miércoles, 22 de febrero de 2017

Aportes nas percepções urbanas de Gordon Cullen.

Aportes nas percepções urbanas de Gordon Cullen.
Jorge Villavisencio.

Si bem é certo o livro Paisagem Urbana (Concise Townscape) de Gordon Cullen (1914-1994) é de 1971, mais chega ao Brasil (versão em português) no ano de 1983 cuja tradução está a cargo de Isabel Correia e Carlos de Macedo. Penso que nesta citação pode resumir o espírito da proposta:

“Efetivamente, uma cidade é algo mais do que o bem-estar e de facilidades que leva a maioria das pessoas a preferem – independentemente de outras razões – viver em comunidade a viverem isoladas”. (Cullen, 1983:9)

Sem duvida a cidade é de viver em comunidade, a construção da mesma são as mesmas pessoas, onde habitam nos seus edifícios. “A arte de relacionamento”. (ver Imagem 02, 03 e 07)

01 – Curitiba – Museu (do Olho) Oscar Niemeyer – As sensações do espaço urbano.
Fonte: Jorge Villavisencio (2013)

Explica no seu livro que há três aspectos a considerar: a óptica, o local e o conteúdo.
A primeira trata de como transita o transeunte, é caro da visão de sucessão de surpresas, como visão serial, como imagem existente e imagem emergente. A segunda define a pessoas na noção de espaço e das sensações de espaços abertos e espaços fechados. Por ultimo a terceira com a própria constituição do espaço, más adverte que há uma grande falta de sensibilidade na construção de cidades.

“A primeira coisa a fazer é popularizar o mais possível a Arte do Meio-Ambiente, partindo do principio que uma maior participação emocional das pessoas conduzirá necessariamente ao aperfeiçoamento...”. (Cullen, 1983:17)

02 – Centro Histórico de Curitiba – O dialogo com a Paisagem Urbana.
Fonte: Jorge Villavisencio (2013)

Pensamos que a participação das pessoas podem criar novas fontes e necessidades, claro vinculadas ao meio-ambiente (ver imagem 03, 05 e 08), a construção da mesma depende do quadro de dialogo que as pessoas produzam, ouvir é muito importante, para poder entender as próprias necessidades da população. Indica: “Todavia o objetivo fundamental dos urbanistas continua ser a comunicação com o público, não entanto pela via democrática, como pela via emocional”. (Cullen, 1983:18)

Na visão serial o percurso revela uma sucessão de pontos de vista, é essas saliências e reentrâncias cria uma terceira dimensão. Assim como os desníveis os elementos de separação de transparência de visão serial. (ver imagem 01 e 04)

Sem duvida tanto nas caraterísticas urbanas como na arquitetura de edifícios a “apropriação do espaço” cria circunstancias de aderência com a visão de espaço, muitas vezes enunciadas na arquitetura moderna nos CIAM de 1933, e do próprio Lucio Costa. Não poderias projetar nada de maneira correta sem conhecer com profundidade as condicionantes que norteiam maneira projetual.

03 – Centro Histórico de Belo Horizonte – Espaços Públicos de convivência.
Fonte: Jorge Villavisencio (2012)

No território ocupado – “... abrigo, conveniência e um ambiente aprazível são a causa mais frequente da apropriação do espaço” (Cullen, 1983:25). Más advertem que o movimento das pessoas que transitam nas cidades.

Consideramos que um dos pontos importantes se dá no compartimento dos edifícios com a cidade, como território ocupado pelo homem. Nestas satisfazem tanto suas necessidades sócias como comerciais. “O homem não bastam às galerias de pintura: eles necessitam de emoção, do dramatismo que é possível fazer surgir do céu...”. (Cullen, 1983:30)

Diversas vezes nos escritos do emérito arquiteto Oscar Niemeyer, cita que a arquitetura tem que “emocionar”, pensamos que desta forma cria novas expectativas de visão de futuro, ver imagem embaixo 04.

04 – Centro de Belo Horizonte – O movimento das pessoas.
Fonte: Jorge Villavisencio (2012)

Diversas vezes Cullen explica sobre a questão do “Aqui e Além”, na nossa maneira de ver o “aqui” é algo conhecido ou de mais fácil reconhecimento, mais a questão do “além” vai como meta-pensamentos que pode ir ao desconhecido, para poder conhecer. “... sensação do Além é a qualidade, de certo modo lírica, de algo que está ao mesmo tempo presente e sempre fora do nosso alcance...” (Cullen, 1983:36). Más indica que o Aqui é algo conhecido, é também do Além e também conhecido exemplos claros é nas busca deles como: focalização, desníveis, perspectivas, estreitamentos, delimitação, etc. Na questão de “perspectiva grandiosa explica: que podem tirar partido do Aqui e do Além” (Cullen, 1983:43), claro como perspectiva.

Também, na colocação de Cullen na questão de “flutuação” numa cidade como local habitado a disposição de espaços onde criam movimento das pessoas cria de fato emoções. Más ao ser delimitado um reage como algo estático (ver imagem 01 e 04), uma cenário que diferente ao percurso do exterior com o interior. Em que define estou Aqui, estou fora. Penso que o interessante seria que o edifício “comunique” ao convite de conhecer, de participar da vida ativa da cidade, penso que poderíamos definir como o espaço vazio ou de espaço de convivência, algo que este relacionado do exterior-interior, como passagem ou percurso de transição. Desta forma Cullen cria aquela “expectativa – Aqui e do Além em que o primeiro é conhecido, más não o segundo do Além é desconhecido”. (Cullen, 1983:51)

05 – Belém – Estação das Docas – A história como resgate da identidade urbana.
Fonte: Jorge Villavisencio (2011)

A definição de Cullen no aspecto do espaço urbano, como categoria: sejam metrópole, cidade, arcádia, parque, zona industrial, zona rural, e solo virgem. Más consideramos, que hoje estas categorias forem acrescentando (lembrando que originalmente seus escritos são de 1971) e tem transcorrido mais 40 anos. Nas possíveis teorias podem indicar que existem: megalópole como Tóquio, Nova York, São Paulo, México, etc. Agora megacidade ou cidade global como define Saskia Sassen como Londres, Sidnei, Hong Kong, Dubai, Pequim, Paris, Barcelona, Miami, etc.

Um dos pontos que nos parece importante citar são as linhas de forças ao, “Uma vez que a sua missão é de, em qualquer caso, resolver conflitos e localizar funções vivas, é uma vez que as metodologias, que seguem inevitavelmente uma particularização, o êxito com que ela se identificar e interpretar visualmente as mais significativas linhas de forca determinará em grande parte se a cidade irá ser morfologicamente caraterizada e inteligível”. (Cullen, 1983:113)

06 – Centro de Belém – Espaço público de convivência e de motivação urbana.
Fonte: Jorge Villavisencio (2011)

Podemos deduzir que as linhas de forcas são onde se cria “atração” (ver imagem 01 e 06), assim de interesse das partes que compõe a cidade, estes pontos que ser tornam como elementos focais, uma estrutura que este em processo de formação, devemos dizer as cidades são cambiantes, sé modificam com o passar do tempo, mais os lugares como a historia queda da mente das pessoas que habitam essa cidade algo indelével, pode ser uma praça, um edifício, algo que está presente na vida do cotidiano.

“O homem é possuidor de uma mente que o dirige, que antecipa o que tem na frente, é distingue um obstáculo ou caminho. Pelo tanto apresenta pela rua o que deve o que deve mostrar para o visitante o que é seu caminho apropriado... como orientação espacial... que proporcionam sensação...”. (Arnheim, 2001:63)

07 – Centro Histórico de Lima – Perú – Jirón de la Unión – O pasado e o presente no cenário urbano.
Fonte: Jorge Villavisencio (2013)

Agora o lado interpretativo corresponde a suas próprias expectativas – por onde eu vou, o que procuro, o que é o ponto de atração que faz que me leve aquele ponto que procuro, é aí que existe a nossa referencia na nossa mente, que seria o ponto de atração que define as linhas de forças.

Para Max Weber ao dizer: “Pode-se tentar definir de diversas formas a – cidade, porem é comum a todas representa-la por um estabelecimento compacto (ao menos relativamente), como uma localidade e não casarios mais ou menos dispersos. Nas cidades, as casas estão em geral muito juntas, atualmente, vai à regra, com as paredes encostadas. A ideia corrente traz, além disso, para a palavra cidade outras caraterísticas puramente quantitativas, quando diz, por exemplo, que se trata de uma grande localidade. Essa caraterização não é em si mesma imprecisa”. (Velho, 1976:68)

08 – Lima – Perú – Parque El Olivar – Distrito de San Isidro – Viver na boa convivência com o meio ambiente.
Fonte: Jorge Villavisencio (2013)

O conceito de cidade compacta na nossa maneira de ver é uma realidade (ver imagem 04), cada vez mais necessária, levar infraestrutura para alguns poucos resulta muito onerosa para manutenção da cidade, más consideramos que as áreas públicas devem tomar mais incremento, espaços públicos resultam bons lugares de convivência. Como explica Weber à cidade não pode ser tomada como pontos meramente quantitativos, é-claro o adensamento das cidades deve ser mais dosado, nos sentido de permitir as escalas (skyline) cumpram um papel de preponderância no sentido mais harmônico com a realidade, não podemos generalizar, até cada cidade tem suas próprias caraterísticas e expectativas.

09 – Vitoria – Praia Camburi – Espaços públicos para pessoas, ciclovias e veículos – delimitando espaços e usos.
Fonte: Jorge Villavisencio (2014)

Queremos terminar abordando dois assuntos: a primeira que trata no sentido de “pertença” do lugar, e a segunda que trata da materialidade da cidade.
Na nossa maneira de ver o sentido de “pertença” esta ligado a historia da cidade, algo que este presente na vida cotidiana das pessoas. Sem duvida pode ser um simples edifício, uma rua, uma escultura, uma praça, etc. É o elo onde habitam nas suas cidades e seus lugares. (ver imagem 5 e 7)

“A principal reivindicação da Paisagem Urbana é de ter contribuído para o levante da estrutura do mundo subjetivo. Porque se não estiver registrada a que é que nos podemos ajustar?” (Cullen, 1983:196)

10 – Vitoria – Espirito Santo.
Fonte: Jorge Villavisencio (2014)

Pensamos que o ajuste de toda proposta urbana existente a ser modificada, podendo entregar assim um ar de contemporaneidade, é-claro das próprias necessidades que vão aparecendo com o espaço e o tempo, é melhor ainda com a participação ativa da população, sugere conotações com bases solidas, exemplo claro das propostas da Prefeita de Paris Anne Hidalgo no seu projeto Reinventare Parise.

“Arquitetura e Arte – Dentro deste campo das praxes alternativas, há um campo muito amplo de todas aquelas experiências nas quais, além do espaço do museu, a arte e a arquitetura andam juntas a fim de realizar intervenções no espaço público...” (Montaner, 2016:100)

No cabe duvida que através do tempo edifícios de índole cultural tem modificado (ver imagem 01) a vida do espaço urbano, assim criando novas formas de atração de estes espaços, a participação da população nestes marcos termina sendo uma atividade que pode ser cotidiana ou de fim de semana. Pensamos que não necessariamente temos que adentar a estes edifícios, más o entorno urbano a estes termina sendo tão importante que os próprios edifícios, propiciando assim à boa convivência das pessoas que o frequentam.

“Indícios – E entre estas, a primeira é a observação da ondulação da vitalidade que transmite a paisagem. Até o pavimento de um pátio ganha interesse com a existência de seus drenos”. (Cullen, 1983:182)

As texturas dos materiais empregados na paisagem urbana podem dar sim continuidade espacial, desta forma fazem o convite ao transeunte, uma espécie de ser convidativo ao entorno, más também podem delimitar seus espaços de seus usos ao qual foi assinalado. (ver imagem 04, 09 e 10)

Gostaríamos de concluir nosso breve ensaio é dizer o que Gordon Cullen indica ao dizer que “há muito a fazer”, indicado que temos que juntar, separar, dividir, ocultar, revelar, concentrar, diluir, prender, libertar, atrasar e acelerar. Pensamos que estas ferramentas nós darão mecanismo e novos pensamentos das realidades e das necessidades das pessoas que habitam nos espaços urbanos. Nem todo conceito é uma realidade, ele vai se modificando com o passar do tempo, pensar e agir em prospecção está vinculado às realidades dos acontecimentos contemporâneos, das necessidades urbanas, criando desta forma diversas vitalidades nas suas cidades.


Goiânia, 22 de fevereiro de 2017.

Arq. MSc. Jorge Villavisencio



Bibliografia:

CULLEN, Gordon; Paisagem Urbana, Edições 70 Ltda., Lisboa, 1983.

ARHEEIM, Rudolf; La forma visual de la arquitectura, Editora Gustavo, Gili, Barcelona, 2001.

VELHO, Otávio Guilherme (Org.); O fenômeno Urbano, Zahar Editores, Rio de Janeiro, 1976.

MONTANER. Josep Maria; A condição contemporânea da arquitetura, Editora Gustavo Gili, São Paulo, 2016.



jueves, 19 de enero de 2017

O ensaio como técnica da crítica da arquitetura.

O ensaio como técnica da crítica da arquitetura.
Jorge Villavisencio.

Através do tempo temos utilizado a crítica da arquitetura como instrumento de entendimento do estudo da arte e da técnica do que é a arquitetura e urbanismo. Desta forma podemos entender melhor os fatos das produções que englobam os edifícios e suas cidades, mais deve existir, sim, uma pesquisa que a nossa maneira de ver tem que ser continua ou continuada dos vários elementos que compõe estás produções. Consideramos que não é uma tarefa fácil, porque a investigação previa deve ser de bom calibre ou de uma credibilidade correta. Mais existe uma liberdade de expressão nos ensaios críticos, como o explica Josep Maria Montaner.

“O ensaio, entendido como uma indagação libre e criativa, não exaustivo, nem especializado, destituído de um caráter rigorosamente sistemático, é a mais genuína ferramenta da crítica.” (Montaner, 2015:13) {1}

Sem duvida, a maneira livre como cada um apresenta seu ensaio tem uma formulação que esta em contato com sua própria percepção dos objetos manteria de estudo. É-claro das próprias experiências que um tem no espaço e no tempo (intuição pessoal). Mais nos pensamos que o caráter sistêmico deve existir, primeiro para que o ensaio tenha sim um caráter de veracidade comprovada e só através da linha da “investigação cientifica” e dos referentes (pesquisa, citações, bibliografia, etc.) faz que a crítica tenha essa credibilidade. Segundo que o tema matéria do ensaio cria sim um interesse pessoal com a proposta de estudo, e difícil que não se tenha relação com a proposta do ensaio.

Desta forma tem uma continuidade e uma direção na formulação do trabalho. Mas como o explicam que todo deve estar “inter-relacionado”, não porque si o objeto de estudo ensaísta deve acometer um determinado objeto, mais bem tem que estar com muitos outros assuntos, para que exista sim um paralelismo com a proposta, entregar os vários aspectos que deve conter uma crítica. Mas estamos de acordo com que o ensaio crítico não é um assunto terminado ou consumado, existe uma abertura para que este seja reformulado ou continuado.

Até porque a investigação cientifica tem essa forma de ser, “dar continuidade ao trabalho cientifico”. Desta forma vai se aprimorando o trabalho, transformando, reformulando, para outras ocasiões.

Mais devemos deixar claro que a crítica da arquitetura é um “julgamento” de um determinado objeto está aderida a parte que corresponde a sua própria estética, desta forma podemos ampliar a outros assuntos, como onde foi inserida determinado produto (lugar), qual foi à tecnologia que foi aplicada entre outros, por que tem essa forma, e qual e sua relação com o ambiente, enfim são tantos assuntos que nascem da crítica da arquitetura, porque ela é ao final uma dialética constante com o objeto.

A “interpretação” que um possa ter do objeto, poderia ser a síntese de vários assuntos, porque como se sabe sempre deve estar “aberto” ao dialogo, e nunca deve ser uma coisa fechada.

“A propostas da arquitetura feitas como colagem de fragmentos...” (Montaner, 2016:70) {2}

Ao apreciar a citação de Montaner, podemos intuir dois assuntos, o primeiro tem uma relação com os diferentes aspectos (fragmentos) que contém uma obra de arquitetura, seria como poder entender cada parte que compõe a obra, desta forma poderíamos entender o todo como explicava Leonardo Benévolo ao falar do “elenco” (atores) da arquitetura, da composição de sua forma e suas partes. O segundo está relacionado com a história da arquitetura, por que ao final de contas não poderíamos fazer uma crítica da arquitetura sem conhecer a teoria da arquitetura e a história da arquitetura. É a forma correta de fazer uma crítica da arquitetura, que seja correta e com credibilidade.

“A resistência ao estudo da forma deriva, em parte, da acusação em que achacava-se aos arquitetos e teóricos ao haver-se dedicado de tratar a que os edifícios como puras formas, sem considerar suas funções praticas e sociais.” (Arnheim, 2001:8)

É interessante a advertência e da forma de colocação de Arhheim, até porque seria como ignorar o entorno do lugar, a finalidade da obra, e qual seria sua função social. Criar a forma pela forma, na nossa maneira de ver e sem consenso, e sem conceito nenhum, algo que seria irrelevante para a arquitetura e a cidade, sem valor nenhum. Mais através do tempo tenho pesquisado sobre este assunto, e incrível e irrelevante que alguns profissionais tenham atuado dessa maneira sem conceito nenhum, mas sim tem um objetivo à obra, não como função social, mais sim como destino dos usuários – a forma pela forma.

Penso que todo projeto de arquitetura e urbanismo tem uma “intensão” algo que foi muito bem explicado por Lucio Costa e recentemente por nosso querido arquiteto (recentemente falecido) João Filgueiras Lima – Lelé, todos temos sim uma determinada intensão objeto de seu projeto, até porque as ideias e ideais se sentem plasmado nos seus projetos. Isso tem um valor agregado e valorizado na arquitetura, por isso pode criar uma crítica esmerada na arquitetura com valor teórico e histórico, penso que com o tempo pode ficar como referencia para outros projetos no futuro.

“Uma obra de arquitetura não só serve abrigar atividades, mais também para ser contemplada, porque a arquitetura resolve necessidades físicas mais também de necessidades espirituais ou de fantasias...” (Carriquiry, 2005:18)

Nunca devemos esquecer que a arquitetura é arte e ciência, por isso a contemplação faz parte do sentido e da espiritualidade que está impregnada na sua arte. Por isso Le Corbusier no primeiro tercio do século XX, em especial nos CIAM na Carta de Atenas de 1933 explica de forma clara que a arquitetura tem que ter o espírito de seu tempo.
Para terminar, a crítica da arquitetura que contem bases solidas nas suas teorias e na sua historia, tem questões que são relevantes e importantes para a realização de todo ensaio que se preze por ter uma identidade que cada ensaísta tem, desta forma cria seu próprio espírito de seu tempo, é sem duvida serve para dar continuidade na sua dialética na arte de fazer espaços com prospecção.

Goiânia, 19 de janeiro de 2017.
Arq. MSc. Jorge Villavisencio


Bibliografia

MONTANER, Josep Maria; Arquitetura e Crítica, Ed. Gustavo Gili, São Paulo, 2015. {1}

MONTANER, Josep Maria; A condição contemporânea da arquitetura, Ed. Gustavo Gili, São Paulo, 2016. {2}

ARNHEIM, Rudolf; La forma visual de la arquitectura, Ed. Gustavo Gili, Barcelona, 2001.

CARRIQUIRY, Inés Claux; La arquitectura y el proceso de diseño, Ed. Universidad San Marin de Porres, Lima, 2005.