domingo, 18 de abril de 2010

Frank Lloyd Wright

Frank Lloyd Wright e sua arquitetura moderna.

Por: Arq. Jorge Villavisencio Ordonez
Evidentemente escrever sobre o importante arquiteto norte americano da escola de Chicago Frank Lloyd Wright e pensar na arquitetura moderna organicista, mais Wright nasce 8 de Junho de 1867 na cidade de Richland em Wisconsin, e morre na cidade de Phoenix em Arizona, USA, no dia 9 de Abril de 1959, aos 91 anos. Este prolífico arquiteto teve influências iniciais de seu professor o Arquiteto Louis Sullivan, mais ele passa por varias etapas na sua vida profissional, e claro de seus referentes criativos como da cultura Maya no México, no Japão (depois do terremoto na cidade de Tokyo em 1923), que para mim sua influencia organicista nasce nesse momento, quiçá ao sair um pouco do pensamento occidentalista e adentrar e conhecer a espacialidade da rica arquitetura oriental, criador do termo “usonia” por dizer de maneira ampla a cultura de igualdade e espontânea de Norte America.


Neste breve ensaio apresento e analiso quatro de suas obras, entre elas estão: A Igreja de Oak Park, na cidade de Chicago (1906-1907), a famosa Casa das Cascatas em Bear Run, em Pensilvânia (1936), a torre da companhia Johnson Wax em Racine, Wisconsin (1949-1951), e por ultimo o não menos famoso Museu Guggenheim, na cidade de New York (1956-1959), por sua basta obra arquitetônicas não poderíamos assumir todas e das tendências que forem surgindo através do espaço tempo, mais acho que nestas quatro obras vou tentar sintetizar alguns de seus pensamentos que se expressam nos seus desenhos. Para Wright a palavra orgânica, que ele amplia na primeira vês na arquitetura foi em 1908, onde passou a a significar o uso dos balanços em concreto como se tratasse de uma forma material (Frampton 2008:36)


Igreja de Oak Park, na cidade de Chicago (1906-1907)


Neste projeto sua arquitetura (o vai a transição) do estilo de arquitetura de Art Nouveau de idéia da racionalidade (ser racional e um elemento importante da modernidade), com motivos inspirados na arquitetura Neoplásticas De Stilj, Bauhaus (Walter Grophius) e Le Corbusier, evidente inspiração do artista plástico Piet Modrian, movimento de vanguarda desta época, mais a igreja de Oak Park, foi feita nas mesma época ou contemporânea de Gaudi e de Wagner, a igreja se basa em uma estrutura modular e de uso do concreto, donde demonstra neste momento a utilidade do concreto.


Este complexo arquitetônico se basa de Lake Street, que é a unidade do templo, y de em a parte posterior que é o colégio, a que denomina (ver imagem arriba) como a unidade da casa, foi um projeto bastante econômico para a época que não sobre passava dos 40.000 dólares, os elementos cúbicos e lineais de seu sistema modular foi planejada de uma forma bastante racional, este período histórico que e influenciado do Art Nouveau que se espelha no arte cubista.



Casa das Cascatas em Bear Run, Pensilvânia (1936)

Poderia dizer que esta obra de Wright, tem um significado profundo da arquitetura moderna, através do espaço tempo muitos críticos tem escrito sobre magnífico projeto arquitetônico, mas acho que o pensamento não só vem de nosso ideais ocidentais, mais com a experiência que ele teve no Japão, de pensamento oriental, traz como produto esta integração dos espaços internos e externos como num momento de reflexão das necessidades ambientalistas, que é um tema importante para a arquitetura contemporânea da atualidade, a valorização do ambiente, em resume a relação homem-natureza.




Quiçá sua obra da Falling Water o Casa das Cascatas para mim e claro para muitos seja a grande produto por esta relação que temos citado acima, que e evidente que não e por sua monumental, obras que eram expressiva na aquela época (em grandes escalas dimensionais), mais pela qualidade e o rigor do estudo da relações espaço e forma, que foi um tipo de pensamento muito cedo, e isso e de vanguarda. La combinação pedra, água, concreto, que intervém nos espaços das varandas representa alem da sua horizontalidade da forma uma integração natureza e a questão espacial da arquitetura. Wright fez todos seu esforços possíveis para incorporar sistemas de controle ambiental engenhosos modernos, como sistema eficaz de calefação e ventilação... (Frampton 2008:83)



Torre da companhia Johnson Wax em Racine, Wisconsin (1949-1951)

O edifício de uma arquitetura bastante racional tem como qualidades a simplicidade da forma pura, mais integrado com a questão de transparência, alem e claro de seu lado da verticalidade de forma, em que se exige no projeto administrativo desta empresa.




O equilíbrio e o balanço do edifício marcam a diferença feita em concreto armado (ver imagem de embaixo) em que este se envolve em uma membrana de vidro transparente. A primeira vês que Wright, o mestre da alvenaria, aclamou o “vidro” como o material moderno por excelência, foi em suas famosas conferencias de Kahn, proferidas na Universidade de Princeton em 1930.
Wright expressa de “estilo e indústria” onde diz: O vidro tem uma visibilidade perfeita, finas laminas de ar cristalizado para manter as correntes de ar dentro o fora. A superfície de vidro também pode ser modificada para permitir que a visão as atrevesse de um modo de chegar a perfeição (Frampton 2008: 226)




Museu de Salomon R. Guggenheim em New York (1956-1959)

Esta obra magnífica contem uma escala dimensional maior em relação à cidade, implantada em um terreno de escassas dimensões, localizada entre a 5 avenida (forma que expressam os norte americanos da ápice da localização na cidade de New York) e a 88 avenida e 89 avenida, forem muitos anos de planejamento desta obra, onde inclui uma severidade das formas complexas da arquitetura, pero seu desenho começa no ano de 1943, em plena segunda guerra mundial, pero seu desenho e forma espiralado aparece entre os anos de 1947 ate 1951, que derem para Wright todo tempo para pensar sobre as formas a ser aplicadas, ademais e claro dos aspectos de funcionabilidad respeito a forma adotada, poderíamos dizer que depois de feita esta a obra, termina sendo um ícone de arquitetura moderna.


Também quero expressar que a pesar do falecimento em 1949 de Salomon R. Guggenheim, a obra segue em continuidade – a sustentabilidade da obra, e em sua apertura do Museu nas primeiras nove semanas forem visitados por mais de 750,000 pessoas. Ademais penso pelas exposições da obras contidas no Museu de Kandinsky, Cezanne, Klee, Arp, Brancussi e outras todas estas obras particulares de Salomon que forem doadas para o Museu, mais pela “formas de audácia” do edifício de Frank Lloyd Wright. Onde pareceria a proposta de uma cena de ficção cientifica de um elice espacial por excelência, penso que poderia ser uma forma inspiradora das naves espaciais da aquela época – o inicio da conquista do espaço sideral, como também de uma continuidade do edifício para com a cidade, onde seu lado espiralado da esta continuidade em que não termina.









Pouco antes de sua morte Wright explica que seu tanque em forma de vulva no foyer do edifício “típica dos detalhes deste edifício, a figura simbólica de uma vagem seminal ovalada que contem unidades globulares” (Frampton 2008:227), esta visão “usonia” atinge sua realização plena na obra do Museu.


Todo grande arquiteto, necessariamente, um grande poeta. Deve ser um grande intérprete original de seu tempo, nos seus dias e da sua época. (Frank Lloyd Wright)


Biografia:

Arquiteto norte-americano, um dos grandes mestres da arquitetura do século XX e inventor do termo "Arquitetura orgânica". Frank Lloyd Wright nasceu em uma família de pastores de origem britânica, o pai do ministro da igreja Batista, palestrante e professor de música e uma mãe professora. Sua infância e adolescência passaram em uma fazenda, onde viveu em estreito contacto com a natureza, algo que a concepção condicional subseqüente da arquitetura. Ele participou Madison High School, em 1886 ingressou na Universidade de Wisconsin, para estudar engenharia, mas deixou o tempo, movendo-se para Chicago, e entrou para o estudo de Silsbee.
O lado convencional deste arquiteto que gosta de Lloyd Wright, que deixou o estúdio para trabalhar como desenhista no estudo de Adler e Sullivan, onde Louis Sullivan (*), um dos sócios, exerceu uma importante influência sobre ele. Em 1893, em parceria com outro arquiteto por alguns anos até que em 1896 ele abriu seu próprio escritório de arquitetura. Em 1894, ele projetou o "Winslow House", o primeiro da famosa série de casas de pradaria, uma casa totalmente integrada ao seu ambiente, o que eu chamaria de "arquitetura orgânica". Lloyd Wright viajou para a Europa em 1909 e, posteriormente, apresentaram seus trabalhos em uma exposição de arquitetura e design em Berlim, com grande apreço. Entre 1915 e 1922 ele trabalhou com Antoni Raymond no projeto do Hotel Imperial, em Tóquio, desenvolver um método de construção anti-sísmicas. Desde o início de sua carreira, Frank Lloyd Wright rejeitou o estilo neoclássico e vitoriano que dominaram o século XIX, estava convencido de que a forma de cada edifício deve estar ligada à sua função, o ambiente e os materiais utilizados na sua construção.

(*) Nota: Ver neste Blog - arquiteturavillavisencio - sobre o arquiteto Louis Sullivam no mês de Novembro 2009 (7/11/2009).


Bibliografia

VENTURI
, Lionelo, Historia de la Critica da Arte, Randon House Mondadori S.A., Barcelona, 2004.


FRAMPTON, Kenneth, Historia da arquitetura moderna, Livraria Martin Fontes Editora, São Paulo, 2008.

HOFMANN, Werner; KULTERMANN, Udo, Modern Architeture, The Viking Press Inc., New York, 1969.

VILLAVISENCIO, Jorge; Blog: arquitecturavillavisencio, Lima e Goiânia, (2009-2010).

domingo, 11 de abril de 2010

Processo Arquitetural

As etapas do “Processo Arquitetural”

Arq. Jorge Villavisencio O.

Na arquitetura e o urbanismo esta baseado numa metodologia, bastante complexa a que denomino como o “processo arquitetural”, desta forma ate certo ponto lógica (pode ser como pensamento racional) que desenvolvemos nossas idéias nos projetos, faremos a descrição de cada etapa em forma de síntese.
A sistematicidade dos projetos arquitetônicos e urbanísticos se inicia na solicitação do projeto, pode-se definir nas seguintes perguntas: Qual e o objetivo do projeto? Quais são seus alcances? Para isto e necessário e indispensável ter uma conversação exaustiva de quem solicita projeto, e definir claramente seus objetivos, também deve verificar a documentação (titulação) do terreno ou a área onde vai ser implantado o projeto. Antes de iniciar as demais etapas é necessário ter o contrato entre os gestores (proprietários) e o Professional, dando base real dos serviços prestados.
O segundo e o programa de necessidades, nesta etapa se determinam o zoneamento do projeto, onde estão relacionados todos os ambientes a ser projetado, dando o nome de cada ambiente (espaço) e sua área (metros quadrados) respectiva. Cabe indicar que no resumo final do programa de necessidades contara em forma estimativa o valor do investimento, esta com idéia de que os proprietários tenham uma valorização em termos globais, considero importante este fato, porque quedo mais claro o investimento econômico do projeto. Também devo dizer que um projeto seja arquitetônico ou urbanístico deve contar com um programa de necessidades que este tenha o “rigor” de sua elaboração, já que considero que si o programa e deficiente, dificilmente o desenho terá a qualidade esperada.
No projeto arquitetônico o urbanístico se plasmará as idéias e possivelmente os ideais do projetista, entra em jogo o poder da criatividade, por conseguinte, este deve ter vários referenciais, por qual a criatividade não sai da nada, sempre se consolida a traves de seus referenciais, o domínio das teorias do desenho é fundamental para poder vislumbrar e plasmar um bom desenho, os poderes da cognição dos espaços jogam um papel essencial, os domínios da síntese, e das escalas farão a diferencia na execução do projeto. O domínio das geometrias a serem propostas nos desenhos também e fundamental.



A compatibilização do projeto arquitetônico o urbanístico com os projetos das especialidades das engenharias seja: elétrico, hidro sanitário, estrutural (sondagem, fundações e estruturas), telefônicas, ar condicionado, ambiental, segurança, mecânicas, impermeabilizações, e outras especialidades são fundamentais, e cabe ao arquiteto e urbanista ter o conhecimento necessário para a realização deste trabalho, considero que se o arquiteto que não tem domínio na gráfica nos projetos de especialidades das engenharias dificilmente vai ser compatibilizado com a própria arquitetura, em conseqüência poderá causar modificações na etapa da construção, é muito possível se sofrem modificações na arquitetura e nos projetos de engenharia, alem de causar um maior custo na construção, considero também que a experiência tem seu valor agregado para a solução desta problemática.
A boa construção da obra e conseqüência de um bom projeto arquitetônico ou urbanístico alem e claro de um bom orçamento, que nesta etapa deve estar atrelado com um cronograma de execução de obra, como também do cronograma orçamentário, alem de um mínimo de desperdício nos materiais a ser empregados, assim como uma consciência nas questões ambientais, na execução dos serviços, a compra dos materiais devem ser feitos no momento certo, a mão se obra deve ser qualificada, todas as etapas na construção são importante, mais destaco a questão do gabarito, prumo, esquadro e acabamentos como elementos de maior importância, alem e claro o cumprimento a rigor do cronograma físico-financeiro.
No termino de todas estas etapas temos como elemento o metapensamento, que penso que não se trata de só pensar, sino levar todos o problemas ocorridos nas diferentes etapas que forem realizadas uma avaliação o auto-avaliação de feedback (retroalimentação), que possa levar novamente ao arquiteto ou urbanista na etapa projetual, e que isso possa gerar novas idéias o novos ideais na execução dos projetos, acho que uma forma de realização de uma critica (valorativa) consistente das questões que contém nossa profissão.
11 de Abril de 2010
Arq. Jorge Villavisencio O.

martes, 6 de abril de 2010

Sustentabilidade Urbana

Sustentabilidade Urbana
Crítica: Arq. Jorge Villavisencio O.



Que e desenvolvimento sustentável?
O desenvolvimento sustentável: é que satisfaz as necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras, em satisfazer suas próprias necessidades. (Edwars 2008:20)

Sustentabilidade dos projetos urbanos:
Penso no primeiro momento que a sustentabilidade da se pelas exigências culturais, sociais e econômicas das regiões, para isto é necessário que as estruturas ambientais existentes, o a ser implantadas, tenha a seguintes considerações básicas:

1. Implantação e manutenção para que estas gastem menos energia.
2. Gerar o mínimo de impacto ecológico.
3. Gerar o conjugar consenso na população das necessidades de proteção aos temas ambientais.

Biocidade – Define a idéia de uma cidade densa, complexa, dinâmica e equilibrada com a natureza tropical, em suma, viva, ecológica e culturalmente diversificada como é a sociedade brasileira” (Gouvêa 2008:81)
Em suma o equilíbrio homen-natureza, faz que se tenha a sustentabilidade da cidade, mais ela é diversificada por as regiões em que são implantadas estas cidades, nos conceitos amplos dos aspectos culturais, sociais e econômicos em que isto gere riqueza de pensamento e de provável ação.

Solidária e Flexível
“Procurar organizar os espaços da cidade evitando a setorização rígida. Buscar sobrepor usos compatíveis, que possibilitem maior flexibilidade de usos, assim como criar alternativas urbanas para evitar a segregação socioespacial”

Penso que a arquitetura e o urbanismo têm que ser flexível em todo momento, a rigidez só leva a um enquadramento de fechamento do pensamento, e sendo a arquitetura como arte que é, precisa de liberdade de ação em que gera comunicação espacial, ademais da concordância com o meio ambiente, esta orientação penso que deve ser também de comunicação de massas social e cultural, o seja de todos.


Orientabilidade
“Construir arranjos espaciais que facilitem a orientação e acessibilidade aos principais pontos da malha urbana. Procurar na historia ambiental ecológica urbana local e regional, elementos para compor o sistema de orientação urbana “vegetação, edifícios históricos, relevo, traçado monumentos” (Gouvêa 2008:80-84)

Penso que na arquitetura e no urbanismo esta baseada nas questões espaciais o de cognição do espaço, sempre foi assim, porque a historia da arquitetura é, antes de mais nada e essencialmente, a historia da concepções espaciais. (Zevi. 27:2009 {1984}), e claro não pode ser de outra maneira, porque nas questões ambientalistas e mãe natureza da base a o dito na Carta de Atenas 1933, “sol, espaço e vegetação”,é isso aí. (Arq. Jorge Villavisencio – JVO – apresentado no EREA 2010

Centralidade
“Organizar a cidade de forma que possua uma hierarquia de centros, tendo um o mais como principal (Gouvêa 2008:82), restringindo o uso do automóvel em favor do transporte coletivo e dos transportes limpos: bicicleta, veículos elétricos, e o caminhar pela cidade”.

A organização espacial e a pedra angular para o desenvolvimento correto da cidade, pareceria que o ser humano vai encontra desta corrente, para desorganizar, a vida em si dos seres, que é: nascer, crescer, reproduzir e morrer, e desta maneira que somos, e desta forma nos organizamos (a vida) numa seqüência ate lógica que nos da a natureza.
E evidente que a cidades de grande porte não seguram mais este desconforto da mobilidade da cidade, que é um principio da modernidade por isso os urbanista temos que estar a favor do transporte de massa e dos “transportes limpos” como sinala Gouvêia.

“Evitar o abandono os centros antigos, renovando, revitalizando e/ou seus espaços, inclusive para o espaço residencial”.

Penso que o abandono gera decadência, e o arquiteto e urbanista como conhecedores do espaço, tem que ser implacável contra o abandono, já que uma das maiores ferramentas que tem esta profissão é a “criatividade”. Por isso renovando e revitalizando estamos resgatando nossa historia (elementos primários), como também nossa identidade local e regional.

Diversidade
“Criar uma malha urbana o mais diversificada possível. Incentivar o uso residencial, procurar conjugar a moradia térrea, geminada, de um o mais pavimentos, com a habitação coletiva sobreposta ou em media o grande altura, criando variedade forma e estética”

Penso no primeiro lugar que o urbanismo contemporâneo não fixa um só Centro Urbano ( a menos que seja o Centro Histórico – como identidade histórica urbanística, que claro deve ser preservada), ele tem vários centros criados pela mesma população – sociedade, e saber conjugar estes vários “Centros” como as questões residenciais no e uma tarefa fácil, porque a arquitetura e o urbanismo e “complexa” – e penso que sempre será assim – entender ou re-entender as questiones espaciais nos diferentes graus de influencia.


Bibliografia:
ZEVI
, Bruno; Saber ver a arquitetura, Editora Martins Fontes S.A., São Paulo, 2009.
EDWARS, Brian; Guía Básica de Sostenibilidad, Editora Gustavo Gili, Barcelona, 2008.
GOUVÊA, Luis Alberto; Cidade Viva: Curso de desenho ambiental urbano, Editora Novel, São Paulo, 2008.
ROMERO, Marta Bustos (Org.); Reabilitação Ambiental Sustentável Arquitetônica e Urbanística – Reabilita, Editora Fundação Universidade de Brasília – FAU/UNB, Brasília, 2009.

lunes, 5 de abril de 2010

EREA GOIÂNIA 2010

Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura do Brasil – 23° EREA GOIÂNIA 2010

“Acessibilidade e Inclusão Social”



















Penso que o tema: “Acessibilidade e Inclusão Social” apresentado como discussão no Encontro Regional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo realizado na cidade de Goiânia – EREA-2010, entre os dias 1 a 4 de Abril de 2010, apresentam uma preocupação não só com as questões do estudo do espaço físico que correspondem no âmbito das disciplinas, mais também nossa profissão estuda, sopesa, influi e se inspira nas questões sociais, das necessidades do povo, já que sempre e pensado que a arquitetura é “para todos”, e não para alguns como outras pessoas pensam, por isso a importância de pensar ou repensar nestes temas, que influem diretamente nos temas de investigação ou pesquisas, que servem de base para os projetos arquitetônicos e urbanísticos que serão apresentados nos seus trabalhos ao longo de seus estudos de bacharelado.
Arq. Jorge Villavisencio O.




Participação “atenta” dos alunos do EREA Goiania -2010


Professores Palestrantes Arquitetos: Haroldo Pinheiro, Jorge Villavisencio, Antonio Lucio Ferrari, Renato Rocha.

Professor Arq. Haroldo Pinheiro diz: “a importância do professor tenha conhecimento teórico sobre a arquitetura e urbanismo, mais ele considera mais importante que o professor tenha a experiência profissional (pratica na atuação profissional), assim desta forma podem passar seu conhecimento-experiência a seus alunos na vida real (realidades concretas ou primeiras fontes) da profissão de arquiteto e urbanista”.



O professor Arq. Antonio Lucio Ferrari observa sua obra o COLU (Colégio Estadual Pré Universitário), me descrevia que o projeto arquitetônico feito por ele foi no ano de 1968, e foi construído nos inícios dos anos 70, ora tempos bons da arquitetura moderna brasileira.





Motivos alegóricos estéticos com material reciclável apresentados pelos estudantes – e uma boa forma de percepção na proposta.




Estudantes entre as refeições e os trabalhos – “o tempo não para – isso é a quarta dimensão o tempo”




Visão noturna do evento – e outra maneira de visualização do espaço.




A Palestra sobre a minha experiência profissional na área para o “Lazer Urbano Metropolitano” na Cidade de Lima Metropolitana (1985-1990) se baseia no meu trabalho final (dissertação) para a conclusão do Curso de Arquitetura e Urbanismo na FAU da PUC de Goiânia (1975-1980), que foi como tema: “Centro de Lazer Urbano para a Cidade de Goiânia”, que teve como orientadora a Arquiteta Lucia Morais.



Cito algumas partes da palestra:
· Mais que apresentar um projeto, venho a dizer algumas considerações sobre algumas ideais e ideais sobre a arquitetura e urbanismo em termos gerais...
· O grande problema do arquiteto e reconhecer o espaço – viver, sentir, perceber, espelhasse, sensibilizasse..., para poder criar a forma...
· A arquitetura e a arte que mais se vê (edifícios, ruas, cidades, praças...), que influi diretamente no comportamento das pessoas...
· Penso que a arquitetura e o urbanismo esta passando por um período de “procura e reflexão” por mais idéias, e possivelmente de ideais, evento similar ao acontecido na historia da arquitetura no CIAM de 1933 (Congresso Internacionais da Arquitetura Moderna) que gero a importante Carta de Atenas – como “pensamento utópico” da vida moderna assim Brasília de Lucio Costa e de Oscar Niemeyer, Goiânia de Atílio Correa Lima foi pensado neste pensamento utópico, "As realidades importantes do presente já foram utopias no passado; assim acontecera no futuro..." (Thomas More – 1478-1535)


Parque Zonal No. 23 do Cone Sul – Huayna Capac – Distrito de San Juan de Miraflores – Lima.

Reutilização das águas de esgoto domiciliar – perfeitamente aplicável neste tipo de projetos.






· Penso que os temas ambientais se inspiram nas questões da ecologia e de lazer do povo, em especial nas camadas sociais menos favorecidas, que é um importante elemento de “inclusão social”...
· Mais o arquiteto tem que ter a sensibilidade para conversar com a população/sociedade o povo (no caso dos parques pilotos apresentados) que precisa e se traduz em: “dialogo e consenso”...
· Em referencia a um dos parques apresentados, e importante que o futuro arquiteto saiba investigar/pesquisar – assunto que deve ter sempre presente, que sirva como elemento de reflexão para seus futuros projetos...
· Geralmente estes tipos de projetos são a médio ou longo prazo, assim passarem três prefeitos de diversas tendências políticas entre os anos 1985 a 1990 o importante e ter “seqüência para estes sejam sustentáveis”...
Arq. Jorge Villavisencio – EREA Goiânia 2010 (as 17:30 horas do dia 02/04/2010).


Estudante em momento de alegria no termino do evento “o desafio teve sucesso” – 04/04/2010



A importância de um encerramento são as considerações finais, que claro quedam a informação ser publicada pela Diretoria do EREA Goiânia 2010 por uma questão de ética, mais me pareceu dizer como de expressar algumas palavras no meu Blog: em minha opinião no encerramento teve muita sensibilidade dos fatos do evento do esforço dos colegas estudantes em levar o Encontro com a maior “dignidade e esforço” de todos os que participarem e inclusive em momentos de emoção dos participantes, e de suas despedidas para seus próximos Encontros (de fato foi muito comovente – e me fez lembrar na minha época de estudante de bacharelado – é sim), e claro das solicitações dos futuros profissionais para os próximos encontros como da colega dizendo: tem que ter uma maior promoção sobre a pesquisa nas oficinas nestes eventos, assunto que acho muito adequado, também agradeço a Diretoria do Encontro por ternos dado aos professores em poder participar e expressar nossas experiências de conhecimento teórico, mais também principalmente de nossa experiência na nossa atuação profissional de arquiteto e urbanista, no meu caso quer agradecer o convite a os estudantes Pedro Mello, Lara Brito, Mario e outros, e felicitar por sua incansável labor no Encontro Regional do Centro Oeste do Brasil.
Arq. Jorge Villavisencio Ordonez - 05/04/2010.

lunes, 29 de marzo de 2010

Carta de Atenas – 2 Parte.

Carta de Atenas – 2 Parte.
Análise e Síntese: Arq. Jorge Villavisencio.

A Carta de Atenas

Título Original: La Charte D´Athenes (1942)
Os princípios do Urbanismo
Le Corbusier, Fondation Le Corbusier e Editions de Munuit, Paris, 1957

Segunda Parte

Economia Geral
O equipamento de um Pais exige a intima vinculação da arquitetura com a economia geral. A noção de “rendimento”, introduzida como axioma da vida moderna, não implica em absoluto a máxima ganância comercial, mais sim uma produção suficiente para satisfazer plenamente as necessidades humanas. O verdadeiro rendimento será o fruto de uma racionalização e de uma normatização aplicadas com flexibilidade tanto nos planes arquitetônicos e urbanísticos como nos métodos industriais de execução.

2. Estado atual das cidades – Críticas e Soluções
Habitação (observações)

9. No interior no núcleo histórico das cidades, assim como determinadas zonas de expansão industrial do século XIX, a população e muito densa (chega a somar ate mil e incluso mil e quinhentos habitantes por hectares).
A densidade, relação das cifras que sumam população e superfície que esta ocupa, pode modificar-se totalmente nas alturas das edificações.
1- Insuficiência da superfície habitação por pessoa.
2- Mediocridade das aberturas no exterior.
3- Falta de sol (orientação norte...)
4- Ausência insuficiente de instalações sanitárias
5- Presença permanente de gérmenes mórbidos (tuberculose...)
6- Promiscuidade devida a disposição interior da vivenda...

10. Os setores urbanos congestionados, as condições de habitabilidade são nefastas, por falta de espaço suficiente para a habitação, por falta de superfícies verdes disponíveis, e a falta de cuidado das edificações – exploração (Baseada na especulação). E agravado mais pela presença de uma população com nível de vida muito baixo, e incapaz de adotar medidas defensivas (a mortalidade chega alcançar um 20 %).
O que constitui um tugúrio e o estado interior de uma vivenda, mais a miséria se prolonga ao exterior, pelo estreito das ruas sombrias, e pela carências de áreas verdes, criadores de oxigeno, que também são propicio para o lazer das crianças.

11. O crescimento das cidades devoro progressivamente as superfícies verdes limítrofes de sucessivas periferias. Este afastamento cada vez maior dos elementos naturais, aumenta em igual medida a falta de higiene.
Quanto mais cresce a cidade, menos se respeitam as “condições naturais” – entende-se a presença de proporção suficiente de certos elementos indispensáveis para os seres vivos: “sol, espaço, vegetação”.

12. As construções destinadas para a vivendas estão repartidas por superfícies da cidade, em contradição com as necessidades de higiene.
O primeiro dever do urbanismo e adequar-se nas necessidades fundamentais do ser humano, o sol, o ar o espaço.

13. Os bairros mais densos encontram-se nas zonas menos favorecidas (vertente mal orientada, setores invalido, por neubueiras os gases industriais, acessíveis a inundações.
O solo das cidades, dos bairros de vivendas, estes alojamentos se distribui segundo a ocasião – “ao azar de interesse mais inesperados (exploração imobiliária), as vezes mais baixos”.

14. As construções arejadas (vivendas acomodadas) ocupa as zonas favorecidas, ao abrigo de ventos hostis, com vistas seguras e grandiosos desafogos prefeitas áreas paisagistas: lago, mar, montes, etc., e com abundante exposição ao sol.
O homem introduz em buscar sempre que se permitam seus meios – uma condição de vida e uma qualidade de bem-estar onde sua raízes se encontram na mesma natureza.

15. A distribuição parcial de uma vivenda esta sancionada ao seu uso e pelas disposições municipais, que consideram justificadas: zoneamento.
O zoneamento de uma operação se realiza sobre um plano urbanístico, com o propósito de assinar cada função e cada individuo no seu lugar certo.

16. As construções levantadas ao largo das vias de comunicação e nas proximidades dos cruzes são prejudiciais para a habitabilidade: barulho, poeira, gases nocivos.
Então a casa estará grudada na rua através da calcada. A circulação se desdobrara por meio de vias de recorrido lento para o uso de pedestres, e vias rápidas para o uso de veículos.

17. O tradicional alinhamento das vivendas ao borde das ruas, só garante sua exposição ao sol a uma parte mínima dos alojamentos.
As ruas paralelas ou oblíquas desenham, ao se entrecruzar, superfícies quadradas ou retangulares, trapezoidais, ou triangulares, de diversa capacidade, as quais são edificadas, constituem os “bloques”. A necessidade de iluminar dentro do centro destes bloques da nascimento a pátios interiores de variadas dimensões. As regulamentações municipais, desgraçadamente, deixam a quem busca a ganância da liberdade de limitar estes pátios a dimensões verdadeiramente escandalosas.

18. A distribuição das construções de uso coletivo dependentes da vivenda e arbitraria.
A vivenda proporciona o abrigo para a família. O caráter benéfico destas instituições coletivas es óbvio. Pero as massa todavia no advertem claramente sua necessidade. Sua realização apenas tem sido esboçada, de maneira fragmentaria e sem vinculação das necessidades reais das vivendas.

19. As escolas no particular encontram freqüentemente situadas em vias de circulação demasiado afastadas das vivendas.
As escolas, limitando o juízo a seu programa e sua disposição arquitetônica, se encontram em geral mal situadas, no interior do complexo urbano – colocam a criança com o perigo das ruas.

20. Os subúrbios se ordenam sem plano alguma e sem vinculação normal da cidade. “O subúrbio es o símbolo e a sua vez fracasso de esse intento” (Le Corbusier 1975:51)
O subúrbio e um erro urbanístico, estendida por todo o Universo, e que na America se tem levado ate as ultimas conseqüências. Constitui um dos piores males da nossa época.

21. Tem tratado de incorporar os subúrbios ao âmbito administrativo.
“Demasiado Tarde” – o subúrbio tem sido incorporado tardiamente no âmbito administrativo. A administração deve apoderar se da gestão do solo que rodeia a cidade antes de seu próprio nascimento do subúrbio, a tal objeto de garantias dos meios necessários para seu desenvolvimento harmonioso.

22. A menudo o subúrbio não são mais que uma aglomeração de barracas onde a indispensável viabilidade resulta dificilmente rentável.
Casinhas mal construídas, barracas em prancha, coberturas em que misturam o melhor e peor dos mais imprevistos materiais, domínio dos pobres que se agitam nos remoídos de uma vida sem disciplina – exibem uma mirada de incoerência de sua distribuição...: isso e o subúrbio.

2. Estado atual das cidades – Críticas e Soluções
Habitação (exigências)

Urbanismo
O urbanismo é a ordenação de diversos lugares ou de locais diversos, estes devem abrigar o desenvolvimento da vida material, sentimental e espiritual, em todas as manifestações individuais ou coletivas. Abarca tanto os agrupamentos urbanos como rurais. O urbanismo não pode estar submetido exclusivamente a as regras da Estética gratuitamente. (Le Corbusier 1957:146-147)

É por sua essência mesma, de ordem funcional.
As três funções fundamentais são:
1- Habitar; 2- Trabalhar; 3- Lazer.

Seus objetivos são:
a) A ocupação do solo.
b) A organização da circulação.
c) A legislação.
Devem ser calculadas de novo as relações nos diversos lugares dedicados a elas, de modo que determine uma proporção entre os volumes edificados e os espaços livres. Deve-se reconsiderar o problema da circulação e a densidade.

23. No sucessivo os bairros de vivendas devem ocupar uma melhor implantação do espaço urbano, aproveitando a topografia, tomando em conta o clima, e que seja mais favorável os aspetos de insolação para os espaços habitáveis, assim como os espaços verdes. As cidades tal qual existem hoje, se construíam em condição contraria ao bem público e privado.
Nossa tarefa atual consiste em arrancar do desordem mediante planos que sejam escalonados no tempo nos diversos projetos.

24. As determinações de setores na habitação devem estar ditadas pelas razões de higiene.
As Leis da higiene reconhecidas universalmente elevam uma grave requisitória contra o estado sanitário das cidades. No basta sanear a habitação: tem que criar e ordenar, ademais tem que levar ao exterior, como locais de educação física e de diversos terrenos esportivos...

25. Devem impor densidades razoáveis segundo as formas de habitação que a natureza oferece no terreno.
As densidades da população de uma cidade devem ser ditadas pelas autoridades. As cidades, tanto ao nascer como de crescer, tem razoes particulares que devem ser estudadas, chegando a ter previsões que abarquem o espaço e o tempo: por exemplo 50 anos...

26. Devem sinalar um numero mínimo de horas de exposição ao sol para todas as habitações.
A ciência ao estudar as radiações solares, tem descoberto que são indispensáveis para a saúde humana, e que em certos casos, poderiam ser prejudicial à saúde. O Sol é o senhor da vida, ...exige que o novo individuo na medida do possível se de as “condições naturais”.

27. Deve proibir o alinhamento das vivendas ao largo das vias de comunicação.
As vias de comunicação, e dizer nossas Ruas das nossas Cidades têm distintas finalidades. Suportam diferentes cargas e devem servir para os pedestres como ao transito, entrecortado por detenções intermitentes, de veículos rápidos para o transporte coletivo e de camiões, e de transito mais rápido para veículos particulares, ...estado que exige uma modificação radical: tem que separar o transito dos pedestres (4 km/h) e das velocidades mecânicas (50 a 100 km/h).

28. Devem tomar-se em conta os recursos das técnicas Modernas para o alçado de construções elevadas.
Cada época tem empregado nas suas construções a técnica que ditada seus recursos particulares. Falta determinar, mediante um estudo serio dos problemas urbanos, a “altura” mais convenente para cada caso em particular.

29. As construções altas, situadas a grande distancia uma das outras, devem liberar o solo a favor de grandes superfícies verdes.
A densidade da população deve ser a suficiente alta para a valides da disposição das habitações coletivas que sejam uma prolongação das vivendas, ...na promulgação do “estatuto do solo”. De esse modo, em adiante a cidade se construíram com toda a seguridade, dentro dos limites das regras fixadas por este estatuto, completa liberdade a iniciativa particular e a imaginação do artista.

domingo, 28 de marzo de 2010

Carta de Atenas – 1 Parte.

Carta de Atenas – 1 Parte.
Análise e Síntese: Arq. Jorge Villavisencio.


A Carta de Atenas

Título Original: La Charte D´Athenes (1942)
Os princípios do Urbanismo
Le Corbusier, Fondation Le Corbusier e Editions de Munuit, Paris, 1957

Primeira Parte
1. Generalidades – A cidade e sua região. Aspectos relevantes:
• Desde 1928 os CIAM (Congressos Internacionais de Arquitetura Moderna) reuniu uma serie de idéias e ideais, mais ate então dispersas, estas todas na Europa. Em 1933, chegou seu turno a Atenas. – está dado durante a opressão e rejeição da profissão de arquiteto e urbanista.
O IV Congresso do CIAM, celebrado em Atenas, tem feito o seguinte postulado: o sol, a vegetação e o espaço são as três matérias primas do urbanismo. A adesão deste postulado permite julgar as coisas existentes e apreciar as preposições novas desde um ponto de vista verdadeiramente Humano. (Le Corbusier 1975:42)



Generalidades: A Cidade e sua Região.

1. A cidade não e mais que uma parte do conjunto econômico, social e político que é constituído por uma região.
• A unidade administrativa raramente coincide com a unidade geográfica – está é uma região.
• A delimitação artificial se opõe a uma boa administração do novo conjunto.
• Não e possível empreender ação nenhuma se no se ajusta ao destino harmonioso de sua região.
“O plano de uma cidade não e mais que um dos elementos de esse todo que constitui um plano regional”.


2. A superposição do econômico, do social e do político, os valores de ordem psicológicos e fisiológicos estão ligados a pessoa humana e introduze o debate de preocupações de ordem individual e coletivo.
A vida somente se implanta na medida em que concordam os princípios contraditórios que regem a personalidade humana: o individual e o coletivo.
- Pode-se pensar que ao melhorar sua casa é também sua profunda necessidade de vida social.
- Um plano e acertado quando se permite uma colaboração fecunda procurando o máximo de liberdade individual– dentro do marco do que é civismo.


3. Nas constantes psicológicas e biológicas experimentam a influencia do médio: situação geográfica e topográfica, situação econômica, situação política. Em primeiro lugar, a situação geográfica e topográfica, a índole de elementos, água e terra, a natureza, o solo, o clima...


4. A situação econômica – os recursos da região, contato naturais o artificiais com o exterior...,A situação econômica, riqueza ou pobreza, e um dos grandes pulsos da vida, e determina o movimento a o progresso ou regressão – a situação econômica condiciona as variações que desenha a história de um povo, de uma cidade, de uma região ou de um Pais.

5. A situação política; sistema administrativo. Se trata de um sistema pouco flexíveis, rege uniformidade no território e na sociedade, que impõe suas regulamentos. As vezes ocorre que algumas comunidades, tem sabido renovar seu marco particular, mais tem sido afogadas pelo marco geral do pais.

6. Certas circunstâncias particulares têm determinado seus caracteres de uma cidade na historia, a defesa militar, os descobrimentos científicos, as sucessivas administrações, o desenvolvimento progressivo das comunicações, e os meios de transporte (vias terrestres,pluviais, marítimas, ferroviárias, e vias aéreas). A historia tem sido inscrita nos traçados de sua arquitetura e das cidades (urbanismo). Mais a velocidade do passo humano veio somar outra medida em plena evolução: a velocidade dos veículos mecânicos.

7. As razoes que preside o desenvolvimento das cidades estão submetidas a câmbios contínuos. O espírito de uma cidade e formado pelo tempo-espaço; simples edificação tem cobrado valor eterno na medida em que simbolizam a alma coletiva...
A cidade pode ser uma “pátria pequena” leva em si um valor moral que pesa, é insolúvel unido a ela.

8. Na chegada da era do maquinismo tem provocado imensas perturbações nos comportamentos dos homens, sua distribuição sobre a terra, e das atividades das mesmas; movimento irreverente de concentração nas cidades; evolução brutal e universal sem precedentes na historia. O caos tem feito sua entrada nas cidades. O emprego da maquina tem transformado por completo as condições de trabalho, tem quebrado (rupturas) o equilíbrio milenário...
O mal e universal; que se expressa nas cidades que faz presa do desordem, e no campo pelo abandono de numerosas terras.

jueves, 25 de marzo de 2010

A historia da preservação - HTC

A historia da preservação - HTC

Nasser Rabbat publicou três ensaios criticando os projetos de preservação em três cidades Árabe: Cairo, Damasco e Beirute. Em 1999, ele liderou um grupo de 15 alunos do MIT a uma viagem para avaliar e informar sobre a restauração e vários projetos de conservação no Cairo. Kristel Smentek trabalho na Pierre-Jean Mariette envolve a análise detalhada de conservação dos desenhos preservados em coleção importante Mariette histórico. Estudo Smentek de esforços em Iluminismo preservação inclui sua investigação sobre o que poderia em termos modernos, ser entendida como a mutilação do material original. James Wescoat, a recente nomeação para o programa AKPIA, foi envolvida como consultor em vários projetos de preservação significativa de investigação na Índia e no Paquistão, incluindo o projeto Smithsonian Jardins Mughal, os jardins do Taj Mahal, a Património Mundial da Champaner-Parvgadh em Gujarat e Rajputpalace Nagaur complexo jardim em Rajasthan. Hélène Lipstadt, que ao longo dos anos realizaram uma visita na nomeação HTC, desempenha um papel importante na DOCOMOMO, e organizou uma sessão em um recente HAS Reunião Anual intitulado "Basic Bourdieu: a arquitetura como um campo de produção cultural". Visitantes ao HTC e programas AKPIA muitas vezes centrada em debates de preservação, como nos seminários ministrados por Nebahat Avcioglu ( "City como Palimpsesto: A cidade islâmica do pré-moderno ao pós-moderno") e Jorge Otero-Pailos (Spring 2009).
Fonte: Universidade MIT.