquitetônicos – mais evidente que Behrens teve uma forte influência do estilo “Art Nouveau”, entendemos isso como uma base solida de projetação na formas e na estética da arquitetura, porque ao final de contasn falar da “estética” da arquitetura estamos falando da “filosofia da arte” que nem sempre é entendida de maneira objetiva, mais sempre quedara como prelúdio sua visão premonitória sobre seu subjetivismo das formas de ver a arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--PSr8oXB-Bk/TojWKEByw5I/AAAAAAAABBU/aL87Qm51M0s/s1600/F02.%2BBehrens.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 307px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659008400159327122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/--PSr8oXB-Bk/TojWKEByw5I/AAAAAAAABBU/aL87Qm51M0s/s400/F02.%2BBehrens.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.2 Peter Behrens – Fabrica de tintas Hoechst (1920-1924) – a obra expressionista em tijolo aparente, vista interior.&lt;br /&gt;Fonte: The Viking Press – New York (1969)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DuN2hBuyeDI/TojWUsjVeoI/AAAAAAAABBc/WUvDmIdgrSA/s1600/F03.%2BBehrens.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 232px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659008582836124290" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-DuN2hBuyeDI/TojWUsjVeoI/AAAAAAAABBc/WUvDmIdgrSA/s400/F03.%2BBehrens.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.3 Peter Behrens – Fabrica de tintas Hoechst (1920-1924) – planta baixa.&lt;br /&gt;Fonte: The Viking Press – New York (1969)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-F61MSbMUTMU/TojWd-BPvCI/AAAAAAAABBk/aodcQDDUrNg/s1600/F04.%2BBehrens.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 286px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659008742143802402" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-F61MSbMUTMU/TojWd-BPvCI/AAAAAAAABBk/aodcQDDUrNg/s400/F04.%2BBehrens.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.4 Peter Behrens – Fabrica de tintas Hoechst (1920-1924) – corte.&lt;br /&gt;Fonte: The Viking Press – New York (1969)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Às vezes penso que “o mestre da luz” o arquiteto Louis Kahn (1901-1974) aquele da frase celebre: “não posso definir o espaço como tal sem a luz natural”, e só para lembrar que ele também tinha imbuído este pensamente historicista sobre a arquitetura clássica antiga, penso que poderia ter questões análogas ao pensamento de Behrens.&lt;br /&gt;Para Peter Behrens a época como momento histórico teve influências diretas nos seu trabalho, &lt;em&gt;“... espírito da época e saber traduzirem as exigências e os desejos dos seus clientes em formas arquitetônicas modernas”&lt;/em&gt; (Tietz, 2008:23), sem duvida de fazer uma arquitetura de pensamento vanguardista – que desse como resultado uma aceitação por parte de seus clientes como indica Tietz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também devemos ressaltar que Behrens foi Diretor da Escola de Arquitetura de Viena, sua passagem pelo seu lado academista, penso que este relacionado assim como a Bauhaus em conter trabalhos/projetos sobre as artes e ofícios, e inegável que sua visão sobre o ser de designers entrega para ele essa percepção de argüições límpidas de bom relacionamento com a arte de projetar na arquitetura, alguns o colocam a Behrens como um símbolo de “identidade coorporativa” – poderíamos entender isso como os ideais com bases solidas da Werkbund que tanto fez parte do pensamento desta escola de arquitetura, alias penso que de alguma forma ainda hoje a Bauhaus é um referente importante para o conhecimento da arquitetura, não só como historia da arquitetura, mais ainda (penso eu) que são aplicados certo princípios nas diferentes escolas de arquitetura do mundo, talvez ente imbuído esta percepção da “internacionalização” da arquitetura, que poderíamos traduzir hoje (visão posmoderna) como uma “arquitetura globalizada” não é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iBaU_EMoJQM/TojWjTeMKKI/AAAAAAAABBs/9FljT7gi3Xk/s1600/F05.%2BBehrens.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 60px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659008833801693346" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-iBaU_EMoJQM/TojWjTeMKKI/AAAAAAAABBs/9FljT7gi3Xk/s400/F05.%2BBehrens.jpg" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.5 Peter Behrens – Na busca da semiótica&lt;br /&gt;Fonte: Tietz (2008)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Os trabalhos de Behrens esta relacionados com uma enorme quantidade de experiências em uso de “materiais e de técnicas construtivas”, alem e claro de seus conceitos sobre uma arquitetura popular sem artifícios, penso que o momento político na Alemanha era muito pretensioso em especial do movimento errado e desmedido nazista, e como todos sabemos foi um desastre, tanto assim que Behrens se afasta e termina morrendo da sua atuação de acadêmico e político no ano de 1940. Mais isso e outra historia, que de alguma forma trato de abstrair destes pensamentos, mais como nos sabemos a arquitetura é insolúvel das questões inerentes aos pensamentos sobre as problemáticas dos homens que criam e constroem pensamentos e cidades.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O repertorio de Behrens está bem radicado na tradição de vanguarda, especialmente a Austríaca. Com tudo em suas mãos, as formas tradicionais são usadas com parcimônia e, distendendo-se em solenes composições monumentais...”&lt;/em&gt; (Benevolo, 2009:376). Gostaria de resumir este pensamento de Benevolo, poderíamos entender que como face início de toda época que foi “vanguarda” no tempo-espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de industrialização se inicia, e a procura de personagens como Behrens, Gropius e tantos outros, que tem conceitos na minha maneira de ver ate certo “ponto genial?”, faz que estas percepções e visões sobre a união das artes como os diferentes ofícios, cria perspectivas mais moderna e atualizada (claro para a época), talvez vista como uma “utopia” mais como base solida de ideal e ideal vanguardista, como tínhamos dito anteriormente “nem sempre entendidos pela sociedade no momento”, mais entendamos que toda ruptura o transição de pensamentos traz como conseqüências um “certo desordem de equilíbrio”, mais idéia deve ser essa, criar outras fontes inspiradoras que tragam como conseqüências outras visões e percepções de ver a arquitetura, e de forma são ações que quedam certas duvidas em que a semiótica e um dos elementos importantes, penso que existe em todo circunstância uma lírica de apreensão do entendimento do espaço criado por Behrens, e desta forma que nos imbuímos aos pensamentos deste arquiteto que fez e faz ainda como nexo histórico teórico-conceitual de uma arquitetura que sempre procura (na minha maneira de ver) outras percepções que possam gerar “avance”, que como todos sabem é um dos preceitos importantes da investigação cientifica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiania, 2 de Outubro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;TIETZ&lt;/strong&gt;, Jurgen; &lt;em&gt;História da arquitetura contemporânea&lt;/em&gt;, Ed. H.F. Ullmann, Tandem Verlag GmbH, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOFMANN&lt;/strong&gt;, Werner; &lt;strong&gt;KULTERMANN&lt;/strong&gt;, Udo, &lt;em&gt;Modern Architeture&lt;/em&gt;, The Viking Press Inc., New York, 1969.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FRAMPTON&lt;/strong&gt;, Kenneth; &lt;em&gt;História crítica da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Martins Fontes Editora, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BENEVOLO,&lt;/strong&gt; Leonardo; &lt;em&gt;História da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2009. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-3754750285569717508?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/3754750285569717508/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/10/peter-behrens-o-impulso-lirico-sobre.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3754750285569717508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3754750285569717508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/10/peter-behrens-o-impulso-lirico-sobre.html' title='Peter Behrens: o impulso lírico sobre a semiótica'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ivkoSuIbjPQ/TojV-vAB5fI/AAAAAAAABBM/xFxr84B2SGQ/s72-c/F1.%2BBehrens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-4231193368171175195</id><published>2011-09-17T12:52:00.001-07:00</published><updated>2011-09-17T13:21:11.925-07:00</updated><title type='text'>Estruturas tensionadas e sua versatilidade da forma</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Estruturas tensionadas e sua versatilidade da forma&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As estruturas tensionadas ou também alguns a denominam como arquitetura têxtil, tem levado nestes últimos anos a sua utilização especialmente nos campos de uma arquitetura e da própria da execução de sua obra – inicialmente poderíamos pensar, mas nos aspectos formais que nos funcionais, mais penso que ambas são instancias que faz que este tipo de proposta possa de alguma maneira estar atrelada uma na outra. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-0eEUt7QM3ak/TnT6n61UYJI/AAAAAAAABAE/FCZmcJ_64e0/s1600/F.01%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653418995971547282" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-0eEUt7QM3ak/TnT6n61UYJI/AAAAAAAABAE/FCZmcJ_64e0/s400/F.01%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.1 – Mercado Ver-o-Peso – Belém&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso inicialmente a trajetória dos esforços que estas estruturas se apresentam – mais a utilização destas tem varias forma de usos, elas podem ser vistas como uma forma rápida de execução da obra, com uma leveza e plasticidade que faz parte do convívio da arquitetura. Nas membranas que se forma através de suas estruturas de alguma maneira em que as partes de alguma coisa em que se relaciona para formar esse todo, pelas tanto suas formas naturais entre sim formam todas as formas criadas pelo seres humanos que se compõe através de sua estrutura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais lembremos que a arquitetura esta composta por partes-partes e de essas partes podemos compreender as parte-todo (Ludeña, 1997), dentre deste ponto de vistas teórico tem um embasamento profundo do entendimento da forma, nem sempre podemos entender o conjunto da obra sem entender as partes, só para lembrar a obra de Hans Hollein do projeto do Interbank de Lima (2000-2001) o a obra do Museu Guggenheim de Frank Gehry na cidade de Bilbao (1997), claro entre muitas obras que só podem ser analisadas as partes para entender o todo, o conjunto da arte da arquitetura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wi9G_bQXKmw/TnT6uqyvHiI/AAAAAAAABAM/XhV8yGYVQUk/s1600/F.02%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419111924833826" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-wi9G_bQXKmw/TnT6uqyvHiI/AAAAAAAABAM/XhV8yGYVQUk/s400/F.02%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.2 – Mercado Ver-o-Peso – Belém&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais o efeito durabilidade esta presente, mais isso pode ser minimizado - efeito de “manutenção freqüente” entenda que a melhor forma de antecipar certos desconfortos é através de dos programas de usos, e como e lógico aos programar estamos antecipando algum fato que possa ocorrer. Este sistema estrutural pode ser de dos tipos: por compressão e por tração, dependendo da proposta de solução na edificação. Este tem muito com o tipo de vãos que queira se atender, nem sempre outros tios de materiais possam atender, e claro o efeito do “rápido e seguro”.&lt;br /&gt;Porque sem duvida &lt;em&gt;não tem forma sem estrutura, nem estrutura sem forma, e tida a forma na maneira que cumpre uma determinada função&lt;/em&gt; (Claux, 2005:137) &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jns2K678Yys/TnT63JXc1tI/AAAAAAAABAU/Zw4l2yhJtzU/s1600/F.03%2BEngel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419257570842322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-jns2K678Yys/TnT63JXc1tI/AAAAAAAABAU/Zw4l2yhJtzU/s400/F.03%2BEngel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.3 – Estruturas Tensionadas – por compressão com apoio exterior&lt;br /&gt;Fonte: H. Engel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Heinrich Engel no seu livro Sistemas Estruturais, apresenta de forma síntese diversas formas de soluções, sem divida Engel faz um estudo e ensaios minucioso “para os arquitetos” poucas vezes (assim penso) que se apresentam teorias tão persuasivas nos sentido na buscas da própria estabilidade formal, claro sem a utilização excessiva do calculo matemático, acho que a arquitetura busca mais os elementos geométricos da composição da estrutura que ela busca, poderíamos interpretar como o verdadeiro suporte que a natureza nos dá, para sobreviver os animais os vegetais tem resistir pressões e forças exercidas sobre eles e que tem por obrigação absorver estas forças dentro de sua própria estrutura e por isso que “as obras de arquitetura também tem que resistir suas pressões”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em toda edificação os esforços estão atrelados as suas composição de esforços em que ela se sustenta, tanto assim que os ensaios de maquetes físicas cumprem um labor relevante no comportamento de sua estrutura e talvez seja menos a questão da estética do edifício já que esta pode se apresentar de maneira virtual. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-A8kVAlLPYLc/TnT68hCg7zI/AAAAAAAABAc/OanEQ6ZRe1I/s1600/F.04%2BEngel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 235px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419349824827186" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-A8kVAlLPYLc/TnT68hCg7zI/AAAAAAAABAc/OanEQ6ZRe1I/s400/F.04%2BEngel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.4 – Estruturas Tensionadas – por compressão com apoio interior&lt;br /&gt;Fonte: H. Engel &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;As criações na busca de forma que sejam mais amenas nas tendências apresentadas no tempo-espaço da época procura de alguma forma estar em sintonia com as realidades da época, mais como pode ser mais convincente no sentido que na se tenham duvidas de sua “estabilidade estrutural”, e isso tem uma relação direta da forma que queira se propuser. &lt;em&gt;O arquiteto estrutura dos espaços em que eles habitam os seres humanos a estrutura também são diferentes elementos em que delimitam seus espaços&lt;/em&gt; (Claux, 2005:137), este raciocínio nos leva a perceber da utilidade não só como suporte-base de determinada estrutura nas questões dos esforços, mais bem tem condições como explica Claux de acondicionamento de espaços que cumprem determinadas funções, tantas vezes aplicados nos trabalhos de Le Corbusier e Mies van der Rohe, e tantos outros. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-z0kOXFYeSZo/TnT7LEOg4iI/AAAAAAAABAk/Bof18dP8ggc/s1600/F.05%2BEngel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 369px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419599788565026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-z0kOXFYeSZo/TnT7LEOg4iI/AAAAAAAABAk/Bof18dP8ggc/s400/F.05%2BEngel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;F.5 – Estruturas Tensionadas – sistema de formas com dois arcos centrais para formar pontos altos&lt;br /&gt;Fonte: H. Engel&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Estas estruturas tensionadas podem ser utilizadas para as obras de coberturas isoladas, em edificações projetadas ou já existentes, tem a certo ponto uma flexibilidade de ação projetual falicitadora, em para proteção contra intempéries, para integrar um projeto paisagístico, a paisagem como uma parte de esse todo. Também de alguma forma sua utilização seja para adequação de uma iluminação natural. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na geometria da sua estrutura tensionada pode ser utilizada numa infinidade de variações e combinações para a produção de uma arquitetura com contornos e formas surpreendentes. Durante o dia, o sol proporciona uma iluminação interior difusa, sem revelar transparência quando vista de fora. À noite, a iluminação interna faz com que a lona pareça acesa, como se fosse um “Back Light”, fazendo saltar aos olhos a beleza de suas formas externas. Também e correto dizer que “barbante não empurra”. Porque o sistema estrutural de uma construção são elementos (partes) conectados entre si, que tem como função receber cargas, suportar esforços e transmitir que ditas cargas ao solo, dando garantias que seja estável no tempo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FTD6Uyi24oU/TnT7U8eiccI/AAAAAAAABAs/_4yIvR85Zno/s1600/F.06%2BEngel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 396px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419769506984386" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-FTD6Uyi24oU/TnT7U8eiccI/AAAAAAAABAs/_4yIvR85Zno/s400/F.06%2BEngel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.6 – Estruturas Tensionadas – Maquete do sistema de formas de tendas co suportes fixos de ordenação radial&lt;br /&gt;Fonte: H. Engel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;As cargas vivas e mortas sobre estas estruturas originam nela esforços de compressão e de tensão, no caso da proposta destas formas da arquitetura têxtil vem mais na tração e tensão ambas são elementos de solução estrutural que se transladam em elementos formais. A transmissão de esforços são sentidos em suas bases (cimentação), sem duvida o projeto de uma estrutura tensionada difere do projeto de uma construção convencional. É seguramente um tipo construtivo em que a “engenharia e arquitetura só conseguem andar de mãos dadas”, e não pode ser de outra maneira as relações de estas duas profissões estão feitos para caminhar de mãos juntas, claro dentro do espírito colaborativo em que tenham influência. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7DXvMD1jJl4/TnT7e1Xjj5I/AAAAAAAABA0/oucIDtqQy88/s1600/F.07%2BEngel.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 225px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653419939397341074" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-7DXvMD1jJl4/TnT7e1Xjj5I/AAAAAAAABA0/oucIDtqQy88/s400/F.07%2BEngel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;F.7 – Estruturas Tensionadas – Desenho do sistema de formas de tendas com suportes fixos de ordenação radial&lt;br /&gt;Fonte: H. Engel&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9FCLzTFNbK8/TnT7nWhMUSI/AAAAAAAABA8/zu5xQZ_9Sl8/s1600/F.08%2BEstadio%2BOlimp.%2BMunique.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 210px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653420085735084322" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-9FCLzTFNbK8/TnT7nWhMUSI/AAAAAAAABA8/zu5xQZ_9Sl8/s400/F.08%2BEstadio%2BOlimp.%2BMunique.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#000099;"&gt;F.8 – Estádio Olímpico de Munique, Alemanha&lt;br /&gt;Fonte: Revista Achitectural Record, 2004 in: I. Claux&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Como as estruturas estão sobre o solo é necessário conhecer a propriedades deste, já que estas serão submetidas aos esforços externos, e dizer colocar pesos acima e precisamos ter segurança que suporte não ocorra problemas &lt;/em&gt;(Claux, 2005:139), sem duvida alguma os esforços devem ser feitos os devidos ensaios e cálculos necessários para colocar os “barbantes” sejam estes do material que seja utilizado. Por isso é necessário conhecer a dinâmicas destas estruturas, mais o conhecimento profundo de terminados materiais (espessuras, durabilidade, manutenção, substituição de alguns elementos). As nervuras que dão a forma em alguns casos bastante belos e principalmente leves pelas “estruturas suspensas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-js5nLUUvBTE/TnT7wqGrK6I/AAAAAAAABBE/PnH0zIAfnBo/s1600/F.09%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653420245611391906" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-js5nLUUvBTE/TnT7wqGrK6I/AAAAAAAABBE/PnH0zIAfnBo/s400/F.09%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;F.9 – Mercado Ver-o-Peso – Belém&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dentre das varias reflexões escritos neste texto a razão projetual como base firme de uma execução de uma obra física – tem uma importante visão de comportamento das ações formais inseridas nas questões da própria estrutura que deve estar presente tanto nas considerações funcionais e estéticas da edificação, às vezes penso ate de forma de “vislumbrar” relações diretas formais-construtivas que faz parte do convívio do arquiteto, então não poderia entender determinada forma sem ter entendido seu processo da proposta estrutural, esta, claro da base a sustentação de apurada da obra. Penso que estabilidade entrega em si na forma uma conotação de tranqüilidade na execução da mesma, o ato projetual arquitetônico foi analisado exaustivamente, ate conseguir a segurança projetual solicitada, caro em harmonia com as considerações estéticas da edificação de seu tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 17 de Setembro de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografía&lt;br /&gt;ENGEL&lt;/strong&gt;, Heinch; &lt;em&gt;Sistemas Estructurales&lt;/em&gt;, Editora Blume, Madrid, 1970.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CAUX&lt;/strong&gt;, Inés; &lt;em&gt;La Arquitectura y el Proceso de Diseño&lt;/em&gt;, Ed. Universidad San Martin de Porres, Lima, 2005.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHING&lt;/strong&gt;, Francis; &lt;em&gt;Forma, Espacio y Orden&lt;/em&gt;, editora Gustavo Gili, Barcelona, 2002.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LUDEÑA&lt;/strong&gt;, Wiley; &lt;em&gt;Ideas y arquitectura en el Perú del siglo XX,&lt;/em&gt; Editora SEMSA, Lima, 1997.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARNHEIM&lt;/strong&gt;, Rudolf; &lt;em&gt;La forma visual de la arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 2001.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-4231193368171175195?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/4231193368171175195/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/09/estruturas-tensionadas-e-sua.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4231193368171175195'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4231193368171175195'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/09/estruturas-tensionadas-e-sua.html' title='Estruturas tensionadas e sua versatilidade da forma'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-0eEUt7QM3ak/TnT6n61UYJI/AAAAAAAABAE/FCZmcJ_64e0/s72-c/F.01%2BVer-o-Peso%2BBelem%2BJ.Villavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-2924406058414205361</id><published>2011-09-01T12:28:00.000-07:00</published><updated>2011-09-01T13:03:55.294-07:00</updated><title type='text'>Machu Picchu: a importância do primeiro centenário de seu descobrimento.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Machu Picchu: a importância do primeiro centenário de seu descobrimento.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No dia 24 de Julho de 1911 – o arqueólogo norte-americano Hiram Bringham (1875-1956) fez o descobrimento da cidadela de “Machu Picchu”, sem duvida esta magnífica obra pré-colombina da cultura “Inca”, penso que tem importância para a arquitetura e o urbanismo, foco desta critica. Mais e difícil desvincular outros assuntos que faz parte das visões e percepções destes edifícios que agregam em si muitas outras questões que faz parte de vivencia e da experiência – em seu pouco tempo de descobrimento de Machu Picchu, da forma de como incide dentro da cultura contemporânea de America do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No tem como não falar deste assunto, já que no transcurso de nossa história das Américas que tem pouco mais de cinco séculos, parecera que o Continente Americano tenha nascido na época de seu descobrimento, coisa que não e verdade. Nossa cultura na America do Sul também é milenária, forem vários descobrimentos que dão fé da nossa historia, importantes historiadores e arqueólogos como: Rowe, Lumbreras, Tello, Kauffman, Bringham, Canziani, Alva, entre outros tem feito indicações do dito, fala-se do nascimento pré-hispânico por volta de 5, 000 a.C. época paralela da dinastia oriental Ming da China.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-B93ysEu8OrY/Tl_dLWyOAII/AAAAAAAAA-0/BErftpAUFCY/s1600/F.001-Localiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMachu%2BPicchu%2B-%2BEl%2BComercio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647475644910403714" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-B93ysEu8OrY/Tl_dLWyOAII/AAAAAAAAA-0/BErftpAUFCY/s320/F.001-Localiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMachu%2BPicchu%2B-%2BEl%2BComercio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.001 – Machu Picchu e sua região.&lt;br /&gt;Fonte: Jornal El Comercio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E aqui vai minha primeira critica, devemos “diferenciar entre descobrimento e nascimento”, porque tenho reparado em varias literaturas, pareceria que nosso estado de “Cultura sul-americana” nascesse da cultura que veio do ocidente. Muitos historiadores, sociólogos, filósofos tem escrito de: Como tem influenciado a cultura ocidental na America? Importantes livros que explicam de maneira consciente suas influências dentro de nosso continente como: Picó, Quijano, Weber, Lopez Soria, Habermas, Lyotard, Bell, Giddens, sem duvida com a seriedade investigativa já explicada, mais eles se refere a suas influências do descobrimento dentro dos aspectos coloniais, e claro como influem/impõe ate hoje na nossa maneira de pensar e atuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yGpCrbecGF8/Tl_dSXCeFFI/AAAAAAAAA-8/dXCq8kgemrA/s1600/F.002-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 281px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647475765237650514" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-yGpCrbecGF8/Tl_dSXCeFFI/AAAAAAAAA-8/dXCq8kgemrA/s400/F.002-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.002 – Machu Picchu – vista parcial, o respeito ao meio ambiente - “jamais intentavam o domínio de sua geografia – o importante que se adaptavam a esta”&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (1986)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais nosso nascimento sul-americano é muito anterior ao nosso descobrimento, (que é um assunto muito diferente) que temos aproveitado como tema desta critica da cidadela de Machu Picchu, penso que nos ajudará a vislumbrar alguns aspectos da nossa cultura que também e o fundo desta provocativa discussão, assim esperamos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Desde o descobrimento pelo arqueólogo Hiram Bringham em 1911, Machu Picchu é um lugares mais celebres intensamente visitados, objeto de múltiplos estudos e uma ampla serie de publicações,... Machu Picchu constitui um estabelecimento Inca muito especial, com probabilidade do caráter sacro. &lt;/em&gt;Canziani, 2009:457).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;O nascimento de Machu Picchu data do século XV, o Inca Pachacutec manda construir a Cidade Sagrada de Machu Picchu, estas envoltas das montanhas do Huayna Picchu e do Yanati. &lt;em&gt;“...alguns dados etno-históricos propõe a possibilidade de que este complexo fora de propriedade pessoal do Inca Pachacutec”&lt;/em&gt; (Canziani, 2009:458). A extensão deste Santuário e de 32, 592 hectares, como todos nos sabemos na cidade de Lisboa no dia 7 de Julho de 2007 foi proposto/considerado Machu Picchu como uma das novas sete maravilhas do mundo contemporâneo – encravado dentro do Departamento de Cusco, a um altura 2,453 m.s.n.m. num clima de 6 a 24 grados centigrados. Na tradução do idioma quéchua (idioma da região dos Andes) Machu Picchu tem como significado de “montanha velha”, localizado na região sul do Perú, no lado oriental dos Andes. No ano de 1983 e Declarado pela UNESCO como “Patrimônio da Humanidade”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mgE_mzoR-_M/Tl_dYGGRGII/AAAAAAAAA_E/psDyDy4ags8/s1600/F.003-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 274px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647475863769389186" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mgE_mzoR-_M/Tl_dYGGRGII/AAAAAAAAA_E/psDyDy4ags8/s400/F.003-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;F.003 – Machu Picchu – vista panorâmica parcial – o domínio do espaço construído.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (1986)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Machu Picchu pode ser considerado um “Centro Religioso, Político e Administrativo”, Alguns historiadores com credibilidade como o ayacuchano Dr. Luis Lumbreras (1936-) sustentam que é uma cidade sagrada pela quantidade de Templos que encontram destro desta, assim como para lembrar ao Inca Pachacutec. Alem dos oito caminhos que convergem. Para o importante historiador chiclayano Dr. Federico Kauffman (1928-) sustenta que é uma cidade como as outras como um projeto do Estado Inca para ampliar suas fronteiras agrícolas. Outros historiadores na definem com uma fortaleza, mais a verdade que se consideramos que as pesquisas/investigações ainda são muito incipientes, tanto assim que só podemos falar dos trabalhos investigativos do século XX, e isso que é um lugar arqueológico que mais se tem escrito sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6b4hgYDiO5s/Tl_de6RajyI/AAAAAAAAA_M/jsESIi_i6L0/s1600/F.004-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647475980854005538" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-6b4hgYDiO5s/Tl_de6RajyI/AAAAAAAAA_M/jsESIi_i6L0/s400/F.004-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.004 – Machu Picchu – vista do Huayna Picchu.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (1986)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sobre o nascimento da cultura Inca, tem muita controvérsia, mais &lt;em&gt;segundo a cronologia elaborada pelo arqueólogo e historiador norte-americano John Howland Rowe (1918-2004), talvez a mais fiável, é que nos anos de 1, 200 d. C. pode considerar-se o inicio da dinastia dos soberanos Incas&lt;/em&gt;. (Alva, 2008:49)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos aspectos que me impressiona foi que Machu Picchu foi seu ordenamento espacial urbano, áreas bem delimitadas e definidas tais como espaço sagrado, espaço residencial, assim como o definido entre o urbano e o rural/agrário, avalio que o pensamento dos Incas sobre a “cosmovisão” – baseado com a idéia dos pares, tinham influência na sua percepção projetual na definição dos espaços. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RLMDlfnWRUY/Tl_dpUdhAJI/AAAAAAAAA_U/CdOICRXneo8/s1600/F.005-Regiao%2Bde%2BMachu%2BPicchu%2B-%2BEl%2BComercio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 245px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647476159682773138" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-RLMDlfnWRUY/Tl_dpUdhAJI/AAAAAAAAA_U/CdOICRXneo8/s400/F.005-Regiao%2Bde%2BMachu%2BPicchu%2B-%2BEl%2BComercio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;F.005 – Machu Picchu – a concepção dos espaços.&lt;br /&gt;Fonte: Jornal El Comercio (2011&lt;/span&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na edificação de Machu Picchu engastada no vale de Vilcabamba, nas margens do Rio Urubamba, faz que tenha uma estrutura de 242 km. de cumprimento. E claro uma das características mais importantes que de fato deu certo foi que “jamais intentavam o domínio de sua geografia – o importante que se adaptavam a esta” – e aqui vai minha segunda reflexão: Porque não aprendemos de nossas culturas ancestrais? – Si nos sabemos que estamos invadindo o espaço natural, e por mau costume de visão/percepção queremos modificar, e claro sabemos que si estamos invadindo o espaço natural, a questão mais acertada e adaptar-se, com convicção de respeito ate por uma questão de consciência de respeito ao meio ambiente, e claro a paisagem natural sé que faz presente como processo histórico do planeta terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ImcaaqgV6IE/Tl_dwI9LwEI/AAAAAAAAA_c/YrPeUW-NujU/s1600/F.006-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 305px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647476276853456962" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ImcaaqgV6IE/Tl_dwI9LwEI/AAAAAAAAA_c/YrPeUW-NujU/s400/F.006-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.006 – Machu Picchu – a janela do Inca.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (1986)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;O legado dos Incas tem sido objeto de pesquisas dirigido ao conhecimento de uma organização econômica, social e política, assim nos aspectos relacionados da cosmovisão, ideologia, tecnologia e a arte. &lt;/em&gt;Canziani, 2009:435).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também o domínio da pedra em suas edificações ainda ate hoje impressionam, mais como nos sabemos forem obras que demorarem varias dezenas de anos, similar aos acontecimentos da construção da pirâmides egípcias. Mais existe uma prensa sensacionalista em querer desvirtuar nossas riquezas tecnológico-construtivo e da forma como forem feitos os trabalhos em pedra (ver imagens F.007 e F.008) e induzir de forma engraçada aos leigos que forem feitos por óvnis ou coisa parecida. Mais tenho certeza que num prazo no muito longo estas questões serão esclarecidas, ate que pareceria que quisessem achatar nossa historia de vida da nossa identidade social e cultura de America do Sul.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Talvez a falta de pesquisas ou também possa ser a falta de interesse das autoridades políticas que tenham como paradigma um significado profundo na busca de uma “identidade histórica” que se sabe ainda muito pouco, penso que a falta de profissionalismo político se faz presente, devo recalcar que “nossa identidade de espaço e lugar” e anterior o nosso descobrimento. Considero que muito provável que conforme se realizem mais investigações sobre estes temas poderemos encontrar algumas outras alternativas de soluções a nosso problemas principalmente aos conflitos sociais, culturais e principalmente na questão do meio ambiente. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nxcJ93wDZlU/Tl_eMhiv-JI/AAAAAAAAA_s/DSI4fdPw_xs/s1600/F.007-Dominio%2Bda%2BPedra%2BIncas%2B-%2BEl%2BComercio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 136px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647476764489808018" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-nxcJ93wDZlU/Tl_eMhiv-JI/AAAAAAAAA_s/DSI4fdPw_xs/s200/F.007-Dominio%2Bda%2BPedra%2BIncas%2B-%2BEl%2BComercio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;F.007 – Machu Picchu – o domínio no trabalho em pedra da cultura Inca.&lt;br /&gt;Fonte: Jornal El Comercio (2011&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-09ccG5GMrjQ/Tl_eWL9-u4I/AAAAAAAAA_0/a-13oPZrY7c/s1600/F.008-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 277px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647476930497133442" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-09ccG5GMrjQ/Tl_eWL9-u4I/AAAAAAAAA_0/a-13oPZrY7c/s400/F.008-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;F.008 – Machu Picchu – detalhe de trabalho em pedra.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (1986&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Talvez nesta critica sobre Machu Picchu possa ser fonte inspiradora para outros olhares da importância da nossa rica cultura de America do Sul, penso que um deste olhares esta no aspecto da sustentabilidade ambiental, o profundo respeito na paisagem que a natureza nos oferece, criar novos espaços edificados, mais como foi feito na Cultura Inca, com respeito a sua percepção/visão da “cosmovisão”. Quem tem que se adaptar ao meio ambiente somos-nos por ter invadido seu espaço natural, penso que todo este relacionada com a questão de “identidade cultural”, muitos pesquisadores tem falado da nossa identidade relacionada com as culturas indígenas, talvez por um pouco de falta de conhecimento, ou também por mediocridade de aversão nas culturas indígenas ou nativas tem dado pouca procura em conhecer. Mais sem duvida nestas ultimas décadas, pelo menos aqui na America do Sul tem procurado ajuizar idéias que sejam concordantes em nossos pensamentos, vemos o caso do nascimento da União das Nações da America do Sul – UNASUR, cujo Tratado Constitutivo foi na cidade de Brasília no ano de 2008. E mais, não penso que o nascimento da UNASUR seja por coincidência na cidade de Cusco no dia 8 de Dezembro de 2004, que teve como membro países: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Perú, Surinamés, Uruguai e Venezuela, que fazem parte do Tratado da Comunidade Sul Americana das Nações, e como lugar escolhido a cidade de Cusco, posso pensar em localização geográfica, identidade histórica, riqueza espacial, lugar inspirador, cultura ancestral, entre outros que possam vir a nossas mentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-AGe2hh5zc4g/Tl_eebrRPCI/AAAAAAAAA_8/eclDAKEd7Ic/s1600/F.009-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 297px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647477072152575010" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-AGe2hh5zc4g/Tl_eebrRPCI/AAAAAAAAA_8/eclDAKEd7Ic/s400/F.009-Machu%2BPicchu%2B-%2BJ.Villavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc0000;"&gt;F.009 – Machu Picchu – vista parcial da “Andenaria” (plataformas utilizadas para o plantio e conservação das edificações – o muro de arrimo).&lt;br /&gt;Fonte: Ilka Tancredi (1986)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sem sombra de duvidas a localização geográfica de Machu Picchu e seu Vale de Yucay têm em sim um enigma que este por investigar, claro de forma análoga pela sua “estratégia de localização”, como lugar sagrado que é, assim como sua pertinência na “vigília e proteção”, seus mais de &lt;em&gt;“150 edifícios, que são comunicados por escadas e corredores. Estas construções caracterizavam-se pela pouca decoração, que assemelham com gigantescas figuras abstratas”&lt;/em&gt; (Salvat, 2004:9401). Como tínhamos dito a cultura Inca tinha uma elevada condição no conhecimento para criar espaços, sua escala projetual relacional com o meio ambiente penso que estava imbuído neste pensamento, um racionalismo projetual que permitiria “criar sem desperdiçar”, mais a sua vez deixar que suas mentes possam criar ou re-criar outros elementos visuais de forma abstrata, claro com condições de adaptação ao meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que o desafio esta presente na nossa cultura ancestral, que nos da “o poder de identidade” – talvez mais concordante a nossas necessidades atuais e futuras, considero que o momento e pertinente na busca de novas fontes inspiradoras de “raízes profundas”, tanto assim que Samuel Huntington apresenta como alternativa com fortes questões teóricas ao indicar que America do Sul poderia ser considerada entre as oito novas civilizações contemporâneas, na nova reorganização do mundo. Talvez neste texto possa levantar algumas questões que forem esquecidas no tempo-espaço, uma exigência quem sabe contemporânea, claro baseado num profundo respeito de vivencia e convivência entre o homem e seu entorno no meio ambiente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 01 de Setembro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;br /&gt;ALVA&lt;/strong&gt;, Walter; &lt;strong&gt;LONGHENA&lt;/strong&gt;, María; &lt;em&gt;Perú Antiguo: Historia de las culturas andinas&lt;/em&gt;, Ediciones Folio S.A., Barcelona, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CANZIANI&lt;/strong&gt;, José; &lt;em&gt;Ciudad y Territorio en los Andes: Contribuciones a la historia del urbanismo prehispánico,&lt;/em&gt; Fondo Editorial de la Pontificia Universidad Católica del Perú, Lima, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HUNTINGTON&lt;/strong&gt;, Samuel; &lt;em&gt;¿Choque de civilizaciones?,&lt;/em&gt; (Título original: &lt;em&gt;The Clash of Civilizations&lt;/em&gt;), Editorial Tecnos, Madrid, 2006.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PERÉZ&lt;/strong&gt;, Alicia (Org.); &lt;em&gt;La Enciclopedia&lt;/em&gt;, Salvat Editores, Volumen 12, Madrid, 2004.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Jornal El Comercio&lt;/em&gt; – Edição &lt;em&gt;Especial sobre Machu Picchu&lt;/em&gt; (24/07/2011), créditos das imagens: F.001 – F.005 – F.007; Lima, 2011.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-2924406058414205361?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/2924406058414205361/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/09/machu-picchu-importancia-do-primeiro.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2924406058414205361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2924406058414205361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/09/machu-picchu-importancia-do-primeiro.html' title='Machu Picchu: a importância do primeiro centenário de seu descobrimento.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-B93ysEu8OrY/Tl_dLWyOAII/AAAAAAAAA-0/BErftpAUFCY/s72-c/F.001-Localiza%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BMachu%2BPicchu%2B-%2BEl%2BComercio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-1689013093022940942</id><published>2011-08-16T08:30:00.001-07:00</published><updated>2011-08-16T08:52:29.117-07:00</updated><title type='text'>A invenção do espaço construído.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;A invenção do espaço construído.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uns dos aspectos mais importantes da arquitetura é a “criação do espaço”, nem sempre e fácil contar com referentes que nos outorga essa criatividade, entendemos que a criatividade não vem do ar, ele vem de algumas experiências ou conhecimentos que se vão adquirido através do tempo-espaço. Mais e necessário entender que dentro do “processo arquitetural” esta inserida o “projeção projetual”, como nos sabemos nos estamos referindo ao “desenho”, que dentro da esfera do processo arquitetural encontrem-se todas as etapas: projeção projetual; projeção construtiva; consumo (Ludeña, 1997:86). Mais antes da adoção do partido arquitetônico temos algumas considerações conceituais de difícil entendimento, esta, claro baseada, nas complexidades essências da arquitetura “Na educação arquitetônica, ainda que estejamos limitados ao único meio representativos das plantas, o método do resumo gráfico é importante: a síntese que antecede ao analise” (Zevi, 2009:41), claro, si nos estamos referindo ao desenho arquitetônico, a nossas experiências estão plasmadas das nossas “convenciones aprendidas e sintetizadas em nossos pensamentos”, e não simples traços como o povo pensa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E aqui vai minha primeira reflexão: Será que população sabe para que serve a arquitetura? Será que o povo sabe qual e a função do profissional arquiteto?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o tema deste ensaio: De donde vem nossa criatividade que da a forma na arquitetura? Mais e muito difícil desvincular das nossas realidades que faz parte da vida profissional do arquiteto, que no fundo são elementos que nos base de pensamentos prospectivos. E claro si falamos de “prospecção” estamos gerando avance, que é um principio de pensamento moderno. Sem duvida a historia das artes (donde também esta inserida a arte da arquitetura) nos ensina que muitos de nossos pensamentos estão baseados em nossas próprias experiências de vida, ou nas procuras destas, na minha maneira de ver esse o principio-nos da este pensamento de “vanguarda” – esse olhar para frente – às vezes incompreendidos hoje – o pensamento “utópico” faz parte das experiências do arquiteto, só para lembrar-se da Carta de Atenas de 1933 – do CIAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-VGxqceIPis4/TkqNPrO-tFI/AAAAAAAAA98/bt0TBbGtqVw/s1600/F.01%2BMinsterio%2Bde%2BEducacao%2Be%2BSaude%2BRJ.%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2011.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641476783678075986" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-VGxqceIPis4/TkqNPrO-tFI/AAAAAAAAA98/bt0TBbGtqVw/s400/F.01%2BMinsterio%2Bde%2BEducacao%2Be%2BSaude%2BRJ.%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2011.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.01 – Ministério de Educação e Saúde (1935-1943) da assessoria de Le Corbusier e dos jovens arquitetos brasileiros L. Costa, O. Niemeyer, A. Reidy, E. Vasconcelos, J. Moreira, C. Leão – A forma pura cúbica: a transformação dimensional do cubo vertical.&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“A arquitetura é uma das ocupações de produtos humanos, que por uma razão ou outra, oferece uma forma organizada do corpo e do intelecto” (Arnheim, 2001:93), para o filosofo e psicólogo alemão Rudolf Arnheim (1904-2007) nos oferece o conceito/síntese bastante polemico, primeiro a arquitetura de hoje ou contemporânea é considerada uma profissão de “relações sociais” com especificidades “aplicadas”, só com o intuito de complementar, o nosso trabalho de arquiteto nos outorga esse espírito de construção das nossas idéias projetuais, porque entendemos que o “projeto de arquitetura (desenho) e um meio, não e a finalidade. A finalidade esta na obra construída”, ou seja, ver concretamente que nossas idéias são feitas nos desenhos em que estes forem realidades concretizadas na obra construída. O segundo ponto de Arnheim e a questão da “forma organizada” – bom aqui vão nossa segunda dicotomia que faz parte da vida do arquiteto e da arquitetura: “a forma segue a função, ou, a função segue a forma”. Mais antes devemos entender que é forma: a forma e a relação do espaço vazio com o volume ou a massa – deste se desprendem a idéia de forma – como podemos caracterizar algo sem que podassem definir, mais a “percepção das formas as vê porque existem contrastes” (Claux, 2005:44).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DrCOHtdnHag/TkqNXnPxkAI/AAAAAAAAA-E/GGJsmFExYwI/s1600/F.02%2BMapertuis%2B-%2BLedoux%2B1806%2BFonte%2BL.Benevolo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 237px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641476920046620674" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-DrCOHtdnHag/TkqNXnPxkAI/AAAAAAAAA-E/GGJsmFExYwI/s400/F.02%2BMapertuis%2B-%2BLedoux%2B1806%2BFonte%2BL.Benevolo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.02 – Casa de uma Guarda Agrícola de Maupertuis (1806) de Claude-Nicolas Ledoux – a forma esférica.&lt;br /&gt;Fonte: L. Benévolo (p.57)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A relação do objeto e dos contrastes entre os claros e escuros nos da à dimensão de contorno/imagem que cria essa forma, alem da profundidade que nos entrega a questão da escala – largura, cumprimento, etc. Mais estas formas sofrem transformações dimensionais “Uma forma pode transformar-se mediante a modificação de suas dimensões, mais não perde sua identidade geométrica” (Ching, 2002.48), às vezes com desdobramentos incluídos a própria criatividade em adições e sustações da mesma forma base – poderíamos induzir aos próprios e insubstituíveis “sólidos platônicos”: a esfera, o cubo, o cilindro, o cone, a pirâmide. Claro, destes elementos forem criados como formas base, só para lembrar-se da forma cúbica a Casa Hanselman (1967) de Michel Graves; o da forma esférica da Casa de uma Guarda Agrícola de Maupertuis (1806) de Claude-Nicolas Ledoux; da forma cônica do Projeto do Cenotafio Cônico (1784) de Étienne-Louis Boulée; da forma cilíndrica da Capela do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (1955) de Eero Saarinen; ou por ultimo da forma piramidal das Pirâmides Egípcias Keops, Kefren e Micerinos (2.500 a. C.) obra emblemática de todos os tempos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais e bom lembrar o que psicanalista e pensador Sigmund Freud (1856-1939) diz: que a gente reconhece as forma puras ou platônicas ao ter a sensação de conhecer anteriormente, só como exemplo: desde crianças todos brincamos com uma esfera (a bola comum) ou o cubo, então nossa mente reconhece automaticamente essas formas e se nos faz parte de nossas vivencias e experiências da vida, por isso apresenta na grande maioria das vezes como objetos que agradam? a nossas mentes ou que simplesmente as reconhecemos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yYQUmtWF9DU/TkqN0ejpRsI/AAAAAAAAA-U/ePEMUjiT3Rk/s1600/F.03%2BProcuradoria%2BGeral%2Bda%2BRepublica%2BBrasilia%2BNiemeyer.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 234px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641477415930250946" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-yYQUmtWF9DU/TkqN0ejpRsI/AAAAAAAAA-U/ePEMUjiT3Rk/s400/F.03%2BProcuradoria%2BGeral%2Bda%2BRepublica%2BBrasilia%2BNiemeyer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.03 – Procuradoria Geral da Republica de Brasília (1995-2002) de Oscar Niemeyer – a forma cilíndrica.&lt;br /&gt;Fonte: PGR – internet (2010).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A segunda e a questão que nos apresenta Arheim e a questão da organização, sem duvida uma das principais tarefas da arquitetura e a “organização de espaços”, então estas relações inter-espaciais devem ter “funções” que estejam vinculadas para os fins que forem solicitados pelos seus gestores, sem duvida na primeira etapa “solicitação do projeto” estas devem ser revelar em forma conclusiva – esta é: Qual e a finalidade da Obra?&lt;br /&gt;Como sabemos a obra esta composta de varias partes, que compões todo, dependendo das complexidades essências do espaço criado, para poder entender as varias partes que compõe o todo, mais as vezes temos que separar – como si fossem construir-se por etapas, um exemplo e a obra do arquiteto austríaco Hans Holein (1934-) na obra do Edifício do Banco Interbank (2000-2001) da cidade de Lima (ver imagem F.04), em principio o que marca sua estética é seu volume central que é um cone invertido esta vista pela fachada principal, e na fachada posterior contem subtrações desta forma, alem que no lado direito temos um cubo com adições, e outro que um cubo com uma inércia visual em desequilíbrio (auditório – ver figura F.05), então poderíamos facilmente distinguir as partes, e não falamos de questões subjetivas, mas bem são questões objetivas das formas geométricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-MOkl-9CiSdI/TkqN9EC5XzI/AAAAAAAAA-c/nysv4bCcK98/s1600/F.04%2BEd.%2BPrincipal%2BInterbank%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2009.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641477563432394546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-MOkl-9CiSdI/TkqN9EC5XzI/AAAAAAAAA-c/nysv4bCcK98/s400/F.04%2BEd.%2BPrincipal%2BInterbank%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2009.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.04 – Banco Interbank em Lima de Hans Holein (2000-2001) – a forma cônica invertida, edifício principal.&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0pwB34mLkEY/TkqOIY0jwpI/AAAAAAAAA-k/eidsyXpTyRE/s1600/F.05%2BEd.%2BAuditorio%2BInterbank%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2009.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641477757987963538" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0pwB34mLkEY/TkqOIY0jwpI/AAAAAAAAA-k/eidsyXpTyRE/s400/F.05%2BEd.%2BAuditorio%2BInterbank%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2009.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.05 – Banco Interbank em Lima de Hans Holein (2000-2001) – a forma cúbica, o auditório.&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Um dos aspectos de importância na criatividade esta inserido na questão do “partido arquitetônico” – que na realidade podem ter variadas origens. Sem duvida talvez a mais coerente seja o analise do “entorno urbano”, penso que é uma forma correta de “vitalizar” ou “revitalizar”, deste se desprende dois pontos: a primeira que ao dizer vitalizar – e o determinada edificação que entrega uma nova perspectiva ao determinado bairro o setor da cidade, sem duvida que si esta edificação esta inserida de forma eficaz dentro de todas as prerrogativas de &lt;em&gt;permeabilidade, variedade, legibilidade, versatilidade, imagem visual apropriada, riqueza perceptiva e por ultimo personalização&lt;/em&gt; (McGlynn, 1999), o dialogo entre a cidade e o edifício o inversamente tem uma coerência significativa, penso que o beneficio seja de ambas partes.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também o segundo raciocínio se da entorno ao conceito do resgate da “memória arquitetônica ou urbanística”, sem duvida ao “revitalizar” o espaço construído estamos dando passo a uma nova forma de entender o espaço, de uma forma mais atual, mais contemporâneo, mais sem esquecer-se de seu passado histórico – que na realidade pode ser visto assim: “... os testemunhos do devier histórico da cultura, expressa os diversos modos de vida nos distintos momentos históricos, recreia o passado e o presente, e condiciona – si preservará – a paisagem habitável do futuro” (Gutierrez, 1996:110), então não é questão de passar patrola, e esquecer-se do passado, nosso espaço construído nos outorga em nossos edifícios do passado – conceitos espaciais recriados – que no final tem preservada a nossa cultura urbana ou arquitetônica do passado, com visões, percepções e usos contemporâneos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-4uZV5nPmg8U/TkqOZyLGtiI/AAAAAAAAA-s/jEhioHK_-ME/s1600/F.06%2BPiramides%2BEgipcias%2BFonte%2BF.Ching.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 292px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5641478056851191330" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-4uZV5nPmg8U/TkqOZyLGtiI/AAAAAAAAA-s/jEhioHK_-ME/s400/F.06%2BPiramides%2BEgipcias%2BFonte%2BF.Ching.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.06 – Pirâmides Egípcias Keops, Kefren e Micerinos (2.500 a. C.) – forma piramidal.&lt;br /&gt;Fonte: Francis Ching (p.45)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais e importante ressaltar que a mobilidade urbana a partir do modernismo se da de acordo aos interesses que são premeditados dentro de uma cultura de visão social ate vezes imposta “Esse movimento geral colocou os vários setores da sociedade moderna dentro de um grande recipiente urbano; em dessa maneiram anulou em grau não pequeno, a separação entre os vários grupos dominantes” (Mumford, 2008:633). Na nossa maneira de ver na atualidade com uma visão mais contemporânea dos acordos exigidos pela mesma sociedade, não podemos desvincular das suas solicitudes, que são premissa inspiradoras de fazer boa arquitetura, porque entendemos que a essência esta atrelada as necessidades do povo, e claro da interpretação que tenhamos os arquitetos em “entender” essas necessidades. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A diferencia da modernidade que veio com projeto bastante firme com objetivos definidos, a posmodernidade é uma perspectiva (Martuccelli, 2009:7) esta na busca de um projeto que possa definir alguns lineamentos específicos. Por outro lado essas buscas de especificidades dão as forças – traduzidas em pesquisas cientificas de ter vários olhares que são ate concordantes com o momento que vivemos. Sem duvida a arquitetura como expressão de suas “formas” vão criando novas percepções do mundo, essa espacialidade de seus desenhos nos permite visualizar os diversos caminhos apresentados por seus arquitetos. Será que o caminho e correto? Mais sem duvida temos avançado no caminho de uma coerência ambiental, esta concordância vem das próprias necessidades criadas pelo bem da humanidade, mais a responsabilidade e de todos, a arquitetura e o estudo da cidade, tentam fazer sua parte em “cuidar e preservar” princípios do pensamento da sustentabilidade. Ser contemporâneos é pensar no ambiente, dificilmente hoje o arquiteto possa projetar sem pensar na escolha dos materiais a ser utilizado nas suas idéias/projetos, ou nas formas construtivas, penso que a arquitetura vai tomando consciência de ter um olhar de respeito com a natureza e o meio ambiente em que vivemos. Penso que muitos profissionais que tem verdadeira consciência contemporânea tem esse olhar diferenciado, é a nova visão com verdadeira orientação de “invenção do espaço construído”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 16 de Agosto de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARNHEIM&lt;/strong&gt;, Rudolf; &lt;em&gt;La forma visual de la arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LUDEÑA&lt;/strong&gt;, Wiley; &lt;em&gt;Ideas y arquitectura en el Perú del siglo XX&lt;/em&gt;, Editora SEMSA, Lima, 1997.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PEDREIRA&lt;/strong&gt;, Laert; &lt;em&gt;Adoção do partido na arquitetura&lt;/em&gt;, Centro Editorial Universidade Federal da Bahia, Bahia, 1989.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CLAUX&lt;/strong&gt;, Inés; &lt;em&gt;La arquitectura y el proceso de diseño&lt;/em&gt;, Editado Universidad San Martín de Porres, Lima, 2005.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHING&lt;/strong&gt;, Francis; &lt;em&gt;Forma, Espacio y Orden&lt;/em&gt;, editora Gustavo Gili, Barcelona, 2002.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BENEVOLO&lt;/strong&gt;, Leonardo; &lt;em&gt;História da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MCGLYNN&lt;/strong&gt;, Sue (org); &lt;em&gt;Entornos vitales&lt;/em&gt;, editora Gustavo Gili, Barcelona, 1999.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GUTIÉRREZ&lt;/strong&gt;, Ramón (org.); &lt;em&gt;Arquitectura Latinoamericana em el siglo XX,&lt;/em&gt; Ed. Epígrafe, Universidad Ricardo Palma (Lima, 1998), original: Editoriale Jaca Book S.p.A., Milão, 1996.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MUMFORD,&lt;/strong&gt; Lewis; &lt;em&gt;A cidade na história: suas origens, transformações e perspectivas&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MARTUCCELLI&lt;/strong&gt;, Elio, (vários autores); &lt;em&gt;El arquitecto y su obra&lt;/em&gt;, Editado Universidad Ricardo Palma, Lima, 2009.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-1689013093022940942?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/1689013093022940942/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/invencao-do-espaco-construido.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1689013093022940942'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1689013093022940942'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/invencao-do-espaco-construido.html' title='A invenção do espaço construído.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-VGxqceIPis4/TkqNPrO-tFI/AAAAAAAAA98/bt0TBbGtqVw/s72-c/F.01%2BMinsterio%2Bde%2BEducacao%2Be%2BSaude%2BRJ.%2BFonte%2BJ.Villavisencio-2011.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-3277678343340053165</id><published>2011-08-07T08:40:00.000-07:00</published><updated>2011-08-07T09:14:52.633-07:00</updated><title type='text'>Piura: e sua mirada na procura da prospecção urbana.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Piura: e sua mirada na procura da prospecção urbana.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Recentemente no Colégio de Arquitetos do Peru – Departamento de Piura apresenta três Conferencias sobre a questão da arquitetura e o urbanismo em comemoração aos 30 anos de funcionamento. Sem duvida alguma o seu Decano Regional o Arq. Leopoldo Villacorta faz um esforço, claro junto com toda sua Diretoria em levar este evento que permita ter uma “mirada na procura da prospecção urbana”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-oktlLHQ5uhY/Tj6yQY1VsuI/AAAAAAAAA8s/uU04rVVwqxc/s1600/F.001%2BColegio%2BArq.%2Bde%2BPiura%2B-%2BConferencia-Jul.2011%2BFuente%2BColegio%2Bde%2BArquitectos%2Bde%2BPiura.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638139778128261858" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-oktlLHQ5uhY/Tj6yQY1VsuI/AAAAAAAAA8s/uU04rVVwqxc/s320/F.001%2BColegio%2BArq.%2Bde%2BPiura%2B-%2BConferencia-Jul.2011%2BFuente%2BColegio%2Bde%2BArquitectos%2Bde%2BPiura.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F001. Pôster do evento – Julho 2011.&lt;br /&gt;Fonte Divulgação: Colegio de Arquitectos del Peru – Regional Piura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para os não conhecem a cidade de Piura (capital do Departamento de Piura) localizado na região norte no Peru, tem uma relação direta com desenvolvimento regional urbano desta parte do pais. A cidade de Piura sua população (a Grande Piura) tem um milhão e meio aproximadamente considerada a segunda cidade em maior população. Mais guarda uma sincronia (penso Eu) com a vida de tradições e comportamentos de sua população, certa amabilidade em “querer mostrar as riquezas desse povo” – entendamos bem que apesar de não ser uma cidade netamente turística (ou por dizer pouco explorado seu potencial – a diferença de sua cidade vizinha de Catacaos) a gentileza das pessoas faz que sua visita seja mais amena.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Cada conferencista trouxe na sua bagagem seu estilo que faz do “caráter” e característica de cada um, entre eles temos ao Arq. Wiley Ludeña Urquizo, importante investigador e critico da arquitetura e urbanismo contemporâneo. O Arq. José Beingoleia – Pepe também amplo investigador y professor da FAU/UNI, gostaria dizer que pela falta de responsabilidade e critério da empresa aérea transportadora para o evento fez com que perdesse sua palestra, mais chegue a falar com Pepe e pedir desculpas, como se diz nestas terras tupiniquins - fico devendo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-17waQnr7Gmo/Tj6yZAAyMjI/AAAAAAAAA80/r1c7ds6SReU/s1600/F.002%2BPuente%2BViejo%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638139926084203058" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-17waQnr7Gmo/Tj6yZAAyMjI/AAAAAAAAA80/r1c7ds6SReU/s400/F.002%2BPuente%2BViejo%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F002. Ponte Velha (esta ponte só e utilizado por pedestres) – “Piura sem suas pontes não é Piura”&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-z8yo8q_2R9c/Tj6yl0pxzYI/AAAAAAAAA88/mdTwTgSu8l8/s1600/F.003%2BPuente%2BBolognesi%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638140146373217666" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-z8yo8q_2R9c/Tj6yl0pxzYI/AAAAAAAAA88/mdTwTgSu8l8/s400/F.003%2BPuente%2BBolognesi%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F003. Ponte Bolognesi. Piura&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também fez uma palestra Enrique Ciriani Suito – arquiteto franco-peruano que trouxe como idéia apresentar sua obra de seus mais de 50 anos de profissão de arquiteto-urbanista, são vários assuntos que me chamarem a atenção de sua palestra, que irei focando no transcurso desta critica, mais o que reserva no inicio suas palavras foi seu lado nostálgico (sem duvida) de sua alma mater. – a FAUA/UNI, donde ele estudo. E da influencia de seus professores Fernando Belaunde, Hector Velarde, Enrique Seoane, Santiago Agurto, Adolfo Cordova, Rafael Marquina, e tantos outros professores da arquitetura que influírem no seu estudo de bacharelado.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Gostaria de destacar aos colegas arquitetos Arq. Federico Couto (Diretor da FAU/Universidade de Sipán) e da Arqta. Carolina Cedano (do Instituto Nacional de Cultura do Peru – INC.), ambos destacados profissionais e investigadores na arte de projetar, parafraseando ao Neufert, alem de serem colegas do Mestrado na FAUA/UNI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dmguNAhgnog/Tj6ywiCEftI/AAAAAAAAA9E/SXnlkLOvHrM/s1600/F.004%2BArq.%2BFederico%2BCouto%252C%2BArq.%2BCarolina%2BCedano%252C%2BArq.%2BJorge%2BVillavisencio%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638140330353393362" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-dmguNAhgnog/Tj6ywiCEftI/AAAAAAAAA9E/SXnlkLOvHrM/s400/F.004%2BArq.%2BFederico%2BCouto%252C%2BArq.%2BCarolina%2BCedano%252C%2BArq.%2BJorge%2BVillavisencio%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F004. Arq. Federico Couto – Arqta. Carolina Cedano – Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;Fonte Divulgação: Colegio de Arquitectos del Peru – Regional Piura&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A idéia desta critica é de poder contar alguns fatos relevantes da cidade de Piura e de alguns alcances que forem temas de discussão dos palestrantes. Sem duvida falar da cidade de Piura estamos falando dos primeiros três fatos; o primeiro foi que na época pré- hispânica se fala de seus primeiros moradores os “Tallanes”, penso que como importantes artesão dedicadas na pesca, atributo fundamental de sua sobrevivência, mais devemos deixar claro do que diz o importante pesquisador e historiador contemporâneo, investigador da espoca pré- hispânica o Arq. José Canziani Amico “que nas culturas mais antigas – se baseavam em um nomadismo” a exemplo dos Tallanes que forem locados por volta do século VI, só que no ano de 1532 chego o colonizador espanhol Francisco Pizarro para fundar a cidade (um ano antes da cidade de Lima) fato relevante, seu nome oficial foi dado como San Miguel. Também na face da Independência (Período Republicano) acontecem meses antes (Abril de 1821).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nH-67ZaKo-w/Tj6y6W0GReI/AAAAAAAAA9M/grDzO1nexrk/s1600/F.005%2BCasa%2BRepublicana%2BSeculo%2BXIX%2BPiura%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638140499140691426" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-nH-67ZaKo-w/Tj6y6W0GReI/AAAAAAAAA9M/grDzO1nexrk/s400/F.005%2BCasa%2BRepublicana%2BSeculo%2BXIX%2BPiura%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F005. Casa Republicana século XIX – Piura&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chama-me atenção que vários edifícios antigos da cidade têm características da época republicana, entendemos está por ter sido conservada sua memória “com certa identidade” dos fatos que recalcamos anteriormente. Sem duvida de acordo ao expressado por Bruno Zevi “que a historia da arquitetura se basa nas nos conceitos espaciais”, assim como o dito pelo arquiteto argentino Ramón Gutiérrez “La arquitectura es, en definitiva, un documento extraordinario, pues acumula, sedimentadamente, los testimonios del devenir histórico de una cultura, expresa los diversos modos de vida en distintos momentos históricos, recrea el pasado en el presente y condiciona –si se la preserva – el paisaje habitable del futuro”. (Versão em espanhol, Gutiérrez 1998:110)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também não tem como no falar da figura do Alm. Miguel Grau Seminário, herói da Guerra do Pacifico Sul por volta do final do século XIX. Vários lugares da cidade fazem homenagem neste ilustre marinho, que de alguma forma fortalece o espírito vivo desta cidade. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PyovK6Kcdb0/Tj6zHzuN5MI/AAAAAAAAA9U/6hftwwan3BE/s1600/F.006%2BPlaza%2BGrau%2B-%2BPiura%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638140730238952642" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PyovK6Kcdb0/Tj6zHzuN5MI/AAAAAAAAA9U/6hftwwan3BE/s400/F.006%2BPlaza%2BGrau%2B-%2BPiura%2BFuente%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F006. Praça Miguel Grau Seminário – Centro – Piura&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas visões e observações da Piura de hoje (contemporânea) se vislumbra um grande movimento comercial, falo por enquanto “mobilidade comercial” ainda muito longe de ser uma cidade industrial, esta correlação tem a visão da palestra do Arq. Ludeña cujo titulo é: “Patrimonio Industrial Peruano Piura: Memoria y patrimonio por redescubrir”, vários assuntos forem colocados por Ludeña (tenho como proposta a posteriori realizar uma critica de sua palestra), mais por agora como uma critica com “intuito genérico” fará chegar alguns alcances, por exemplo, ao dizer Ludeña que o “processo de industrialização do Peru se da nas cidades no interior do pais”, e claro e importante dizer isto já que como uma das características na nossa America Latina, o desenvolvimento se da através de um “centralismo dados pelas sua Capitais”, sem duvida tem um centralidade que esta exposta em quase todos os pensamento, idéia do “colonialismo” tantas vezes explicados pelos pensadores Picó e Habermas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P3R0H6-mP2s/Tj6zTvZdP0I/AAAAAAAAA9c/y44NTutA2Cw/s1600/F.007%2BPraca%2BPrincipal%2BCentro%2Bde%2BPiura%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638140935236566850" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-P3R0H6-mP2s/Tj6zTvZdP0I/AAAAAAAAA9c/y44NTutA2Cw/s400/F.007%2BPraca%2BPrincipal%2BCentro%2Bde%2BPiura%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F007. Praça Principal (Plaza de Armas)&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para que conhece a trajetória do Prof. Ludeña, não é um homem de fazer de agraciamentos, mais bem como o define na perfeição o Arq. Elio Martuccelli Casanova no prólogo de seu livro: Ideas y arquitectura en el Perú del siglo XX, 1996, e diz: “que com Wiley Ludeña não se conversa se discute”, só que agregaria se discute nas questões inerentes a profissão de arquiteto e urbanista, ou da própria problemática da arquitetura, em especial nas questões urbanas, mais ele como pessoa amável de decisões firmes. Não devemos esquecer que Ludeña vem de seu doutorado feito na Alemanha. Chamo-me a atenção quando a distinção – medalha outorgada Colégio de Arquitetos de Piura: tanta surpresa que faz que o Arq. Wiley Ludeña Urquizo fala-se assim: “não são merecedor de nada, eu faço meu trabalho” é isso meus queridos leitores deste Blog, e digno dos grandes mestres que só aspiram a fazer de publico conhecimento suas visões e percepções de como foi, e como caminha a nossa historia de arquitetura e urbanismo, penso eu como uma visão de ampla forma de colaboração, talvez na procura de um mundo melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8eVie_Bht9I/Tj6zdTMA3TI/AAAAAAAAA9k/7rybgsKXa24/s1600/F.008%2BArq.%2BLeopoldo%2BVillacorta%2BDec.%2BCol.%2BArq.%2Bde%2BPiura%2By%2BArq.%2BWiley%2BLude%25C3%25B1a%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638141099462679858" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-8eVie_Bht9I/Tj6zdTMA3TI/AAAAAAAAA9k/7rybgsKXa24/s400/F.008%2BArq.%2BLeopoldo%2BVillacorta%2BDec.%2BCol.%2BArq.%2Bde%2BPiura%2By%2BArq.%2BWiley%2BLude%25C3%25B1a%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F008. Arq. Leopoldo Villacorta Icochea – Decano Regional por Piura do Colegio de Arquitectos del Peru e o homenageado Arq. Dr. Wiley Ludeña Urquizo.&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como era obvio minha pergunta feita a Ludeña tinha mais de ordem “ambientalista” pensamento de como faço para enxergar melhor com qualidade e sustentabilidade a arquitetura e o urbanismo – talvez um sorriso disfarçado pelo palestrante, mais com a certeza de tocar um tema tão importante como a questão ambiental “algo que não podemos arrumar – só nos queda amenizar – o dano já foi feito” (J. Villavisencio, 2010 – EREA/GOIANIA/Maio:2010)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sem duvida o ultimo dia deste ciclo de Conferencias a presença do arquiteto Enrique Ciriani Suito, tem um significado algo assim “o arquiteto peruano que foi reconhecido pelo seu trabalho não só no exterior (mais na França), mais também no Peru” e obvio que quando um arquiteto chega a certa maturidade (anos vivencia e experiência), e claro de sua experiência como docente da arquitetura penso que sua sensibilidade fica mais aguçada no sentido de querer expor seu trabalho, Ciriani guarda em si como tinha falado no seu inicio uma nostalgia profunda de sua escola alma mater de Lima – FAUA/UNI. Anos atrás (2009) num de seus ateliers de desenho na FAU/UPC também faz referencia a este fato, ao igual que seu Decano o Arq. Miguel Cruchaga Belaunde, então, podemos vislumbrar que em todo momento a Escola de Arquitetura esta presente. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Só para lembrar que neste ano o Premio Pritzker da Arquitetura 2011 foi outorgado ao Arq. Eduardo Souto de Moura, anos atrás foi do também português Álvaro Sissa Vieira , ambos da Escola de Arquitetura e Urbanismo da Universidade do Porto, Portugal. Será que é uma simples consciência? A arquitetura pelas suas complexidades essências tem esse valor penso que e um agregado a mais, a busca como diz Zevi, Quantas dimensões tem a mais a arquitetura? Alem claro das quatro conhecidas, para mim e para alguns outros o tema “ambientalista” pode ser que seja uma dimensão a mais, tanto assim que palestra do nosso distinguido mestre Enrique Ciriani, foi solicitado para que encontra-se uma solução aos problemas “pluviais”, sem duvida que deve arquejar a vida da cidade de Piura.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QweQr446mPs/Tj6zs3SVOLI/AAAAAAAAA9s/jCTSvlHbFC8/s1600/F.009Parque%2BMiguel%2BCortez%2BPiura%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638141366850894002" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-QweQr446mPs/Tj6zs3SVOLI/AAAAAAAAA9s/jCTSvlHbFC8/s400/F.009Parque%2BMiguel%2BCortez%2BPiura%2BFonte%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F009. Praça Miguel Cortez - Piura – intento de resolver a dificuldade da problemática&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Comentava com meu colega do mestrado o Arq. Federico Couto, da importância desta pergunta, no sentido de não só resolver o problema das chuvas a traves de canalizar o esgoto pluvial, como bem diz o ex-prefeito da cidade de Piura o Eng. Francisco Hilbck Eguigurem, cujo custo sobre passaria um bilhão de dólares, o que fica inviável. Mais isso e uma parte. O problema radica que “por fim” em importantes conferencias como estas se toquem as “problemáticas ambientais”, sem duvida a palavras de ordem para as próximas décadas vai que ter um “olhar esmerado” sobre como minimizar os riscos da questão ambiental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dvpQfTHddCA/Tj6z5GJmbxI/AAAAAAAAA90/mug6NePi--g/s1600/F.010%2BArquitetos%2BJorge%2BVillavisencio%252C%2BEnrique%2BCiriani%252C%2BLeopoldo%2BVillacorta%2BFonte%2BF.%2BCouto.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5638141576999235346" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-dvpQfTHddCA/Tj6z5GJmbxI/AAAAAAAAA90/mug6NePi--g/s400/F.010%2BArquitetos%2BJorge%2BVillavisencio%252C%2BEnrique%2BCiriani%252C%2BLeopoldo%2BVillacorta%2BFonte%2BF.%2BCouto.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F010. Arquitetos: Jorge Villavisencio, Enrique Ciriani (homenageado), Leopoldo Villacorta.&lt;br /&gt;Fonte: F. Couto (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como tinha dito anteriormente “algo que não podemos arrumar, só amenizar”, o descuido do homem sobre o problema ambiental bate firme, a natureza é sabia é tem seu valor agregado, sem água, sem sol não podemos sobre-viver (é só lembrar o dito na Carta de Atenas de 1933 no CIAM), o desleixo das autoridades edilícias por décadas tem trazido conseqüências – correr atrás para amenizar. Si utilizamos a lógica projetual de Bruno Zevi ao dizer que a arquitetura tem muitas dimensões. Será que a questão ambiental tem categoria de dimensão na arquitetura? Si pensamos em questões de sustentabilidade que tem como fundamento o “cuidar e preservar”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Não tem duvida alguma que nesta conferencia a pesar que o tema central não foi desenvolver idéias sobre a questão ambiental, teve sim no final, na palestra e comentários de Ciriani, considerações amplas sobre o importante tema ambiental, não cabe duvida que os arquitetos estamos cada vez mais conscientes deste assuntos, por isso quedo-me com a proposta projetual do arquiteto Enrique Ciriani “a importância da arquitetura esta nos espaços vazios, o espaços cheios são mais fáceis de trabalhar”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Piura, 21 de Julho de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografía&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CANZIANI&lt;/strong&gt;, José; &lt;em&gt;Ciudad y Territorio en los Andes: Contribuciones a la historia del urbanismo prehispánico&lt;/em&gt;, Fondo Editorial de la Pontificia Universidad Católica del Perú, Lima, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GUTIÉRREZ&lt;/strong&gt;, Ramón (org.); &lt;em&gt;Arquitectura Latinoamericana en el Siglo XX&lt;/em&gt;, Epígrafe S.A. Editores, Universidad Ricardo Palma, Lima, 1998.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LUDEÑA&lt;/strong&gt;, Wiley; &lt;em&gt;Ideas y arquitectura en el Perú del siglo XX&lt;/em&gt;, Editora SEMSA, Lima, 1997. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-3277678343340053165?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/3277678343340053165/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/piura-e-sua-mirada-na-procura-da.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3277678343340053165'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3277678343340053165'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/piura-e-sua-mirada-na-procura-da.html' title='Piura: e sua mirada na procura da prospecção urbana.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-oktlLHQ5uhY/Tj6yQY1VsuI/AAAAAAAAA8s/uU04rVVwqxc/s72-c/F.001%2BColegio%2BArq.%2Bde%2BPiura%2B-%2BConferencia-Jul.2011%2BFuente%2BColegio%2Bde%2BArquitectos%2Bde%2BPiura.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-457425407016684264</id><published>2011-08-02T15:35:00.000-07:00</published><updated>2011-08-02T15:41:20.840-07:00</updated><title type='text'>Blog: arquitecturavillavisencio – Arquiteto Jorge Villavisencio Ordóñez (3° Parte)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Índice – (Janeiro 2011 a Julho 2011) Blog: arquitecturavillavisencio – Terceira Parte.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Julho – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;155. Elder Rocha Lima y su guía arquitectónica sentimental 24/07/11&lt;br /&gt;154. Roberto Segre: sus visiones de la arquitectura Latinoamericana 14/07/11&lt;br /&gt;153. FAUA/UNI: o decálogo dos 100 anos intensos do ensi... 01/07/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Junho – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;152. Goiânia e sua representação da historia arquitetôn... 11/06/11&lt;br /&gt;151. Holanda: percepções preventivas no espaço urbano e... 02/06/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Maio – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;150. Circuitos da Arquitetura Moderna Brasileira na cid... 24/05/11&lt;br /&gt;149. Pampulha: o pensamento de visão moderna da arquite... 14/05/11&lt;br /&gt;148. Edifício Martinelli: o processo de verticalização... 06/05/11&lt;br /&gt;147. Estatísticas, arquitetura, urbanismo e textos: alg. 01/05/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abril – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;146. Vidro na arquitetura: visão de síntese utilitarista 20/04/11&lt;br /&gt;145. Arquitetura Hospitalaria na cidade de Buenos Aires... 11/04/11&lt;br /&gt;144. Belém: uma questão de identidade arquitetônica 02/04/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Março – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;143. Ministério de Educação e Saúde (1936-1943) Rio de Janeiro 27/01/11&lt;br /&gt;142. Evento en Lima-Perú - CICLO DE CONFERENCIAS: HOMBR... 07/03/11&lt;br /&gt;141. Escola da Bauhaus: as teorias e práticas inspirado... 02/03/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fevereiro – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;140. Sustentabilidade: a arquitetura na vivenda unifamiliar 15/02/11&lt;br /&gt;139. Kandinsky: e suas relações com a Escola das artes 06/02/11&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Janeiro – 2011&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;138. Catedral de Rio de Janeiro e seu lado formalista 27/01/11&lt;br /&gt;137. Desastres naturais: historia urbana de Lima do séc. 13/01/2011&lt;br /&gt;136. Sustentabilidade é a busca da XI Conferencia das Cidades 04/01/11&lt;br /&gt;135. Blog: arquitecturavillavisencio – Arquiteto Jorge Villavisencio Blog: arquitecturavillavisencio – Arquiteto Jorge Villavisencio Ordóñez (2° Parte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;(Índices anteriores clique aqui)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;(2° Parte)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/blog-arquitecturavillavisencio.html"&gt;http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/blog-arquitecturavillavisencio.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Índice de Setembro 2010 a Dezembro 2010: 134-119)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;(1° Parte) &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/09/blog-arquitecturavillavisencio.html"&gt;http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/09/blog-arquitecturavillavisencio.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;(Índice de Março 2009 a Agosto 2010: 133-001)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-457425407016684264?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/457425407016684264/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/blog-arquitecturavillavisencio.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/457425407016684264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/457425407016684264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/08/blog-arquitecturavillavisencio.html' title='Blog: arquitecturavillavisencio – Arquiteto Jorge Villavisencio Ordóñez (3° Parte)'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-8387028825065266470</id><published>2011-07-24T09:50:00.000-07:00</published><updated>2011-07-24T10:33:04.882-07:00</updated><title type='text'>Elder Rocha Lima y su guía arquitectónica sentimental de la ciudad de Pirenópolis; algunas percepciones sobre el siglo XVIII</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Elder Rocha Lima y su guía arquitectónica sentimental de la ciudad de Pirenópolis; algunas percepciones sobre el siglo XVIII&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;El arquitecto Elder Rocha Lima presenta su libro “Guia Sentimental da Cidade de Pirenópolis” (2010), para quienes no conocen la trayectoria de Don Elder Rocha Lima, aparte de sus trabajos de diseño como arquitecto y de sus teoría sobre la arquitectura, tuvo la perspicacia y visión de traer para Goiania-Goiás la primera escuela de arquitectura para la PUC-Goiás. Esto tuvo un significado importante para el desarrollo de la ciudad, y claro, para la profesión de arquitecto y urbanista.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ywYqAWoBpSw/TixODZlel8I/AAAAAAAAA7s/6YN2nFxvHxs/s1600/F.001-Libro%2B-%2BArquitecto%2BElder%2BRocha%2BLima.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 395px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632963054248302530" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-ywYqAWoBpSw/TixODZlel8I/AAAAAAAAA7s/6YN2nFxvHxs/s400/F.001-Libro%2B-%2BArquitecto%2BElder%2BRocha%2BLima.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Frente del libro: “Guia Sentimental da Cidade de Pirenópolis” (2010) de Elder Rocha Lima&lt;br /&gt;Fuente: Elder Rocha Lima&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Su libro fue editado en el año de 2010 (versión en portugués), está compuesto por nueve capítulos que son: Historia de la ciudad; Espacio geográfico; Arquitectura; arquitectura religiosa; Edificios de instituciones; Expresión intelectual y artística; Pirenópolis turístico; Fiestas populares; Costumbres alimentares.&lt;br /&gt;A pesar que el arquitecto Rocha Lima dice que en su libro “de no tener pretensiones académicas” (Lima 2010:7), creo que no es así, ya que pienso que puede ser considerado como un “importante documento” de consulta sobre la “arquitectura colonial brasileira”, claro con enfoque de la ciudad de Pirenópolis. Asimismo presenta una serie de pinturas hechas con un fino trato por él, en “plumilla a tinta china” y otros en acuarela, que a mi manera de ver representa también una rica forma de “expresión y representación” de la arquitectura colonial. También hace una reflexión de lo que la arquitectura, la ciudad y de las partes que ellas son compuestas. No cabe duda que sus reflexiones sobre la arquitectura y del urbanismo está presente en casi todos sus contextos, también presenta al fotógrafo Marcelo Feijó, con una serie de imágenes que documenta la ciudad de Pirenópolis.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-yBV_E6Y-4vw/TixOrb9XbHI/AAAAAAAAA70/_0Hgr1B2cwA/s1600/F.002-Pirenopolis%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632963742080134258" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-yBV_E6Y-4vw/TixOrb9XbHI/AAAAAAAAA70/_0Hgr1B2cwA/s400/F.002-Pirenopolis%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagen expresiva y representativa de la arquitectura colonial brasileira de la ciudad de Pirenópolis&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;La ciudad de Pirenópolis está ubicado en la región central del Brasil, la llaman del “Planalto central” (que hace parte del bioma del cerrado brasileiro) en el Estado de Goiás, podríamos decir que esta entre el eje de Brasilia, Anápolis y Goiania. Esta pequeña ciudad que no sobrepasa los 20,000 habitantes, pienso que tiene una fuerte injerencia en la cultura social del Estado de Goiás, inclusive de la Capital Federal Brasilia. Puede ser considerada una ciudad turística (pienso que su sustentabilidad económica depende de esto). Pero también pienso que determina una sensibilidad en las cuestiones de comportamiento/cultura de este pueblo, que evidentemente influyen en el entorno territorial/regional. Pienso que el nombre del libro dado por Rocha Lima, específicamente de la palabra “sentimental”, tiene un correlato con imbibiciones que hace parte del registro histórico de la ciudad.&lt;br /&gt;El origen del nombre Pirenópolis – que en una traducción más cercana sería “La ciudad de los Pirineus”, claro está vinculado a la conquista de Portugal al Brasil, e inclusive tiene semejanzas con la geografía lusitana, de donde viene el originalmente el nombre.&lt;br /&gt;Como casi todas las ciudades que tenían “riquezas” en metales como el oro, hubo gran interés en explotar estas áreas, algo muy similar en la conquista española – “En 1731 el compañero Anhanguera, Manuel Rodrigues Tomar descubre las ricas yacidas de oro en los contrafuertes de la Sierra de los Pirineus, junto con el Rio de las Almas.” (Lima 2010:11).&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GDnD-1XTW1I/TixPV49-7PI/AAAAAAAAA78/bHdty_rB7uk/s1600/F.003-Puente%2Bsobre%2Bel%2BRio%2Bde%2Blas%2BAlmas%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632964471421857010" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-GDnD-1XTW1I/TixPV49-7PI/AAAAAAAAA78/bHdty_rB7uk/s400/F.003-Puente%2Bsobre%2Bel%2BRio%2Bde%2Blas%2BAlmas%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Puente sobre el Rio de las Almas de la ciudad de Pirenópolis&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quería dejar claro que esta crítica no obedece a la totalidad del libro de Rocha Lima, sino más bien buscamos algunas “percepciones” que puedan ser inspiradoras para este mundo contemporáneo, pienso que la arquitectura de Goiás esta en esa busca - ¿Sera que es así?, como un auto reflejo de “identidad”, quizás por ahora local, pero si pensamos más utópicamente podría traducirse en pensamientos territoriales. Pienso que en la manera que percibo su libro, además de la rica historia y de la forma como presenta sus capítulos, hasta por una lógica que es percibida.&lt;br /&gt;Algún tiempo atrás Rocha Lima escribe otro libro: “Guia Afetivo da Cidade de Goiás”, que es sobre la antigua capital del Estado – ciudad de Goiás, en el transcurso de su “librito” como él lo llama, hace varias analogías entre estas dos ciudades Pirenópolis y Goiás, claro no tiene como desvincularse ya que ambas pertenece a la conquista portuguesa hecho por los Bandeirantes (desbravadores).&lt;br /&gt;E inclusive en cuestiones espaciales de la arquitectura de la época tienen mucha similitud, no solo en la cuestión formal de su estética, o de los aspectos funcionales, más bien hay un reencuentro de espacios – traducidos en “memoria histórica de acción y devoción”, algo que pareciera estar escondido (oculto), pero percibido, claro para los que estamos empeñados en conocer el arte de la arquitectura, quizás como lo explica Rocha Lima “pueda interesar a un turista con cierta curiosidad intelectual” (Lima 2010:7).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9DMZP9XAlN8/TixQFRX7ZJI/AAAAAAAAA8E/wP5gd3iotYo/s1600/F.004-Rio%2Bde%2Blas%2BAlmas%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632965285426979986" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-9DMZP9XAlN8/TixQFRX7ZJI/AAAAAAAAA8E/wP5gd3iotYo/s400/F.004-Rio%2Bde%2Blas%2BAlmas%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rio de las Almas de la ciudad de Pirenópolis&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;En esta línea de pensamiento, entre las ciudades de Pirenópolis y Goiás explica: “El oro a los márgenes del Rio de las Almas (Pirenópolis), en semejanza al oro en las márgenes del Rio Vermelho de la ciudad de Goiás, atrajo los aventureros de todos los perfiles, muchos de ellos como suele pasar en estos casos, totalmente sin escrúpulos”. Indudablemente que la conquista y como objeto era el saqueo de las riquezas naturales - ¿para eso habían venido a América del Sur? Para arrancar todo lo que pueda ser necesario para el reinado de Portugal.&lt;br /&gt;Recordaba de lo que había dicho anteriormente, de las similitudes de conquista entre Portugal y España: “Ciudades de sueños, deseado, temido, odiado, ciudades o fuera de cobertura terriblemente real, pero que poseen este poder de la imaginación para calificar el mundo. Estas representaciones fueron y son capaces de imponer, incluso como el "verdadero", lo "real", lo "irreal" las ciudades donde vivimos. Después de todo, lo que llamamos el "mundo real " es la primera de ellas interpuesta por nuestros sentidos, que nos permiten entender la realidad y ver que tal o cual manera. Para la imaginación es el motor de la acción humana a lo largo de su existencia, es que la asignación oficial de sentido a la realidad…” (CIDADES VISÍVEIS, CIDADES SENSÍVEIS, CIDADES IMAGINÁRIAS - Sandra Jatahy Pesavento – UFRGS).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-zORfmfv4O-o/TixQuYMkNZI/AAAAAAAAA8M/f1GOmmwnI-I/s1600/F.005-Igreja%2BMatriz%2Bdo%2BRosario%2B-%2BElder%2BRocha%2BLima.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 322px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632965991633008018" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-zORfmfv4O-o/TixQuYMkNZI/AAAAAAAAA8M/f1GOmmwnI-I/s400/F.005-Igreja%2BMatriz%2Bdo%2BRosario%2B-%2BElder%2BRocha%2BLima.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Iglesia Matriz del Rosario – Cuadro del arquitecto Elder Rocha Lima (a plumilla y tinta china)&lt;br /&gt;Fuente: Elder Rocha Lima (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QFMuk5zDsh0/TixRRcL6lpI/AAAAAAAAA8U/-IWCuiIWX5g/s1600/F.006-Igreja%2BMatriz%2Bdo%2BRosario%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632966593999443602" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-QFMuk5zDsh0/TixRRcL6lpI/AAAAAAAAA8U/-IWCuiIWX5g/s400/F.006-Igreja%2BMatriz%2Bdo%2BRosario%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vista Lateral de la Iglesia Matriz del Rosario de la ciudad de Pirenópolis&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;“En Pirenópolis no se percibe con tanta claridad, como en la ciudad de Goiás, en virtud de la poca extensión menor de la malla urbana, esa característica del trazado orgánico en oposición al del geométrico.” (Lima 2010:54). Como podemos apreciar el trazo urbano tenía mucho haber en su “origen”, pero también podría interpretar en la busca de una “originalidad”, pienso que su topografía levemente accidentada tuvo injerencia en la decisión de su emplazamiento.&lt;br /&gt;“Esta técnica constructiva ecológica, simple y lógica y de una extraordinaria durabilidad, pues la mayoría de las construcciones de los centros históricos Pirenópolis y de otras ciudades del periodo colonial, están en buen estado, suportan reparaciones, algunas de ellas con más de 200 años de edad. Eso contrasta bastante con la arquitectura de hoy, que es leída de forma obsoleta”. (Lima 2010:65)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9LRpu_zUqXo/TixR5rFP3zI/AAAAAAAAA8c/CWebyEP-4Mo/s1600/F.007-Museo%2Bde%2BArte%2BSacro%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632967285192777522" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-9LRpu_zUqXo/TixR5rFP3zI/AAAAAAAAA8c/CWebyEP-4Mo/s400/F.007-Museo%2Bde%2BArte%2BSacro%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Capilla de Nuestra Señora del Monte Carmo (actual Museo de Arte Sacro)&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Indudablemente, por lo dicho anteriormente por Rocha Lima tiene a mi manera de ver, dos sentidos, la primera que relata las técnicas constructivas de la arquitectura colonial portuguesa del siglo XVIII, como él las define como “forma simple” de crear espacios construidos, mayormente sin adornos, una forma pura de sintetizar con elementos constructivos y de las técnicas utilizadas en la época, su durabilidad impresiona, más debo dejar claro, que, para que quede de esta manera el edificio deberá tener “mantenimiento preventivo” es fundamental, porque al final de cuentas la “memoria del pueblo” está inspirada en las relaciones de su propia cultura, y de la arquitectura a través de sus edificios saben guardar la historia de su pueblo, “La arquitectura es, en definitiva, un documento extraordinario, pues acumula, sedimentadamente, los testimonios del devenir histórico de una cultura, expresa los diversos modos de vida en distintos momentos históricos, recrea el pasado en el presente y condiciona –si se la preserva – el paisaje habitable del futuro”. (Gutiérrez 1998:110)&lt;br /&gt;La segunda relata el “espíritu ecológico”, para mí y supongo de muchos, esta connotación tiene un importante fundamento, el uso de los materiales del lugar – como Rocha Lima la define “la arquitectura de la tierra”, que no sean agresivos al ambiente, por eso guardan sustentabilidad, que podría resumir en dos palabras “cuidar y preservar”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-RB8z_1S5_uU/TixSpbpAYII/AAAAAAAAA8k/Ys45nkL0mQk/s1600/F.008-Museo%2Bdel%2BDivino%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5632968105681510530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-RB8z_1S5_uU/TixSpbpAYII/AAAAAAAAA8k/Ys45nkL0mQk/s400/F.008-Museo%2Bdel%2BDivino%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Museo del Divino&lt;br /&gt;Fuente: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para terminar, quiero agradecer a la estudiante de arquitectura Sra. Edelzia Regina Batista Aires Lima de la Facultad de Arquitectura y Urbanismo – Escola do Ambiente de la Universidad UNIEvangélica de la ciudad de Anápolis., por haber sido agraciado y permitir hacer entrega del Libro: Guia Sentimental da Cidade de Pirenópolis, del arquitecto Elder Rocha Lima (2010), para el Centro de Documentación (Biblioteca) de mi Escuela de Posgrado de la Facultad de Arquitectura, Urbanismo y Artes de la Universidad Nacional de Ingeniería – FAUA/UNI., en Lima, Perú.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Lima, 24 de Julio de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografía&lt;br /&gt;ROCHA LIMA&lt;/strong&gt;, Elder; &lt;em&gt;Guia Sentimental da Cidade de Pirenópolis&lt;/em&gt;, Editado por la Superintendência del IPHAN de Goiás, Brasília, 2010.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;PESAVENTO&lt;/strong&gt;, Sandra Jatahy, &lt;em&gt;Cidades visíveis, cidades sensíveis, cidades imaginárias&lt;/em&gt;, Editado Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2006.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GUTIÉRREZ&lt;/strong&gt;, Ramón (org.); &lt;em&gt;Arquitectura Latinoamericana en el siglo XX&lt;/em&gt;, Epígrafe S.A. Editores, Universidad Ricardo Palma, Lima, 1998.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-8387028825065266470?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/8387028825065266470/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/elder-rocha-lima-y-su-guia.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8387028825065266470'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8387028825065266470'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/elder-rocha-lima-y-su-guia.html' title='Elder Rocha Lima y su guía arquitectónica sentimental de la ciudad de Pirenópolis; algunas percepciones sobre el siglo XVIII'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ywYqAWoBpSw/TixODZlel8I/AAAAAAAAA7s/6YN2nFxvHxs/s72-c/F.001-Libro%2B-%2BArquitecto%2BElder%2BRocha%2BLima.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-7715994534699443054</id><published>2011-07-14T12:28:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T12:32:13.065-07:00</updated><title type='text'>Roberto Segre: sus visiones de la arquitectura Latinoamericana y otras reflexiones contemporáneas</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Roberto Segre: sus visiones de la arquitectura Latinoamericana y otras reflexiones contemporáneas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;El arquitecto italiano Roberto Segre (1934-) de la Universidad Federal de Rio de Janeiro, presenta en la ciudad de Goiania (finales del mes de Mayo del 2011), específicamente en la nueva Facultad de Arquitectura y Urbanismo de la Universidad Federal de Goiás una serie de percepciones y visiones sobre la arquitectura e urbanismo de Latinoamerica. Pienso que Segre como unos de los importantes críticos contemporáneos de la arquitectura, tiene cierta validez, esto hace que sus palabras tengan fundamento sobre las cuestiones que son inherentes al conocimiento del espacio construido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como es obvio, preste mucha atención a lo dicho por Segre, y través de este vehículo de comunicación pueda de alguna forma hacer de conocimiento público, de algunos alcances de sus visiones, de cómo circula la arquitectura contemporánea. Es importante resaltar que Segre a pesar de origen italiano, sus pasajes (de lo vivido) por países como Cuba, Argentina y ahora Brasil, pienso que hace que su conocimiento este imbuido, dentro de su lenguaje y pensamiento sobre las realidades contemporáneas latinoamericanas. Sin duda alguna Segre, promiscuo estudioso y crítico sobre la arquitectura hace (pienso) que sus palabras tengan influencia.&lt;br /&gt;En primero lugar Segre analiza críticamente la arquitectura de los países como Chile, Venezuela, Brasil, Ecuador, México, Colombia y Cuba, enumera algunas obras importantes (según su punto de vista) de algunos arquitectos que son significativos, pero, coloca como tema de análisis/crítica, con el siguiente Titulo: “Arquitectura/Espacio Publico/Ciudad”, y dice como pretexto, la relación de espacio público del movimiento moderno he indica que “el movimiento moderno no ha creado plazas”, como todos sabemos a diferencia de la arquitectura colonial tanto españolas como portuguesa la plazas mayores (principal) giraba en su entorno lo mas significativo (poder) de lo urbano, es más, la ciudades fueron fundadas y su crecimiento se da entorno a estas Plazas Urbanas.&lt;br /&gt;Segre también analiza la situación de los Shopping - Centros Comerciales, e indica “que o capitalismo está en crisis” y ya no tiene el mismo “consumismo” y según mi punto de vista esto ha mudado, más bien sirve como punto de encuentro (de los varios centros que tiene la ciudad) creado por la misma movilidad urbana. Segre asevera que tiene un “significado” ya que plazas importantes como la Plaza de Mayo en Argentina, la Plaza Zócalo de México, la Plaza de Quito (que según él ya había inventado al idea del Shopping), pero también puedo decir que en la Plaza Mayor (también conocida como Plaza de Armas) de la ciudad de Lima tubo la misma configuración. Estas mudanzas dichas por Segre, hace que tenga cuestiones relevantes, tanto así que los arquitectos brasileiros como Vila Nova Artigas y Oscar Niemeyer tengan proyectado para los gobiernos militares. Algunos pensaran ¿cómo esto fue posible? Pero según mi punto de vista esto se da porque la “arquitectura es más amplia” que las consideraciones circunstanciales del momento político, la historia de la arquitectura nos ha mostrado que “no solo trabajamos en consideraciones circunstanciales” tenemos (en su mayoría) pensamientos que nos llevan a visones más prospectivas, con pensamientos de vanguardia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;En el caso de Chile expresado por Segre, en que las Facultades de Arquitectura son buenas porque todavía se trabaja también a “mano libre”, es importante resaltar y claro sin desmerecer en ningún momento la importante herramienta que tiene los programas hechos a través de computador, pero si debo decir (claro según mi punto de vista como profesor universitario de FAU) que es importante que los futuros arquitectos conozcan también el uso del lápiz y del papel mantequilla, de esta forma viabiliza “los primeros conceptos y probablemente los partidos arquitectónicos y/o urbanísticos” – los primeros croquis dan fundamento a nuestro trabajo, y nos entrega esta movilidad proyectual y artística. Pero volviendo a lo dicho por Segre sobre Chile donde la Plaza de la Casa de Moneda, como ideas de plaza de origen moderna. E la actualidad el Estudio América de Arquitectura realiza obras como el Museo de la Memoria, así como el Museo de la Tolerancia, es mas creo que en la ejecución de de estas dos obras tiene connotación importante, no solo como proyecto arquitectónico, sino mas bien esta imbuido todo este pensamiento de movilidad urbana así como de llevar “cultura para el pueblo”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Venezuela también tiene acciones que se dieron, y se dan, como visión contemporánea, es el caso del trabajo del “Tink Tank” del pueblo joven (favela) de San Agustín, a pesar que Segre indica que la ciudad de Caracas tiene similitudes con la ciudad de Houston, Texas, quizás por la cuestión cromática. También elogio el trabajo del notable arquitecto Carlos Raúl Villanueva por el trabajo realizado de la Ciudad Universitaria, así como el trabajo del arquitecto Manuel Delgado de lo cual vislumbra Segre como una “arquitectura aceitica”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;En Colombia Segre indica, que este país tiene un avance significativo, en especial de la “obra pública” dentro de las ciudades de Bogotá y Medellín. Trabajos como del arquitecto Rogerio Salmona en la obra de la Biblioteca Nacional de Bogotá, trabajo visionario del ex Presidente Virgilio Barco. También hace referencia al proyecto de la obra de los arquitectos Alejando Bernal, Felipe Mesa, Paul Restrepo y Camilo Restrepo (a mi manera de ver, obra con pensamientos de sustentabilidad) proyecto del Orquidario del jardín botánico de Medellín – con un fino trato en escoger los materiales, en este caso como el bambú. También hace referencia al proyecto de la Biblioteca en el parque España (Santo Domingo) del arquitecto Giancarlo Mazzanti. Pienso que esta obra remiten a cuestiones imbuidas en el propio paisaje, que tienen acercamientos propios de la cultura andina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para Roberto Segre hace referencia a proyectos en México, como la obra del Parque de Chapultepec (2003) o del Parque Ecologico de Xochimico del arquitecto Mario Schjetnan, así como de la ciudad Lacustre y Biblioteca (2008) de José Vasconcelos y Alberto Kalach en ciudad de México.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;También en Cuba, hace referencia a la intervención de José Luis Sert en ciudad de La Habana, así como de los excelentes trabajos del arquitecto José Antonio Choy en la obra del Centro de Estudios Che Guevara (2008) donde Choy explica: “Decidimos solucionarla de manera muy sintética y desechamos otros caminos que nos condujeran a una exageración en las formas arquitectónicas. Tratamos de que fuese una obra muy limpia, serena, con una gran economía de medios expresivos. Algunas opiniones la enmarcan como una creación minimalista, pero nosotros creemos que se trata de una interpretación muy nuestra acerca de la figura y el pensamiento del Che”. (José Antonio Choy, 2009)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;No cabe duda que Segre al indicar “que el espacio público, como movimiento político”, tanto así, que pienso que estas áreas, tienen un significado que se transforma en un “significante” que esta imbuidos en los pensamientos de la “memoria como identidad” donde son plasmados sus espacios creados, Raul Villanueva, Manuel Delgado, Rogerio Salmona, Mario Schjetnan, José Choy entre otros, están para dar testimonio en sus producciones arquitectónicas y urbanísticas.&lt;br /&gt;Al termino de este texto quería dejar claro de lo que dije para el arquitecto Roberto Segre, que no demorase otros 25 años para visitar esta joven ciudad de Goiania, que tan solo tiene 77 años de existencia, ya que considero por necesario que en sus críticas hechas, pueda de alguna forma además de llevar conocimiento sobre la contemporaneidad de arquitectura latinoamericana, crea de esta forma en sí pensamientos/enseñanzas que se trasladan en reflexiones que se van dando en el tiempo-espacio. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Lima, 14 de Julio de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-7715994534699443054?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/7715994534699443054/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/roberto-segre-sus-visiones-de-la.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7715994534699443054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/7715994534699443054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/roberto-segre-sus-visiones-de-la.html' title='Roberto Segre: sus visiones de la arquitectura Latinoamericana y otras reflexiones contemporáneas'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-5012766096958589608</id><published>2011-07-01T11:39:00.000-07:00</published><updated>2011-07-01T12:08:32.383-07:00</updated><title type='text'>FAUA/UNI: o decálogo dos 100 anos intensos do ensino da arquitetura e urbanismo no Peru.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xDoLSw1x7OI/Tg4UvLSKMCI/AAAAAAAAA6w/cDqNTGONaUU/s1600/LOGO_100.png"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 77px; FLOAT: left; HEIGHT: 41px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624455785347690530" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-xDoLSw1x7OI/Tg4UvLSKMCI/AAAAAAAAA6w/cDqNTGONaUU/s200/LOGO_100.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;FAUA/UNI: o decálogo dos 100 anos intensos do ensino da arquitetura e urbanismo no Peru.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A publicação desta matéria tem um significado intenso sobre a arquitetura e urbanismo no Perú, através da criação da “Facultad de Arquitectura, Urbanismo e Artes de la Universidad Nacional de Ingeniería“ na cidade de Lima no Peru.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Primeiro: por ser fundada a primeira escola da arquitetura e urbanismo na cidade de Lima no Perú (1910); segundo: por ser esta escola a que abriu uma Faculdade para atingir com cognição os processos educacionais dedicados a entender e debater as produções que se deram no tempo-espaço sobre a arquitetura e o estudo das cidades; terceiro: por ter mantido em tempo real seu alto nível educacional, e como e obvio na qualidade e quantidade nos processo/pesquisas cientificas em nível de Bacharelado e Postgrado, que é uma das formas que são avaliadas as Universidades no Mundo; quarto: por se uma Faculdade que serve de base referencial para as outras Universidades – Faculdades de Arquitetura e Urbanismo no Peru, é talvez em America do Sul; quinto: por ter levado esta Faculdade aos debates sobre a necessidades educacionais na esfera da projeção arquitetural, e claro atribuídas nos trabalhos investigativos científicos desta escola; sexto: por ter formado profissionais arquitetos e urbanistas que são referenciais nas produções espaciais e teóricas arquitetônicas e urbanísticas nacionais e internacionais; sétimo: por ser a primeira escola que trouxe o vanguardismo do “pensamento moderno” na área de arquitetura e urbanismo; oitavo: por sempre estar preocupado nas busca de “melhores condições” não só do ensino (questões educacionais/culturais), mais em seu debates internos e externos das “necessidades sociais -políticas” para melhorar a qualidade com “posicionamentos” das nossas cidades no Peru; nono: por ser uma escola que mantém seu “espírito vanguardista” no entendimento do espaço criado e das teorias que são assuntos das novas tecnologias que e aplicativo no tempo; por ultimo, décimo: por manter esta escola um staff de professores /profissionais com uma alta exigência de pré-requisitos que fazem parte da vida histórica e cotidiana da Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Artes da Universidad Nacional de Ingeniería. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2r-ByhGKxe0/Tg4VWccNNZI/AAAAAAAAA64/YC66_4pXvVk/s1600/Logo%2BUNI.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 195px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624456459968132498" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-2r-ByhGKxe0/Tg4VWccNNZI/AAAAAAAAA64/YC66_4pXvVk/s400/Logo%2BUNI.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tenho citado algumas das visões e percepções (penso que tem muito mais...) como ex-aluno da Escola de Pós-graduação desta Universidade – FAUA/UNI (Mestrado em Ciências da Arquitetura com menção a Historia, Teoria e Critica) achou por conveniente/oportuno publicar esta matéria, não só como uma simples noticia do evento/Congresso que explicará mais na frente, mais o significado talvez neste “decálogo” que possa sintetizar o “espírito da evolução” desta Faculdade que cumpre seu primeiro século de vida.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Y_CYUSD9o0s/Tg4VrGRMqUI/AAAAAAAAA7A/PQNEG3yyNAg/s1600/Logo%2BFAUA-UNI.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 186px; DISPLAY: block; HEIGHT: 48px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624456814793632066" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-Y_CYUSD9o0s/Tg4VrGRMqUI/AAAAAAAAA7A/PQNEG3yyNAg/s320/Logo%2BFAUA-UNI.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; O titulo deste texto prevê “Decálogo dos 100 anos intensos do ensino da arquitetura e urbanismo no Peru” é tem como objeto alem de levar ao leitor algumas reflexões sobre o ensino da arquitetura e urbanismo, e fazer de publico conhecimento a realização do – “CONGRESO INTERNACIONAL - 100 años de enseñanza en arquitectura“, que sera relizado na cidade de Lima entre os dias 5 a 7 de Julho de 2011.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para terminar gostaria de parabenizar algumas Universidades do Brasil, como a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie, a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo – FAU/USP, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal da Paraíba, por ter enviado pesquisas cientificas e participar ativamente de várias mesas de trabalhos, na maioria sobre o ensino da arquitetura, e claro de outros Países que se tem esmerado em apresentar temas/trabalhos científicos nacionais e internacionais (Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, Alemanha, Itália, Escócia, entre outros) , penso que o “espírito colaborativo” faz parte do processo da integração educacional da arquitetura e urbanismo em Latinoamerica, é neste tipo de evento – “Congresso” com certeza trará varias reflexões e posicionamentos sobre o ensino da arquitetura e urbanismo, que tem uma importante/fundamental ingerência da nossa profissão de arquiteto e urbanista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 01 de Julho de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Em Junho/2010 foi publicado neste blog algumas reflexões sobre a Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Artes da Universidad Nacional de Ingeniería, que teve como Titulo: “Ensino da Arquitetura: FAUA/UNI nos seus primeiros cem anos de vida, Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Artes da Universidade Nacional de Engenharia, Lima, Peru”, veja aqui:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/06/ensino-da-arquitetura-fauauni-nos-seus.html"&gt;http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/06/ensino-da-arquitetura-fauauni-nos-seus.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;NOTA DE PRENSA – FAUA/UNI &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;"Año del Centenario de Machu Picchu para el Mundo"&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;CONGRESO INTERNACIONAL - INTERNACIONAL CONGRESS&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;"100 años de enseñanza en arquitectura" - "100 years of teaching in architecture"&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Universidad Nacional de Ingeniería, Lima-Perú 5-7 de Julio 2011 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FRi1ZfI46O0/Tg4We5ePwKI/AAAAAAAAA7I/pf74ej3PSDs/s1600/Programa%252520Congreso%252520INI-FAUA%252520-%252520Cara%252520Exterior%252520A.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624457704711897250" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-FRi1ZfI46O0/Tg4We5ePwKI/AAAAAAAAA7I/pf74ej3PSDs/s400/Programa%252520Congreso%252520INI-FAUA%252520-%252520Cara%252520Exterior%252520A.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;PRESENTACION&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;La Facultad de Arquitectura, Urbanismo y Artes de la Universidad Nacional de Ingeniería UNI, celebra 100 años de enseñanza en la arquitectura. Con tal motivo nuestra facultad conjuntamente con el Proyecto Historia UNI, está organizando un congreso internacional que se llevará a cabo del 5 al 7 de julio del 2011 en la Universidad Nacional de Ingeniería, Lima-Perú&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;OBJETIVOS&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;En el marco de la celebración del centenario de la facultad de Arquitectura, Urbanismo y Artes de la Universidad Nacional de Ingeniería se viene organizando el Congreso Internacional “100 years of teaching in architecture”. La Historia de esta facultad se inicia con la creación de la Sección de Arquitectos Constructores en 1910 (SAC) en la antigua Escuela de Ingenieros. Este evento es el primero en su género realizado en el Perú, se trata de generar debate y discusión sobre temas relacionados con la enseñanza de la arquitectura desde sus inicios (Historia), pasando por su evolución en el siglo XX, hasta las tendencias actuales, en diversas regiones y países.&lt;br /&gt;Dentro de los acontecimientos más importantes previstos por el centenario y relacionados con la educación en arquitectura, se encuentra también la búsqueda de la acreditación internacional con el RIBA (Royal Institute of British Architects) de nuestro proceso de enseñanza.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;ANTECEDENTES&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Este congreso es el primero en su género en el Perú, y por la variedad de temas y países convocados es quizá también el primero de este tipo en Latinoamérica en el campo de la enseñanza en arquitectura.&lt;br /&gt;Deseamos agradecer a la EAAE Asociación de Escuelas de Arquitectura con sede en Bélgica, por su gentil colaboración en la difusión de este evento, lo que hizo posible el interés de participar por parte de ponentes de diversos países.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZY1W4TSTOOk/Tg4W7Peb0XI/AAAAAAAAA7Q/OLLbKErta6A/s1600/Programa%252520Congreso%252520INI-FAUA%252520-%252520Cara%252520Interior%252520B.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 133px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624458191654605170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZY1W4TSTOOk/Tg4W7Peb0XI/AAAAAAAAA7Q/OLLbKErta6A/s400/Programa%252520Congreso%252520INI-FAUA%252520-%252520Cara%252520Interior%252520B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Informaciones:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://faua.arquitectura.edu.pe/"&gt;http://faua.arquitectura.edu.pe/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.centenario.arquitectura.edu.pe/inicio.html"&gt;http://www.centenario.arquitectura.edu.pe/inicio.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.uni.edu.pe/sitio/novedades/2011/np_100_arquitectura.htm"&gt;http://www.uni.edu.pe/sitio/novedades/2011/np_100_arquitectura.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pf9hXxRoLSM/Tg4XN4K9jII/AAAAAAAAA7Y/quUmZICla6U/s1600/Poster%2BCongresso%2Bfaua_100.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 113px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5624458511816428674" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-pf9hXxRoLSM/Tg4XN4K9jII/AAAAAAAAA7Y/quUmZICla6U/s400/Poster%2BCongresso%2Bfaua_100.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Fuente: FAUA/UNI/2011.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://faua.arquitectura.edu.pe/"&gt;http://faua.arquitectura.edu.pe/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-5012766096958589608?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/5012766096958589608/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/fauauni-o-decalogo-dos-100-anos.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/5012766096958589608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/5012766096958589608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/07/fauauni-o-decalogo-dos-100-anos.html' title='FAUA/UNI: o decálogo dos 100 anos intensos do ensino da arquitetura e urbanismo no Peru.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-xDoLSw1x7OI/Tg4UvLSKMCI/AAAAAAAAA6w/cDqNTGONaUU/s72-c/LOGO_100.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-9077703890960654498</id><published>2011-06-11T08:06:00.000-07:00</published><updated>2011-06-12T15:06:38.246-07:00</updated><title type='text'>Goiânia e sua representação da historia arquitetônica na Exposição de Barcelona 2011</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Goiânia e sua representação da historia arquitetônica na Exposição de Barcelona 2011&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No mês de Maio de 2011 o Instituto de Arquitetos do Brasil, representado pelo Presidente do IAB/DN o Arq. Gilson Paranhos apresenta na Exposição de Barcelona 2011 uma serie de trabalhos de arquitetura e urbanismo de diversas capitais do Brasil. Como Conselheiro Superior do IAB/Goiás apresente a nossa representação com cinco projetos mais significativos na linha do tempo (claro, segundo meu ponto de vista) da cidade de Goiânia. O trabalho encomendado e sua escolha foram bastante difíceis, já que a idéia era apresentar uma síntese da nossa historia arquitetônica (talvez formalista), e inclusive teria que se apresentar em imagens fotográficas e textos muito sintéticos. “Apesar de que existem outras obras importantes, penso que na escolha sintetiza o “espírito evolutivo” arquitetônico e urbano desta nova cidade de 77 anos. Tenho tomado em consideração o que foi solicitado...” (J. Villavisencio, Maio/2011)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As obras apresentadas forem: Bosque dos Buritis (1933-1935); Teatro Goiania (1937-1942); Edifício do BANESPA (1977-1979); Centro Cultural “Oscar Niemeyer” de Goiânia (2004-2006); Edifício do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Goiás. (em execução) Também apresente um breve texto como ajuda de memória em português e espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A introdução&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A cidade de Goiania fundada por Pedro Ludovico Teixeira (interventor federal), a pedra fundamental do lançamento foi em 24 de Outubro de 1933. O Plano Piloto Urbanístico de Goiânia foi realizado pelo arquiteto Attílio Correa Lima, e cumpre com características utópicas da Carta de Atenas de 1933, evento do Congresso Internacional de Arquitetura Moderna – CIAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Versão em espanhol: La ciudad de Goiania, fue fundada por Pedro Ludovico Teixeira (interventor federal), la piedra fundamental fue puesta el 24 de octubre de 1933. El Plano Piloto Urbano de Goiania fue efectuado por el arquitecto Atilio Correa Lima, y cumple con las características utópicas de la Carta de Atenas de 1933, evento del Congreso Internacional de Arquitectura Moderna - CIAM.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;As obras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;&lt;strong&gt;Bosque dos Buritis&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; (1933-1935)&lt;br /&gt;Localizado na Alameda dos Buritis (Avenida Assis Chateaubriand), Setor Oeste, considerado o mais antigo patrimônio paisagístico de Goiânia, tem uma área de 141.500 m2. Esta importante área verde talvez seja uma das áreas mais representativas da cidade, a área foi contemplada dentro do traçado urbano original de Goiânia, elaborado pelos arquitetos Attílio Correa Lima e Armando de Godoy no período de 1933 a 1935. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-mN3eW33vCoE/TfOGi62mUuI/AAAAAAAAA3Q/192b4nsYO68/s1600/F1.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BPref.%2Bde%2BGoiania.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 270px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616981094733075170" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mN3eW33vCoE/TfOGi62mUuI/AAAAAAAAA3Q/192b4nsYO68/s400/F1.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BPref.%2Bde%2BGoiania.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F1.A – Bosque dos Buritis (1933-1935) – vista aérea.&lt;br /&gt;Fonte: Prefeitura de Goiânia (2010)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-T-l1mC4hfoc/TfOGt5JhwgI/AAAAAAAAA3Y/p4ACWLHW4hk/s1600/F2.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616981283254157826" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-T-l1mC4hfoc/TfOGt5JhwgI/AAAAAAAAA3Y/p4ACWLHW4hk/s400/F2.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F2.A – Bosque dos Buritis (1933-1935) – vista externa.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3zambzYBKh0/TfOG3jz3LpI/AAAAAAAAA3g/3kufOoX5F8Q/s1600/F3.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616981449324834450" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-3zambzYBKh0/TfOG3jz3LpI/AAAAAAAAA3g/3kufOoX5F8Q/s400/F3.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F3.A – Bosque dos Buritis (1933-1935) – vista interna.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-syyYycW6Zpg/TfOHDROFHOI/AAAAAAAAA3o/-XkJz160H-4/s1600/F4.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616981650492955874" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-syyYycW6Zpg/TfOHDROFHOI/AAAAAAAAA3o/-XkJz160H-4/s400/F4.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F4.A – Bosque dos Buritis (1933-1935) – vista interna.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_xcEkGRIIYY/TfOHRP0UXFI/AAAAAAAAA3w/xeOlBgi1daY/s1600/F5.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616981890634636370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-_xcEkGRIIYY/TfOHRP0UXFI/AAAAAAAAA3w/xeOlBgi1daY/s400/F5.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F5.A – Bosque dos Buritis (1933-1935) – vista interna.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Versão em espanhol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Ubicado en la Alameda de los Buritis (Avenida Assis Chateaubriand), del Sector Oeste, considerado como patrimonio paisajístico más antiguo de Goiania, tiene una superficie de 141.500 m2. Está zona verde es importante como pulmón, y quizás uno de los más representativos de la ciudad, esta área fue incluida adentro del diseño urbano original de Goiania, diseñada por los arquitectos Attilio Correa Lima y Armando Godoy, en el período 1933 a 1935.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-0sa17RruexE/TfOIndU6M8I/AAAAAAAAA34/In_o_IC6uVk/s1600/F6.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616983371729744834" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-0sa17RruexE/TfOIndU6M8I/AAAAAAAAA34/In_o_IC6uVk/s400/F6.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BJ%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F6.A – Alameda dos Buritis (1933-1935) – o contorno do espaço externo.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Teatro Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (1937-1942)&lt;br /&gt;Uma das características mais importante da arquitetura patrimonial de Goiânia é sua arquitetura de estilo Art Decó, a obra do Teatro de Goiania foi realizada pelos arquitetos Jorge Félix de Souza e José Neddemeyer, sua inauguração data do ano 1942.&lt;/p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-F4NZLun5I4w/TfOJK9UfvOI/AAAAAAAAA4A/-6cXuwNIucA/s1600/F1.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BLivro%2B74%2Banos%2Bde%2BGoiania.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 291px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616983981613366498" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-F4NZLun5I4w/TfOJK9UfvOI/AAAAAAAAA4A/-6cXuwNIucA/s400/F1.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BLivro%2B74%2Banos%2Bde%2BGoiania.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F1.B – Teatro Goiania (1937-1942) – vista lateral esquerda.&lt;br /&gt;Fonte: Livro 74 anos de arquitetura de Goiânia (2006&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-EHANh7drgRY/TfU2qkO4s7I/AAAAAAAAA6o/cJA4V7huTZs/s1600/F2.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5617456215123080114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-EHANh7drgRY/TfU2qkO4s7I/AAAAAAAAA6o/cJA4V7huTZs/s400/F2.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F2.B – Teatro Goiania (1937-1942) – vista lateral direita.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-w9L0h0gL6-4/TfOJdQKjUNI/AAAAAAAAA4Q/bcANs6KF5dY/s1600/F3.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BArq.%2BIra%2BTaborda%2BDudeque.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616984295909576914" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-w9L0h0gL6-4/TfOJdQKjUNI/AAAAAAAAA4Q/bcANs6KF5dY/s400/F3.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BArq.%2BIra%2BTaborda%2BDudeque.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F3.B – Teatro Goiania (1937-1942) – no preâmbulo da noite.&lt;br /&gt;Fonte: Arq. Ira Taborda Dudeque (2006)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-cmmZLz_JRtk/TfOJuHVW8aI/AAAAAAAAA4Y/A1Dyv8Fxjvk/s1600/F4.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616984585596760482" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-cmmZLz_JRtk/TfOJuHVW8aI/AAAAAAAAA4Y/A1Dyv8Fxjvk/s400/F4.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F4.B – Teatro Goiania (1937-1942) – vista frontal – a arquitetura de estilo Art Decó.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Versão em espanhol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Una característica de los proyectos iniciales de Goiania es su arquitectura de estilo Art Déco, el Cine Teatro de Goiania fue hecho por los arquitectos Jorge Félix de Souza y José Neddemeyer, su fecha de apertura es del año 1942.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616985957880307202" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-JZ9NrNMBo78/TfOK9_fQHgI/AAAAAAAAA4g/8CaAgTNqykg/s400/F5.B%2BTeatro%2BGoiania%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F5.B – Teatro Goiania (1937-1942) – vista externa.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Edifício do BANESPA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (1977-1979)&lt;br /&gt;Obra do arquiteto Ruy Ohtake, o projeto arquitetônico data do ano de 1977, esta localizada na área Central de Goiânia. Penso que esta obra tem partituras harmônicas formais e urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Sxa2IAFffTY/TfOLrVMBVKI/AAAAAAAAA4o/5LTuu4kta8s/s1600/F1.C%2BBanespa%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616986736799339682" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Sxa2IAFffTY/TfOLrVMBVKI/AAAAAAAAA4o/5LTuu4kta8s/s400/F1.C%2BBanespa%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F1.C – Edifício do BANESPA (1937-1942) – vista frontal.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616986888728162466" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-iHrgJE1AHzI/TfOL0LKrMKI/AAAAAAAAA4w/0NMzUPLvZgI/s400/F2.C%2BBanespa%2B-%2BJ%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F3.C – Edifício do BANESPA (1937-1942) – vista lateral esquerda Rua 9.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Versão em espanhol:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Fue efectuado por el arquitecto Ruy Ohtake, su diseño arquitectónico se remonta a los años de 1977, está situado en la zona central de Goiania. Creo que este trabajo tiene como resultados cuestiones de armonías formales y urbanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-XN6fOXPFwgk/TfOXuozbH3I/AAAAAAAAA6g/VxMmTbbFI3c/s1600/F4.C%2BBanespa%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616999987744022386" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-XN6fOXPFwgk/TfOXuozbH3I/AAAAAAAAA6g/VxMmTbbFI3c/s400/F4.C%2BBanespa%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F4.C – Edifício do BANESPA (1937-1942) – detalhe da fachada.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Centro Cultural “Oscar Niemeyer” de Goiânia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (2004-2006)&lt;br /&gt;Projeto do arquiteto Oscar Niemeyer, esta obra representa para a cidade de Goiânia um importante espaço cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mTRLY9gM828/TfONbgI0RoI/AAAAAAAAA5I/Gyb5tVIz6NQ/s1600/F1.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BPref.%2Bde%2BGoiania.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 258px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616988663884039810" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-mTRLY9gM828/TfONbgI0RoI/AAAAAAAAA5I/Gyb5tVIz6NQ/s400/F1.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BPref.%2Bde%2BGoiania.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F1.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – vista geral.&lt;br /&gt;Fonte: Prefeitura de Goiania (2008&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-MZA6FZ7bDGU/TfONiLHRQ7I/AAAAAAAAA5Q/56E3vCkdoUY/s1600/F2.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616988778499490738" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-MZA6FZ7bDGU/TfONiLHRQ7I/AAAAAAAAA5Q/56E3vCkdoUY/s400/F2.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F2.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – vista do teatro.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-yYhZ4D_hOoY/TfONpwyoesI/AAAAAAAAA5Y/2Hbij85x_QU/s1600/F3.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616988908872563394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-yYhZ4D_hOoY/TfONpwyoesI/AAAAAAAAA5Y/2Hbij85x_QU/s400/F3.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F3.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – detalhe dos edificios.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CPhkfg3zKvc/TfOPWlJPYYI/AAAAAAAAA5g/bafQuAUa6UA/s1600/F4.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616990778351903106" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-CPhkfg3zKvc/TfOPWlJPYYI/AAAAAAAAA5g/bafQuAUa6UA/s400/F4.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F4.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – edifício de exposições.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616991089420896002" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-mjpFet-hlu0/TfOPor93hwI/AAAAAAAAA5o/_lVobfvoBjo/s400/F5.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F5.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – edifício da biblioteca e salas.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2009&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Versão em espanhol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Diseñado por el arquitecto Oscar Niemeyer, esta obra representa para la ciudad de Goiania un importante espacio de actividad cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616992504976890546" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-uytoeQ1S-Vw/TfOQ7FUt2rI/AAAAAAAAA5w/E4H1MIMPbmI/s400/F6.D%2BCentro%2BCult.%2BO.%2BNiemeyer%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F5.D – Centro Cultural “Oscar Niemeyer” (2004-2006) – edifício da biblioteca e salas.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2009)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000066;"&gt;Edifício do Instituto de Arquitetos do Brasil – Departamento de Goiás.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(obra em execução)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Localizado no Setor Universitário da cidade de Goiânia, projetado pelo arquiteto João da Gama Filgueiras Lima – Lelé, penso que esta obra é importante para os arquitetos e a arquitetura da cidade, porque tem como reflexos alem da leveza de suas formas, uma alta tecnologia de pensamentos sustentáveis. O mestre Lelé presenteia para a cidade toda sua experiência em seus mais de 50 anos de profissão de arquiteto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-TO-nMJpZfmk/TfORaosMYnI/AAAAAAAAA54/1dDm0f-1Rgw/s1600/F1.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616993047046546034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-TO-nMJpZfmk/TfORaosMYnI/AAAAAAAAA54/1dDm0f-1Rgw/s400/F1.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F1.E – Instituto de Arquitetos do Brasil – Dep. de Goiás (obra em execução) – vista externa.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2010&lt;/strong&gt;)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8m5Ke-AQXlE/TfORizsfVqI/AAAAAAAAA6A/1YSjD66PNxE/s1600/F2.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616993187439531682" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-8m5Ke-AQXlE/TfORizsfVqI/AAAAAAAAA6A/1YSjD66PNxE/s400/F2.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F2.E – Instituto de Arquitetos do Brasil – Dep. de Goiás (obra em execução) – vista externa.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QZbjUejVjYA/TfORvYsAmvI/AAAAAAAAA6I/p3MWJEeqjug/s1600/F3.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616993403528059634" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QZbjUejVjYA/TfORvYsAmvI/AAAAAAAAA6I/p3MWJEeqjug/s400/F3.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F3.E – Instituto de Arquitetos do Brasil – Dep. de Goiás (obra em execução) – vista externa.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616993581198346418" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-O04j4BMRfyk/TfOR5uj6CLI/AAAAAAAAA6Q/tOtLzwpjAUA/s400/F4.E%2BIAB-Goi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F4.E – Instituto de Arquitetos do Brasil – Dep. de Goiás (obra em execução) – detalhe do interior.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Versão em espanhol:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Ubicado en el Sector Universitario de la ciudad de Goiânia, diseñado por el arquitecto João da Gama Filgueiras Lima – Lelé, creo que este trabajo es importante para los arquitectos y la arquitectura de la ciudad, debido a sus consecuencias que van más allá de la ligereza de sus formas, porque tiene pensamientos de la alta tecnología sostenible. El maestro Lelé regala para la ciudad toda su experiencia en sus más de 50 años de profesión como arquitecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5616994648660757538" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-7hsyUMxdzqU/TfOS33KxzCI/AAAAAAAAA6Y/4WiwoG54VOQ/s400/F5.E%2BIAB-%2BGoi%25C3%25A1s%2B-%2BJ.%2BVillavsiencio.JPG" /&gt; &lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F5.E – Instituto de Arquitetos do Brasil – Dep. de Goiás (obra em execução) – perspectiva.&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos ressaltar que as imagens apresentadas relatam o “espírito evolutivo” formal da arquitetura de Goiânia (claro baixo meu ponto de vista), mais penso que si a arquitetura e síntese, mais não e só imagem, a formatação de apresentação deste texto acho que reflexa a síntese em imagem e texto do que foi solicitado pelo IAB/DN, como diz no inicio é foi muito difícil sintetizar a historia da arquitetura em cinco obras de Goiânia em seu 77 anos de existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiania, 11 de Junho de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Nota:&lt;/strong&gt; Mais informação neste blog sobre a historia arquitetônica e urbanística de Goiânia, clique aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/08/art-deco-arquitetura-moderna-do-seculo.html"&gt;http://jvillavisencio.blogspot.com/2010/08/art-deco-arquitetura-moderna-do-seculo.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-9077703890960654498?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/9077703890960654498/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/goiania-e-sua-representacao-da-historia.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9077703890960654498'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9077703890960654498'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/goiania-e-sua-representacao-da-historia.html' title='Goiânia e sua representação da historia arquitetônica na Exposição de Barcelona 2011'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-mN3eW33vCoE/TfOGi62mUuI/AAAAAAAAA3Q/192b4nsYO68/s72-c/F1.A%2BBos.%2BBuritis%2B-%2BPref.%2Bde%2BGoiania.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-9199214686632328665</id><published>2011-06-02T14:13:00.000-07:00</published><updated>2011-06-02T17:46:02.676-07:00</updated><title type='text'>Holanda: percepções preventivas no espaço urbano e arquitetônico contemporâneo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Holanda: percepções preventivas no espaço urbano e arquitetônico contemporâneo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Holanda esta localizada na zona geográfica dos países baixos, esta tem características bastante especiais, todos sabem que suas cidades estão abaixo do nível do mar, isso faz que Holanda tenha uma luta incessante com relação na conquista e preservação de seu espaço urbano e rural. Como temos percebido nestas últimas décadas a “falta de critério” com a questão ambiental, entrega só agudeza a esta problemática. Neste texto trata de encontrar algumas possíveis alternativas sobre estas problemáticas arquitetônicas e urbanas, ações produzidas neste tempo contemporâneo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No tempo-espaço se tem escrito vários textos e artículos das produções das técnicas sobre algumas das formas possíveis soluções a seus problemas. Tratando-se de questões relacionadas com a arquitetura e o urbanismo que são temas constantes de pesquisa e publicação neste blog, achamos por oportuno pronunciarmos ao respeito.&lt;br /&gt;Como tínhamos dito anteriormente a depredação com o meio ambiente, além que agudiza a problemática, se há perdido (existe um ar de dês-norteamento), e temos muitas incertezas com a questão do controle urbano, para que está se torne como via de proposta de sustentabilidade do nosso planeta, penso que “proteger e cuidar” são as palavras de ordem.&lt;br /&gt;Inclusive os riscos têm-se intensificando em algumas áreas urbanas de Holanda. E como é comum nesta ultima década tem acontecido sucessos de desastres naturais ambientais de grande magnitude basta lembrar-se do aconteceu na cidade de New Orleans (furacao Katrina, 2005);Haiti (terremoto, 2010); Blumenau-SC. (inundação, 2008); Petrópolis-RJ. (inundação, desmoronamento, 2011) e por ultimo este no norte do Japão (terremoto, tsunami, contaminação nas usinas nucleares, 2011). Devo dizer que só tenho enumerado alguns, é claro, tem muito mais...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Penso que umas das formas de corretas de atuar ante estes acontecimentos de desastres naturais são através da “prevenção”, com isto quero dizer que é necessário antecipasse ante estes eventos, como e obvio o desastre sempre existira, esta já faz parte da historia do planeta terra, mais com temos dito neste último tempo a situação é assustadora, é mais incisiva. O que se trata neste texto e de encontrar “novas fontes inspiradoras” que nos permitam imbuir na busca de novas fontes, o simplesmente fazer de conhecimentos a nossos leitores que existem alternativas, que existem na pratica e tem sucesso, e claro permite que através das formas do processo projetual da arquitetura e das técnicas construtivas de forma “criativa” possa amenizar esta problemática. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qqj_plJiJ5o/Tef9afJU4uI/AAAAAAAAA2U/jT_MH4vvH94/s1600/PICT5758.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 186px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613734092019655394" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-qqj_plJiJ5o/Tef9afJU4uI/AAAAAAAAA2U/jT_MH4vvH94/s320/PICT5758.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: History Channel (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais como diz o Prefeito de Blumenau – Santa Catarina o Sr. João Paulo Kleinübing (na XI Conferência das Cidades em Brasília – Dez./2010), temos que vislumbrar o espaço urbano em duas tipologias “deficiências e potencialidades” estas condicionantes lhe permite enxergar seu espaço urbano em forma talvez antagônica (claro-escuro), mais o contraste tem seu diferencial no sentido de poder enxergar o certo ou no errado, a problemática urbana se faz mais latente quando só vê as deficiências, em especial nas catástrofes naturais (adversidades), mais o importante visualizar as prováveis “potencialidades”, achamos que toda cidade por mais adversidades naturais que estejam presentes de tempos em tempos, a investigação/pesquisa cientifica tem ajudado a amenizar a problemática, o que sucede que os lapsos de períodos destes tempos tem diminuído, o que se senta mais latente hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais sem duvida a arquitetura busca estar presente ante estes acontecimentos, porque ao final de contas, somos-nos o que estamos invadindo o seu espaço natural, por isso deve ficar claro que nos somos (as cidades) que temos que acondicionarmos ao meio ambiente, porque esta demonstrada que a “natureza é sabia”, e seu curso continua – adaptarmos ao meio ambiente e uma forma correta e sustentável de fazer bem as coisas, agressão ao meio ambiente só gera regressão e desconforto urbano.&lt;br /&gt;A conscientização sobre o tema ambiental deve estar dentro de nossa cultura, tarefa que não e fácil, os interesses das praticas imobiliárias que visam só o lucro (muito poucas pensam na sustentabilidade), tem inviabilizado o processo e correto de fazer um bom planejamento urbano e arquitetônico, alem das políticas publicas que não se tem esmerado em colocar um basta na má adequação do espaço físico.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-_L3oqJvSQ-4/Tef9mt2tCaI/AAAAAAAAA2c/_1nAQQR5NsA/s1600/PICT5783.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 221px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613734302126508450" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-_L3oqJvSQ-4/Tef9mt2tCaI/AAAAAAAAA2c/_1nAQQR5NsA/s320/PICT5783.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: History Channel (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na pequena cidade de Massbommel na Holanda, o Dr. Chris Zeven Bergem apresenta uma tipologia de um conjunto de vivendas unifamiliares denominada de “casas anfíbias” ou “casa flutuante”, e evidente que este tipo de construções está adequada a problemática sobre a “prevenção” de acidentes por ingerência do riscos e desastre pelas agressões ao meio ambiente. Quando nos referimos na questão da prevenção – na realidade nos estamos “antecipado” algum fato que possa ocorrer. Como temos dito anteriormente estas caracterizações sobre os desastres de eventos naturais, estes eventos de forma muito aguda tem aparecido com certa freqüência, é nem sempre estamos preparados, talvez este tipo de projeto possa abrir novos “conceitos arquitetônicos” nas formas de percepção e de conceituar o espaço urbano e da arquitetura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ja6lrpiIaQ8/Tef9zspNMoI/AAAAAAAAA2k/Z3CTotP8aMI/s1600/PICT5784.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5613734525139759746" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-ja6lrpiIaQ8/Tef9zspNMoI/AAAAAAAAA2k/Z3CTotP8aMI/s320/PICT5784.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: History Channel (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Trata-se de uma obra que flutua em base ao um enorme tanque de ar, ancorada em uns pilotis, que contem anéis envoltos destes pilotis que faz que possa se movimentar conforme a maré vai subindo ou descendo, parece ate simples, mais penso que o Dr. Chris Zeven Bergem, teve que fazer o estudo tecnológico com uma alta precisão, alem claro do impacto ambiental que este grupo de vivendas teve ingerência no seu entorno. Cada uma destas vivendas tem um peso de 100 toneladas no seu casco oco (similar a o que acontece num navio), e evidente que os materiais utilizados sejam tratados com anti-corrosivos, o que garante sua durabilidade.&lt;br /&gt;O que me chamo à atenção que os atuais moradores destas vivendas, tinham a tranqüilidade de morar lá, devido a seu ao pensamento de “prevenção” ante as adversidades propugnadas pelos desastres naturais. Mais o custo de cada vivenda e de US$. 348 mil. (2005) Um custo bastante elevado para nossas realidades, mas queda como ensinamento as novas formas criativas aplicadas tecnologicamente para solucionar problemas ante essas adversidades, talvez esta critica possa nos levar a obter pensamentos mais profundos sobre estes grandes temas dos “desastres naturais”, como dize no inicio estes riscos e desastre naturais cada vez são mais freqüentes. E só lembramos que temos que ter o pensamento preventivo quando acontecem estes eventos. Por isso que concordo plenamente com o Sr. João Paulo Kleinübing – Prefeito de Blumenau, em definir nossas “deficiências e potencialidades”, talvez possamos encontrar através destas duas importantes palavras em definir nas formas e processo de nos prevenir, tenho certeza que a “prevenção” sai muito mais econômico, alem e claro do desgaste social e cultural que estes eventos geram.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Quando nos arquitetos preparamos para realizar um determinado projeto temos que “programar” (as necessidades dos proprietários – do povo), então, se esta “antecipando” ao ato projetual o construtivo, é desta forma que metodologicamente trabalhamos, este olhar dos “riscos e desastres” tem que estar imbuído nas formas de conduzir os trabalhos a arquitetura e o urbanismo. Esta em evidencia, é importante – cuidemos e preservemos mais. Não fiquemos à margem destas circunstâncias, levemos isso a serio, como uma forma correta de fazer arquitetura, prevenindo estamos cuidando mais, com melhor qualidade, façamos desta uma filosofia de pensamento. É obvio, sabemos que os câmbios climatológicos atuais – são provocados pelo homem – somos co-responsáveis pelos desastres naturais, si bem e certo só podemos “amenizar” a problemática, façamos está de forma consciente. Nossas visões e percepções estão imbuídas dentro do espaço a ser criado/construído, na historia da arquitetura nos ensina, que nas “rupturas” produzidas na quarta dimensão, tem levado a outras formas de comportamento, foi assim que os arquitetos atuamos, considero que este comportamento de rupturas – por necessidade ou por espírito vanguardista tem levado a soluções que ficam cada vez mais perto das realidades e necessidades do que a sociedade, o povo reclama/demanda.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiania, 2 de Junho de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-9199214686632328665?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/9199214686632328665/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/holanda-percepcoes-preventivas-no.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9199214686632328665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/9199214686632328665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/06/holanda-percepcoes-preventivas-no.html' title='Holanda: percepções preventivas no espaço urbano e arquitetônico contemporâneo'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qqj_plJiJ5o/Tef9afJU4uI/AAAAAAAAA2U/jT_MH4vvH94/s72-c/PICT5758.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-5179128799016386798</id><published>2011-05-24T14:15:00.001-07:00</published><updated>2011-05-24T14:21:58.302-07:00</updated><title type='text'>Circuitos da Arquitetura Moderna Brasileira na cidade de Goiânia. (30-31/Maio/2011)</title><content type='html'>&lt;span style="color:#000099;"&gt;Circuitos da Arquitetura Moderna Brasileira na cidade de Goiânia. (30-31/Maio/2011)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás – FAU/UFG apresenta uma serie de palestras relacionadas com arquitetura moderna. Destaco a presencia do palestrante o arquiteto Roberto Segre (polemico, e conhecedor da arquitetura Latinoamerica). Entendo do esforço da nova escola da FAU/UFG em trazer estes renomados palestrantes para o Estado de Goiás, mais é pertinente e oportuno dizer que a arquitetura de Goiás está na procura de novas formas de pensamentos que nos permitam ter novas “percepções” mais contemporâneas das nossas realidades. Talvez neste evento possa abrir discussões que sejam mais inspiradoras das formas de entender a arquitetura e urbanismo de Goiás, do Brasil e de Latinoamerica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Goiânia, 24 de Maio de 2011&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-UVd0e-cPP7o/TdwgM143R0I/AAAAAAAAA2M/FERbZwMLZCw/s1600/cartaz%2BPalestra%2BFAU-UFG.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 282px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5610394640792897346" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-UVd0e-cPP7o/TdwgM143R0I/AAAAAAAAA2M/FERbZwMLZCw/s400/cartaz%2BPalestra%2BFAU-UFG.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Palestras&lt;/strong&gt; (30-31/05/2011)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Arquitetura, patrimônio, espaço público e sociedade na América Latina&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Roberto Segre&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (UFRJ)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O sentido moderno no contemporâneo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Edson Mahfuz&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (UFRGS)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Cidade moderna e patrimônio cultural: projeto e preservação&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Marcelo Ferraz&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (Brasil Arquitetura) &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Critérios de conservação e desafios da preservação do patrimônio recente&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Marcos Carrilho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (IPHAN-SP)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Brasília, cidade moderna: polêmicas e desafios da preservação&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Eduardo Rossetti&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (IPHAN - DF)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-5179128799016386798?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/5179128799016386798/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/circuitos-da-arquitetura-moderna.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/5179128799016386798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/5179128799016386798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/circuitos-da-arquitetura-moderna.html' title='Circuitos da Arquitetura Moderna Brasileira na cidade de Goiânia. (30-31/Maio/2011)'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-UVd0e-cPP7o/TdwgM143R0I/AAAAAAAAA2M/FERbZwMLZCw/s72-c/cartaz%2BPalestra%2BFAU-UFG.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-3994822112505259609</id><published>2011-05-14T09:59:00.000-07:00</published><updated>2011-05-14T10:30:23.202-07:00</updated><title type='text'>Pampulha: o pensamento de visão moderna da arquitetura de Oscar Niemeyer</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Pampulha: o pensamento de visão moderna da arquitetura de Oscar Niemeyer&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O projeto da Pampulha (1942-1944) pode ser considerado uma obra prima da arquitetura moderna brasileira, e seu primeiro projeto individual (com força internacional) do arquiteto Oscar Niemeyer, em efeito muitos se têm escrito de seus edifícios, mais com o intuito de buscar novas fontes inspiradoras que possam achar novas percepções. Além que já faz parte da arquitetura de pensamento moderno no só do Brasil, mais esta é expandida como parte do movimento moderno da arquitetura internacional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É evidente que o momento político era especial e pertinente – de origem de vanguarda para apresentar novas propostas em todas as formas de pensar, claro de pensamento moderno, a procura pelo avance (prospecção) tinha esse elemento do dinamismo que extrai como fundamento sócio-político visão e percepção do Juscelino Kubitschek (1900-1900), Prefeito de Belo Horizonte, sem duvidas esta obra deu destaque para sua carreira presidencial.&lt;br /&gt;A obra da Pampulha previa cinco edifícios: um salão de dança popular, o cassino, um clube de destaque social, uma igreja e por ultimo um Hotel (esta ultima obra não se concretizou). &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NAgehJIB4mw/Tc61K_H9PtI/AAAAAAAAA1U/dVR7Mg45Evo/s1600/F-1%2BCassino%2B%25281942%2529%2BPampulha.png"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 310px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606617786470973138" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-NAgehJIB4mw/Tc61K_H9PtI/AAAAAAAAA1U/dVR7Mg45Evo/s400/F-1%2BCassino%2B%25281942%2529%2BPampulha.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.1 – Obra do Cassino (1942) – Niemeyer visualizado a marquise – Pampulha&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Oscar Niemeyer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Os edifícios da obra da Pampulha ficam na margem do lago artificial, “...o prefeito Kubitschek procura ao arquiteto Oscar Niemeyer já conhecido nacional e internacionalmente &lt;em&gt;Kubistchek, cujo dinamismo e ação empreendedora promoveram sua carreira política, decidiu seu primeiro contato com ele, valer-se de seu talento do arquiteto. “Confiou-lhe a tarefa de projetar um conjunto de edifícios...&lt;/em&gt; (Bruand 2008:109).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Considero que a proposta foi interessante no sentido de levar para foras da cidade (poucos km. de Belo Horizonte) outra proposta urbana que saia do convencionalismo urbano da época. Talvez como o intuito de duas medidas: a primeira uma maior participação da sociedade em tais edifícios, mais principalmente nas áreas publicas (espaços livres) na busca de uma troca, poderia definir de inter-relações sociais e culturais, este cambio de experiências traz estímulos que são questões culturais regionais, mais também extrapolam intercambio local, tantos assim, que a obra da Pampulha a posteriori toma dimensões internacionais através de sua arquitetura e do próprio Oscar Niemeyer. Tenho lido em alguns textos que se referem nesta obra só como efeito de Kubistchek, mais devemos lembra que a percepção na busca de uma arquitetura de vanguarda de Niemeyer teve considerações mais amplas, sem ele não tive-se chegado a ter as dimensões nacionais e internacionais, e isso já faz parte da historia da arquitetura modera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;A idéia de desenvolver uma zona suburbana predominantemente de Lazer tinha fundamento: o gosto pelo jogo, profundamente enraizado, assegurava rentabilidade do cassino, e o lago constituía um quadro magnífico para a prática de esportes náuticos e das atividades mundanas, tão importantes aos olhos da alta sociedade brasileira. &lt;/em&gt;(Bruand 2008:109)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3HJSK4z-2oE/Tc61RwgExyI/AAAAAAAAA1c/lg81OSPoaJc/s1600/F-2%2BPampulha%2BGoogle%2BEarth.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 280px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606617902804682530" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-3HJSK4z-2oE/Tc61RwgExyI/AAAAAAAAA1c/lg81OSPoaJc/s400/F-2%2BPampulha%2BGoogle%2BEarth.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.2 – Implantação da Pampulha – Belo Horizonte&lt;br /&gt;Fonte: Google Earth (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Niemeyer (de pensamento político de esquerda) &lt;em&gt;... desde seu ponto de vista, sempre se identifico a tarefa de arquiteto com os problemas coletivos e com os grandes problemas sociais, mais nunca se constrangeu em projetos individuais ate mesmo suntuosos, destinado para as classes abastadas.&lt;/em&gt; (Bruand 2008:110) Mais penso que a visão de Niemeyer tinha aquele “espírito amplo”, no sentido, que através de sua arquitetura ele poderia atingir outras visões formais com clareza e versatilidade, porque em minha opinião a arquitetura “é para todos”, todo tipo de preconceitos ficaria para trás é não cria nada, gera regresso (retrocesso) em isso não nada moderno. Sem sombra de duvida Niemeyer procurava algo novo “inovador”, algo que pude-se ser transmitido pela sua arquitetura, uma reflexão que desse para Niemeyer um novo “espírito prospectivo” que possam ser contemplado em alguns casos ate admirado, e a vezes copiado, não nos referimos na questão formal, mais sim no espírito amplo de ver, analisar, imbuir neste tipo de arquitetura. &lt;em&gt;“Mais alguns contra a Pampulha se insurgiam, incapazes de acompanhar nas formas mais livre que propúnhamos.”&lt;/em&gt; (Niemeyer 1978:30)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais como o define Kenneth Frampton &lt;em&gt;“o gênio Niemeyer atingiu seu ponto culminante em 1942, quando, aos 35 anos de idade, criou sua primeira obra prima, o Cassino da Pampulha.”&lt;/em&gt; (Frampton 2008:311). Vejamos que ate hoje com seu mais de cem anos de idade “ainda ele surpreende” que é o que Niemeyer faz de sua arquitetura: “criar surpresa”. &lt;em&gt;...uma criação inteiramente nova, que surpreende pelo aspecto inesperado de sua linhas oblíquas, mas que conserva ao mesmo tempo uma clareza geométrica, digna e uma pureza própria das grandes realizações clássicas.&lt;/em&gt; (Bruand 2008:111-112)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sua reinterpretação das bases que tinha de Le Corbusier teve um efeito de preponderância nas propostas de Niemeyer, sua vivencia na execução da obra do Ministério de Educação e Saúde (1936) na cidade de Rio de Janeiro, derem para ele os frutos esperados, em especial nos aspetos da “promenade”, este recorrido faz que suas obras possam ser olhadas baixo diferentes pontos de vistas, claro dentro da proposta do recorrido de Niemeyer, talvez no sentido da mesma contemplação de sua arquitetura, nada comum para a época. &lt;em&gt;“Nem todos sorriam. Para os mais dotados, Pampulha era uma opção atraente, permitindo a liberdade que o funcionalismo recusava. Para outros um caminho difícil de seguir.”&lt;/em&gt; (Niemeyer 1998:30) &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-V7rR8x_oYus/Tc61cSjdhAI/AAAAAAAAA1k/9Y5wKOn4Kr0/s1600/F-3%2BPampulha%2BCasino%2Bplantas%2B1942.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606618083744384002" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-V7rR8x_oYus/Tc61cSjdhAI/AAAAAAAAA1k/9Y5wKOn4Kr0/s320/F-3%2BPampulha%2BCasino%2Bplantas%2B1942.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.3 – Projeto de Arquitetura do Cassino (1942) – planta baixa&lt;br /&gt;Fonte: Bruand (2008)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BWJIOSFBw28/Tc61j4TsP2I/AAAAAAAAA1s/fi-odHqti_c/s1600/F-4%2Bcassinopampulha%255B1%255D.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 307px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606618214137872226" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-BWJIOSFBw28/Tc61j4TsP2I/AAAAAAAAA1s/fi-odHqti_c/s400/F-4%2Bcassinopampulha%255B1%255D.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.4 – Projeto de Arquitetura do Cassino (1942) – vista&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Oscar Niemeyer&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A idéia de barroco se impõe na obra de Niemeyer e nos painéis de Candido Portinari e também nas formas de realização de sua arquitetura. “E as palavras barrocas e fotogênicas se repetiam, vazias e gratuitas, pois os que nos contestavam nada de novo. A idéia do barroco, que Herbert Reed tão bem compreendiam, resumia-se para eles num termo pejorativo, cujas nuanças e significado desconhecer. "&lt;em&gt;A própria curva, que tanto os perturbava, era por eles desenhada de forma frouxa e desfibrada, não a sentido, como nos, estrutura, feitas com curvas e retas.”&lt;/em&gt; (Niemeyer 1978 32)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta afirmação tinha antecedentes na historia da arte de projetar, lembremos que antes do nascimento da palavra “Estética” (o alemão Baumgarten foi que deu o nome século XVIII), se falava da “beleza”, e foi o inglês William Hogarth (1697-1764)que reivindicava a discussão da questão da beleza e dizia: ...&lt;em&gt;os princípios da natureza são chamados a formas belas a forma de certos corpos feias as outras (...), fazendo uma consideração mais minuciosa do que tem feito a natureza ate hoje nas diferentes combinações das linhas, que fazem de surgir na nossa mente idéias de toda variedade de formas imaginais.&lt;/em&gt; (Hogarth, 1753; 1997:13), talvez a proposta da utilização das linhas curvas e retas propostas por Niemeyer, ditas como barroquismo, tem considerações mais amplas, claro como primeira medida da questão de gosto estético, mais também das condições das estruturas dos edifício, tal qual o define o mesmo Niemeyer.&lt;br /&gt;Como nasce a arquitetura segundo Niemeyer: &lt;em&gt;De um traço nasce à arquitetura. E quando é bonito e cria surpresa, ela pode atingir, sendo bem conduzida, o nível superior de uma obra de arre. Mas essa fase inicial exige por antecipação que o arquiteto se integre nos problemas tão variados do trabalho a executar.&lt;/em&gt; (Czajkowski 1998:37) &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-UAINpCSAgCY/Tc61smARQiI/AAAAAAAAA10/vELKNAuPBPw/s1600/F-5%2BIgreja%2BPampulha.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606618363843396130" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-UAINpCSAgCY/Tc61smARQiI/AAAAAAAAA10/vELKNAuPBPw/s320/F-5%2BIgreja%2BPampulha.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.5 – Projeto de Arquitetura da Igreja (1942) – vista posterior&lt;br /&gt;Fonte: site oficial Oscar Niemeyer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QwQmbbV-McU/Tc613tjIr9I/AAAAAAAAA18/9lt6FRRD7A4/s1600/F-6%2BPampulha%2BIgreja%2Bpersp%2B1943%2BSegawa.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 238px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606618554847244242" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QwQmbbV-McU/Tc613tjIr9I/AAAAAAAAA18/9lt6FRRD7A4/s320/F-6%2BPampulha%2BIgreja%2Bpersp%2B1943%2BSegawa.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.6 – Projeto de Arquitetura da Igreja (1942) – perspectiva&lt;br /&gt;Fonte: Hugo Segawa.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Inspirados pelo racionalismo de Le Corbusier, os arquitetos tomarem como premissa a estrutura independente aditada por quase todos, que permitia toda liberdade no tratamento das fachadas&lt;/em&gt; (Bruand 2008:114) Mais alem da questão formal, têm considerações das formas tecnológicas construtivas, &lt;em&gt;“...ousadia execução para uma época em que o calculo e a técnica estruturais eram bastante eram bastante simples. No entanto, a ousadia como um todo teve conseqüências: a direção eclesiástica. Por exemplo demorou quase 20 anos para autorizar o uso da igreja”&lt;/em&gt; (Othake 2007:15) o uso de “concreto armado” tem essa maleabilidade de poder colocar as formas agradáveis na vista, bem sobre isso para alguns pode- se tornar desagradável o simplesmente não gostar, mais aí se encontra a valoração da critica da arquitetura nem sempre “agrada a todos” em minha opinião a arquitetura tem que buscar a polemica, discutir todas as partes que nela compõe, desta maneira podemos entender o “todo” que é o conjunto da obra, mais sem duvidas a arquitetura da Pampulha reflexa bem o modernismo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“O conjunto da obra da Pampulha viria a ser considerado um dos pontos fundadores do modernismo Brasileiro”&lt;/em&gt;. (Othake 2007:16)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Existe por tanto uma unidade nessa arquitetura brasileira que se desenvolveu de só uma vez, pouco antes e durante a Segunda Guerra Mundial, chegando à maturidade no final desta. (Bruand 2008:115) Como todo processo que se vai construindo ao longo da arquitetura brasileira, talvez Niemeyer tenha chegado o mais perto possível da realização deste cambio “um processo de construção de idéias modernas que se transformam no espaço-tempo em ideal de arquitetura”. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AUuZb0q5i0s/Tc62BWyk-jI/AAAAAAAAA2E/zoyMAg-AOjI/s1600/F-7%2BCroqui%2BPampulha%2BO.%2BNiemeyer.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 209px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5606618720536689202" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-AUuZb0q5i0s/Tc62BWyk-jI/AAAAAAAAA2E/zoyMAg-AOjI/s400/F-7%2BCroqui%2BPampulha%2BO.%2BNiemeyer.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.7 – Projeto da Pampulha – croquis de Oscar Niemeyer&lt;br /&gt;Fonte: Jorge Czajkowsk&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A ruptura que o funcionalismo havia determinado em relação ao passado encontrava em Niemeyer um arquiteto que, tomando todas as características dessa nova arquitetura, conseguia ainda – e daí sua grande originalidade – trazer elementos históricos da cultura de seus pais.&lt;/em&gt; (Othake 2007:16). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que nesta frase sintetiza bem o pensamento de Niemeyer, tanto assim que ate hoje depois de transcorridos mais de 60 anos desta obra, ainda gera polemica. Mais a obra da Pampulha e o mesmo Niemeyer deixam como ensinamento que o processo de criação da arquitetura brasileira, está relacionado aos conceitos amplos da cultura, assunto que vem sendo discutido. Mais também tem outras discussões, porque ao final de contas o arquiteto vive nas dicotomias que faz parte da vivencia e experiência da arquitetura si a “forma segue a função” ou inversamente, Esso faz parte do convívio do arquiteto, talvez ao longo da historia da critica da arquitetura tem-se focado neste tema entre a arquitetura formalista e a funcionalista. Gerar discussão, para criar debate é muito importante para a construção da arquitetura e o urbanismo, sem essa importante ferramenta de trabalho, a nossa percepção desta arte se imbui nas nossas diferencias, ser não homogêneos nos entrega essa virtude na concepção de criação de espaços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 14 de Maio de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BRUAND&lt;/strong&gt;, Yves; &lt;em&gt;Arquitetura contemporânea no Brasil&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FRAMPTON&lt;/strong&gt;, Kenneth; &lt;em&gt;Historia crítica da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;NIEMEYER&lt;/strong&gt;, Oscar; &lt;em&gt;A forma na arquitetura&lt;/em&gt;, Avenir Editora, Rio de Janeiro, 1978.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;OHTAKE&lt;/strong&gt;, Ricardo; &lt;em&gt;Oscar Niemeyer&lt;/em&gt;, Editora Publifolha, São Paulo, 2007.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CZAJKOWKI&lt;/strong&gt;, Jorge; &lt;em&gt;Uma homenagem a Oscar Niemeyer&lt;/em&gt;, Ed. Unidesign, Rio de Janeiro, 1998.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOGARTH&lt;/strong&gt;, William; &lt;em&gt;Análisis de la Belleza&lt;/em&gt;, {Analysis of Beauty, 1753}, Editora Visor Libros, Madrid, 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-3994822112505259609?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/3994822112505259609/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/pampulha-o-pensamento-de-visao-moderna.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3994822112505259609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/3994822112505259609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/pampulha-o-pensamento-de-visao-moderna.html' title='Pampulha: o pensamento de visão moderna da arquitetura de Oscar Niemeyer'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NAgehJIB4mw/Tc61K_H9PtI/AAAAAAAAA1U/dVR7Mg45Evo/s72-c/F-1%2BCassino%2B%25281942%2529%2BPampulha.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-947349399834593116</id><published>2011-05-06T13:00:00.001-07:00</published><updated>2011-05-06T13:19:26.608-07:00</updated><title type='text'>Edifício Martinelli: o processo de verticalização da arquitetura de São Paulo</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Edifício Martinelli: o processo de verticalização da arquitetura de São Paulo&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quando nos referimos ao edifício Martinelli, que está localizado no centro histórico da cidade de São Paulo, o primeiro que se nos vem na mente, e a soluções arquitetônicas que se dão da verticalização dos espaços a ser projetados. E evidente que a historia deste importante edifício tem uma relação conotativa para a cidade de São Paulo. Mais pensamos que tem outras muitas considerações que são relevantes no conjunto da obra.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como e de práxis faremos algumas perguntas iniciais: Qual e a importância deste edifício para a cidade de São Paulo e Latinoamerica?; Qual e a relação espacial do edifício Martinelli no contexto da cidade?; Porque e importante este edifício para a arquitetura? São muitas questões que podem ser levantadas entorno este edifício, mais a nossa proposta e de achar certa relação da arquitetura dos contextos do passado e do presente, com isso queremos dizer: das interpretações que esta imbuída na mesma essência da arquitetura, que em síntese, como diz Bruno Zevi: “a historia das concepções espaciais”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-5024kvVLypQ/TcRTis8Y7GI/AAAAAAAAA0k/aKidiWQGiFI/s1600/F.01%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603695692000848994" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-5024kvVLypQ/TcRTis8Y7GI/AAAAAAAAA0k/aKidiWQGiFI/s400/F.01%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.01 – Edifício Martinelli – Vista Frontal&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A historia do edifício Martinelli data entre os anos de (1924-1929), o empreendimento foi do empresário italiano Giuseppe Martinelli (1870-1946) [com recursos próprios], o projeto arquitetônico foi efetuado pelo arquiteto William Fillinger (de origem da Hungria), talvez seja emblemático este edifício para a cidade de São Paulo por ser uns dos edifícios “arranha céus” mais altos na aquela época – com 25 andares, e uma altura de 105.65 metros. (Segawa 1998:63)&lt;br /&gt;E evidente que aquele tempo não existia edifícios de essa altura, neste tipo de obra tem como marca o desenvolvimento da cidade de São Paulo, o espírito de da boa bonança estava explícita neste empreendimento, sendo um edifício feito pela empresa privada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-tUz89Rp06ec/TcRTrzMnpwI/AAAAAAAAA0s/wl-tImkm3Js/s1600/F.02%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603695848298358530" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-tUz89Rp06ec/TcRTrzMnpwI/AAAAAAAAA0s/wl-tImkm3Js/s400/F.02%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.02 – Edifício Martinelli – Vista Lateral&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A historia dos skycraper nasce na cidade de Chicago, especificamente com o arquiteto Williams Le Baron Jenney (1832-1907), a importante Escola de Chicago nasce depois do grande incêndio de 1871, que devastou a cidade de Chicago, em aquele tempo as construções eram de madeira, material extremamente inflamável, mais como sabemos “depois de um grande desastre – as cidades se levantam, talvez com outros pensamentos”, se criam novas formas, que atingem mais nas áreas tecnológicas construtivas, e claro dos novos conceitos espaciais. Le Baron Jenney talvez fosse o primeiro deste pensamento artístico e tecnológico arquitetônico, também a minha maneira de ver o enigmático e controvertido Louis Sulllivan (1856-1924) reforça nesta ideal do que é arquitetura moderna. Uma nova maneira de ver o ambiente urbano, mais o temor na segurança depois do incêndio fazem conceituar uma nova forma tecnológica construtiva baseada no uso de estruturas em aço e do concreto armado. Penso que todo isso teve influencias diretas na forma de percepção de Martinelli, porque como tínhamos dito no inicio não existiam arranha céus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-f7hu5l6K6vw/TcRT3XT1BhI/AAAAAAAAA00/PsWyrF6LHGY/s1600/F.03%2BMartinelli%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603696046970832402" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-f7hu5l6K6vw/TcRT3XT1BhI/AAAAAAAAA00/PsWyrF6LHGY/s320/F.03%2BMartinelli%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.03 – Edifício Martinelli – Acesso Principal – Av. São João No.35.&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais esta concepção critica de este tipo de obra no Brasil de Luigi Pirandello (1927), onde diz: &lt;em&gt;O arranha céus no Brasil, provem de um erro profundo. É injustificável e lamentável numa terra rica em espaço esse sistema de construções que em outras cidades, em Nova York, por exemplo, tem sua explicação de ser.&lt;/em&gt; (Luigi Pirandello, 1927 in Segawa 1998:63)&lt;br /&gt;Em feito o Brasil com seu basto espaço livre, se apresenta este tipo de soluções verticalizadas, penso num primeiro momento na localização do edifício Martinelli Av. São João, no triangulo das ruas Libero Baradó e São Bento, lembremos no passado que esta área urbana alem de ser centro, tinha como importância o ponto econômico financeiro da cidade que depois a meados do século XX se translada para a suntuosa Av. Paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-PERwO9-YmtI/TcRUAnhIvII/AAAAAAAAA08/Pi_I0WxrkAY/s1600/F.04%2BAv.%2BSao%2BJoao%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603696205940440194" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-PERwO9-YmtI/TcRUAnhIvII/AAAAAAAAA08/Pi_I0WxrkAY/s400/F.04%2BAv.%2BSao%2BJoao%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.04 – Entorno Urbano da Avenida São João – Centro de São Paulo&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de America Latina não se apresentavam este tipo de soluções de arranha céus, por isso tem esse despertar como um monstro adormecido (ate aquela época não conhecido), onde morfologicamente a cidade se converte em forma “verticalizada”, devemos explicar que era inovador na época, e desta forma cria-se uma nova forma social, econômica e cultural de viver, varias outras cidade nos Estados Unidos de Norte America assumem este valores, posteriormente em outras partes do mundo também adotam estes valores urbanísticos e arquitetônicos.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“... era igualmente uma tentativa de conseguir a liberação ante as convenções e compulsões às vezes estéreis de uma sociedade urbana: um esforço, dados necessários meios financeiros, no sentido de viver a vida em seus próprios termos, mesmo isso significasse vive-la sozinho; o anarquismo da bolsa recheada, a heresia do individuo privado a procurar conter dentro dos limites de uma família particular as funções de uma comunidade inteira. &lt;/em&gt;(Mumford 2008:579)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-poccaPzI3ow/TcRUKotsltI/AAAAAAAAA1E/x_qf0_i3efY/s1600/F.05%2BAv.%2BSao%2BJoao%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603696378060248786" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-poccaPzI3ow/TcRUKotsltI/AAAAAAAAA1E/x_qf0_i3efY/s400/F.05%2BAv.%2BSao%2BJoao%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.05 – Entorno Urbano da Avenida São João – Centro de São Paulo&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Com relação a sua estética formal, o edifício Martinelli pode ser definido de estilo “eclético”, mais lembremos que nos inícios do século XX, a arquitetura no Brasil sofre uma boa influência da arquitetura Art Déco, cidades que recém forem planejadas como Goiânia, tinham o estilo do Art Déco, mais também cidades como Bahia, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e no próprio São Paulo se apresentava este tipo de estilo. Já no Edifício Martinelli tem alguns resquícios de uma arquitetura que relembram do tipo barroco, claro baseado num eclecticismo conceitual do Art Nouveau, esta condição do Art and Craft forem questões muito bem estudadas na “historia das conceições espaciais” (afirmação imbuída de Bruno Zevi), o que chama a atenção e seu coroamento, um estilo claro definido com eclético, mais com uma harmonia de conceitos “amplos”, como si fosse a desvincular das partes que compõe o edifício, um barroquismo desprendido dos conceitos de configuração do todo arquitetônico, uma conceição atribuída a Giuseppe Martinelli como agregação de “poder”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A tecnologia construtiva do edifício baseado no uso do betom armado e alvenaria, da uma nova visibilidade de prospecção do “modernismo”, como tinha dito anteriormente, de pensamentos e ações da Escola de Chicago, alem e claro do produto e processo da industrialização no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-EivMYdW1Bg4/TcRUTxOd9jI/AAAAAAAAA1M/EoPvCzkCTe8/s1600/F.06%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5603696534964008498" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-EivMYdW1Bg4/TcRUTxOd9jI/AAAAAAAAA1M/EoPvCzkCTe8/s400/F.06%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.06 – Edifício Martinelli – Vista&lt;br /&gt;Fonte: J. Villavisencio (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Emilio Cecchi escreveu acuradamente: O arranha-céu não é uma sinfonia de linhas e de massas, de cheios e vazios, de forcas e resistências; é, antes, uma operação aritmética, uma multiplicação&lt;/em&gt; (Benévolo 2009:236)&lt;br /&gt;Nesta frase penso que se pode considerar como uma ação de multiplicação destes conjuntos idéias em verticalizar a cidade, as soluções ante uma sociedade que procura um certo equilíbrio das necessidades indulgentes de propostas de rever o espaço a ser projetado, considerações de um maximo aproveitamentos (seja certo o errado?) dos terrenos disponíveis, alem e claro das novas condições financeiras das bonança econômicas que teve a cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Traduzidos nos edifícios arranha-céus como objetos contundentes de “poder”.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para finalizar, o emblemático edifício Martinelli foi adquirido no ano de 1979 pela Prefeitura de São Paulo pelo prefeito Olavo Setúval, que nos espaços interiores alem das lojas de uso comercial que existem no pavimento térreo, nos pavimentos superior tem escritórios como da Cohab-SP, Emurb, as Secretarias de Planejamento e de Habitação da cidade de São Paulo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si bem e certo a arquitetura pode ser vista de diferentes olhares de relações sujeito-objeto, que são considerações às vezes formais, às vezes sociais, às vezes visto dentro das questões urbanas, etc., mais sem duvida o tempo transcorrera e os olhares poderão cambiar, mais queda como premissa que a arquitetura do Martinelli esta “viva”, por isso tem que “conservar, cuidar” porque neste edifício está registrada a memória arquitetônica e urbana da cidade de São Paulo e de America Latina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiânia, 6 de Maio de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;SEGAWA&lt;/strong&gt;, Hugo; &lt;em&gt;Arquiteturas no Brasil 1900-1990&lt;/em&gt;, Ed Universidade de São Paulo, São Paulo, 1998.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MUMFORD&lt;/strong&gt;, Lewis; &lt;em&gt;A Cidade na Historia&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BENEVOLO&lt;/strong&gt;, Leonardo; &lt;em&gt;Historia da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2009.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-947349399834593116?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/947349399834593116/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/edificio-martinelli-o-processo-de.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/947349399834593116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/947349399834593116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/edificio-martinelli-o-processo-de.html' title='Edifício Martinelli: o processo de verticalização da arquitetura de São Paulo'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-5024kvVLypQ/TcRTis8Y7GI/AAAAAAAAA0k/aKidiWQGiFI/s72-c/F.01%2BMartinelli%2BJ.Villavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-2965095576405532128</id><published>2011-05-01T13:20:00.001-07:00</published><updated>2011-05-01T15:11:19.284-07:00</updated><title type='text'>Estatísticas, arquitetura, urbanismo e textos: algumas reflexões sobre a vida cotidiana virtual.</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Estatísticas, arquitetura, urbanismo e textos: algumas reflexões sobre a vida cotidiana virtual.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Por: Arq. Jorge Villavisencio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/strong&gt;O titulo deste documento “Estatísticas, arquitetura, urbanismo e textos: algumas reflexões sobre a vida cotidiana virtual” têm uma relação direta com o trabalho realizado neste blog: “arquitecturavillavisencio”, porque no final de contas a idéia que se transforma no tempo em “ideal” das formas de trabalho feito ou a fazer do analise da arquitetura e urbanismo, dentro do espaço de um ano. (Abril-2010 a Abril-2011)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;As primeiras perguntas que se nos vem: Para que serve a estatística?; Qual é a utilidade na aplicação de textos?; Porque a estatística são importantes para a arquitetura e urbanismo?; Qual é valor cientifico das estatísticas?; Como pode ser aplicada a estatística na vida cotidiana virtual? Em fim, são muitas perguntas que podem ser formuladas em relação à valoração da “estatística”. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-nJrZFsIqkR4/Tb3AvGaAVMI/AAAAAAAAAz0/Cz8TTdb6MW0/s1600/F.01%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 303px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601845426924836034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-nJrZFsIqkR4/Tb3AvGaAVMI/AAAAAAAAAz0/Cz8TTdb6MW0/s400/F.01%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.1 – Estatística do blog: arquitecturavillavisencio (Abril. 2011) – pagina principal&lt;br /&gt;Fonte: Histats.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Como primeira medida, a palavra estatística vem do grego &lt;em&gt;statizei&lt;/em&gt;, em alguns dicionários é definida: Ramo das matemáticas aplicadas cujos princípios derivam da teoria das probabilidades, que tem por objeto o agrupamento metódico, assim como o estudo de séries de fatos ou de dados numéricos. Estão quando se diz “probabilidades” estão indicando de certas incertezas que no final de “comprovados”, o seja ao termino das estatísticas se transforma em “fatos numéricos comprovados”, pelo tanto confirmam a probabilidade e se tornam irrefutáveis (conclusões indiscutíveis), de fato quando um inicia algum trabalho relacionado com as estatísticas inicialmente são “projeções” que levariam a indicadores.&lt;br /&gt;Mais a estatísticas que são confirmações de fatos numéricos, tem um manejo de “interpretação”, assunto que não pode ser desvinculado, porque dependendo da interpretação podem ser “manipulados” estes valores/indicadores.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-I9oZPly1npg/Tb3A5-_j_3I/AAAAAAAAAz8/g8TXLdBHaMM/s1600/F.02%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 292px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601845613913440114" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-I9oZPly1npg/Tb3A5-_j_3I/AAAAAAAAAz8/g8TXLdBHaMM/s400/F.02%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F.2 – Estatística do blog: arquitecturavillavisencio (Abril. 2011) – de Abril-2010 a Abril 2011&lt;br /&gt;Fonte: Histats.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na antiguidade, especificamente o grego Heródoto (A.C. 484-420) explica para os Faraós egípcios que através das estatísticas poderia recopilar dados sobre a riqueza da população e seus domínios.&lt;br /&gt;Para o historiador romano Tático (D.C. 55-125) pega do Evangelho de São Lucas, onde o imperador romano Augusto ordena a elaboração de diversos censos.&lt;br /&gt;Na estatística cientifica Hünster publica na Alemanha no ano de 1540 a &lt;em&gt;Cosmographia Universailis,&lt;/em&gt; que é um Tratado geográfico com diversos mapas e dados estatísticos. A palavra estatística em alemão e statistik, que pode ser definido como conjunto de dados estatísticos sobre um país em geral, ou sobre qualquer ramo da sua atividade.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QRJiashwRfU/Tb3BC4LMJBI/AAAAAAAAA0E/QqevJSzmevE/s1600/F.03%2B-%2BConteudos%2BEstatisticos%2B-%2BAlemanha%2B%25281768%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 229px; DISPLAY: block; HEIGHT: 382px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601845766701982738" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-QRJiashwRfU/Tb3BC4LMJBI/AAAAAAAAA0E/QqevJSzmevE/s400/F.03%2B-%2BConteudos%2BEstatisticos%2B-%2BAlemanha%2B%25281768%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F.3 – Capa de um Volume com conteúdos estatísticos (Alemanha-1768)&lt;br /&gt;Fonte: Salvat (2004:5572)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lembremos que no século XVIII, época do “Iluminismo” se cria as primeiras Enciclopédias que dão significado universal das palavras, claro isto dentro do pensamento ocidental. Penso que a partir de esse momento o poder da investigação/pesquisa cientifica tem um significado “amplo, de fatos comprováveis”, talvez seu poder esteja na própria condução formal da pesquisa cientifica, que nos tempos contemporâneos são “universalizados”, em minha opinião, e de fato a forma correta de “integração” de pensamentos de diversas culturas. Um formalismo talvez seja exacerbante, mais é necessário, não pode ser de outra maneira, o poder cientifico tem essa condição moderna baseadas nas formas de conduções que são apresentados nas problemáticas a ser pesquisados, e como e lógico gera “avance” que é um principio da vida modera.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CHme5KaXEQk/Tb3BM-dy1MI/AAAAAAAAA0M/FaupZ9LlQ68/s1600/F.04%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 294px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601845940189320386" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-CHme5KaXEQk/Tb3BM-dy1MI/AAAAAAAAA0M/FaupZ9LlQ68/s400/F.04%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F.4 – Estatística do blog: arquitecturavillavisencio (Abril. 2011) – a globalização da estatística&lt;br /&gt;Fonte: Histats.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em resumo, ao longo de sua historia a estatística é uma importante ferramenta, utilizada pelos governantes no mundo todo, esta informação detalhada das muitas variáveis econômicas, demográficas de todo tipo que ajudam a tomar decisões, claro isso como conceito básico, mais como todos sabemos, nos simples mortais também utilizamos a estatística na toma das nossas decisões, com isto quero dizer que a estatística e utilizada por “todos” sem diferença de raça, credo ou cor, ela tem imbuído esse valor amplo, “a estatística é colaborativa”. Agora como nos tínhamos dito no inicio as estatísticas podem ser manipuladas, isso claro dentro do paradigma “interpretativo”, mais em termos da matemática pura entrega um valor numérico, é isso não pode ser mudado, seria uma farsa, a mudança desse valor numérico, só nos queda a interpretação do rumo que queira ter essa colocação conotativa.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;No caso da arquitetura e urbanismo tem também diversas aplicações e utilidades, vejamos algumas. As estatísticas no estudo do urbano têm ajudado muito para visualizar os caminhos a seguir, quando nos referimos aos “caminhos”, estamos interpretando as “necessidades do povo”, porque entendemos que o estudo da cidade (urbanismo) tem como principio alimentar o que a sociedade precisa.&lt;br /&gt;Vamos a colocar um exemplo concreto: os locais de risco onde forem implantados equivocadamente (por decisão unilateral do povo de necessidade habitacional), claro sabem do risco que os moradores têm, mais suponhamos que nos últimos anos a estadística tem dito que alem dos riscos, tem levado a desastres com perdas de vidas, então neste caso a “estatística prevalece”, esse valores numéricos são levados em conta, pelo tanto a mudança de essa área de risco, é decisória, e cabe aos poderes públicos tomar as devidas providencia, nem sempre sucede, mais termos “positivistas” (ciências observáveis) aplicadas nas estatísticas isso teria que mudar radicalmente.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--rwaRSRbVNE/Tb3BYfMf3oI/AAAAAAAAA0U/WqaGQvCNYPc/s1600/F.05%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601846137953705602" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/--rwaRSRbVNE/Tb3BYfMf3oI/AAAAAAAAA0U/WqaGQvCNYPc/s400/F.05%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F.5 – Estatística do blog: arquitecturavillavisencio (Abril. 2011) – a localização dos espaços urbanos&lt;br /&gt;Fonte: Histats.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A arquitetura cria suas próprias estatísticas, às vezes é confundido com questões de “modismos”, considero que não e por ali, mais bem são tendências que aparecem na historia das concepções espaciais da arquitetura, como indica Bruno Zevi. Só para colocar um exemplo concreto: a arquitetura de tendência de estilo Art Decó que se deu no início do século XX, então si em determinada cidade apresentam tal tendência da arquitetura e seu produto arquitetônico e reflexo das vivencias do povo, que são percebidas pelos arquitetos que projetarem dessa maneira. Si em um determinado hospital contemporâneo a tendência atual se da na relação dos conceitos da “sustentabilidade”, então as estatísticas jogam uma serie de números, pelo tanto se cria um conceito interpretativo de projetar ou fazer projetos arquitetônicos, não pensar nos princípios conceituais de sustentabilidade, estaria fora do conceito amplo de fazer boa arquitetura, como diz o mestre Niemeyer “a gente faz boa ou má arquitetura” e hoje fazer arquitetura é pensar nas necessidades de sustentabilidade, em especial do tema ambiental. Como e lógico tem dado dois simples exemplos mais, considero que são questões muito profundas, que poderiam transformar-se em fatos estatísticos.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para terminar gostaria colocar em pauta a questão deste blog, tenho acompanhado (no tempo de um ano) as estatísticas que forem os dados feitos pelo site do “Histats”, hoje em dia a virtualização faz parte do convívio do ser humano, estar fora deste processo de aprendizado não e coerente, com isso não quero dizer que impossível viver – mais viver analogicamente nestes tempos das Novas Tecnologias de Informação e Comunicação – NTIC., torna-se demorada, hoje a mobilidade contemporânea que se da no tempo-espaço é principio fundamental do bom viver, já no tempo moderno o “movimento” fazia parte do convívio, em termos arquitetônicos a “promenade” são reflexos do pensamento dos muitos projetos e obras apresentadas de visões e percepções diferenciadas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-RQL6ivEf8tY/Tb3BkcR6A8I/AAAAAAAAA0c/ka9z6bte6no/s1600/F.06%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 283px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5601846343329514434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-RQL6ivEf8tY/Tb3BkcR6A8I/AAAAAAAAA0c/ka9z6bte6no/s400/F.06%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;F.6 – Estatística do blog: arquitecturavillavisencio (Abril. 2011) – por Títulos visitados.&lt;br /&gt;Fonte: Histats.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pessoalmente penso que o convivo do virtual faz parte, mais de jeito maneira é o “todo”, o processo de construção de ideais, se dão das multiplicidades dos conceitos aplicados, e das questões reflexivas e interpretativas de cada um, então é conceito de aplicação é pessoal.&lt;br /&gt;Si analisamos os Títulos dos textos (ver F.6) que forem visitados neste blog, podemos interpretar das pessoas a preferência dos textos de 40.018 leitores, mais as estatísticas (numericamente, em porcentagem) dizem os países, cidades, regiões (ver F.4 e F.5) que tiverem acessos, então poderia interpretar os gostos pelos textos apresentados, e poder fazer zoneamento hemisférico, mais esses gostos são preferências que se dão numericamente nas estatísticas (a soma numérica dos gostos ditas nas estatísticas). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Finalmente penso que nos textos, ensaios, criticas, informações, etc., apresentados neste blog abre prováveis novos caminhos ou simplesmente informação, e tem como conseqüência levar ao leitor a visões e percepções do que penso sobre a profissão de arquiteto, assim como os pensamentos que forem construindo na historia das concepções espaciais da arquitetura e urbanismo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Goiania, 01 de Maio de 2011&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dados:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Blog: arquiteturavillavisencio&lt;br /&gt;27 de Abril-2010 a 29 de Abril-2011: 40.018 visitantes; paginas visitadas 58.282; (29/04/2011 - Horário de Brasília: 23.18´ horas)&lt;br /&gt;Fonte: site Histats.com&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-2965095576405532128?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/2965095576405532128/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/estatisticas-arquitetura-urbanismo-e.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2965095576405532128'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2965095576405532128'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/05/estatisticas-arquitetura-urbanismo-e.html' title='Estatísticas, arquitetura, urbanismo e textos: algumas reflexões sobre a vida cotidiana virtual.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-nJrZFsIqkR4/Tb3AvGaAVMI/AAAAAAAAAz0/Cz8TTdb6MW0/s72-c/F.01%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-6554393196850272027</id><published>2011-04-20T13:16:00.000-07:00</published><updated>2011-04-20T13:41:15.940-07:00</updated><title type='text'>Vidro na arquitetura: visão de síntese utilitarista da tecnologia virtual</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Vidro na arquitetura: visão de síntese utilitarista da tecnologia virtual&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Através do espaço-tempo a utilização do vidro tem sido parte importante da historia da arquitetura moderna e contemporânea, penso que a cada vês é mais sensível o uso deste material. A aplicação nos diversos usos tem uma relação direta do nosso viver e conviver deste importante elemento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desde séculos passados em especial da Escola de Chicago (finais do século XIX) nos seus primeiros famosos arranha-céus a tecnologia e a utilização do vidro têm dado frutos não só na transparência/iluminação, assim na leveza deste material, que tem influído nas decisões conceituais, não só estéticas ou funcionais da arquitetura, mais também de ordem nos projetos estruturais (fundações, estruturas, calculo) estes tem extraído a sobrecarga destes cálculos estruturais, que incidem diretamente nos custos das obras. Mais anteriormente em na Exposição de Londres de 1851, o paisagista Josef Paxon utiliza o vidro como elemento formal-estético na obra do Palácio de Cristal.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-P1BeoQyi2Lk/Ta8_lxbuZOI/AAAAAAAAAzc/TtpLgZ0g5f0/s1600/Josefh%2BPaxton%2B-%2BPalacio%2Bde%2BCristal%2B1851%2B-%2BLondres.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 260px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597762780002149602" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-P1BeoQyi2Lk/Ta8_lxbuZOI/AAAAAAAAAzc/TtpLgZ0g5f0/s400/Josefh%2BPaxton%2B-%2BPalacio%2Bde%2BCristal%2B1851%2B-%2BLondres.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Palácio de Cristal (1851) – Londres de Josef Paxton&lt;br /&gt;Fonte: Jürgen Tietz (2008)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também no estilo da arquitetura do Art Noveau (século XVIII e XIX) da idéia do “art and craft”, a união destas duas partes tem dado este gosto estético, mais principalmente “utilitário”, o artesão estava presente neste contexto, a arte aplicada nos ofícios participam dessa boa vontade participativa, exemplo do uso nos trabalhos de ferro forjado, ou nos belíssimos afazeres na confecção de vitrais, que eram pontos característicos e concordantes deste estilo do Art Noveau. &lt;em&gt;A visão de uma arte nova procura libertação das limitações e convenções transmitidas, não apenas na arquitetura, mas sim em todos os domínios da vida&lt;/em&gt; (Tietz 2008:12)&lt;br /&gt;Exemplo típico da obra da Galeria de Vittorio Emanuele II (1865-1867) na cidade de Milão, projeto do arquiteto Giuseppe Mengoni.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-PxJ351aVvMU/Ta8_1T7olsI/AAAAAAAAAzk/W2pzp_ECH8g/s1600/Galeria%2BVittorio%2BEmanuele%2BII%2B1865-1866%2B-%2BMil%25C3%25A3o%2B-%2BGiuseppe%2BMengoni.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 314px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597763046960830146" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-PxJ351aVvMU/Ta8_1T7olsI/AAAAAAAAAzk/W2pzp_ECH8g/s400/Galeria%2BVittorio%2BEmanuele%2BII%2B1865-1866%2B-%2BMil%25C3%25A3o%2B-%2BGiuseppe%2BMengoni.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Galeria de Vittorio Emanuele II (1865-1867) – Milão de Giuseppe Mengoni.&lt;br /&gt;Fonte: Werner Hofmann e Udo Kultermann (1969)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais também a escola alemã do “werkbund” nos inícios do século XX, é claro da obra inspiradora de Bruno Taut do Pavilhão de Vidro (1914) que serviu para Exposição na cidade de Colônia dessa época, mais o uso do vidro não só tem condições de fechamento (fachada) ou da mesma pele do edifício nesta obra de planos verticais (paredes de vidro) e planos horizontais e oblíquos (cobertura/teto), claro que a tecnologia utilizada vinha das considerações da indústria alemã, tinha outras conotações, que eram de ordem publicitária, tanto assim que o poeta Paul Scheerbart (amigo de Taut) diz: “O vidro é inovador, a cultura do tijolo só nos traz dor”, bom achou um pouco exagerado o dito pelo poeta, mais a figuração do uso destas novas tecnologias no uso do vidro possa de alguma forma criar certa expectativa, que foi concordante da época. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A obra de Taut com estas cúpulas góticas traz um pouco do expressionismo alemã. O uso do ferro de forma industrializada foi coerente na época lembremos-nos da obra de Walter Gropius na Fabrica Fagus, alias esta idéia que termina sendo o ideal da importante Escola da Bauhaus, que foi publicado no anuário do Deutscher Werkbund no ano de 1913. É evidente da multiplicidade do uso do vidro, nestes tempos contemporâneos é cada vez mais sensível, é cria expectativas, na minha forma de ver cada vez mais utilizáveis nos sentidos mais amplos, talvez pela leveza que nela leva, a transparência que faz parte de seu entendimento, sua lucidez é palpável, no aproveitamento do seu uso no vidro aplicado nas tecnologias virtuais.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-3LWH4YB2pW4/Ta8_-vcWzaI/AAAAAAAAAzs/MkxHsSMt9n4/s1600/Bruno%2BTaut%2BPalacio%2Bdo%2BVidro%2B1914%2B-%2BColonia.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 305px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5597763208964656546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-3LWH4YB2pW4/Ta8_-vcWzaI/AAAAAAAAAzs/MkxHsSMt9n4/s400/Bruno%2BTaut%2BPalacio%2Bdo%2BVidro%2B1914%2B-%2BColonia.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Pavilhão de Vidro (1914) – Colônia de Bruno Taut.&lt;br /&gt;Fonte: Jürgen Tietz (2008)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No Brasil o arquiteto Paulo Mendes da Rocha apresenta na cidade de São Paulo no ano 2006 o Museu da Língua Portuguesa (alguns chamam do Museu das Letras), mais não só como idéia da estética ou da memória histórica do edifício, más sim do lado funcional ate certo ponto utilitarista deste Museu, os materiais utilizados no espaço interno, e das formas como são apresentadas as tecnologias arremetem os conceitos mais amplos da grande utilidade da tecnologia virtual no vidro. Alguns pensam que são coisas do futuro, mais lembrem que o futuro nestas partituras é agora, muitos de nos já fazemos uso de toda esta tecnologia virtual aplicados na arquitetura que são utilizados no dia a dia. Vejam o vídeo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Cf7IL_eZ38"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=6Cf7IL_eZ38&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para concluir o presente texto, queria deixar claro, que a historia da arquitetura tem uma origem que se vai construindo a traves do espaço-tempo, é a nossa criatividade nos permite enxergar num vanguardismo que faz parte do convívio do arquiteto. Os usos das novas tecnologias no vidro e de suas aplicações na arquitetura que são utilizados de forma virtual colaboram com todo este processo de construção, que no final realizamos ou realizaremos os sonhos da sociedade, que é a base que fundamenta a arquitetura, a cidade, e a profissão de arquiteto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiania, 20 de Abril de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TIETZ&lt;/strong&gt;, Jürgem; &lt;em&gt;Historia da arquitetura contemporânea&lt;/em&gt;, Tandem Verlag GmbH, Colonia, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOFMANN&lt;/strong&gt;, Werner; &lt;strong&gt;KULTERMANN&lt;/strong&gt;, Udo, &lt;em&gt;Modern Architeture&lt;/em&gt;, The Viking Press Inc., New York, 1969.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-6554393196850272027?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/6554393196850272027/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/vidro-na-arquitetura-visao-de-sintese.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6554393196850272027'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6554393196850272027'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/vidro-na-arquitetura-visao-de-sintese.html' title='Vidro na arquitetura: visão de síntese utilitarista da tecnologia virtual'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-P1BeoQyi2Lk/Ta8_lxbuZOI/AAAAAAAAAzc/TtpLgZ0g5f0/s72-c/Josefh%2BPaxton%2B-%2BPalacio%2Bde%2BCristal%2B1851%2B-%2BLondres.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-4863565988278743971</id><published>2011-04-11T17:59:00.000-07:00</published><updated>2011-04-11T18:24:24.552-07:00</updated><title type='text'>Arquitetura Hospitalaria na cidade de Buenos Aires</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Arquitetura Hospitalaria na cidade de Buenos Aires&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro dos vários temas de investigação/pesquisa a “arquitetura hospitalar” vem se pronunciando academicamente de forma correta em America do Sul. Considero as altas complexidades que oferece os edifícios hospitalarios são temas contemporâneos de visão e percepção de como estas autenticas cidades preditivas que cuidam da saúde de povo tomam cada vês mais importância no contexto da arquitetura e urbanismo. No meu conceito a vivencia/experiência da vida de um hospital tem considerações muito amplas, tanto assim que dão reflexo não só do comportamento do edifício-hospital, mais que está atrelada ao “desenvolvimento” das cidades e suas regiões onde são implantadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A renomada arquiteta argentina Rita Comando da Universidade ISALUD, apresenta este curso de pós-graduação: Desenho e Gestão de Infraestrutura Física e Tecnologia da Saúde, na cidade de Buenos Aires, que terá inicio o dia 9 de Maio de 2011.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;Goiania, 11 de Abril de 2011. Arq. Jorge Villavisencio &lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lOqQmcBizJY/TaOkc6LJVLI/AAAAAAAAAzU/WQki4EDMe8U/s1600/Arq-%2BJ.Villavisencio%2B-%2BArqta.%2BRita%2BComando%2B-%2BArq-%2BJorge%2Bde%2Blos%2BRios.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5594495978683585714" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-lOqQmcBizJY/TaOkc6LJVLI/AAAAAAAAAzU/WQki4EDMe8U/s400/Arq-%2BJ.Villavisencio%2B-%2BArqta.%2BRita%2BComando%2B-%2BArq-%2BJorge%2Bde%2Blos%2BRios.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem no II Congresso Peruano de Administração Hospitalaria e I Curso Internacional de Gestão Econômica Financeira em Hospitais Públicos e Privados, na cidade Lima, Peru (2009) Arquiteto Jorge Villavisencio; Arquiteta Rita Comando; Arquiteto Jorge de los Rios. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;DIPLOMATURA EN DISEÑO Y GESTIÓN DE LA INFRAESTRUCTURA FÍSICA Y TECNOLOGÍA EN SALUD&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Directora: Prof. Arq. Rita Comando&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Los establecimientos dedicados a la Salud, se han ido transformando con el transcurso del tiempo en edificios complejos, esto es debido a los avances de la tecnología y al desarrollo constante de la medicina. Por las características de los servicios que en ellos se prestan, deben funcionar las veinticuatro horas del día, los trescientos sesenta y cinco días del año garantizando la seguridad de las personas, el edificio, las instalaciones, el equipamiento y el medio ambiente. Hoy en día, las instituciones de Salud deben superar una serie de desafíos, para mantener su vigencia espacial, funcional y técnica. En este sentido es donde la planificación, diseño, gestión, operación y conservación del edificio, las instalaciones y el equipamiento juegan un rol protagónico. Los políticos, funcionarios, gerentes y profesionales, tanto de la actividad pública como privada, que intervienen en la macro y micro gestión en Salud deberán estar, cada vez más abiertos a un concepto permanente de cambio y de adecuación en sus decisiones. Para responder estos requerimientos el recurso humano es un elemento clave. La incorporación de estos temas permite optimizar los recursos económicos y físicos satisfaciendo las necesidades planteadas. De ahí el compromiso de ISALUD en la formación del recurso humano involucrado en esta temática.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Destinatarios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; • Áreas de gerenciamiento, proyecto, construcción y equipamiento de hospitales públicos y privados, clínicas, sanatorios y centros de atención ambulatoria, abarcando también los sectores de servicios y mantenimiento. • Profesionales y técnicos del sector Salud: arquitectos, ingenieros, bioingenieros. Administradores, contadores médicos, enfermeros y técnicos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Objetivos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Se espera que los alumnos logren: • Desarrollar una visión integral y abarcativa de las áreas neurálgicas de los edificios para la salud desde la planificación estratégica. • Transmitir enfoques y herramientas para la valoración de la infraestructura y su diseño y gestión en relación al cumplimiento de los objetivos sociales, sanitarios y económicos de los establecimientos de salud. • Identificar y conocer las características de la arquitectura hospitalaria y la organización espacial de las Instituciones de Salud: características de edificio, instalaciones y equipamiento; su organización y mantenimiento. • Relacionar las estrategias de la organización con las áreas de proyecto y obras, mantenimiento, ingeniería clínica y seguridad. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais Informações: &lt;a href="http://www.isalud.edu.ar/"&gt;http://www.isalud.edu.ar/&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="mailto:infocursos@isalud.edu.ar"&gt;infocursos@isalud.edu.ar&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-4863565988278743971?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/4863565988278743971/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/arquitetura-hospitalaria-na-cidade-de.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4863565988278743971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/4863565988278743971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/arquitetura-hospitalaria-na-cidade-de.html' title='Arquitetura Hospitalaria na cidade de Buenos Aires'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-lOqQmcBizJY/TaOkc6LJVLI/AAAAAAAAAzU/WQki4EDMe8U/s72-c/Arq-%2BJ.Villavisencio%2B-%2BArqta.%2BRita%2BComando%2B-%2BArq-%2BJorge%2Bde%2Blos%2BRios.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-8772167824099923797</id><published>2011-04-02T09:06:00.000-07:00</published><updated>2011-04-02T09:49:56.386-07:00</updated><title type='text'>Belém: uma questão de identidade arquitetônica</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Belém: uma questão de identidade arquitetônica &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando nos referimos na questão da “identidade arquitetônica” de certa forma está ligada a questões de “referentes culturais” de como essa cidade assume seus valores culturais históricos ancestrais, essa relação do homem com seu entorno tem esse valor agregado, a arquitetura e a cidade (urbanismo) aderem certa pertinência que se translada no espaço-tempo na sua origem em temas netamente contemporâneos, que tem dimensões coletivas e sociais. Para isso temos tomado como referencia o importante edifício da Estação das Docas (ver F.1), localizado na cidade de Belém na região norte do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PDvb5V-JrOo/TZdJ3h3msJI/AAAAAAAAAyM/PZ369V-px4Q/s1600/F.1%2BDocas%2B-%2BBelem%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591018680736985234" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-PDvb5V-JrOo/TZdJ3h3msJI/AAAAAAAAAyM/PZ369V-px4Q/s400/F.1%2BDocas%2B-%2BBelem%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.1 – Estação das Docas (2000) – Arquitetos: R. Lima, P. Chaves – Belém – espaço exterior. Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A cidade de Belém capital do Estado de Pará esta localizada na região norte do Brasil, o Estado de Pará tem uma área de 1.064.918 km2., engloba uma população na cidade de Belém de 1.392.031 de habitantes (Censo/IBGE: 2010), sua fundação data do inícios do século XVII, especificamente do ano de 1616, quando foi erigido o Forte de Presépio (ver F.2). Belém esta na Baía de Guajará, nas margens dos rios Guamá, Amazonas e Maguari. Sua historia relata na época das bonança na extração da borracha, onde deve seu impulso socioeconômico, nos finais do século XIX e inícios do século XX.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Devemos entender que na cidade de Belém esta banhada nas margens dos Rios supracitados, e sua maior característica são o “movimento de mercadorias” de forma fluvial, que fazem parte de sua historia urbana da cidade. E inclusive ate hoje sua maior fonte de mobilidade se faz desta forma, já que não existem outras vias que não sejam de forma fluvial ou aeroportuárias. Então podemos concluir que na cidade de Belém a sua importância da construção urbana e arquitetônica, se basa nas conquistas obtidas através de seus rios. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-BIklhJ8MMeg/TZdJ_xW6p6I/AAAAAAAAAyU/Vmzwbkgmiv8/s1600/F.2%2BForte%2Bdo%2BPres%25C3%25A9pio%2B%25281916%2529%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591018822333802402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-BIklhJ8MMeg/TZdJ_xW6p6I/AAAAAAAAAyU/Vmzwbkgmiv8/s400/F.2%2BForte%2Bdo%2BPres%25C3%25A9pio%2B%25281916%2529%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.2 – Forte do Presépio (1616) – Belém Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;No espaço-tempo de sua historia a construção de Belém como tínhamos dito tem seus referentes baseados na sua própria origem traduzidos em “cultura urbana e arquitetônica”. Ramón Gutiérrez no seu livro Arquitectura Latinoamericana en el siglo XX de 1996 explica: &lt;em&gt;...os testemunhos do devier histórico da cultura, expressa os diversos modos de vida nos distintos momentos históricos, recreia o passado e o presente, e condiciona – si preservará – a paisagem habitável do futuro&lt;/em&gt; (Gutierrez 1996:110)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que esta cita expressa bem o espírito, que é concordante com os pensamentos culturais da cidade de Belém, “são suportes dos testemunhos e das esperanças e dos sonhos das comunidades”, o resgate da memória arquitetônica e urbana nos entrega esse prazer, de preservar o próprio. O interessante no caso do edifício das Docas, que a memória foi preservada, que fazem parte da ”vida cultural da cidade”, mais sua função original de armazém ou lugar de guardado de mercancias que vinhas através de transporte fluvial, esta foi convertidas em complexo turístico de outras funções, como a de Museu Local (Exposições Itinerantes), cinema, bares, restaurantes, pequenas lojas gerais e de artesania, e áreas para simplesmente de contemplação, e aberto para todo o publico que deseja visitar este edifício. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9pXnc0k2_O4/TZdKOKmMYhI/AAAAAAAAAyc/EkF_Zae1rMQ/s1600/F.3%2BDocas%2B%2BEspaco%2BInterior%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591019069626933778" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-9pXnc0k2_O4/TZdKOKmMYhI/AAAAAAAAAyc/EkF_Zae1rMQ/s320/F.3%2BDocas%2B%2BEspaco%2BInterior%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.3 – Estação das Docas (2000) – Arquitetos: R. Lima, P. Chaves – Belém – espaço interior. Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como nos sabemos as expressões na arquitetura e o urbanismo não são questões estáticas, mais bem tem um dinamismo que esta imbuída nestes pensamentos obtidos através ao longo da sua historia que foi se cultivando pela vivencia da própria ambiência urbana, que entregam estes referentes culturais, mais a aceitação o não delas, depende muito da “perseverança de sua cultura”. Entendemos que a arquitetura constitui um documento de sua historia, mais em termos concretos &lt;em&gt;... a arquitetura, é para que saiba ler, falara como ela foi concebida e realizada na sua origem, de como foi transformada na suas funções e seus usos através do tempo&lt;/em&gt; (Gutierrez 1996:110).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;É evidente que leitura do edifício das Docas suas funções não são as mesmas das suas origens, mais de fato faz parte do conceito espacial da cidade, o convívio deste edifício mantém viva a memória da cidade, mais não só de ordem e origem arquitetônico mais bem extrapola sua capacidade de abrangência, cria na minha maneira de ver qualidade de “forma e espírito” das conquistas espaciais que são atribuições atemporais que faz parte do processo correto e sincero de um arquitetura que procura ser mais concordante com nas necessidades culturais do povo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Muitos projetos têm logrado estas partituras de consonância basta lembrar: Museu de Arte Contemporâneo na cidade de León de Mansilla &amp;amp; Tuñon; Cidade da Cultura na cidade de Galícia de Peter Eisenman; Ampliação do Museu do Prado em Madri de Rafael Moneo; Pinacoteca de São Paulo de Paulo Mendes da Rocha, as obras citadas são referentes da memória arquitetônica, mais em nenhum momento quero fazer comparações da importância de seus edifícios, mais bem o objetivo é a busca das relações da sua espacialidade do edifício e de sua relação com a cidade ou região. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gmCDcQO5uQ4/TZdKXNZIXoI/AAAAAAAAAyk/gzwNj1KqQCc/s1600/F.4%2BDocas%2BEspaco%2BInterior%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591019224996273794" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-gmCDcQO5uQ4/TZdKXNZIXoI/AAAAAAAAAyk/gzwNj1KqQCc/s400/F.4%2BDocas%2BEspaco%2BInterior%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.4 – Estação das Docas (2000) – Arquitetos: R. Lima, P. Chaves – Belém – tecnologia construtiva. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;A readequação funcional do edifício da Estação das Docas foi inaugurada no ano de 2000, este edifício esta composto por três antigos armazéns (galpões), e tem uma área de 32.000 m2. A autoria do projeto de arquitetura é de Rosário Lima e de Paulo Chaves Fernandes. Preservando a memória e funções deste conjunto de armazéns podem definir que sua organização espacial e de forma lineal &lt;em&gt;seqüência lineal dos espaços repetidos &lt;/em&gt;(Ching 2002:189), e seus impactos de suas formas geométricas de forma predominam retângulo unidos por uma espécie de tuneis de forma leve e imperceptíveis que fazem a ligação entre os edifícios (ver F.5) &lt;em&gt;As formas podem estar separadas, mais ligadas entre si por um terceiro elemento que se lembra de uma geometria de suas formas originais,... conservando sua identidade das formas que podem compartir as partes de seus volumes que se entrelaçam &lt;/em&gt;(Ching 2002:72). &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como podemos apreciar a importância destas ligações só esta na função, já que edifício guarda um sistema de ar condicionado centralizado, que a minha maneire de ver a idéia foi pouco sustentável – o uso energético e exacerbado, a proposta de seus fechamentos nos seus espaços interiores só tem essa solução?. Mais devemos dizer que o fator climatológico desta região tem altas temperaturas quase em todas as épocas do ano. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-lOd2UrLZ_FY/TZdKkX0fV9I/AAAAAAAAAys/cezWQi9nyms/s1600/F.5%2BDocas%2BElemento%2Bde%2BLigacao%2BEspaco%2BInterior%2B-%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591019451133679570" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-lOd2UrLZ_FY/TZdKkX0fV9I/AAAAAAAAAys/cezWQi9nyms/s400/F.5%2BDocas%2BElemento%2Bde%2BLigacao%2BEspaco%2BInterior%2B-%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.5 – Estação das Docas (2000) – Arquitetos: R. Lima, P. Chaves – Belém – elemento de ligação. Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;E evidente que suas formas são ate certo ponto estáticas Mumford as define como: &lt;em&gt;Em suas formas mais pesadas, estáticas e severas o classicismo é a arquitetura do período econômico chamado de imperialismo: é a “arquitetura da compensação...&lt;/em&gt; (Mumford, 2010), este claro de forma análoga das épocas quando forem construídos seus “edifícios de poder” como o Museu de Artes (hoje Museu de Arte Sacra e Gabinete do Prefeito da cidade de Belém), ou o antigo Palácio do Governador entre outros, que marcarem as épocas de bonança desta cidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para Bruno Zevi a interpretação espacial está dividida em três grandes categorias: &lt;em&gt;“Interpretações relativas ao conteúdo; Interpretações fisiopsicológicas; Interpretações formalistas”&lt;/em&gt; (Zevi 2009:175-176), sobre isso e devemos dizer que o referido edifício guarda em si, seus aspectos de suas interpretações relativas a seu “conteúdo” como o explica Zevi, talvez porque a busca das consonâncias do edifício das Docas leva essa conformação mais ampla de pensamento de imbuir nas essências da memória da sua espacialidade.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Gostaríamos terminar este ensaio e dizer, que a cidade contemporânea de Belém tem condições inspiradoras de suas origens como o caso de este edifício de apartamentos (ver Fig. F.6), que se assemelha nos seus aspectos formais de um “navio”, que de fato é concordante com a historia arquitetônica e urbana da cidade. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5w1I_IVksjI/TZdKzbxQCfI/AAAAAAAAAy0/YsjDVMKJTKs/s1600/F.6%2BEdificio%2Bde%2BApartamentos%2B-%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591019709891873266" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-5w1I_IVksjI/TZdKzbxQCfI/AAAAAAAAAy0/YsjDVMKJTKs/s400/F.6%2BEdificio%2Bde%2BApartamentos%2B-%2BBelem%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.6 – Edifício de Apartamento Contemporâneo – Belém Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Talvez neste texto possa despertar as novas considerações do repensar da memória de está u outras cidades, onde a arquitetura se faz presente como “identidade da sua cultura”, onde seu produto esta em pleno processo de construção – gerações passarão, mais quedara vivo seu grau de espontaneidade que não e gratuito, mais bem cria uma atemporalidade que esta atuante, sua mobilidade cultural tem esse valor agregado, que serve e servirá como exemplo, porque ao final de contas e conforme o explica Zevi que a historia da arquitetura basa-se nas próprias essências de sua espacialidade, e a nossa maneira de ver é concordante e correto de fazer uma arquitetura que tenha memória neste tipo de edifícios. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-9cyXTqYkMUQ/TZdLTQDAN1I/AAAAAAAAAy8/y4JdaV6eKXY/s1600/F.7%2BDocas%2B-%2BBelem%2BJorge%2BVillavisencio%2B2011.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5591020256500922194" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-9cyXTqYkMUQ/TZdLTQDAN1I/AAAAAAAAAy8/y4JdaV6eKXY/s400/F.7%2BDocas%2B-%2BBelem%2BJorge%2BVillavisencio%2B2011.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.7 – Estação das Docas (2000) – Arquitetos: R. Lima, P. Chaves – Belém – espaço exterior. Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esquecer do passado de seu patrimônio histórico e uma negação, e não busca qualidade de vida, mais bem gera regressão. A procura constante e incessante esta na memória da cultura e “preservar e cuidar” são princípios da sustentabilidade&lt;em&gt;. São os suportes testemunhais dos sonhos e esperanças de muitas comunidades&lt;/em&gt; (Gutierrez 1996:110). Estes testemunhos podem ser tangíveis como o caso do edifício da Estação das Docas de Belém, mais também pode ser não tangível que é o lado “espiritual”, achou que na construção deste processo este imbuído as relações não só dos sujeitos-objetos (homem-edifício), mais bem do “espírito abrangente” das condições culturais da cidade de Belém. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Belém, 27 de Março de 2011.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;GUTIÉRREZ&lt;/strong&gt;, Ramón (org.); &lt;em&gt;Arquitectura Latinoamericana em el siglo XX&lt;/em&gt;, Ed. Epígrafe, Universidad Ricardo Palma (Lima, 1998), original: Editoriale Jaca Book S.p.A., Milão, 1996.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CHING&lt;/strong&gt;, Francis; &lt;em&gt;Arquitectura: forma, espacio y función&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, México, 2002.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MUMFORD,&lt;/strong&gt; Lewis; &lt;em&gt;A Cidade na Historia&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-8772167824099923797?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/8772167824099923797/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/belem-uma-questao-de-identidade.html#comment-form' title='1 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8772167824099923797'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8772167824099923797'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/04/belem-uma-questao-de-identidade.html' title='Belém: uma questão de identidade arquitetônica'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-PDvb5V-JrOo/TZdJ3h3msJI/AAAAAAAAAyM/PZ369V-px4Q/s72-c/F.1%2BDocas%2B-%2BBelem%2BJorge%2BVillavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-2108545439522238375</id><published>2011-03-16T19:11:00.000-07:00</published><updated>2011-03-16T19:50:39.387-07:00</updated><title type='text'>Ministério de Educação e Saúde (1936-1943) Rio de Janeiro: e sua arquitetura de visão moderna.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Ministério de Educação e Saúde (1936-1943) Rio de Janeiro: e sua arquitetura de visão moderna.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O presente ensaio é sobre a arquitetura do importante edifício do Ministério de Educação e Saúde (1936-1943) localizado na antiga Capital do Brasil na cidade de Rio de Janeiro, tem considerações conotativas baseadas principalmente na sua arquitetura e de suas relações de ordem abstrato e histórico, este se deve a suas origens de como foi seu conceito formal/funcional, e evidente que este edifício cumpre um papel preponderante na arquitetura moderna brasileira e internacional, e da excelente visão em prospecção do Ministro Gustavo Capanema (1900-1985). Hoje o edifício é conhecido como Palácio Gustavo Capanema. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Ywz-xrU6jQo/TYFu8NwkKCI/AAAAAAAAAxM/ye6IWUKeXis/s1600/F.1%2B-%2BArq.%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584866993680689186" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Ywz-xrU6jQo/TYFu8NwkKCI/AAAAAAAAAxM/ye6IWUKeXis/s400/F.1%2B-%2BArq.%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.1 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como primeira medida a presença de Capanema neste processo teve considerações muitos amplas de juízo (valorações) atribuídas nas relações da arquitetura moderna e procura de &lt;em&gt;imediato como podia aproveitar a situação, se consegue construir a primeira obra de caráter monumental&lt;/em&gt; (Bruand 2008:81) mais o momento histórico da arquitetura moderna de considerações internacionais traz com premissa estes conceitos de primazia da época tanto Gropius como Mies van der Rohe tinha proposto varias obras como escolas, indústrias, usinas, etc. Mais a presença de Le Corbusier na segunda estadia no Brasil por volta do ano de 1935 teve considerações mais amplas já que tinha participado de vários projetos de Palácios, assunto de pertinência visionaria do Ministro Capanema. Penso que não foi tão fácil já que no ano de 1935 tiverem participado no concurso de anteprojetos arquitetônicos, mais a presença de Capanema foi fundamental já que ele solicita ser parte do júri, alem e claro da pressão por parte dos academistas da Escola de Belas Artes no Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kPP3OYb_jcQ/TYFvM8wRtuI/AAAAAAAAAxU/vLWUFKhVJig/s1600/F.2%2B-%2BArq.J.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584867281173853922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-kPP3OYb_jcQ/TYFvM8wRtuI/AAAAAAAAAxU/vLWUFKhVJig/s400/F.2%2B-%2BArq.J.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.2 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A importância do arquiteto Lucio Costa teve papel fundamental neste processo, já que foi encarregado para falar com Capanema da acuidade da contratação de um consultor, com escolha foi o arquiteto franco-suíço Le Corbusier (1887-1965) &lt;em&gt;no entanto, como o empreendimento que tinha como objetivo primordial da vinda de Le Corbusier: o Ministério da Educação e Saúde. Desta vez a ligação do mestre Le Corbusier pode produzir todos os frutos, materializando-se na construção do edifício que iria assumir papel decisivo no desenvolvimento da arquitetura brasileira o mesmo internacional &lt;/em&gt;(Bruand 2008:83).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também a presencia de Lucio Costa e dos arquitetos cariocas funcionalistas como Reidy e Moreira que apresentarem anteprojetos anteriormente de forma individual, &lt;em&gt;A fragilidade e a falta de pujança que caracterizavam até então a arquitetura funcionalista brasileira eram de conhecimento de seus principais arquitetos, razão porque desejavam a vinda de Le Corbusier, que poderia arrancá-los da rotina que estavam submetidos&lt;/em&gt; (Bruand 2008:83)&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-F9pUXn5jqoQ/TYFvVF48J6I/AAAAAAAAAxc/P3HvxaFLFFU/s1600/F.3%2B-%2BMSE-RJ-Google%2BEarth-2009.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 279px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584867421065062306" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-F9pUXn5jqoQ/TYFvVF48J6I/AAAAAAAAAxc/P3HvxaFLFFU/s400/F.3%2B-%2BMSE-RJ-Google%2BEarth-2009.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.3 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte: Google Earth (2009)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A vinda de Le Corbusier trouxe os frutos esperados, mais na minha maneira de ver penso que a procura de uma arquitetura internacional e monumental que tinha essas argüições, estes eventos eram comuns e quiçá interpretados pela historia da arquitetura, a realidade estava presente os termos racionais, funcionais, estéticos, industriais eram levados (visão de progresso, calculo e avance) pela importância produzida no espaço-tempo e claro como produto das entre guerras mundiais.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais a minha percepção do edifício e seu entorno urbano teve em si uma sensibilidade muito ampla já que participação da cidade esta presente e sentimento de “cooperação” do edifício, a cidade circula dentro das competências edilícias. &lt;em&gt;As instalações e funções da cidade – cooperação, comunicação e comunhão, encontro misturas e mobilização – exigem um recipiente onde uma ampla diversidade de atividades possa ter lugar simultaneamente&lt;/em&gt; (Mumford 2008:410-412)&lt;br /&gt;O efeito do principio corbusiano se faz presente com o ideal de esta magnífica obra do edifício sobre “pilotis”, princípios ditos na Carta de Atenas de 1933 – sobre nas utopias urbanas.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8ayMpld-NxY/TYFvlLorMfI/AAAAAAAAAxk/9JkS8SIWh7o/s1600/F.4%2B-%2BArq.%2BJ.Villavsiencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584867697485361650" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-8ayMpld-NxY/TYFvlLorMfI/AAAAAAAAAxk/9JkS8SIWh7o/s400/F.4%2B-%2BArq.%2BJ.Villavsiencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.4 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Le Corbusier como convidado por Capanema para ser participe/orientador do projeto arquitetônico leva a seus autores o grupo de arquitetos brasileiros a imbuir-se nesta relação edifício-cidade. &lt;em&gt;Essa concepção dos pilotis, eu a tinha exposto há muito tempo a Auguste Perret e era uma concepção de uma ordem, porém podia responder a uma necessidade verdadeira.&lt;/em&gt; (Le Corbusier {1923} 2009:37). Posteriormente na segunda metade dos anos 50 se consolida estes princípios urbanos com a construção da nova capital Brasília.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P8tXogcPAOU/TYFvxjPytYI/AAAAAAAAAxs/85aZLS-vQmA/s1600/F.5%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584867909981877634" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-P8tXogcPAOU/TYFvxjPytYI/AAAAAAAAAxs/85aZLS-vQmA/s400/F.5%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.5 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si bem e certo que a equipe brasileira foi coordenada pelo mestre Le Corbusier (1887-1965) baixo a idéias do Esprit Noveau, teve conotações baseados em três conceitos que são: &lt;em&gt;a preocupação com os métodos de trabalho; problemas formais; a valorização dos elementos locais&lt;/em&gt; (Bruand 2008:90-91) estes conceitos forem plasmados no projeto arquitetônico que duro nos anos de 1935 a 1936. A realização da obra durou 4 anos, entre os anos de 1939 a 1943.&lt;br /&gt;Mais as equipe de jovens arquitetos brasileiros que realizarem o projeto de arquitetura forem: Lucio Costa (1902-1998); Affonso Eduardo Reidy (1909-1964); Ernani Mendes de Vasconcelos (1912-1989); Carlos Leão (1906-1983); Jorge Machado Moreira (1904-1992); Oscar Niemeyer (1907-), este ultimo substitui a Lucio Costa para o termino final do projeto. Não podemos esquecer a participação do artista plástico Candido Portinari (1903-1962) e do arquiteto-paisagista Roberto Burle Marx (1909-1994).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8655469vkMU/TYFwGzK3cjI/AAAAAAAAAx0/s9d76cI-ulA/s1600/F.6%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584868275033436722" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-8655469vkMU/TYFwGzK3cjI/AAAAAAAAAx0/s9d76cI-ulA/s400/F.6%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.6 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E evidente que esta obra tem condições especiais alem das formais dos prismas puristas (sólidos platônicos) de formato ortogonal, vejamos algumas delas: o uso do brise-soleil &lt;em&gt;proposto por Le Corbusier no ano de 1933 em seus projetos para a cidade de Alger &lt;/em&gt;(Bruand 2008:87) na fachada norte, diferente da fachada Sul (ver imagens F.1 e F.2); a questão funcionalista foi resultado da planta livre a traves de uma estrutura bastante cartesiana – a localização da estrutura em forma de “planta livre” permite que dentro dos ambientes – especificamente da funcionabilidade da obra pudesse ter a “flexibilidade” esperada. Alem que as divisões em alguns dos casos forem a meia altura, provocando assim uma integração entre as pessoas que trabalham nesse setor. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Como tínhamos explicado anteriormente a liberação da planta sobre “pilotis” facilito a integração com o entorno urbano e a cidade. &lt;em&gt;Le Corbusier previa três volumes distintos, todos, todos sobre pilotis: o bloco principal, a sala de exposições (perpendicular ao bloco principal) e o salão de conferencias (situado transversalmente a sala de exposições).Este desenho foi utilizado como ponto de partida, e as formas sugeridas pelo arquiteto consultado foram cuidadosamente conservadas... &lt;/em&gt;(Bruand 2008:88).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Podemos ver os partido arquitetônico teórico-conceitual das primeiras propostas de Le Corbusier forem mantidas pela equipe de arquitetos brasileiros. E evidente que a assessoria/orientação de Le Corbusier tinha questões conotativas mais amplas que fazer um projeto, penso que tanto ele, como a equipe brasileira tinham convicção que o Projeto do Edifício do Ministério de Educação e Saúde trairia uma nova forma de pensar da arquitetura moderna, assunto que a historia da arquitetura registra este fato não só no ambiente no espaço brasileiro, mais essa busca incessante do internacionalismo da nova arquitetura.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-yTVdhEtrDmE/TYFwYtNO3PI/AAAAAAAAAx8/fn8e3QMNRAw/s1600/F.7%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584868582670392562" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-yTVdhEtrDmE/TYFwYtNO3PI/AAAAAAAAAx8/fn8e3QMNRAw/s400/F.7%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.7 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Devemos registrar os trabalhos dos painéis das pinturas do artista plástico Candido Portinari (ver imagem F.7), que deu certo ar de prestança e vanguardismo provocado, forem vários painéis finamente trabalhados entorno ao edifício, e como nos sabemos cumpria a função de proteção nas paredes externas.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Os princípios, que sistematicamente defendia e que há vários anos os arquitetos de vanguarda haviam adotado sem reservas, não se reduziam a um conjunto de idéias essencialmente abstratas, adquiriam uma vida nova e uma flexibilidade até então desconhecida, quanto o autor levou a pratica as inúmeras aplicações que dele se podia fazer. Tanto sobre o ponto de vista especifico do Ministério de Educação e Saúde, a contribuição de Le Corbusier permite extrair... &lt;/em&gt;(Bruand 2008:89). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-8heERFXnvo8/TYFwm7V2nXI/AAAAAAAAAyE/fRxerXHWYog/s1600/F.8%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 153px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5584868826982817138" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-8heERFXnvo8/TYFwm7V2nXI/AAAAAAAAAyE/fRxerXHWYog/s400/F.8%2B-%2BJ.Villavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;F.8 - Ministério de Educação e Saúde (1936) – Rio de Janeiro&lt;br /&gt;Fonte Fotográfica: Jorge Villavisencio (2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Assim toda a equipe de arquitetos brasileiros participantes puderem extrair as essências como o explica Yves Brunad. Lembremos que era na década dos anos 30 a arquitetura procurava novas formas de pensar, penso que saindo um pouco do racionalismo das obras da época, a busca de uma forma abstrata deu esse novo sentido – poderia se pensar que esta obra abre um novo marco da arquitetura brasileira e internacional, outros países em America do Sul se inspirarem nesta obra, como exemplo do caso do Ministério de Educação na cidade de Lima nos inícios dos anos 50, obra do arquiteto peruano Enrique Seoane Ros. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Lembremos também que posteriormente a esta obra do professor Oscar Niemeyer inicia seu primeiro trabalho individual do projeto moderno da Pampulha em Belo Horizonte, que teve considerações que forem plasmadas nesta visão moderna e de forma abstrata de fazer arquitetura. Obviamente nas conotações imbuídas de Le Corbusier trouxe como conseqüência este novo espírito, que na minha visão são atemporais, por isso é que este tipo de obra será como tema de estudo e analise que discorreram como base das essências da historia da arquitetura moderna.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goiania, 16 de Março de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;BRUAND&lt;/strong&gt;, Yves; &lt;em&gt;Arquitetura contemporânea no Brasil&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;MUMFORD&lt;/strong&gt;, Lewis; &lt;em&gt;A cidade na historia: suas origens, transformações e perspectivas&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LE CORBUSIER&lt;/strong&gt;; &lt;em&gt;Por uma Arquitetura&lt;/em&gt;, Titulo Original em Frances: &lt;em&gt;Vers une Architecture&lt;/em&gt; {1923}, Editora Perspectiva, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-2108545439522238375?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/2108545439522238375/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/ministerio-de-educacao-e-saude-1936.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2108545439522238375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/2108545439522238375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/ministerio-de-educacao-e-saude-1936.html' title='Ministério de Educação e Saúde (1936-1943) Rio de Janeiro: e sua arquitetura de visão moderna.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Ywz-xrU6jQo/TYFu8NwkKCI/AAAAAAAAAxM/ye6IWUKeXis/s72-c/F.1%2B-%2BArq.%2BJ.Villavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-6731298211749897395</id><published>2011-03-07T22:52:00.001-08:00</published><updated>2011-03-07T23:20:26.418-08:00</updated><title type='text'>Evento en Lima-Perú - CICLO DE CONFERENCIAS: HOMBRE Y CIUDAD EN LA GRAN LIMA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;&lt;em&gt;CICLO DE CONFERENCIAS: HOMBRE Y CIUDAD EN LA GRAN LIMA&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 301px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5581598494639286018" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Q7Ufxi_PJeI/TXXSQh_UZwI/AAAAAAAAAxE/1-WWiqt6i5s/s400/CONFERENCIAS_CC_GARCILAZO.png" /&gt; &lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;El Centro Cultural Inca Garcilaso de la Cancillería del Perú viene organizando un ciclo de conferencias alrededor de Lima. Se trata de una mirada crítica en torno a un espacio llamado Lima, comprendiendo temporalmente, desde el mundo prehispánico hasta hoy, buscando una reflexión en torno al devenir de nuestra ciudad y su arquitectura, considerando el aporte de la historia. El evento se realizará durante el mes de marzo en la sede del centro cultural y el ingreso es libre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Programa:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Arquitectura de Lima prehispánica: Historia y Conservación&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;José Canziani&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Miércoles 09 de Marzo, 7:00 p.m.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;2.. Cartografías urbanas alrededor de Lima Virreinal&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Isaac D. Sáenz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Miércoles 16 de Marzo, 7: 00 p.m.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;3. Lima de 1900: Arquitectura para un nuevo siglo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Elio Martuccelli&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Miércoles, 23 de Marzo&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;4. La Lima de hoy y su futuro.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Augusto Ortiz de Zevallos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Miércoles, 30 de Marzo, 7: 00 p.m.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lugar:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Centro Cultural Inca Garcilaso&lt;br /&gt;Ministerio de Relaciones Exteriores del Perú&lt;br /&gt;Jr. Ucayali 391&lt;br /&gt;Lima 1&lt;br /&gt;Teléfono: (511)6232656 (511)6232656&lt;br /&gt;Website: &lt;a href="http://www.ccincagarcilaso.gob.pe/conferenciasprox.asp"&gt;www.ccincagarcilaso.gob.pe/conferenciasprox.asp&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Fuente:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.iberarquitectura.blogspot.com/"&gt;http://www.iberarquitectura.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-6731298211749897395?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/6731298211749897395/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/evento-ciclo-de-conferencias-hombre-y.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6731298211749897395'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6731298211749897395'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/evento-ciclo-de-conferencias-hombre-y.html' title='Evento en Lima-Perú - CICLO DE CONFERENCIAS: HOMBRE Y CIUDAD EN LA GRAN LIMA'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Q7Ufxi_PJeI/TXXSQh_UZwI/AAAAAAAAAxE/1-WWiqt6i5s/s72-c/CONFERENCIAS_CC_GARCILAZO.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-8242840196528875985</id><published>2011-03-02T07:04:00.000-08:00</published><updated>2011-03-02T11:52:01.533-08:00</updated><title type='text'>Escola da Bauhaus: as teorias e práticas inspiradoras de Walter Gropius</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Escola da Bauhaus: as teorias e práticas inspiradoras de Walter Gropius&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ensaio: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a realização deste ensaio sobre a importante Escola de Arquitetura da Bauhaus na Alemanha tem conteúdos que sobrepõe aspectos teóricos dos pensamentos sobre a arquitetura e urbanismo e do enigmático professor o arquiteto Walter Gropius (1883-1969), a nossa maneira de ver é indissolúvel falar da Bauhaus, sem mencionar a Gropius, uma apreciação de ligação nas essências no espírito amplo das condições educacionais, penso que seja com fundamentos epistemológicos. &lt;em&gt;É impossível que na historia de Gropius, separar um momento teórico do momento criativo ou pedagógico&lt;/em&gt; (Argan, 1957:11).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-NEVP__4-fKk/TW5dM709CEI/AAAAAAAAAwE/XOYzuSOm7v0/s1600/Gropius%2B-%2BFabrica%2BFagus%2Bvista.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 330px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579499465158232130" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/-NEVP__4-fKk/TW5dM709CEI/AAAAAAAAAwE/XOYzuSOm7v0/s400/Gropius%2B-%2BFabrica%2BFagus%2Bvista.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fabrica da Fagus (1911-1912) em Alfeld de Walter Gropius e Adolf Meyer&lt;br /&gt;Fonte: Modern Architeture (1969)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nos inícios do ano de 1919 Walter Gropius assume a direção da Escola de Belas Artes de Weimar, esta foi fundada por Henri van de Velde (1883-1957), a Idea e de unir as diferentes correntes criadoras das artes. &lt;em&gt;O seu objetivo era criar uma nova unidade entre as artes e ofícios &lt;/em&gt;(Tietz, 2008:33) e se forma a Escola de Arquitetura da Bauhaus em Weimar. Quando nos referimos a o inicio dos “fundamentos epistêmicos” penso que tem uma relação direta na maneira de pensar de Gropius que não só atinge só as artes, mais como pensamento “unitário” com especificidades sociais, econômicas, psicológicas...etc. Que imbui todo este pensamento teórico sobre a &lt;em&gt;projeção arquitetural&lt;/em&gt; (Ludeña, 1989) com realizações com fundo pedagógico educacional. &lt;em&gt;Do status pedagógico relativo das belas-artes, com Gropius defendendo a relativa autonomia das ultimas&lt;/em&gt; (Frampton 2008:147). &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Estes processos em querer ter um caráter abrangente que não só tem condições culturais na arquitetura e na pintura. &lt;em&gt;As praticas manuais e sensitivo visual este em intima interdependência com duas classes teóricas: o conjunto de idéias artísticas segundo as quais o produtor se ajusta consciente o involuntariamente... e as teorias que produzem as ciências humanas ocupadas nas artes e que incidem na produção...&lt;/em&gt; (Acha, 1979:81) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-wKtxnvyIBTk/TW5dhgwD0TI/AAAAAAAAAwM/Eroxu9zg_LM/s1600/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2Bvista.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 310px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579499818667200818" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-wKtxnvyIBTk/TW5dhgwD0TI/AAAAAAAAAwM/Eroxu9zg_LM/s400/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2Bvista.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escola da Bauhaus – Dessau – Walter Gropius&lt;br /&gt;Fonte: Modern Architeture (1969)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Nas teorias sobre o ensino dos ofícios pretende preparar o desing para a produção em serie. Partindo dos instrumentos mais simples e das tarefas menos complicadas. Ele (o aprendiz da Bauhaus) vai aos poucos adquirindo capacidade de domínio dos problemas mais complexos e trabalhar com maquinas, ao mesmo tempo em que se mantém em contato com todo o processo de produção, do começo ao fim &lt;/em&gt;(Frampton 2008:150)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O ideal para a Bauhaus e que seus alunos conhecesse as “partes” da projeção arquitetural, desta forma poderia se entender a “unidade”, claro como elemento básico acadêmico, mais sim articular nas profundezas evidentemente com cavado epistemológico poderia intuir e imbuir-se a questionamentos de entidades “culturais” – quiçá uma visão do mundo mais consciente com as necessidades reais sujeito-objeto, uma racionalidade de extrema urgências, ungidos pelas guerras mundiais, nem sempre evitando uma serie de artífices que poderiam estar presentes, a organização que fundamenta os “ofícios” como necessidade de subsistência do ser, mais com aprimoramento reais e concretos nas técnicas que no futuro tem partituras que fundamenta a questão da “cultura”. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qpMmUqXZ9UU/TW5d1TEcDbI/AAAAAAAAAwU/S-W9RGYJ4pE/s1600/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2B1.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 257px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579500158591962546" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-qpMmUqXZ9UU/TW5d1TEcDbI/AAAAAAAAAwU/S-W9RGYJ4pE/s400/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2B1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escola da Bauhaus – Dessau (1912) Walter Gropius&lt;br /&gt;Fonte: Giulio Argan (1957)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si bem é certo que tanto das condições de essencialidade de Walter Gropius e de Le Corbusier tinham valores intrincados como acepções e condições que forem se aprimorando se no espaço-tempo da arquitetura moderna como “projeto” e não como atualmente como pensamento posmoderno de “perspectiva” que são assuntos muito diferentes, a busca de hoje e de pensamento na busca incessante de que um não conhece – rumo ao desconhecido – como se fossem pequenas e insuficientes tendências as inspirações de alguns arquitetos ou escritórios de arquitetura contemporâneos, na minha maneira de ver mais “preocupados pelo lado formalista” mais não estamos criando consciência ou cultura como projeto que se teve a modernidade, e inclusive personalidades de pensadores contemporâneos como Bell, Lyotrad, Habermas, Picó, Quijano entre outros tem explicado as diferencias entre o moderno e posmoderno, claro cada um com seu ponto de vista especifico [queremos dizer: questões imbuídas de especificidade própria dos pensadores] mais também não aclaram a direção o rumo que temos como ações posmoderna, mais bem como escavando pensamentos na busca de uma perspectiva que a posterior possa encontrar um modelo de projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a escola da Bauhaus como Le Corbusier tinham claro que o primeiro seria o coletivo e segundo o individual, pensar e atuar desta maneira além criar um ambiente mais correto com as aspirações sociais – que era o que povo aclamava – como pensamento de vanguarda. &lt;em&gt;Passando do término pedagógico aos sociais, trata-se de cobrir a distancia entre a cultura e a produção através da Revolução Industrial &lt;/em&gt;(Benevolo 2009:406) em termos a revolução e a maquina foi o momento de maior expressão e necessidade do povo. O interessante foi este recobrimento intelectual que foi desmitificado através das formas de fazer as artes, pero em formas grupais ou coletivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-p049pwVpZvE/TW5eW4UoohI/AAAAAAAAAwk/0nlDxUivZf8/s1600/Gropius%2B-%2BEscola%2Bde%2BArtes%2Bem%2BWeaton.%2B1937.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 303px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579500735527690770" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-p049pwVpZvE/TW5eW4UoohI/AAAAAAAAAwk/0nlDxUivZf8/s400/Gropius%2B-%2BEscola%2Bde%2BArtes%2Bem%2BWeaton.%2B1937.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escola da Artes – Weaton, Inglaterra (1937) Walter Gropius – M. Breuer&lt;br /&gt;Fonte: Giulio Argan (1957)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;No contexto artes-arquitetura se fundamenta pelo conhecimento profundo das condições espaciais em que para Giulio Argan aproveita (claro neste caso de forma do pensamento da Bauhaus) pero bem intuitiva, nas questões na “intelectualidade espacial” e coloca como exemplo &lt;em&gt;Si cada divisão ou subdivisão corresponde a certo complexo de atos necessários e si todos os seus atos da sua vida que estão integrados pela função são igualmente necessários, todo compartimento espacial de uma planta racional tem um valor absoluto, é uma – unidade. A perfeita racionalidade de uma planta reconhece porque os espaços estão divididos qualquer que seja sua extensão de escala, entre se nivelam como valores espaciais absolutos; porque a mesma finalidade e claridade espacial volve-se encontrar em cada unidade; porque nenhum hiato (laguna) são espaços inertes ou formalmente imprecisos subsiste de forma concisa a economia da planta &lt;/em&gt;(Argan 1957:71). Estas questões da racionalidade espacial são momentos que são históricos nas essências pragmáticas que terminam sendo dominantes dentro da arquitetura, e não só se refere a questões de ordem projetual, mais com visão na busca de uma economia atrelada ao espaço criado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tCdk1AL4xS8/TW5eup-Ei8I/AAAAAAAAAws/hF9kQgESS5I/s1600/Walter%2BGropius%2By%2Bel%2BBauhaus%2B-%2BGiulio%2BArgan.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 200px; FLOAT: left; HEIGHT: 163px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579501143991815106" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-tCdk1AL4xS8/TW5eup-Ei8I/AAAAAAAAAws/hF9kQgESS5I/s200/Walter%2BGropius%2By%2Bel%2BBauhaus%2B-%2BGiulio%2BArgan.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Livro de Giulio Argam – Walter Gropius y el Bauhaus de 1957.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A desvinculação de Gropius com a historia da arquitetura foi oprimente para ele, tantos assim que ele teve que reconhecer a insuficiência “pensamento europeu” com uma experiência mais compressiva e muito distinta de seu temperamento. Ao ficar mais perto Wrigth não só tem um sentido de polemica de luta interior, encontra-se em todas as atitudes de Gropius, esta agudeza do “espírito critico” conclui na consciência mais clara sobre a historia. (Argan 1957:82-24). Em principio a critica da arquitetura busca encontrar as fenomenologias, (ajuizamentos/valorações de ordem de visões/percepções - seja positivo ou negativo) mais estas vinculadas nas teorias e na própria história da arquitetura, não conhecer ou desconhecer estes fatos das disciplinares como “partes” não se poderia fazer critica da arquitetura como um “todo” ficaria sem consistência, analogamente quando dizemos que a arquitetura esta composta por partes, para que posteriormente conheçamos [digo: entendamos, sensibilizemos de maneira arquitetural] o “todo”, que ao final de contas é a experiências compreensivas dos fatos “unitários”. &lt;em&gt;A critica deve considerar se em términos de táticas e intenções, não em termos dos meio empregados&lt;/em&gt; (Attoe 1982:14) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-SxIP44QjvYA/TW5fXsjnzHI/AAAAAAAAAw0/VzVDmaCVLec/s1600/Gropius%2B-%2BHarvard%2Bmaquete%2B1948.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 234px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579501849060822130" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-SxIP44QjvYA/TW5fXsjnzHI/AAAAAAAAAw0/VzVDmaCVLec/s400/Gropius%2B-%2BHarvard%2Bmaquete%2B1948.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Universidade de Harvard (1948) - Walter Gropius (maquete)&lt;br /&gt;Fonte: Giulio Argan (1957)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Bauhaus foi um exemplo típico de uma escola democrática baseada no principio da colaboração entre professores e alunos, &lt;em&gt;... o ensino pratico, chama a organização sobre a base unitária do som, da cor e da forma, estas integrava atitudes físicas e psíquicas dos seus alunos. Ela substituía a todo ensino humanístico ou catedrática; sua finalidade era habituar na percepção exata e clara dos fatos formais e imbuir ao aluno a uma espontânea disposição de enquadrar todo dado da experiência de um nítido contorno formal&lt;/em&gt; (Argan 1957:42-43)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E evidente que a escola de artes e ofícios da Bauhaus e seu mentor Walter Gropius tem uma influencia importante na arquitetura moderna e também contemporânea (assim penso) a forma de pensamentos se desdobram no tempo-espaço como uma espécie de feedback que vai e volta segundo seja as condições, ou de busca de condições que sejam relevantes na criação projetual, estas tem influído na arquitetura Latinoamerica como exemplo a Escola de Arquitetura, Urbanismo e Artes (1955) da Universidade Nacional de Engenharia de Lima, Peru – FAUA/UNI, projeto do Arquiteto Mario Bianco. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GpNkW0PHhuc/TW5fsNuemZI/AAAAAAAAAw8/K1NgUPUV0rE/s1600/FAUA-UNI%2BMario%2BBianco%2B1955%2B-%2BImagem%2BArq.%2BIlka%2BTancredi.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5579502201562110354" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-GpNkW0PHhuc/TW5fsNuemZI/AAAAAAAAAw8/K1NgUPUV0rE/s400/FAUA-UNI%2BMario%2BBianco%2B1955%2B-%2BImagem%2BArq.%2BIlka%2BTancredi.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Faculdade de Arquitetura, Urbanismo e Artes – FAUA/UNI (1955) – Mario Bianco&lt;br /&gt;Fonte: Fotografia (2010) Arq. Ilka Tancredi&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;As colocações sempre pertinentes do critico de arte italiano Lionello Venturi sintetiza bem o pensamento da Escola da Bauhaus e diz: &lt;em&gt;A Bauhaus... constitui algo mais que uma escola de arte, é ponto de encontro de vários artistas, ligados a um interesse comum por uma arte nova, que se plasmaria de forma abstrata, a expressão positiva de uma consciência não só social mais sim unitariamente internacional: a expressão direta de uma realidade histórica de uma Europa democrática e socialista&lt;/em&gt; (Venturi, 2004:368)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Walter Gropius como inovador com relevâncias adequadas no seu tempo de ações projetuais aplicadas na indústria como mobiliário, maquinarias, locomotoras (diesel), acessórios, etc. &lt;em&gt;A Bauhaus começou a orientar-se cada vez mais para um fabrico industrial&lt;/em&gt; (Düchtin, 2007:73)&lt;br /&gt;E de aplicações no uso de estruturas em aço onde permite aplicar peles (fachadas) em vidro exemplo da Fabrica Fagus (1911-1912) com evolucionismo e utilização nas artes plásticas tem em si considerações muito amplas, &lt;em&gt;... a concepção de síntese estava demasiado ligada a ideai romântica de – obra total – para se adaptar a orientação cada vez mais funcionalista da Bauhaus sobre o plano de desing e da arquitetura &lt;/em&gt;(Düchtin, 2007:73)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Penso que existe uma espiritualidade que esta imbuída no pensamento da Bauhaus, de comprometimento social e cultural, que vai alem das fronteiras funcionais ou estéticas, uma filosofia de vanguarda com considerações conotativas com fundos epistêmico e acadêmico que derem no tempo-espaço, ações de pertinência de visões e percepções diferenciadas, por isso e matéria de estudo em todos os tempos de sua influencia atemporal na arquitetura e urbanismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Goiania, 22 de Fevereiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografía&lt;br /&gt;ARGAN&lt;/strong&gt;, Giulio Carlo; &lt;em&gt;Walter Gropius e El Bauhaus&lt;/em&gt;, Editorial Nueva Visión, Buenos Aires, 1957.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACHA&lt;/strong&gt;, Juan, &lt;em&gt;Arte y Sociedad Latinoaméricana: Sistemas de producción&lt;/em&gt;, Ed. Fondo de Cultura Económica, México, 1979.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TIETZ&lt;/strong&gt;, Jürgen; &lt;em&gt;Historia da arquitetura contemporânea&lt;/em&gt;, Editado H.F. Ullmann Tandem Verlag GmbH, Colônia/São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;FRAMPTON&lt;/strong&gt;, Kenneth; &lt;em&gt;Historia crítica da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;BENEVOLO&lt;/strong&gt;, Leonardo; &lt;em&gt;Historia da arquitetura moderna&lt;/em&gt;, Editora Perspectiva, São Paulo, 2009.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ATTOE&lt;/strong&gt;, Wayne; &lt;em&gt;La critica em la arquitetura como disciplina&lt;/em&gt;, Editorial Limusa, México, 1982.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;LUDEÑA&lt;/strong&gt;, Wiley; &lt;em&gt;Ideas y arquitectura en el Perú del siglo XX&lt;/em&gt;, Editora SEMSA, Lima, 1997.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DÜCHTING&lt;/strong&gt;, Hajo; &lt;em&gt;Wassily Kandinsky: A revolução da pintura&lt;/em&gt;, Editora Taschen Gmbh, Colônia, 2007.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;HOFMANN,&lt;/strong&gt; Werner; &lt;strong&gt;KULTERMANN&lt;/strong&gt;, Udo, &lt;em&gt;Modern Architeture&lt;/em&gt;, The Viking Press Inc., New York, 1969.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VENTURI&lt;/strong&gt;, Lionello; &lt;em&gt;Historia de la Crítica del Arte,&lt;/em&gt; Random House Mondadori S.A., Barcelona, 2004.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-8242840196528875985?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/8242840196528875985/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/escola-da-bauhaus-as-teorias-e-praticas.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8242840196528875985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8242840196528875985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/03/escola-da-bauhaus-as-teorias-e-praticas.html' title='Escola da Bauhaus: as teorias e práticas inspiradoras de Walter Gropius'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-NEVP__4-fKk/TW5dM709CEI/AAAAAAAAAwE/XOYzuSOm7v0/s72-c/Gropius%2B-%2BFabrica%2BFagus%2Bvista.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-146955706133971580</id><published>2011-02-15T16:54:00.001-08:00</published><updated>2011-02-15T17:21:12.459-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade: a arquitetura na vivenda unifamiliar.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sustentabilidade: a arquitetura na vivenda unifamiliar.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;São muitos os projetos arquitetônicos relacionados com a sustentabilidade da vivenda unifamiliar, cada vês que a gente projeta uma residência, alem das percepções que estão imbuídas no espaço a ser conquistado ou criado – ponto inicial de todo projeto arquitetônico - e das considerações de espaço-função com ambições formalistas da sua estética, mais o tema que a minha maneira de ver já não pode ser desvinculado (pelo menos dentro de uma ética profissional) são as condições: nas escolhas corretas de uso projetual espacial; da escolha dos matérias a ser indicados; e das formas de como será construído tectonicamente a obra. &lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Vjh8b486xOY/TVsgh8nZTQI/AAAAAAAAAvU/QI4p62Brtso/s1600/Monama%2B-%2BCorte.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 158px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574084731380256002" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-Vjh8b486xOY/TVsgh8nZTQI/AAAAAAAAAvU/QI4p62Brtso/s400/Monama%2B-%2BCorte.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Detalhe da utilização da energia&lt;br /&gt;Projeto da Vivenda (2001) dos arquitetos Prashant Kapoor; Salleem Akhtar; Arun Parassad&lt;br /&gt;Cidade de Hyderabad, India. Fonte: Sue Roaf (2006)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Dentro destas três considerações básicas acima mencionadas está à síntese de como a gente projetara ou construirá determinada obra, lembremos que a arquitetura é síntese de varias apreços que estão em nossos pensamentos – que às vezes as condensamos como um todo projetual com convicções de “a forma segue a função”, ou também em forma inversa pensada como “partes” de decisões da “função segue a forma”, mais em ambos os casos temos que entender o “todo” – o interessante nestes momentos contemporâneos esta no “conceito” seja de origem formal ou funcional, mais com considerações importantíssimas – deste olhar da sustentabilidade da obra. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-UStozF15W30/TVsgrM9tXlI/AAAAAAAAAvc/GEj3YtY0X74/s1600/Monama%2B-%2Bganhos%2Bsolares.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 195px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574084890387635794" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-UStozF15W30/TVsgrM9tXlI/AAAAAAAAAvc/GEj3YtY0X74/s400/Monama%2B-%2Bganhos%2Bsolares.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Detalhe da utilização da energia&lt;br /&gt;Projeto da Vivenda (2001) dos arquitetos Prashant Kapoor; Salleem Akhtar; Arun Parassad&lt;br /&gt;Cidade de Hyderabad, India. Fonte: Sue Roaf (2006)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ao apresentar a obra desta vivenda unifamiliar com condições espaciais de sustentabilidade dos arquitetos da Índia Prashant Kapoor, Salleem Akhtar e Arun Parassad, e sendo uma critica que busca os “fenômenos” projetuais e construtivos, e como todos sabem que para realizar uma critica da arquitetura temos que ter estas quatro considerações (paradigmas) que são a interpretação; a descrição; a explicação; e por ultimo a “escolha”, aspectos similares de como é analisada a história da arquitetura, a escolha da “Casa Monama” (cujo nome nasce da morte da filha – de nome Monama - dos proprietários da obra) então como podemos ver tem argüições psíquicas que estão imbuídas nesta obra.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nesta “escolha” da Casa Monama também forem pensados nos fatores do bioclima, algo similar a cidade de Goiânia, Brasil, (em fim do planalto central brasileiro) que penso que poderia ser de referencia, de jeito maneira como algo a seguir no sentido “strito sensu”, mais bem como analogias de possibilidades abrangentes de visões e percepções diferenciadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-UJQkgHPTiLM/TVsjHwdZJhI/AAAAAAAAAv8/gywyAIjw0Ck/s1600/Monama%2B-%2Bplanta%2Bbaixa%2Bterreo.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 267px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574087579975362066" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/-UJQkgHPTiLM/TVsjHwdZJhI/AAAAAAAAAv8/gywyAIjw0Ck/s400/Monama%2B-%2Bplanta%2Bbaixa%2Bterreo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Planta Baixa – Térreo&lt;br /&gt;Projeto da Vivenda (2001) dos arquitetos Prashant Kapoor; Salleem Akhtar; Arun Parassad&lt;br /&gt;Cidade de Hyderabad, India. Fonte: Sue Roaf (2006)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Esta obra esta localizada Hyderabad, Andra Pradesh na Índia, tem uma área de construção de 234,00 m2. Esta a 530 m. acima do nível do mar. E sua temperatura media esta sobre os 30 graus centigrados. Forem aplicados como características de sustentabilidade: materiais de construção de baixo impacto ambiental; tubulação de evaporação e resfriamento; coleta de chuva e reciclagem de energia; mais devo dizer que estas são algumas das considerações que devem estar presentes para que um edifício tenha considerações sobre uma ação sustentável, mais não são todas – tem muito mais – pero neste caso da Casa Monama estas decisões de sustentabilidade forem as suas escolhas. A relação do ambiente e de considerações urbanas foi estudada para a afirmação conceitual do projeto, e o uso dos materiais também teve considerações importantes, inicialmente queriam fazer o uso de tijolo de barro local, mais foi constado que a qualidade não era apropriada, e teve que trazer o tijolo de outra localidade, queda para nos como experiência: que ao propor determinado material (neste caso o tijolo) antes de próprio uso da terra, deve-se realizar uma análise da argila – mais faz parte das pesquisas e dos processos indutores – em algumas paredes forem utilizadas paredes duplas, com propósito de reduzir a condição térmica local, e claro da orientação solar do edifício. Também foi proposto condições nas aberturas (janelas, portas) que se transformarem posteriormente em condições estéticas formais, esta condição e importante – a relação da função atrelada na forma., que regula seus ganhos solares.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-eEdCsB4Qf5E/TVshApzMnMI/AAAAAAAAAvs/qjbEzfIRZDI/s1600/Monama%2B-%2BFachada.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 163px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574085258905427138" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-eEdCsB4Qf5E/TVshApzMnMI/AAAAAAAAAvs/qjbEzfIRZDI/s400/Monama%2B-%2BFachada.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Fachada Principal&lt;br /&gt;Projeto da Vivenda (2001) dos arquitetos Prashant Kapoor; Salleem Akhtar; Arun Parassad&lt;br /&gt;Cidade de Hyderabad, India. Fonte: Sue Roaf (2006)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;O que me chamo muito a atenção foi a “invenção” da relação do resfriamento por evaporação, e do programa utilizado “Summer” ™ “Os canos subterrâneos funcionam injetando na edificação ar que circulou previamente sob a terra através de trocadores de calor terra-ar. O ar geralmente e succionado do ambiente com o uso de um ventilador. A queda de temperatura obtida por saída de ar que entra, da temperatura do solo no qual se localiza o trocador de calor, da condutividade térmica dos canos e da difusibilidade térmica do solo, assim como a velocidade do ar e das dimensões dos tubos” (Roaf, 2007:293 – &lt;em&gt;Ecohouse 2:desing guide&lt;/em&gt;, Sue Roaf; Manuel Fuentes; Stephanie Thomas: versão original em inglês de 2003. No caso da versão em português tem como titulo &lt;em&gt;Ecohouse:A Casa Ambientalmente Sustentável&lt;/em&gt;, Editora Bookman, Porto Alegre, 2006) &lt;/p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-faMShX2P6Zo/TVshNkTbIQI/AAAAAAAAAv0/hXVG44Ot0XY/s1600/Monama%2B-%2Bresfriamento.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 249px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5574085480768282882" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/-faMShX2P6Zo/TVshNkTbIQI/AAAAAAAAAv0/hXVG44Ot0XY/s400/Monama%2B-%2Bresfriamento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;O aproveitamento das energias do ar – resfriamento&lt;br /&gt;Projeto da Vivenda (2001) dos arquitetos Prashant Kapoor; Salleem Akhtar; Arun Parassad&lt;br /&gt;Cidade de Hyderabad, India. Fonte: Sue Roaf (2007)&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para terminar devo dizer que para que a obra seja sustentável baixo diversos ponto de vista, alem dos princípios acima supracitados os usos de diversos usos de materiais podem ser claramente utilizados, penso que não existe um só tipo de materiais, o aproveitamento de “todos” são consideráveis, sem preconceito algum, mais é necessário realizar as pesquisas destes previamente, si for o caso é necessário realizar as “praticas”, a experimentação faz parte do conviver nos estudos de investigações, e si não der certo determinada proposta –será descartada a posterior, e isso o que a experimentação enrique-se , a busca incessante das qualidades sustentáveis, a busca de modelos que nos permitam tomar atitudes e usos destas novas propostas, mais acho firmemente que as respostas estão imbuídas da mesma essência da espacialidade projetual, e das visões e percepções nos comportamento da natureza, e de entender/compreender todo é isso já faz parte do convívio do arquiteto e urbanista.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Goiania, 15 de Fevereiro de 2010.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-146955706133971580?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/146955706133971580/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/02/sustentabilidade-arquitetura-na-vivenda.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/146955706133971580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/146955706133971580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/02/sustentabilidade-arquitetura-na-vivenda.html' title='Sustentabilidade: a arquitetura na vivenda unifamiliar.'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Vjh8b486xOY/TVsgh8nZTQI/AAAAAAAAAvU/QI4p62Brtso/s72-c/Monama%2B-%2BCorte.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-1031271664153823601</id><published>2011-02-06T07:03:00.000-08:00</published><updated>2011-02-06T09:05:13.723-08:00</updated><title type='text'>Kandinsky: e suas relações com a Escola das artes e ofícios da Bauhaus (1922-1933)</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Kandinsky: e suas relações com a Escola das artes e ofícios da Bauhaus &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(1922-1933)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Wassily Kandinsky (1866-1944), artista plástico Russo, produziu influencias teórico- conceitual na prática da importante escola da arquitetura da Bauhaus, onde foi professor, seu trabalho e amplo nas condições introdutórias no pensamento sobre o abstracionismo, sua mudança para a cidade de Berlim (Junho 1922), trouxe conseqüências respeitáveis para a cultura alemã, onde era dominada Nova Objetividade (Neue Sachlichkeit) do expressionismo e pelo movimento Dada. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU67dUjLePI/AAAAAAAAAvM/slHqsXS98ws/s1600/Kandinsky%2B-%2Bele.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; DISPLAY: block; HEIGHT: 199px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570595901510744306" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU67dUjLePI/AAAAAAAAAvM/slHqsXS98ws/s200/Kandinsky%2B-%2Bele.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Wassily Kandinsky (1866-1944) – Fotografia (1905) de Gabrile Münter&lt;br /&gt;Fonte: Hajo Düchting&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Era uma figura solitária entre os estilos radicais, que rejeitava, qualificando-se como tendências formalistas e ideológicas. Esta foi uma das razões porque aceito a proposta de Walter Gropius (1883-1969) [fundador da Escola da Bauhaus] para ir a Weimar&lt;/em&gt; (Düchting, 2007:65), si bem e certo que Kandinsky vinha de uma escola de construtivistas – arte que imperava na época em Moscou, teve outras formas análise, como principio de – liberdade e de vanguardismo – suas produções nas artes têm esta qualificação. Na realidade o novo espírito da Bauhaus, &lt;em&gt;O seu objetivo era criar uma nova unidade entre as artes e ofícios &lt;/em&gt;(Tietz, 2008:33) mais marcados inicialmente no impressionismo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU64--N4T0I/AAAAAAAAAus/eOsQ35eASJQ/s1600/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 251px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570593181096496962" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU64--N4T0I/AAAAAAAAAus/eOsQ35eASJQ/s400/Gropius%2B-%2BBauhaus%2BDessau%2B2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Escola da Bauhaus em Dessau (1925)&lt;br /&gt;Fonte: Giulio Carlo Argan&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A Bauhaus de Gropius se fundamentavam nas artes plásticas com as artes aplicadas, da seqüência na convocação de outros pintores de pensamentos modernos como: Paul Klee (1879-1940), Georg Muche (1895-1987), Lyonel Feininger (1871-1956), Gerhard Marcks (1889-1981) entre outros, e segundo Manifesto de 1919 desta escola dizia “Desejemos, inventemos e criemos, em comum, a nova construção do futuro que será um todo: arquitetura, escultura, pintura...” (Düchting, 2007:66).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;A Bauhaus... constitui algo mais que uma escola de arte, é ponto de encontro de vários artistas, ligados a um interesse comum por uma arte nova, que se plasmaria de forma abstrata, a expressão positiva de uma consciência não só social, mais sim unitariamente internacional: a expressão direta de uma realidade histórica de uma Europa democrática e socialista&lt;/em&gt; (Venturi, 2004:368)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Vassily Kandinsky e chamado para ditar cátedra de artes plásticas no ateliê de Mural (1922), que apresentava modelos de base sob formas de tabelas, freqüentemente utilizados na suas aulas. Na minha maneira de ver a utilização da primeira dimensão (ponto e linha) se fundamentava em base a um geométrico das formas exercidas por sua força, a utilização dos contrastes não só das cores que em alguns casos empregava mais sim como contrastes dos espaços cheios e vazios, é isso tem uma questão importante para a arquitetura, alem e claro que a arquitetura esta composta por “partes” para que ao final podássemos entender o “todo”. &lt;em&gt;Kandinsky evidencio aos estudantes, com clareza e lógica, os fundamentos indispensáveis da criação artística &lt;/em&gt;(Düchting, 2007:69). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65LuL1fpI/AAAAAAAAAu0/-EVNID-E8VY/s1600/Kandinsky%2B-%2BPequenos%2BMundos%2BVII-1922.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 345px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570593400131255954" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65LuL1fpI/AAAAAAAAAu0/-EVNID-E8VY/s400/Kandinsky%2B-%2BPequenos%2BMundos%2BVII-1922.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Pequenos Mundos VII (1922) – Wassily Kandinsky&lt;br /&gt;Fonte: Hajo Düchting&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Nas propostas da Bauhaus alem que procurava uma linguagem “universal” o aspecto racional e o técnico-funcional eram participes das experiências nas suas formas inspiradoras abstracionistas, plasmado na base cientifica da geometria pura, a utilização de linhas, arcos, círculos, triângulos, curvas, ângulos, etc., eram parte de seu expressionismo vivido por Kandinsky, ele que apresentava uma valorização nos tons das cores, em alguns casos desprovidas de tensão tons suaves de cores básicas, mais também outros mais previstos tensão, trabalhos que produziu entre 1908 a 1916. &lt;em&gt;Sem duvida a utilização que a combinação das formas de das cores elementares, tal como Kandinsky a ensinava, estava mais sujeita a uma avaliação subjetiva do que as leis verificáveis segundo o critérios objetivos&lt;/em&gt; (Düchting, 2007:68) penso que uma liberdade própria do abstracionismo. &lt;em&gt;O tom geral da cor pode ser débil sem ser falso. O tom geral da cor pode ser débil sem que a harmonia os destruísse; ao contrario e o vigor dos coloridos o que é difícil combinar com a harmonia &lt;/em&gt;(Diderot, 1776:12), Penso que a aplicação de Kandinsky também se da pelo gosto pela “arte popular”, na minha maneira de ver muitas de suas obras tem reflexo de isso, quiçá empenhado pelo abstracionismo de intuições perceptivas de seu lado romântico com certo ar meio místico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65YYlAPII/AAAAAAAAAu8/3Gn6IEdGzqs/s1600/Kandinsky%2B-%2BAlguns%2BCirculos-1926.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570593617669536898" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65YYlAPII/AAAAAAAAAu8/3Gn6IEdGzqs/s400/Kandinsky%2B-%2BAlguns%2BCirculos-1926.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Alguns Círculos (1926) – Wassily Kandinsky&lt;br /&gt;Fonte: Hajo Düchting&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Posteriormente Kandinsky tem condições mais favoráveis na mudança da Bauhaus para Dessau, donde passaram a morar, juntamente com Paul Klee e Walter Gropius, claro este provocado as pressas para sair de Weimar, por seu ideais políticos. A pesar que Kandinsky seu passo para Deussau crio na sua fase final certa controvérsia já que foi colocado para influenciar a arquitetura de interiores, mais não consegue a contento, devido que suas cores propostas não eram colocados como decorações, tinha em si colocações mais amplas, que correspondiam mais nas relações das formas e cores, como síntese abstrato da cena proposta, penso que desvinculação destas partes não teve produto aturado (condições propostas pela Bauhaus), a proposta era integral, &lt;em&gt;Esta concepção de síntese estava ainda muito ligada a idéia romântica de – obra total – para se adaptar a orientação cada vez mais funcionalista da Bauhaus sobre o plano de desing e da arquitetura &lt;/em&gt;(Düchting, 2007:73) &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65j23Wv3I/AAAAAAAAAvE/rminEA3eVwE/s1600/Kandinsky%2B-%2BComp%2BVIII-1923.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 275px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5570593814778134386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU65j23Wv3I/AAAAAAAAAvE/rminEA3eVwE/s400/Kandinsky%2B-%2BComp%2BVIII-1923.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Composição VIII (1923) – Wassily Kandinsky&lt;br /&gt;Fonte: The Salomon R. Guggenheim Museum, New York.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por volta de 1931 existe uma reviravolta contra Kandinsky provocado pelos nazistas, e foi retirado aos poucos de suas atividades de professor da Bauhaus, e consegue mudar-se para Paris, no preâmbulo da segunda guerra mundial muito professores estudantes da Bauhaus conseguem mudar-se para os EUA, suas chegadas forem para a Universidade de Harvard, mais continuam com o pensamento da Bauhaus, em 1937 Walter Gropius consegue ensinar nesta Universidade trazendo a essência da aplicação das artes plásticas com as artes aplicadas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 6 de Fevereiro de 2011.&lt;br /&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DÜCHTING&lt;/strong&gt;, Hajo; &lt;em&gt;Kandinsky: A Revolução da Pintura&lt;/em&gt;, Taschen GmbH, Colônia/São Paulo, 2007.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;DIDEROT&lt;/strong&gt;, Denis; &lt;em&gt;Essais sur la peinture (1776)&lt;/em&gt;, Editora Tecnos S.A., Madrid, 1988.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;TIETZ&lt;/strong&gt;, Jürgen; &lt;em&gt;Historia da arquitetura contemporânea&lt;/em&gt;, Editado H.F. Ullmann Tandem Verlag GmbH, Colônia/São Paulo, 2008.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;VENTURI&lt;/strong&gt;, Lionello; &lt;em&gt;Historia de la Crítica del Arte&lt;/em&gt;, Random House Mondadori S.A., Barcelona, 2004.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARGAN&lt;/strong&gt;, Giulio Carlo; &lt;em&gt;Walter Gropius e El Bauhaus&lt;/em&gt;, Editorial Nueva Visión, Buenos Aires, 1957.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-1031271664153823601?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/1031271664153823601/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/02/kandinsky-e-suas-relacoes-com-escola.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1031271664153823601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/1031271664153823601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/02/kandinsky-e-suas-relacoes-com-escola.html' title='Kandinsky: e suas relações com a Escola das artes e ofícios da Bauhaus (1922-1933)'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TU67dUjLePI/AAAAAAAAAvM/slHqsXS98ws/s72-c/Kandinsky%2B-%2Bele.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-6128542202607233976</id><published>2011-01-27T19:58:00.001-08:00</published><updated>2011-01-27T20:30:43.135-08:00</updated><title type='text'>Catedral de Rio de Janeiro e seu lado formalista (1964-1979)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Catedral de Rio de Janeiro e seu lado formalista (1964-1979)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem varias formas de analise desta obra que pode ser considerada como “modernista”, este olhar critico arquitetônico da Catedral poderia se basear nestas quatro áreas: a formalista, a semiótica, a psicanalista e por ultimo a sociológica, pero neste caso nos vamos a referir só no caso do seu lado formal de atitude formalista como obedece ao titulo deste texto, está claro que referimos ao lado formal estamos a raciocinar sobre “forma” que na realidade é a relação da massa com o espaço vazio, e nestes termos se analisará aspectos como: massa, linha, volume, movimento, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_Is0EaeI/AAAAAAAAAtg/7tEzQ4-jzfo/s1600/Catedral%2B1%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567081508084410850" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_Is0EaeI/AAAAAAAAAtg/7tEzQ4-jzfo/s400/Catedral%2B1%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – vista geral em elevação&lt;br /&gt;Fonte: fotografia Jorge Villavisencio (26-01-2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Mais antes faremos uma breve síntese da historia arquitetônica desta edificação, o nome oficial é a “Catedral Metropolitana de São Sebastião de Rio de Janeiro” localizada no centro histórico desta cidade, de propriedade da Arquidiocese de Rio de Janeiro, o autor do projeto de arquitetura foi o Arquiteto Edgar Oliveira da Fonseca, mais também estiveram presentes na obra artistas plásticos como Paulo Lachen Mayer (interiores), Nicola Zenotto (lampadários), Mario Agostinelli (portada), Marli Crespo Azeredo (trabalhos em mármore) e Humberto Cozzi (pia batismal). A obra demorou 15 anos em ser construída de 1964 a 1979, foi inaugurado oficialmente o dia 15 de Agosto de 1979, e tem uma área de construção de 8.000 m2. (aproximadamente), em sua base em forma de circunferência tem 106 m. de diâmetro, e tem uma altura externa de 75 m. e interna de 64 m. tem capacidade para 20.000 pessoas dos quais 5.000 sentadas. Sua estrutura e de concreto armado aparente, os quais forem adoçados entre nervuras no plano vertical os vitrais que em uma altura de 60 m. O Campanário é externa executada posteriormente no ano de 1985 que é de concreto armado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_WFCuTBI/AAAAAAAAAto/4XIc5sr8lQY/s1600/Catedral%2B2%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567081737926626322" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_WFCuTBI/AAAAAAAAAto/4XIc5sr8lQY/s400/Catedral%2B2%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – detalhe da estrutura nervurada externa&lt;br /&gt;Fonte: fotografia Jorge Villavisencio (26-01-2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Poderíamos iniciar sobre a sua localização em relação à cidade, é evidente que o edifício numa escala que surge num contexto urbano que não e comum as outras edificações (referencial formal da obra), mais seu recuos laterais liberam certo ar de interdependência – outorga respiro – alem e claro de uma imponência edificatoria, este se basa numa rotina feita através do tempo-espaço pela categoria: tipologia arquitetônica – segundo o arquiteto Edgar Graeff – quando diz: edifícios para o desenvolvimento – atividades religiosas e culturais (Graeff 1986:67-68), mais não só como uma atividade religiosa comum, porque ao final de contas tem a categoria edificatoria da Catedral, de uso netamente religioso, e como é obvio todas as cidades de menor ou maior dimensão tem seu edifício para o culto religioso, penso também que as dimensões (escalas) deste tipo de edifício têm uma relação direta com o desenvolvimento socioeconômico ou no vislumbramento a futuro da cidade que tem influência de suas regiões ou do conglomerado metropolitano. Então podemos resumir que sua organização espacial é central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_jHPOGtI/AAAAAAAAAtw/7y-B_EaaLRk/s1600/Emplazamiento%2BCatedral%2Bde%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B%2528Google%2BEarth%2B2010%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 347px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567081961854212818" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_jHPOGtI/AAAAAAAAAtw/7y-B_EaaLRk/s400/Emplazamiento%2BCatedral%2Bde%2BRio%2Bde%2BJaneiro%2B%2528Google%2BEarth%2B2010%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – implantação&lt;br /&gt;Fonte: Google Earth (2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Si bem é certo que seu plano base horizontal e de forma circular, seu campo de força e verticalizada levando o edifício para o céu (em similitude da Catedral de Brasília de Niemeyer), esta relação da massa alem que de fato gera “rotação” – que a minha maneira de ver cria uma sensibilidade e ação de “movimento”, quiçá com a idéia de tirar um pouco o peso da massa volumétrica que nela leva. “... uma interpretação dinâmica do fenômeno nos permite compreender a "altura do céu", como o limite do campo de força decorrentes da arquitetura real, mas não pode ir além de certa distância...” (Arnheim 2001:25).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_1LeuVSI/AAAAAAAAAt4/2O_CrljeKtU/s1600/Catedral%2B3%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567082272230626594" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_1LeuVSI/AAAAAAAAAt4/2O_CrljeKtU/s400/Catedral%2B3%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – detalhe da vista interna&lt;br /&gt;Fonte: fotografia Jorge Villavisencio (26-01-2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sobre sua forma se diz que vem de inspirações Mayas ou Astecas (México), mais tanto nas pirâmides egípcias o as mexicanas tem forma de “pirâmide” (estes tem arestas nas quinas), só para lembrar faço a minha critica de índole “formalista” – é minha busca e a representação da forma – então mais bem posso dizer que são sua “influencia platônica” da forma pura simples (este tipo de formas são muito interessantes como intuição – pareceria que a obra já fosse conhecida sem ter vista anteriormente), os sólidos platônicos tem essa virtude. A forma “cônica” da Catedral tem uma sustração em seu ápice (corte final). “O cone e o fruto do giro de um triangulo eqüilátero arredor de seu eixo vertical. Como o cilindro, quantos nos cones são apoiados numa base circular que é uma forma estável...” (Ching 2002:43). Assunto bem logrado porque entrega uma estabilidade que não só e no aspecto formalista, mais também de estabilidade de culto mágico-religioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAGTrN1LI/AAAAAAAAAuA/GBJFIzr468E/s1600/Catedral%2B4%2BRJ%2B-%2BEscultura%2BAzeredo%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567082566488282290" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAGTrN1LI/AAAAAAAAAuA/GBJFIzr468E/s400/Catedral%2B4%2BRJ%2B-%2BEscultura%2BAzeredo%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – Escultura Marli Crespo Azeredo&lt;br /&gt;Fonte: fotografia Jorge Villavisencio (26-01-2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Seus planos verticais são inclinados em forma arredondada dados pela forma cônica, este entrega à sua impressão de “continuidade” que são atributos das formas esféricas (cantos arredondados). Poderia se referir também à obra nos contextos históricos da arquitetura de atitudes de forma circular como as obras de Vila do Teatro Marítimo. Vila de Adriano, Tivoli, Itália (118-125 d.C.) ou a Planta para uma cidade ideal de Vicenzo Scamozzi (1615), ou no Hospital de Bernard Poyet (1786), ou na Catedral de Brasília de Niemeyer (1970), ou o Museu Northrhine-Wesfalia, Dussendorf na Alemanha projeto de James Stirling e Michael Wilford de 1975; são tantas obras que tem seus referentes platônicos circulares, alem que a forma cônica que gera rotação na Catedral irradia atração de dentro para afora, que e um efeito importante nos edifícios religiosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAXyyXcFI/AAAAAAAAAuI/krUvNcUYzas/s1600/Catedral%2B5%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567082866897547346" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAXyyXcFI/AAAAAAAAAuI/krUvNcUYzas/s400/Catedral%2B5%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – detalhe interior&lt;br /&gt;Fonte: fotografia Arq. Jorge Villavisencio (26-01-2011)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Na interpretação filosófico-religiosa “A arquitetura é o aspecto visual da historia... o neoplatonismo, formulado pelo conceito do infinito, rompe com a visão isolada do ser. Essa direção filosófica reflete-se na arquitetura da época helenística, e explica sua revolta contra a determinação volumétrica e plástica do templo grego o novo acento cenográfico” (Zevi 2009:142).&lt;br /&gt;Si bem é certo como aprecia Zevi na busca de outras soluções arquitetônicas, que e o diferencial nesta obra da Catedral, a penso que a busca do mágico-religioso esta presente, que da evidencia no contexto da relação sujeito-objeto. Sem duvida esta foi logrado, tem como premissa este objetivo, e só passar pelos arredores do edifício e pareceria que tem como ímã que se chama a ver na sua essência visual da forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAnGGyNLI/AAAAAAAAAuQ/KDacfAncyuw/s1600/Const.%2B%25281964-1979%2529.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 312px; DISPLAY: block; HEIGHT: 343px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5567083129781499058" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUJAnGGyNLI/AAAAAAAAAuQ/KDacfAncyuw/s400/Const.%2B%25281964-1979%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Catedral de Rio de Janeiro – na época da construção&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Sem duvidas a obra da Catedral Metropolitana de São Sebastião de Rio de Janeiro nos imbui a uma reflexão sobre a arquitetura moderna no Brasil, considero que sua análise formal se sustenta na sua própria formalidade edificatoria – essência dos aspectos da sua espacialidade – alem que cria em si uma reflexão entre o significante que e o homem em relação aos aspectos funcionais de uso religioso, a escala utilizada na obra foi premeditada, mais concordo quando o mestre Oscar Niemeyer diz: “que obra tem que surpreender”, que neste caso o edifício cumpre sim esta expectativa, além que é relevante para a cidade de Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Rio de Janeiro, 27 de Janeiro de 2011.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;GRAEFF&lt;/strong&gt;, Edgar;&lt;em&gt; Edifício&lt;/em&gt;, Projeto Editores Associados: Vol.7, São Paulo, 1986.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CHING&lt;/strong&gt;, Francis; &lt;em&gt;Arquitectura: Forma, Espacio y Orden&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 2002.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ARNHEIM&lt;/strong&gt;, Rudolf;&lt;em&gt; La forma visiual de la arquitectura&lt;/em&gt;, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 2001.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ZEVI&lt;/strong&gt;, Bruno; &lt;em&gt;Saber ver a arquitetura&lt;/em&gt;, Editora Martins Fontes, São Paulo, 2009.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-6128542202607233976?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/6128542202607233976/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/catedral-de-rio-de-janeiro-e-seu-lado.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6128542202607233976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/6128542202607233976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/catedral-de-rio-de-janeiro-e-seu-lado.html' title='Catedral de Rio de Janeiro e seu lado formalista (1964-1979)'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TUI_Is0EaeI/AAAAAAAAAtg/7tEzQ4-jzfo/s72-c/Catedral%2B1%2BRJ%2B-%2BJorge%2BVillavisencio.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-8204505113625438059</id><published>2011-01-13T10:15:00.000-08:00</published><updated>2011-01-13T11:12:02.967-08:00</updated><title type='text'>Desastres naturais: historia urbana de Lima do século XVIII</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Processo de reconstrução ante os desastres naturais das cidades de Lima e Callao do século XVIII.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Critica: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mapa conceitual apresentado embaixo, representa a síntese do pensamento político cultural da cidade de Lima e Callao no século XVIII, este baseado nos acontecimentos do “desastre natural” do grande terremoto no dia 28 de Outubro de 1746 que desbasto as cidades, como é evidente as incertezas corre nas veiais nas estruturas das cidades ante tais eventos dos “riscos e desastres” que se produzem de forma natural. A cidade não estava preparada ante tais eventos, e o sofrimento e o terror campeia nas esferas de ação do ser humano. Acho firmemente que umas das formas de olhar para as cidades e suas regiões são através de tais eventos, si bem e certo que estes acontecimentos na maioria das cidades não estão preparados, mais a historia da arquitetura e o urbanismo tenta entender estes fatos, porque ao final de contas somos os arquitetos e urbanista que projetamos e construímos edifícios e cidades, mais de jeito maneira não nos excluímos das nossas responsabilidades o que acontece “é que teríamos que reformular toda a concepção de fazer cidades começando deste o planejamento urbano e regional, ate a forma de construção ou reconstrução do ambiente urbano”, que é uma tarefa que deve ser vista de forma “multidisciplinar”. Na minha maneira de ver si nos utilizamos de forma analógica os acontecimentos na Lima do século XVIII, podemos ver que a forma de fazer “reconstrução” do ambiente urbano, além que nasce dentro das esferas políticas “quiçá como desespero”, mais também se cria uma consciência cultural, que isso tem um “valor agregado”, porque pareceria que todas as discórdias sumissem antes tais eventos, é só existe uma corrente direta e consensual que é a “reconstrução”.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TS9CbtR_VFI/AAAAAAAAAtA/S4OFa0zJyas/s1600/NPH-Proceso%2BReconstructivo%2B-%2BComo%2Bse%2Bprodujo%2B-%2BArq.%2BJorge%2BVillavisencio.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 223px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5561737108604802130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TS9CbtR_VFI/AAAAAAAAAtA/S4OFa0zJyas/s400/NPH-Proceso%2BReconstructivo%2B-%2BComo%2Bse%2Bprodujo%2B-%2BArq.%2BJorge%2BVillavisencio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mapa Conceitual sobre a reconstrução de Lima e Callao do século XVIII – Arq. Jorge Villavisencio Lima FAUA/UNI/2008&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Goiânia, 13 de Janeiro de 2011&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Arq. Jorge Villavisencio.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7142135854967536669-8204505113625438059?l=jvillavisencio.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/feeds/8204505113625438059/comments/default' title='Comentarios de la entrada'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/desastres-naturais-historia-urbana-de.html#comment-form' title='0 Comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8204505113625438059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7142135854967536669/posts/default/8204505113625438059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jvillavisencio.blogspot.com/2011/01/desastres-naturais-historia-urbana-de.html' title='Desastres naturais: historia urbana de Lima do século XVIII'/><author><name>ARQUITECTURAVILLAVISENCIO</name><uri>http://www.blogger.com/profile/15401559962126810459</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='26' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/S3cWpRHgxlI/AAAAAAAAAKU/pehU5qgZnhQ/S220/papaa.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TS9CbtR_VFI/AAAAAAAAAtA/S4OFa0zJyas/s72-c/NPH-Proceso%2BReconstructivo%2B-%2BComo%2Bse%2Bprodujo%2B-%2BArq.%2BJorge%2BVillavisencio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7142135854967536669.post-2586384940344138177</id><published>2011-01-04T08:05:00.001-08:00</published><updated>2011-01-04T08:22:32.801-08:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade é a busca da XI Conferencia das Cidades em Brasília DF.</title><content type='html'>&lt;strong&gt;Sustentabilidade é a busca da XI Conferencia das Cidades em Brasília&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;(7-8/12/2010)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Articulo: Arq. Jorge Villavisencio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recentemente no Congresso Nacional em Brasília se realizo o XI Conferencias das Cidades – “O futuro das cidades no novo contexto socioambiental”, foi muito significativo a idéia de analise desta Conferencia, não só nos contextos tradicionais sociais e econômicos, mais neste importante olhar sobre a questão “ambiental”, este assunto do “sustinere” (1)tem uma questão que relata com os contextos culturais, que a ao final qualifica o “ideal de cuidar e preservar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNFhbBD5FI/AAAAAAAAAso/Gw1hrZMkUq8/s1600/XI%2BConferencia%2Bdas%2BCidades.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 321px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558362805595530322" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNFhbBD5FI/AAAAAAAAAso/Gw1hrZMkUq8/s400/XI%2BConferencia%2Bdas%2BCidades.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Imagem – Folder da XI Conferencia das Cidades na cidade de Brasília DF.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;E evidente que as cidades dialogam com o clima – as poucas reservas o pulmões verdes das cidades cada vez são mais esmagadas, é os fatores climatológicos atrelados ao micro-clima das cidades estão cada vez mais vulneráveis, alem e claro da emigração das pessoas das áreas rurais para as cidades. O palestrante o Dr. Alain Grimard – Membro da Divisão de Monitoramento e Pesquisa do ONU-HABITAT, explica que o êxodo rural a nível Mundial numericamente se expressa que nos anos 1970 era rural o 63% e urbano 37%; nos anos 2000 o rural e de 53% e urbano 47%; e as projeções para o ano de 2030 seriam de rural com 40% e do urbano com 60%. Mais em termos Latinoamericanos a situação atual e mais gritante porque a área rural ocupada e de 21% e a malha urbana esta em 79%, aqui podemos analisar dois assuntos.&lt;br /&gt;Primeiro faço a seguinte pergunta: Como vai sustentar as áreas rurais sem pessoas que habitem e sem que trabalhem a terra? Com está quero dizer que as áreas de plantio – alimento do povo – se vai reduzir, ou serão todas mecanizadas? Como é obvio os custos operacionais serão tão altos que chegara o momento que os alimentos não estarão à mesa do povo. Serão economicamente inviáveis? Trará como conseqüências alem da desnutrição, uma alta considerável de doenças – neste caso nos referimos a Latinoamerica – as problemáticas deste tipo já eram quase erradicadas, mais na primeira década do século XXI doenças como a tuberculose, dengue, vírus de altas resistências, estão aparecendo, lembremos que para tratar um paciente enfermo traz como conseqüências um custo elevado para os Governos, quando sabemos segundo o explica o arquiteto Jarbas Karman que “a melhor maneira de atenuar esta problemática e a prevenção”, pensar e atuar preditivamente e um ato ético e moral, não pensar desta maneira só levara ao colapso. Também sou da impressão que as áreas rurais também cumprem a missão de “pulmão” que interatuam e interferem na malha urbana, alem e claro da vida natural que evidentemente deve ser preservada, é certo que atualmente tem atitudes que tem evolucionado como o eco-turismo (poderia se pensar de maneira geral em visão ampla de um eco-comportamento humano) que é um importante pensamento e médio de expressão cultural, fazer também uso das áreas rurais e das reservas florestais (evidentemente de forma monitorada) é uma forma consciente e correta de participar da natureza, porque sempre penso que as essências e soluções para o ser humano encontra-se na própria natureza. Considero interessante a proposta da Dra. Samanta Pineda – PUC-PR, quando explica “tirar o código das florestas dos códigos das cidades” esta seria uma forma analise diferenciada – porque segundo entendo a formas de comportamento são diferentes, uma não pode estar atrelada politicamente (códigos diferenciados) a outra, mais sim uma depende da outra – as políticas e seus códigos podem ser diferentes, pero devem ser vistas de forma multidisciplinar “partes do todo”.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNFpkzalZI/AAAAAAAAAsw/JQCd_V1K1d8/s1600/Brasilia%2BVista%2Bdo%2BCongresso%2BNacional%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 278px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558362945661605266" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNFpkzalZI/AAAAAAAAAsw/JQCd_V1K1d8/s400/Brasilia%2BVista%2Bdo%2BCongresso%2BNacional%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Congresso Nacional de Brasília – Local da XI Conferencia das Cidades.&lt;br /&gt;Imagem: Jorge Villavisencio (Dezembro 2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Num segundo termo, as cidades não são elementos isolados, é evidente que o Estatuto das Cidades tem demorado 12 anos para ser aprovado no Brasil, mais atitudes com a execução dos Planos Diretores nas cidades norteiam atitudes, mais de acordo a meu entendimento na exposição da palestrante Dra. Nadia Somekh – FAU/Mackenzie, “existem lagunas nos âmbitos Municipais”, é não e questão de ficar de acordo o desacordo na maneira como e visto os Planos Diretores para os municípios, a problemática radica “rever a questão municipalista” - porque segundo Somekh “os Planos Diretores são mais amplos que os municípios” e de fato é, os Municípios não entes isolados, mas bem tem como facilidades de relações regionais – atuam e interatuam vários municípios, e isso da à ideal de integração, mais se os Planos Diretores miram para seu interior da sua cidade, quando a proposta seria olhar para seu exterior em “interatuar de forma espacial-regional”, mais a problemática radica nas lagunas políticas o seja: Quem poderá tomar conta politicamente da problemática regional?&lt;br /&gt;Questões de habitação, mobilidade, ambiente, violência, emprego, gestão-financiamento, são assuntos que não pertencesse a um só Município, esta visão deveria ser reconciliadora no âmbito da palavra “regionalismo”.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para a PhD. Maria do Carmo – FAU/UNB, explica que a falta de “autoridade metropolitana” traz como conseqüências um dês-norteamento de atitudes amorfas, e explica que no ordenamento territorial tem diferentes tipologias, mais hoje 50% das pessoas moram nas áreas urbanas, que estão aglomeradas em 12 regiões metropolitanas “sem autoridade política” (concordante ao especificado por Nadia Somekh) muitas destas regiões tem ocupação irregular do solo, 34% da ocupação urbana estão em locais inadequados; 94% tem água potável, pero não tratada; 54% tem esgoto domiciliar mais não é tratado; 30% dos Municípios tem lixões a céu aberto, “prevenção e precaução” são as palavras de ordem para Maria do Carmo, conhecer a fragilidades das dinâmicas sociais nos seus aspectos morfológicos “códigos e estratégias” em especificidade aos Planos Diretores “que estão pouco presentes nos estudos do zoneamento ambiental”. Sobre este assunto gostaria de fazer uma reflexão, na realização dos Planos Diretores nas cidades – que como nos sabemos forem feitos por obrigação de acordo as solicitudes do Ministério das Cidades, claro todos entendemos das necessidades de realização dos Planos Diretores, mais tivesse sido mais interessante que tenham nascido no seu útero originário, como necessidade do povo em relação na sua cidade, isto traz como conseqüências poucas abordagens imbuídas no espírito das consciências culturais que podem ser espelhados nas questões sociais-econômicas, porque penso que os planos vem a idéia de perspectiva (que pode ser ,o não pode acontecer) muito diferente se fosse como “projeto” de ações consensuais, que entrega como referente a vida da própria cidade, analogamente algo assim, como o que ocorre na historia da arquitetura e urbanismo, porque sempre e bom lembrar que a “modernidade foi um projeto, e a posmodernidade é uma perspectiva” (Martuccelli 2009:1-11). (2)&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Também lembremos que existe uma dinâmica nas Cidades e suas Regiões que procuram ou pelo menos algumas tentam pensar e atuar em prospecção, por isso a necessidade de atualização constante, para evitar desvirtuar o que foi planejado, em especial ao que se referem ao “uso do solo”, cidades mais novas são mais sensíveis, com o que acontece na inapropriada conduta na exploração imobiliária, criando enormes custos edilícios, alem e claro de um descaso com a questão ambiental, tema central desta XI Conferencia.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Considero importante entender que no processo da nossa historia urbanística Latinoamericana que já nasce em forma tardia, estas que se iniciam nas primeiras décadas do século XX, ações e introdução imbuídas pela escola francesa pelo Barão Haussmann, estes modelos acadêmicos que procuram vislumbrar a “higiene urbana”, o sonho do utópico da Carte d´Athenes (3) de 1933 que veio como reflexão das exposições de Le Corbusier nos CIAM´s, que se concreta na construção de Chandigarh ou de Brasília de Kubitschek, Lucio Costa e Niemeyer, na segunda metade da década dos anos 50. &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNF2X5aNiI/AAAAAAAAAs4/EEqsZTAIQg0/s1600/Brasilia%2BVista%2Bdos%2BMinisterios%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5558363165535385122" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_LJHBrB752xY/TSNF2X5aNiI/AAAAAAAAAs4/EEqsZTAIQg0/s400/Brasilia%2BVista%2Bdos%2BMinisterios%2B-%2BJ.%2BVillavisencio.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Perspectiva de Brasília – Setor dos Ministérios.&lt;br /&gt;Imagem: Jorge Villavisencio (Dezembro 2010)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Em Latinoamerica a presença passada deste academismo Frances de urbanistas e paisagistas como Bouvard em Buenos Aires e São Paulo; Forestier em Buenos Aires, La Havana; Agache no Rio de Janeiro; Rotival em Caracas; André em Montevidéu, penso que abriu novos horizontes no espaço-tempo, o respeito nas questões ambientais, traduzidas na higiene urbana ou salubridade urbana, tem correlações no importante tema “ambiental” assunto de reflexão desta Conferencia das Cidades. Mais poderíamos ir alem como das políticas que se vem aplicando na Amazônia, que caberia tomar atitudes hemisféricas que não só concernem ao Brasil, mais tem influencias diretas em Latinoamerica no Perú, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, são considerações mais amplas, análogas aos componentes das metrópoles nas propostas de decisão política da “regionalização” (em similitude nas expressões de Nadia Somekh e Maria do Carmo). Para Ramón Gutiérrez (4) explica: “que o regionalismo Latinoamericano expressa diversos regionalismos, mais sempre esta vigente o componente do – ambiente -, a paisagem, a historia, os materiais, e o modo de vida local, como dados básicos do desenho” (Gutiérrez 1996:112).&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para o palestrante Dr. Carlos Nobre (INPE) explica que o uso do solo aplicado nas cidades não e adequado, pela falta de estudo da mancha urbana, em alguns locais as edificações estão totalmente fora de contexto com um alto risco, como sucede nas encostas donde há deslizamento (desmoronamento), e inclusive com risco nos aspectos da “salubridade urbana”, pela falta de ar aspectos básicos urbanos sobre a “ventilação”.&lt;br /&gt;O que me chamo muito à atenção foi quando colocou que “a cidade não se adapto – a cidade se acomodou” e as cataloga em dois tempos: a primeira entre os 1950-1980 em uma “acomodação invertida”; segundo nos anos de 1980-2010 em “acomodação inconseqüente” e agora? Como adaptação “planejada e de conflito”, em efeito o planejamento em situações emergenciais tipologicamente “tapa buraco”, e nos sabemos que não e assim, o estado do estudo do urbanismo tenta visualizar as áreas de conflito, mais geralmente as possíveis soluções se dão a médio e longo prazo, refazer o que foi mal planejado, o sem planejamento, “O processo de produção e apropriação do espaço urbano dado-se dentro da economia de mercado... Quando a demanda do espaço urbano, convém caracterizar desde logo duas categorias de agentes, definidas por diferentes níveis de poder na disputa do espaço...agentes capazes de disputar, condiciones corrente de mercado...agentes de menor capacidade econômica – hiposufientes ante as condições de mercado...“ (Pompeu de Toledo 1978:85) (5), a maneira de reflexão dos componentes socioeconômicos que fluem nos espaços urbanos, por isso as condições se dão de forma multi- direcional, afirmando a idéia das complexidades do espaço urbano.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Para concluir o texto faremos uma reflexão em relação às duas Prefeituras que estiverem presentes nas exposições; a primeira da Sra. Francisca Alves Ribeiro (Chica do PT. Prefeita de Carinhanha – Bahia) que teve um lado emotivo nas questões e soluções que se apresentam no seu município (acho que também em muitos municípios brasileiros) a falta de assessoramento técnico no espaço a ser criado, e falta de uma economia que permita realizar seus trabalhos que a minha maneira de ver são sustentáveis, em harmonia com as condicionantes “ambientais e culturais” relacionadas com o modus vivedi do Povo, que se transformam idéias, mais com considerações de “ideais” que são as formas corretas imbuídas nos paradigmas da sustentabilidade.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Por ultimo o Sr. João Paulo Kleinübin
